agência de inteligência

Ministro do GSI comenta reestruturação da ABIN


Em 8 de junho, Sérgio Etchegoyen, ministro do Gabinete de Segurança Institucional do governo interino de Michel Temer, realizou uma visita à Agência Brasileira de Inteligência (ABIN). Durante as conversas com o Diretor-Geral e os demais servidores da agência, delimitou três pontos centrais para a consolidação institucional da ABIN: a formação de um marco legal no Congresso, o orçamento da agência e as carreiras na área de inteligência. Além disso, apresentou a possibilidade de expansão do número de adidâncias e a criação de novos postos de inteligência no mundo.

Foto: G1 via Cruz Alta Online.

O sistema de inteligência da China (1927–2015)


Confira aqui a monografia da pesquisadora do ISAPE, Júlia Rosa, sobre o sistema de inteligência da China de 1927 a 2015. O trabalho trata do papel do Sistema Nacional de Inteligência chinês nas disputas de poder e na consolidação de novas lideranças dentro do Partido Comunista Chinês. Com base na conexão entre as mudanças institucionais do aparato de inteligência da China e a história do país e de suas lideranças, nota-se que as disputas de poder internas são mais claras antes da década de 1980 e visíveis nas alterações do aparato de inteligência, enquanto tornam-se mais difusas após o fim da Guerra Fria — ainda que o governo de Xi Jinping (eleito em 2012) possa indicar uma retomada do uso do Sistema Nacional de Inteligência para centralizar o poder.

Ministério de Segurança do Estado da China. Foto: Huffington Post.

Contraterrorismo e os Jogos Olímpicos de 2016 no Brasil


A menos de um ano dos Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro e com atentados terroristas ocorrendo por todo o mundo, o Brasil dá enfâse especial para o contraterrorismo. A Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) vê em ações individuais, dos chamados “lobos solitários, a principal ameaça aos Jogos de 2016. O Brasil deve cooperar com os serviços de inteligência de 110 países para garantir a segurança do evento. A França já ofereceu apoio de todos seus órgãos de inteligência. Porém, problemas como a falta de estrutura e uma política unificada representam um risco para o país.

018745270_30300

Foto: Fernando Frazao / ABr.

Diretor da CIA pede mais cooperação com a Rússia contra EI


Na última segunda-feira (16/11), John Brennan, diretor da CIA, agência de inteligência dos EUA, pediu por um aprofundamento das relações de inteligência com a Rússia. Para Brennan, o combate ao grupo “Estado Islâmico” precisa de uma “cooperação sem precedentes” entre as agências de inteligência de todo o mundo.

1014962079

Foto: AP / Carolyn Kaster.

EUA inicia campanha de drones na Síria


Os Estados Unidos lançaram uma campanha secreta de drones para atacar suspeitos de terrorismo na Síria, particularmente membros do “Estado Islâmico” (EI). As operações de assassinatos deliberados (targeted killings) são conduzidas pela CIA e pelas Forças Especiais dos EUA, ou seja, desvinculadas do esforço geral do Pentágono de combate ao EI através de bombardeios. O programa, secreto, representa uma escalada significativa do envolvimento do serviço secreto estadunidense na luta contra o EI na Síria.

Montagem de mísseis guiados. Foto: Adam Schreck / AP.

WikiLeaks revela que Japão foi extensamente espionado pelos EUA


De acordo com relatório da WikiLeaks denominado “Alvo Tóquio” divulgado na última sexta-feira (31/07), a Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (NSA) espionou 35 autoridades japonesas. Constam na lista membros do ministério das Finanças, do ministério do Comércio, grandes empresários e vários responsáveis pelo Banco do Japão. O primeiro-ministro japonês Shinzo Abe não estava entre os investigados. A descoberta coloca em risco as negociações para o fechamento da Parceria Trans-Pacífico.

Foto: Official White House, Pete Souza.

Foto: Official White House / Pete Souza.

Brasil está há duas décadas sem política nacional de inteligência


Na última terça-feira (14/07), em audiência pública da Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência (CCAI), três especialistas da área cobraram do Congresso Nacional a aprovação de uma lei que institua a Política Nacional de Inteligência, além do recebimento de mais recursos para a atividade de inteligência brasileira. De acordo com suas avaliações, o país precisa de uma legislação que regule a atividade de inteligência em toda a esfera pública, incluindo procedimentos corriqueiros e estabelecendo as devidas divisões entre as atividades destinadas à União, à segurança pública e à inteligência tributária, pois o país estaria há 20 anos sem tal instrumento.

Foto: Ana Volpe, Agência Senado.

Foto: Ana Volpe / Agência Senado.

ONGs estrangeiras impedem desenvolvimento da Índia, segundo agência de inteligência


Em relatório ao primeiro-ministro Narendra Modi, o serviço de inteligência da Índia apontou que organizações não governamentais (ONGs) financiadas por países ocidentais — tais como Reino Unido, Holanda, Estados Unidos e Alemanha, entre outros — impediram o crescimento do PIB indiano entre 2 e 3% ao ano entre 2011 e 2013. O relatório diz que ativistas entraram ativamente em “campanhas de retardamento do crescimento”, impedindo grandes obras de infraestrutura e extração de recursos naturais. Desde que Modi assumiu o governo do país, cerca de 9.000 ONGs teriam sido fechadas na Índia.

Foto: Manjunath Kiran / Getty Images.

Inteligência francesa descarta que Rússia esteja se preparando para invadir a Ucrânia


Em depoimento à Assembleia Nacional da França, o General Christophe Gomart, chefe da Direction du renseignement militaire (DRM) — agência de inteligência militar francesa –, declarou que não há indícios em campo de que a Rússia esteja se preparando para invadir a Ucrânia. Gomart questionou a versão oficial da OTAN de que havia preparativos para um ataque russo em território ucraniano desde antes do início da crise. O general também criticou a contenção de gastos em agências de inteligência europeias, o que faz com que os aliados da OTAN tenham de se basear unicamente em informações dos EUA.

Gen. Christophe Gomart. Foto: Catena Umana.

Kirchner propõe fim de órgão de inteligência da ditadura militar


Em seu primeiro pronunciamento depois da morte do promotor Alberto Nisman, Cristina Kirchner afirmou que vai enviar ao congresso argentino um projeto para extinguir o serviço de inteligência do país, órgão herdado da ditadura militar. O governo argentino suspeita que a Secretaria de Inteligência esteja vinculada à morte de Nisman. Kirchner afirmou que a nova Agência Federal de Inteligência será mais transparente.

Foto: Reuters

Foto: Reuters