A resposta chinesa ao retorno americano para o Pacífico: as Novas Rotas da Seda e a Marcha para o Oeste


João Arthur da Silva Reis, pesquisador associado do ISAPE e membro do Grupo de Trabalho de Políticas de Defesa, Inteligência e Segurança do Centro de Estudos Internacionais sobre Governo (CEGOV). Graduando do curso de Relações Internacionais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Dois anos após o anúncio do retorno estadunidense para o Pacífico, a China parece ter delineado, como reposta, uma estratégia que agora se mostra mais clara, de caráter dual. Por um lado, decididamente se aproximou dos países do Sudeste Asiático e da Ásia Central, propondo o estabelecimento de duas “Rotas da Seda”, através da assinatura de acordos de investimento, construção de infraestrutura e livre comércio. Por outro lado, reforçou uma postura assertiva contra Filipinas e Japão, países mais alinhados a uma estratégia estadunidense de contenção da China.

Xi Jinping e Li Keqiang. Fonte: Lintao Zhang / Getty Images.

Xi Jinping e Li Keqiang. Fonte: Lintao Zhang / Getty Images.

Retorno Estadunidense ao Pacífico

A partir do final de 2011, o governo Barack Obama passou a anunciar, através de declarações oficiais de alto nível, sua estratégia de balanceamento para a região da Ásia-Pacífico (EUA, 2011; CLINTON, 2011). Também chamada de “retorno estadunidense para o Pacífico”, ou “pivô estratégico para a Ásia”, essa diretriz estratégica afirmava que os Estados Unidos passaria a direcionar o centro dos esforços de sua Política Externa e de Segurança para a área em torno da costa oriental do Oceano Pacífico, do subcontinente indiano até o Nordeste Asiático (MANYIN et al, 2012). Desse modo, a presença diplomática, militar e econômica dos Estados Unidos na região deveria ser aumentada. Esse redirecionamento é adotado a partir da assunção de que o crescimento econômico da Ásia, e da China em particular, e o processo de modernização militar chinês tornam a região crítica para os interesses dos EUA, especialmente em um contexto de retirada das tropas estadunidenses do Iraque e do Afeganistão (HASHIMOTO, 2013).

O retorno estadunidense para o Pacífico tem potencialmente um caráter dual: se por um lado pode ser parte de uma estratégia de engajamento com a região e aumento de sua presença, por outro pode ser parte de uma estratégia de contenção da China (HASHIMOTO, 2013). Porém, o que se verifica é fundamentalmente uma estratégia de contenção, exemplificada através do posicionamento de uma presença militar mais distribuída e flexível na região, com o deslocamento de forças para Filipinas, Austrália e Cingapura. Foi adotada uma estratégia militar visando a um possível confronto futuro com a China, ancorado no conceito operacional de Air-Sea Battlei (MANYIN, 2012, EUA, 2013). Além do mais, foram intensificadas as negociações da Parceria Trans-Pacífico, uma área de livre comércio que excluiria a China. Esse acordo foi proposto pelos Estados Unidos ainda na gestão Bush filho e possui cláusulas que incluem a flexibilização da legislação trabalhista e liberalização de serviços e propriedade intelectual; ele vem sendo negociado entre onze países que margeiam os dois lados do Pacífico (FERGUSSON et al, 2013).

Frente a isso, a China parece ter adotado uma estratégia também dual: ela demonstra que responderá duramente a uma estratégia de contenção ao mesmo tempo em que dá boas-vindas a uma estratégia de engajamento. Ao propor acordos comerciais e um “cinturão de prosperidade”, a China demonstra o caráter benéfico de sua cooperação e o potencial de cooperação com os Estados Unidos em zonas de interesses compartilhados, como no Oriente Médio. Já o estabelecimento de uma zona de identificação aérea sobreposta à do Japão e a insignificante ajuda prestada às Filipinas após a devastação causada pelo Tufão Hayian demonstram que a China não irá tolerar provocações em territórios disputados (EBBIGHAUSEN, 2013).

A resposta dual: dissuasão militar e as duas Rotas da Seda

O anúncio chinês da criação de uma zona de identificação aérea no Mar da China Oriental é uma resposta a uma posição cada vez mais assertiva do Japão, que se alinha ao projeto estadunidense de retorno americano ao Pacífico em sua face de clara contenção da China: do lado econômico, buscando aderir à Parceria Trans-Pacífico, e, militarmente se pronunciando favorável ao agressivo conceito de Air-Sea Battle do Pentágono, além de ter realizado significativos aumentos em seu orçamento de defesa (REUTERS, 2013). Os exercícios militares entre China e Malásia, assim como o fato de terem prestado uma ajuda irrisória às Filipinas após o desastre do Tufão Hayian, parecem representar esta mesma linha de atuação. Resta verificar qual será a reação chinesa à aproximação que vem se desenvolvendo entre Japão, Rússia e Índia, países significativos em termos de capacidades militares e poderio econômico.

Já como parte de uma ampla ofensiva diplomática, caracterizada por analistas como uma “ofensiva de charme”, três viagens governamentais de alto nível foram feitas pelo governo chinês a diversos países do Sudeste Asiático e da Ásia Central em setembro e outubro deste ano. Durante um tour pela Ásia Central, Xi Jinping, presidente da China, visitou o Cazaquistão, Uzbequistão, Turcomenistão e Quirguistão. Foi assinado um importante acordo de fornecimento de petróleo com o Turcomenistão e uma parceira estratégica com o Quirguistão, único país da região que ainda não havia feito isso. Posteriormente, em outubro, visitas quase simultâneas de Xi e do Primeiro-Ministro Li Keqiang foram feitas à Indonésia, Tailândia, Vietnã e Brunei. Foi oferecido um acordo de 25 bilhões de dólares para a Malásia e proposto um acordo sobre disputas no Mar do Sul da China. Tais fatos adquiriram ainda maior significado devido à ausência de Barack Obama nas reuniões por problemas internos com o Congresso estadunidense (NGUYEN, 2013).

Na cúpula da APEC em Bali, Xi Jinping defendeu que “qualquer arranjo deveria levar a um relacionamento cooperativo, não confrontativo; a uma mentalidade aberta, não exclusiva; a resultados positivos mútuos, não a um jogo de soma zero; e à integração, não fragmentação”, em clara referência à Parceria Trans-Pacífico (XUEYA; YUONLONG, 2013). Embora as negociações tenham avançado recentemente, algumas questões, como restrições à ação de empresas estatais, tem causado resistências da parte de países como Malásia, Vietnã e Brunei (TSUJIMOTO, 2013).

Na mesma ocasião, o presidente chinês estabeleceu a meta de elevar o comércio bilateral entre China e ASEAN para 1 trilhão de dólares até 2020. Em Brunei, na Cúpula China-ASEAN, Li Keqiang reafirmou a intenção de estabelecer uma área de livre comércio — conhecida como Regional Comprehensive Economic Partnership (Parceria Econômica Abrangente Regional) — entre a ASEAN e os cinco países com os quais ela mantém zonas de livre comércio (China, Japão, Coreia do Sul, Austrália e Nova Zelândia). Ambos os líderes destacaram em todos os países em que estiveram o papel atual da China em seu comércio exterior e estabeleceram metas ambiciosas de aumento do intercâmbio comercial e de construção de infraestrutura, demonstrando a importância chinesa em qualquer projeto econômico para a região (NGUYEN, 2013).

A China iniciou essa reconciliação com a ASEAN em junho deste ano, ao assinar com o Vietnã com um programa de dez pontos de cooperação, desde acordos de cooperação securitária até exploração conjunta de gás no Golfo de Tonkin (VIETNÃ, 2013). Embora as disputas entre os dois países nesta área tenham sido resolvidas em 2005, este acordo pode servir de base para solucionar as disputas nos arquipélagos de Spratly e Paracel (SCMP, 2013). Este fato adquire notável relevância ao se constatar que o Vietnã era, juntamente com as Filipinas, um dos países a liderar a resistência à China dentro da ASEAN, cujos foros multilaterais eram utilizados para fazer frente às demandas chinesas de soberania na área. Ao demonstrar as vantagens de uma maior aproximação com a China e assinando um acordo que pode servir de base para solucionar outras disputas na área, os países da ASEAN como um todo ficam mais coesos e predispostos em relação à China, isolando as Filipinas em sua oposição sistemática ao vizinho maior.

No périplo de viagens pelo Sudeste asiático e Ásia Central, Xi Jinping e Li Keqiang propuseram o estabelecimento de duas novas “Rotas da Seda”: uma por terra pela Ásia Central e outra marítima, pelo Sudeste Asiático. Esses conceitos remetem às rotas comercias por onde eram comercializadas especiarias e outros bens entre o Oriente e a Europa durante a Idade Média. A versão terrestre da rota da seda conectava a civilização chinesa ao ocidente por meio da Ásia Central, tendo atingido seu apogeu durante o período do Império Mongol. Já a versão marítima tinha o Oceano Índico como trecho principal (LIN, 2010).

A ascensão da China e o consequente aumento da demanda por energia e bens de consumo revitalizaram esses trajetos. Embora a maior parte do suprimento energético chinês faça o trajeto das rotas marítimas de comunicação, entende-se essa Nova Rota da Seda como uma série de projetos de construção de infraestrutura energética e de transportes que ligaria o Leste Asiático à Europa e, subsequentemente, ao resto do Ocidente, por meio da Eurásia (KHANNA, 2008; STARR; KUCHINS, 2010; LIN, 2011). No caso da rota marítima, anunciada no East Asia Summit (Cúpula do Leste Asiático), em outubro, ela seria materializada através do aumento do tráfego marítimo e da construção de portos no sudeste asiático (KWOK, 2013).

Foi os Estados Unidos que primeiro propôs a construção de uma nova rota da seda na Eurásia para estabilizar o Afeganistão após sua saída do país, transformando-o em um ponto de passagem de tráfego comercial, gasodutos e oleodutos (GONCHAROV, 2012). Embora tenham ocorrido avanços nesse sentido, quem tem liderado investimentos de infraestrutura é a própria China. No seu discurso em Astana, no Cazaquistão, Xi propôs que a Nova Rota da Seda não seja apenas um caminho de passagem, mas um “Cinturão de Prosperidade” se estendendo do Pacífico ao Mar Báltico (DENYER, 2013).

A “Marcha para o Oeste”

A maior atuação da China na Ásia Central, Sul Asiático e Oriente Médio tem sido identificada com uma estratégia de “Marcha para o Oeste”, proposta pelo reitor do Instituto de Estudos Internacionais da Universidade de Pequim, Wang Jisi. A ideia central seria se projetar diplomática e economicamente em uma área onde possui interesses em comum com os Estados Unidos, como a estabilização do Afeganistão e a segurança dos fluxos de suprimento de petróleo. Os objetivos seriam a diversificação das fontes de suprimento energético do país, a estabilização de uma região fronteiriça e a demonstração do potencial de cooperação com os Estados Unidos (SUN, 2013).

Outros indicativos dessa tendência, além dos supracitados, seriam (i) a construção de infraestrutura de transportes e energia na Ásia Central; (ii) os crescentes investimentos chineses no Afeganistão; (iii) a visita de um membro do Comitê Permanente do Politburo do PCCh ao Afeganistão; (iv) as consultas trilaterais China-Paquistão-Afeganistão promovidas pela China; (v) a intensificação de laços com o Paquistão; e a (vi) escolha da Turquia de comprar o sistema de defesa antiaérea da China (SUN, 2013; BHADRAKUMAR 2013). Embora a maior parte destas iniciativas não colida diretamente com interesses estadunidenses, muitas vezes até indo ao encontro deles, alguns movimentos podem ser interpretados como expansionistas. O caso da venda do sistemas antiaéreos para a Turquia ilustra bem esse fato (MADE…, 2013).

Essa maior presença chinesa nessa área, associada aos desafios impostos aos Estados Unidos no Oriente Médio, pode demonstrar também a necessidade dos Estados Unidos permanecerem ligados à região como parte de sua estratégia para a China, exigindo uma análise que enxergue além do comum maniqueísmo que mostra o retorno americano ao Pacífico e a presença estadunidense no Oriente Médio como coisas irreconciliáveis. A ideia de que as dificuldades no Oriente Médio poderiam impossibilitar o rebalanceamento para a Ásia parece cada vez mais distante: a despeito da ausência de Obama na cúpula da ASEAN e do avanço diplomático e comercial chinês, os planos orçamentários e doutrinários de defesa dos EUA estão direcionados para o desenvolvimento de capacidades que são exigidas para o Air-Sea Battle, braço militar do retorno pra Ásia.

Embora o retorno dos EUA para o Pacífico esteja atualmente pautado por uma estratégia de contenção da China, o caráter dual da resposta chinesa parece querer deixar aberta uma janela de oportunidade para uma possibilidade menos conflituosa. Por outro lado, ações como o estabelecimento da Zona de Identificação Aérea podem ser percebidas nos Estados Unidos como indicativos de uma China mais agressiva e assertiva na defesa de seus interesses.

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Nota:

i Em tradução literal: batalha aeronaval. Tal abordagem se baseia no uso do ataque em profundidade de modo a desabilitar a rede informacional que sustenta as capacidades de A2/AD (antiacesso e negação de área) chinesas (KREPINEVICH, 2010).  A escalada de um conflito baseado em tal estratégia incorre em uma considerável probabilidade de confrontação nuclear (HAMMES, 2012).

Referências:

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DENYER, Simon. China bypasses American ‘New Silk Road’ with two of its own. The Washington Post, Washington DC, 14 de outubro de 2013. Disponível em: <http://www.washingtonpost.com/world/asia_pacific/china-bypasses-american-new-silk-road-with-two-if-its-own/2013/10/14/49f9f60c-3284-11e3-ad00-ec4c6b31cbed_story.html>. Acesso: 21 dez 2013.

EBBIGHAUSEN, Rodion. Ajuda para as Filipinas evidencia jogo de poder no Sudeste Asiático. Deutsche Welle, 15 de novembro de 2013. Disponível em: < http://www.dw.de/ajuda-para-as-filipinas-evidencia-jogo-de-poder-no-sudeste-asi%C3%A1tico/a-17230538>. Acesso: 22 dez 2013.

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