Bachelet volta ao Chile e aumenta expectativa sobre candidatura à presidência


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Bachelet volta ao Chile e aumenta expectativa sobre candidatura à presidência

Opera Mundi  – 27/03/2013

“Ainda há muita coisa a fazer para que nosso país seja melhor e quero contribuir com isso”, disse a ex-presidente ao regressar.

A ex-presidente chilena Michelle Bachelet voltou ao seu país na manhã desta quarta-feira (27/03), após um período em Nova York, onde atuou como diretora executiva da ONU Mulheres por quase três anos. Aplaudida por simpatizantes ao chegar a Santiago, Bachelet disse se sentir comprometida com seu país, mas não se pronunciou sobre sua possível candidatura para as próximas eleições presidenciais, em novembro.

Ao chegar, a ex-presidente chilena classificou seu trabalho na Organização das Nações Unidas como “maravilhoso”, mas afirmou que “há outras pessoas que continuam nessa tarefa, e eu me sinto muito comprometida com meu país. E é por isso que decidi voltar”. Bachelet expressou ainda estar “muito feliz por estar de volta”.

Apesar de não mencionar diretamente se será ou não candidata à presidência do país pela coalizão de centro-esquerda Concertação, Bachelet disse que “ainda tem muita coisa por fazer para que o Chile seja um país melhor para todos e todas”. “Também quero contribuir com isso, para gerar outras condições para que seja um país mais justo, solidário e participativo”, completou.

A breve declaração da ex-presidente foi feita a um grupo restrito de colaboradores, conselheiros regionais e familiares que a recepcionaram em sua chegada, segundo a imprensa local. Carolina Tohá, prefeita do centro de Santiago e ex-ministra de Bachelet, afirmou que a ex-presidente não ficará sozinha: “Estamos prontos para começar uma nova etapa, para fazer as mudanças necessárias”, disse, complementando que “são muitas as pessoas que confiam em Bachelet”.

Segundo a imprensa local, espera-se que, nas próximas horas, Bachelet – que renunciou à diretoria da ONU Mulheres há duas semanas – se pronuncie sobre sua candidatura presidencial para as eleições, cujo primeiro turno está marcado para 17 de novembro. A possibilidade gera expectativa entre partidos aliados e governistas.

O presidente do PS (Partido Socialista), Osvaldo Andrade, afirmou à emissora CNN Chile que tanto sua sigla como o PPD (Partido Pela Democracia) esperam que a ex-presidente “emita um pronunciamento oficial, formal, a respeito de sua disposição de ser candidata”. Segundo o deputado, “não há dúvidas de que o fato de que tenha voltado para o Chile é um sinal” de sua intenção de candidatar-se.

Já o senador pela Democracia Cristã, Jorge Pizarro, ressaltou que a liderança de Bachelet “pode unificar a maioria da oposição e a milhares e milhares de chilenos que hoje estão frustrados”, afirmou. Por sua parte, o senador Andrés Zaldívar, da mesma sigla, afirmou estar “completamente convencido” de que a decisão de Bachelet “já está tomada”. “Por alguma razão ela voltou ao Chile e suas declarações o demonstram”.

Para o opositor Carlos Larraín, da RN (Renovação Nacional), partido do presidente Sebastián Piñera, a volta de Bachelet terminará com as incertezas acerca de suas propostas presidenciais. Já Patricio Melero, da UDI (União Democrata Independente), disse que a ex-presidente tem um “teto de vidro gigantesco” acerca de sua gestão em setores como a educação.

O candidato à presidência Andrés Allamand, também da RN, disse que a volta de Bachelet é positiva “para que os chilenos tenham a oportunidade de comparar, escolher entre alternativas diferentes e assim eleger que tipo de liderança e que tipo de presidente o Chile precisa para solucionar os problemas pendentes e abordar os desafios futuros”.

Segundo ele, “é claro” que a ex-presidente será a candidata da Concertação. O senador José Antonio Gómez, do PRSD (Partido Radical Social Democrata), por sua vez, espera que a decisão acerca da candidatura de Bachelet seja decidida rapidamente. “Isso gera imediatamente o início da campanha, nos permite falar de debate, das ideias, e nos interessa que isso seja o eixo central de uma campanha, e não só da popularidade e de bons índices nas pesquisas”, afirmou.

Os governistas e aliados do atual presidente chileno também comemoraram “o fim do silêncio” da mandatária sobre suas intenções eleitorais. Em dezembro, quando questionada publicamente sobre a possibilidade, Bachelet respondeu: “Vamos conversar em março”, dando a entender que este mês é o prazo para o anúncio de sua decisão final.

Fonte: http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/28053/bachelet+volta+ao+chile+e+aumenta+expectativa+sobre+candidatura+a+presidencia.shtml

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