Relatório da Defesa mostra sucateamento do setor militar


Fumaça do porta-aviões São Paulo da Marinha do Brasil, durante os primeiros testes após reforma de 4 anos. A maior parte do equipamento de defesa do Brasil está obsoleto, e, mesmo quando estão operacionais, muitas vezes, não correspondem às necessidades de defesa do Brasil atual. O único porta-aviões do país, de fabricação francesa, é antigo, pequeno e tem uma manutenção de alto custo. Além de navegar sem a escolta de uma esquadra, não conta com sistema de defesas anti-mísseis modernos, o que faz deste navio um verdadeiro "alvo flutuante" para os mísseis anti-navio modernos. Como carrega apenas os obsoletos aviões A4-Skyhawk de apenas 600km de alcance, sem real capacidade anti-navio, o porta-aviões brasileiro não tem capacidade nem ofensiva nem defensiva para uma guerra moderna. Seria muito melhor contar com uma frota de submarinos, fragatas e cruzadores lançadores de mísseis de cruzeiro anti-navio do que com um porta-aviões sem real capacidade de ataque ou defesa. Foto: Carlos Eduardo Rodrigues /Agência O Dia/Agência Estado

Fumaça do porta-aviões São Paulo da Marinha do Brasil, durante os primeiros testes após reforma de 4 anos. A maior parte do equipamento de defesa do Brasil está obsoleto, e, mesmo quando estão operacionais, muitas vezes, não correspondem às necessidades de defesa do Brasil atual. O único porta-aviões do país, de fabricação francesa, é antigo, pequeno e tem uma manutenção de alto custo. Além de navegar sem a escolta de uma esquadra, não conta com sistema de defesas anti-mísseis modernos, o que faz deste navio um verdadeiro “alvo flutuante” para os mísseis anti-navio modernos. Como carrega apenas os obsoletos aviões A4-Skyhawk de apenas 600km de alcance, sem real capacidade anti-navio, o porta-aviões brasileiro não tem capacidade nem ofensiva nem defensiva para uma guerra moderna. Seria muito melhor contar com uma frota de submarinos, fragatas e cruzadores lançadores de mísseis de cruzeiro anti-navio do que com um porta-aviões sem real capacidade de ataque ou defesa. Foto: Carlos Eduardo Rodrigues /Agência O Dia/Agência Estado

Relatório da Defesa mostra sucateamento do setor militar

Estado de São Paulo – 22/11/2011

Documento sigiloso produzido pelos comandos militares sobre a situação da defesa nacional repassado ao Palácio do Planalto nos últimos dias mostra um sucateamento dos equipamentos das três Forças. Segundo os militares, os dados esvaziam as pretensões brasileiras de obter uma cadeira permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas, além de inibir a participação do País em missões especiais da ONU.

De acordo com a planilha obtida pela reportagem, a Marinha, que em março mantinha em operação apenas dois de seus 23 jatos A-4, não tem hoje condições de fazer decolar um avião sequer do porta-aviões São Paulo. Com boa parte do material nas mãos de mecânicos, a situação da Marinha se distancia do discurso oficial, cuja missão seria zelar pela área do pré-sal, apelidada de Amazônia Azul.

Segundo o balanço, que mostrou uma piora em relação ao último levantamento, realizado em março, a situação da flotilha também não é confortável. Apenas metade dos navios chamados de guerra está em operação. Das 100 embarcações, incluídas corvetas, fragatas e patrulhas, apenas 53 estão navegando. Dos cinco submarinos, apenas dois ainda operam. Das viaturas sobre lagartas (com esteiras), como as usadas pelos Fuzileiros Navais para subir os morros do Rio de Janeiro, apenas 28 de 74 estão em operação.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,relatorio-da-defesa-mostra-sucateamento-do-setor-militar,801502,0.htm

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