Aliança do Pacífico

Costa Rica retira-se de bloco regional da América Central


Na última quarta-feira (29/06), em Honduras, teve início a 47ª Cúpula do Sistema de Integração Centro-Americano (SICA), reunindo representantes dos seus oito países membros. Como ponto central da reunião, houve a discussão sobre a retirada da Costa Rica da organização. O país optou por abandonar a sua filiação após a recusa dos demais países membros em apoiarem as suas propostas de reforma e reestruturação da instituição, tendo o presidente Luis Guillermo Solís optado por comparecer à reunião da Aliança do Pacífico, de ocorrência simultânea. Além dessa questão, foram debatidos pontos relativos a possibilidade de formação de uma união aduaneira na América Central.

Foto: Ansur.

11ª Cúpula da Aliança do Pacífico ocorre no Chile


Na última terça-feira (29/06), teve início a 11ª Cúpula da Aliança do Pacífico, reunindo os Chefes de Estado dos quatro países membros (Chile, Peru, Colômbia e México) e de dois países observadores (Argentina e Costa Rica). Na ocasião, o chanceler chileno Heraldo Muñoz celebrou a visita dos recém-eleitos Maurício Macri, da Argentina, e Pedro Pablo Kuczynski, do Peru como atores importantes para promoção dessa iniciativa regional. Já o presidente argentino pretende criar mais vínculos do Mercosul com a Aliança, a qual também deve se tornar uma área de livre comércio na América Latina.

Presidentes da Aliança do Pacífico. Foto: Nodal.

Mercosul tentará reunião com membros da Aliança do Pacífico


O Mercosul tentará realizar uma reunião de alto nível com os países do bloco Aliança do Pacífico -composto por Chile, Peru, Colômbia e México-, segundo um comunicado da chancelaria uruguaia divulgado nesta segunda-feira (14/03). Acordo se deu durante reunião entre os membros do bloco entre os dias 7 e 9 de março.

Imagem: MRE

América do Sul, China e os novos meios da integração (inter-)regional


Confira aqui o artigo escrito pelo pesquisador do ISAPE, Bruno Gomes Guimarães, e Diogo Ives, mestrando em ciência política na UFRGS, a respeito dos investimentos chineses em infraestrutura na América do Sul e os desafios para a integração regional do continente e do mesmo com a China.

Foto: Divulgação / Planalto.

Foto: Divulgação / Planalto.

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Entrevista com Celso Amorim: “sem a UNASUL, os EUA não estariam mudando de posição em relação a Cuba”


Em entrevista ao jornal Clarín, o antigo ministro da Defesa e das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, comenta que a parceria estratégica de Brasil e Argentina é o principal fato da política externa brasileira possibilitou a criação do Mercosul e da UNASUL e que esta organização teria sido fundamental para a recente reaproximação entre Cuba e EUA. Amorim também fala da integração regional sul-americana e seus benefícios ao Brasil e ao continente, afirmando que objetivos de curto prazo devem ser deixados de lado em prol do longo prazo. Além disso, para ele a política externa dos Estados Unidos no segundo mandato de Barack Obama está cada vez mais se assemelhando à política externa brasileira ao priorizar engajamento e diálogo ao invés do confrontacionismo com Cuba e Irã, por exemplo.

Celso Amorim. Foto: Clarín / Eleonora Gosman.

Mercosul e Aliança do Pacífico fazem primeira reunião bilateral e buscam objetivos comuns


Mercosul e Aliança do Pacífico fizeram primeira reunião bilateral em Cartagena, na Colômbia, no último fim de semana. Participaram do encontro todos os chanceleres dos sócios plenos dos dois blocos. Os blocos buscam objetivos comuns e a preservação do diálogo.

Foto: Agência EFE

Foto: Agência EFE

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Equador descarta entrar na Aliança do Pacífico


Para Rafael Correa, presidente do Equador, seria quase um “suicídio” a entrada do país na Aliança do Pacífico, porque isso implicaria a perda da política comercial e dos instrumentos de equilíbrio do setor externo. Afirou também que a política equatoriana se assemelha mais à do Mercosul.

Rafael Correa. Foto: AFP.

Rafael Correa. Foto: AFP.

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El Salvador estuda ingressar na Aliança do Pacífico


El Salvador cogita entrar na Aliança do Pacífico, mas, para fazer parte, país centro-americano terá de firmar acordo de livre comércio com os quatro países-membros.

Membros e observadores da Aliança do Pacífico. Fonte: Wikimedia Commons.

Membros e observadores da Aliança do Pacífico. Fonte: Wikimedia Commons.

El Salvador estuda ingressar na Aliança do Pacífico

Opera Mundi – 19/11/2013

O vice-ministro de Economia de El Salvador, Mario Roger Hernandez, afirmou nesta segunda-feira (18/11) que o país centro-americano tem interesse em integrar a Aliança do Pacífico, bloco econômico formado por México, Colômbia, Chile e Peru. Embora El Salvador já seja observador do grupo, Hernández reconhece que isso não deve ocorrer a curto prazo. As informações são jornal salvadorenho La Prensa Gráfica.

“Um dos pré-requisitos que a Aliança estabeleceu para a participação [plena] é que todos os países que façam parte dela devem estabelecer entre eles um tratado de livre comércio. Mas, sim, temos interesse de seguir na Aliança do Pacífico”, disse Hernádez, que afirmou que já existe um processo em negociação.

Dos atuais membros que integram a Aliança, o Peru é o único país com quem os salvadorenhos tem um acordo comercial.

“Como todo processo de negociação comercial importante, ele abre certas oportunidades, mas também apresenta elementos que devem ser analisados com bastante cuidado”, disse Hernández.

Por sua vez, Pablo Durán, presidente da Coexport (Corporação de Exportadores de El Salvador), disse que se o país conseguir integrar-se à aliança poderia obter alguns benefícios, especialmente na área de exportação. “Dentro da Aliança, poderemos aproveitar a vizinhança do Oceano Pacífico, que nos permitiria um intercâmbio via marítima dos produtos, intensificando o comércio entre todos os países”, disse Durán.

O empresário disse que, ao entrar nessa zona de livre comércio, o empresariado salvadorenho deverá atender outros mercados e que, para isso, é necessário gerar as condições produtivas para atender a demanda.

Antes de El Salvador, no entanto, o próximo integrante do bloco deverá ser o Panamá. Para isso, ele precisará terminar, ainda este ano, as negociações para fechar um acordo com Colômbia e México. A Costa Rica também tem mostrado interesse em entrar no grupo.

A Aliança do Pacífico é uma iniciativa de integração regional criada em 28 de abril de 2011, cujo objetivo é aumentar o livre comércio entre os membros. Muitos países latino-americanos enxergam nesta aliança uma tentativa não declarada dos Estados Unidos de dividir o continente, enfraquecendo instituições como o Mercosul (Mercado Comum do Cone Sul) e a Unasul (União das Nações Sul-Americanas), e de facilitar a abertura dos mercados no continente.

Fonte: http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/32502/el+salvador+estuda+ingressar+na+alianca+do+pacifico.shtml

México, Chile, Colômbia e Peru formalizam a Aliança do Pacífico


México, Chile, Colômbia e Peru formalizam a Aliança do Pacífico

Último Instante – 05/12/2011

Os governos do México, do Chile, da Colômbia e do Peru se comprometeram a formalizar, em seis meses, a Aliança do Pacífico A criação do órgão ocorrerá na capital chilena, Santiago. O presidente do México, Felipe Calderón, disse ainda que o Panamá deverá integrar o grupo “dos países irmãos” como observador.

“Espero que em breve muitos outros países, como o Panamá, que também tem o privilégio de ser cercado pelo Oceano Pacífico, possam se incorporar a esse esforço único em busca do potencial conjunto”, disse Calderón, informando que a proposta é “bem-sucedida”. “[Temos de buscar executar] as ações necessárias para completar as tarefas que temos pela frente.”

Calderón disse que foram criados os grupos de trabalho para consolidar a Aliança do Pacífico em prazos que ainda serão definidos. Ele agradeceu os governos do Chile, da Colômbia, do Peru e do Panamá pelo empenho em buscar “uma maior integração regional e acelerar” o processo que levará ao “crescimento, ao desenvolvimento e à competitividade” da economia. (mais…)