Al Qaeda

EUA propõe maior cooperação com a Rússia na Síria


Obama propôs um novo acordo de cooperação militar entre Estados Unidos e Rússia para a situação na Síria. Segundo essa proposta, Washington e Moscou operariam em bombardeios aéreos conjuntos contra a Frente al-Nusrah (o braço da al-Qaeda na Síria) em troca de pressões russas pelo cessar dos bombardeios do governo sírio sobre alguns grupos rebeldes. Contudo, funcionários do corpo diplomático estadunidense e o próprio Ministro da Defesa se mostraram contrários à iniciativa, alegando que os bombardeios não enfraqueceriam a al-Nusrah e ainda beneficiariam as forças de Assad na guerra civil.

Imagem: Fotolia / viperagp.

Imagem: Fotolia / viperagp.

Atentado terrorista deixa 23 mortos em Burkina Faso


A capital de Burkina Faso, Uagadugu, sofreu nesta sexta-feira (15/01) com atentados terroristas da organização Al-Qaeda no Magreb Islâmico (AQMI). Ataque ocorreu em um restaurante e um hotel e deixaram pelo menos 23 mortos. O grupo ainda fez mais de uma centena de reféns, libertados após operação de forças de segurança francesas e do país.

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Foto: Reuters.

EUA interrompe recrutamento de rebeldes sírios temporariamente


Os Estados Unidos anunciaram que interromperam temporariamente o recrutamento de rebeldes “moderados” para combater na Síria. Programa foi revisto após homens treinados por Washington terem fornecido equipamento estadunidense para grupos terroristas, tais como a Al Qaeda. Os EUA, porém, continuarão com o suporte às forças combatentes e com o treinamento de rebeldes já iniciado.

Foto: Getty Images.

Morte de mulá Omar põe em risco processo de paz no Afeganistão


Talibãs afegãos confirmaram nesta quinta-feira (30/07) em comunicado oficial a morte do mulá Omar, líder do grupo que deu abrigo à Al Qaeda no período anterior ao ataque de 11 de setembro e que se recusou a entregar Osama Bin Laden aos EUA. Pouco antes do anúncio, o governo do Paquistão havia confirmado o adiantamento da segunda rodada de negociações de paz entre Cabul e os talibãs, momento em que ambos os lados debateriam a viabilidade de um cessar-fogo. Dessa forma, a morte do líder ameaça o processo de paz no Afeganistão pela possibilidade de um racha no Talibã, podendo um dos lados estar disposto a auxiliar a organização que luta pelo estabelecimento do “Estado Islâmico”.

Foto: PTI.

Foto: PTI.

Líder da Al Qaeda no Iêmen é morto por drone estadunidense


A Al Qaeda no Iêmen confirmou a morte do líder Nasir Al Wuhayshi, número dois da organização terrorista, durante um ataque estadunidense com um drone, através de um vídeo divulgado na internet.

Nasir Al Wuhayshi. Foto: AFP, Getty Images

Nasir Al Wuhayshi. Foto: AFP, Getty Images

Minoria drusa confronta grupo filiado a Al Qaeda na Síria


Membros da minoria drusa radicada na Síria confrontaram grupo jihadista que planejava atacar uma base militar em Sweida, no sul do país. Entre os jihadistas, apoiados pelo Ocidente, estava o grupo terrorista Al Nusra, filiado da Al Qaeda na Síria..

Membros da Frente Al-Nusra na Síria. Foto: Divulgação.

Membros da Frente Al-Nusra na Síria. Foto: Divulgação.

Líder da Al Qaeda na Líbia é morto em ataque aéreo dos EUA


Os EUA realizaram ataques aéreos neste sábado (13/05) visando a atingir Mokhtar BelMokhtar, líder da Al Qaeda no leste da Líbia. O governo líbio sediado em Tobruk, que autorizou as ações, declarou que BelMokhtar e alguns civis foram mortos pelo ataque, e um porta-voz do Pentágono declarou que a missão foi bem sucedida. BelMokhtar estava conectado a insurgências no Mali, Líbia e Argélia.

Mokhtar BelMokhtar. Foto: AFP.

Mokhtar BelMokhtar. Foto: AFP.

Al Qaeda alia-se a tribos armadas anti-houthis no Iêmen


Nas últimas semanas, a Al Qaeda aliou-se a tribos armadas anti-Houthis no Iêmen, posicionando-se junto a países como os Estados Unidos e Arábia Saudita em sua luta contra os rebeldes. Da mesma forma, a organização terrorista tem enviado à Síria um número significativo de soldados que lutam na coalizão contra o presidente Bashar al-Assad, movimento que também evidencia o alinhamento da Al Qaeda com os EUA.

Foto: Ammar Abdullah, Reuters.

Foto: Ammar Abdullah, Reuters.

Como as vitórias do “Estado Islâmico” influenciam a guerra civil síria


Análise da Stratfor indica que os recentes avanços do “Estado Islâmico” (EI) na Síria tendem a forçar o governo sírio e as forças insurgentes a se focarem no combate ao grupo terrorista, em vez de priorizar a luta entre eles. O EI deve voltar-se à defesa de suas linhas de suprimento, mas sem haver perda de sua flexibilidade em operações ofensivas.

Território do EI na Síria. Mapa: Stratfor.

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Um balanço do Oriente Médio


O analista George Friedman faz um balanço da situação atual do Oriente Médio, buscando as raízes dos movimentos políticos atuais no impacto que a dissolução da União Soviética teve para a região. Segundo ele, movimentos seculares, geralmente apoiados pelos soviéticos, foram desacreditados, o que deu força para os islamistas. Hoje, está em aberto se as quatro potências da região podem (ou mesmo se querem) conter o “Estado Islâmico”, especialmente a Turquia.

Mapa: Stratfor.

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Forças armadas de Israel dizem que Irã não é a maior ameaça


De acordo com relatório das Forças de Defesa de Israel (IDF, sigla em inglês), o Irã não está no rol de maiores ameaças ao Estado israelense. No topo da lista encontram-se o Hezbollah, o Hamas, a Al Qaeda e o “Estado Islâmico”, os quais podem vir a atacar Israel em breve, segundo as IDF. Dessa forma, o relatório contradiz as lideranças civis do governo israelense, encabeçado por Benjamin Netanyahu, o qual afirma que o Irã com capacidades nucleares seria o maior perigo a Israel. Em contraste, as IDF creem que um acordo sobre o programa nuclear iraniano poderia aumentar o espaço de manobra israelense e, portanto, seria desejável.

Foto: YNews / Getty Images.

 

Rebeldes obtêm vitórias no noroeste da Síria


Forças rebeldes obtiveram importantes vitórias no noroeste da Síria e continuaram avançando nesta terça-feira (19/05), pondo pressão sobre as forças do governo do país. O presidente Bashar al-Assad afirmou que a derrota é apenas passageira e que as forças armadas do país em breve iniciariam uma contraofensiva. Dentre os grupos de insurgentes que capturaram entre outros a capital regional de Idlib estão milícias da Al-Nusra, filiada da Al-Qaeda, e grupos de rebeldes “moderados” treinados e equipados por países ocidentais.

Zona do avanço de rebeldes sírios. Mapa: The New York Times.

Zona do avanço de rebeldes sírios. Mapa: The New York Times.

Parceria dos EUA com o Irã estende-se ao Iêmen


Limitada ao combate contra o “Estado Islâmico” inicialmente, a parceria dos Estados Unidos com o Irã agora parece ter se estendido ao Iêmen. O alinhamento de interesses ocorreu após o fortalecimento e expansão da Al-Qaeda da Península Arábica (AQAP, sigla em inglês) em território iemenita como consequência dos bombardeios aéreos realizados pela coalizão árabe liderada pela Arábia Saudita contra os rebeldes Houthis. Para os EUA, a AQAP é a facção mais perigosa e ameaçadora do grupo terrorista, e os Houthis também a combatem. Sendo assim, há uma aliança de facto com forças aliadas ao Irã.

Imagem: Penn Live.

Imagem: Penn Live.

Al Qaeda ganha território e controla terminal petrolífero no Iêmen


Nesta quinta-feira (16/04), integrantes da rede terrorista Al Qaeda e grupos tribais rebeldes conquistaram mais território e assumiram o controle de diversas instalações no Iêmen, entre elas um terminal petrolífero e um aeroporto na província de Hadramout, sudeste do país. O terminal petrolífero em Al-Shirir é considerado um dos maiores da região. Além disso, extremistas agora controlam praticamente toda a cidade de Mukalla, com 20 mil habitantes. O Iêmen encontra-se em meio a uma grande instabilidade desde que uma coalizão árabe, liderada pela Arábia Saudita, começou a realizar ataques aéreos contra rebeldes xiitas houthis.

Mukalla. Foto: Al-Haidari / Getty Images / AFP.

Comandante da Frente al-Nusra é morto na Síria


O comandante militar da Frente al-Nusra, grupo ligado à al-Qaeda na Síria, foi morto por um ataque aéreo das forças de Bashar Al-Assad, deixando dúvidas sobre o futuro do grupo. Abu Humam al-Shami foi morto juntamente com outros líderes do grupo que se opõe tanto a Assad quanto ao “Estado Islâmico”. Nas próximas semanas deverá ficar claro se o grupo perderá força no conflito sírio pela morte de Abu Humam.

Casa pertencente à Frente al-Nusra foi destruída por ataque aéreo sírio. Foto: Reuters / Mohamad Bayoush

Casa pertencente à Frente al-Nusra foi destruída por ataque aéreo sírio.
Foto: Reuters / Mohamad Bayoush

Milícia xiita Houthi toma duas bases militares no Iêmen


A milícia xiita Houthi tomou o controle de bases militares de forças especiais na quarta-feira (25/02). As tropas que ocupavam a base foram treinadas para operações antiterrorismo pelos Estados Unidos durante o governo de Ali Abullah Saleh, que caiu com manifestações da Primavera Árabe em 2011. Um posto da guarda costeira iemenita no Mar Vermelho também foi tomado pela milícia na cidade de Hodeidah.

Foto: Reuters / Khaled Abdullah

Foto: Reuters / Khaled Abdullah

Suprema Corte anula cláusulas de lei antiterrorismo do Quênia


Após a oposição queniana reagir a uma lei anti-terrorismo proposta pelo governo, que poria em risco liberdades civis, a Suprema Corte do país reviu parte de seu conteúdo. Oito cláusulas foram anuladas, como as que previam restrições à liberdade de imprensa e a limitação do número de refugiados que podem ser abrigados no país. A lei passou pelo Congresso após um ataque do grupo terrorista al-Shabab, vinculado à al-Qaeda, que matou 67 pessoas no noroeste do país em dezembro.

Foto: EPA

Foto: EPA

A cooperação indesejada do EUA com o Irã pode extender-se ao Iêmen


Com um inimigo comum como o “Estado Islâmico”, Estados Unidos e Irã tiveram de cooperar militarmente. No Iêmen, agora que a milícia xiita Houthi parece ter tomado definitivamente o poder, os EUA terão outra vez de promover uma cooperação indesejada. O inimigo comum da vez é a Al-Qaeda da Península Arábica, que é alvo de ataques com drones estadunidenses. Um forte indicador é que, apesar de os EUA terem removido seus oficiais e fechado a embaixada na capital iemenita, Sana, uma força de operações especiais para combater o grupo terrorista permanece no país agora controlado pelos Houthi.

Foto: n.i

Foto: n.i

Hezbollah e governo sírio atacam posições rebeldes próximas das Colinas de Golã


Tropas do governo de Bashar al-Assad, com o apoio de oficiais do grupo libanês Hezbollah e do Irã, atacaram posições de rebeldes ligados à Al-Qaeda ao sul de Damasco, perto das Colinas de Golã. As tropas chegaram próximas à fronteira deste território ocupado por Israel. As tensões na região aumentaram desde o dia 18 de janeiro, quando um ataque aéreo israelense matou seis soldados do Hezbollah e um general iraniano. As tropas de Assad e do Hezbollah conquistaram vários pontos estratégicos dos rebeldes, muitos deles ligados à Frente al-Nusra.

Foto: AFP / Getty

Foto: AFP / Getty

EUA, França e Reino Unido fecham suas embaixadas no Iêmen


As embaixadas dos Estados Unidos, da França e do Reino Unido em Sana, capital do Iêmen, foram fechadas com a justificativa e que a segurança no país se degradou nos últimos dias. A atitude pode ser seguida por outras representações europeias. Os cidadãos dos países também foram sugeridos de deixarem o país. As preocupações securitárias não foram vinculadas à tomada de poder da milícia xiita Houthi, e sim com ameaças do grupo terrorista sunita Al-Qaeda na Península Arábica. O país encontra-se num delicado momento de vazio de poder que pode transformar-se num conflito armado.

Foto: Yahya Arhab / EFE

Foto: Yahya Arhab / EFE

Carga de armas e munição dos EUA chega ao Líbano


Uma carga de armas e munição estadunidenses no valor de 25 milhões de dólares chegou ao Líbano no último domingo (08/02). Essa é a última etapa de uma série de ajudas militares que o exército libanês recebeu para combater radicais vinculados ao “Estado Islâmico” e à Frente al-Nusra na sua fronteira com a Síria. Estão incluídos na carga cerca de 70 obuseiros M198 howitzer e 26 milhões de unidades de munição de vários calibres, inclusive artilharia pesada.

Foto: Bilal Hussein / AP

Foto: Bilal Hussein / AP

Milícia Houthi, que dissolveu parlamento do Iêmen, retoma negociações com oposição


Os rebeldes xiitas Houthi realizaram hoje (09/02) o primeiro encontro com seus rivais políticos desde que dissolveram o parlamento do Iêmen na semana passada. As Nações Unidas mediaram o encontro entre o partido do presidente deposto, Abed Rabbo Mansour Hadi, e o grupo Houthi.

Soldados xiitas do grupo Houthi Foto: Khaled Abdullah / Reuters

Soldados xiitas do grupo Houthi.
Foto: Khaled Abdullah / Reuters

Ex-membro da Al-Qaeda acusa príncipes sauditas de financiar o grupo terrorista


O ex-membro da Al-Qaeda Zacarias Moussaoui, hoje preso nos Estados Unidos, depôs à justiça estadunidense acusando príncipes sauditas de financiar a organização terrorista sunita antes dos ataques do 11 de setembro. O depoimento faz parte de um processo que famílias de vítimas dos ataques ao World Trade Center movem contra a Arábia Saudita. A revelação, contestada pelo governo saudita, reanimou um clima de descontentamento da opinião pública estadunidense com a monarquia do Golfo Pérsico.

O militante terrorista preso Zacarias Moussaoui. Foto: Reuters / Sherburne County Sheriffs Office / Handout / files

O militante terrorista preso Zacarias Moussaoui.
Foto: Reuters / Sherburne County Sheriffs Office / Handout / files

EUA segue fazendo ataques com drones no Iêmen


Apesar da crise política no Iêmen com a tomada dos principais edifícios públicos da capital, Sana, pela milícia xiita Houthi, os Estados Unidos seguem realizando ataques no território iemenita visando a Al-Qaeda na Península Arábica. Os EUA utilizam veículos aéreos não tripulados (VANT ou drones) para bombardear alvos da Al-Qaeda no Iêmen. O presidente deposto, Abed Rabbo Mansour Hadi, aprovava o uso de drones estadunidenses em território iemenita; a posição do grupo Houthi ainda é incerta, pois fazem oposição à presença dos EUA mas são também adversários da Al-Qaeda, que é sunita.

Carro bombardeado por drone estadunidense, onde estavam três militantes da Al-Qaeda. Foto: AFP

Carro bombardeado por drone estadunidense, onde estavam três militantes da Al-Qaeda.
Foto: AFP

Crise no Iêmen ameaça intervenções e ataques de drones dos EUA


A crise política no Iêmen, que vive uma transição de poder após a tomada dos principais edifícios públicos da capital, Sana, pela milícia xiita Houthi, pode prejudicar o intervencionismo estadunidense no país. Os Estados Unidos realizam várias operações antiterrorismo no país, visando a Al-Qaeda na Península Arábica, fazendo uso intensivo de ataques a partir de veículos aéreos não tripulados (VANT ou drones). O presidente deposto, Abed Rabbo Mansour Hadi, aprovava o uso de drones estadunidenses em território iemenita. As incertezas sobre o que pode ser um novo governo no país se extendem para a continuidade das operações dos Estados Unidos.

Soldados xiitas do grupo Houthi Foto: Khaled Abdullah / Reuters

Soldados xiitas do grupo Houthi.
Foto: Khaled Abdullah / Reuters

“Estado Islâmico” chega ao Afeganistão


O “Estado Islâmico” começou operar em território afegão, o que levanta a suspeita de que um novo fronte se forme na Ásia Central. Já houve conflitos no sul do país, onde indivíduos que já lutaram pela Al-Qaeda ou pelos Taliban agora declaram obediência ao líder do “Estado Islâmico”, o autodenominado califa Abu Bakr al-Baghdadi.

Foto: isafmedia / flickr.com

Foto: isafmedia / flickr.com

Treze morrem em operação falha dos EUA para resgatar reféns no Iêmen


Treze pessoas morreram, entre eles um garoto de 10 anos e um líder local da Al-Qaeda, numa tentativa falha dos Estados Unidos em resgatar reféns ocidentais no Iêmen. Dois reféns também morreram na operação de forças especiais, um estadunidense e um sul-africano.

Luke Somers, um dos reféns mortos em operação falha de forças especiais estadunidenses Foto: Reuters TV

Luke Somers, um dos reféns mortos em operação falha de forças especiais estadunidenses
Foto: Reuters TV

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Obama estende papel dos EUA nas operações no Afeganistão


O Presidente Barack Obama decidiu autorizar uma missão mais expansiva no Afeganistão no ano que vem do que havia sido planejado originalmente. As forças estadounidenses participaram com tropas, ataques aéreos tripulados e com drones. O Pentágono pressinou Obama para que não reduzisse as operações em solo afegão, como os assessores civis do presidente vêm defendendo.

Foto: AFP Photo / Ethan Miller

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EUA destroi infraestutura síria sob pretexto de combater “Estado Islâmico”


Os Estados Unidos estão cogitando destruir oleodutos sírios sob o pretexto de combater o “Estado Islâmico”, apesar de o comércio ilegal feito pelo grupo terrorista não passar por oleodutos. Maram Susli analiza outras situações em que os bombardeios em território sírio não parecem ter como alvo o “Estado Islâmico”.

Foto: n.i

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EUA deve enviar mais 1.500 soldados ao Iraque


Os Estados Unidos devem enviar mais 1.500 soldados ao Iraque, praticamente dobrando a presença estadunidense naquele país, afirmou o Pentágono. Esses soldados serão enviados a pedido do governo iraquiano e deverão treinar brigadas iraquianas e curdas para a luta contra o “Estado Islâmico”.

Foto: AFP

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