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Armamentos que CIA e Arábia Saudita enviam para rebeldes sírios acabam no mercado negro


Armamentos enviados pela Agência Central de Inteligência (CIA) e pela Arábia Saudita para rebeldes sírios tem sido desviados e vendidos no mercado negro, afirmaram oficiais dos Estados Unidos e da Jordânia. As armas seriam enviadas para a Jordânia, que abriga campos de treinamento de rebeldes sírios que combatem o governo de Bashar al-Assad. Porém, os equipamentos, desviados por oficiais jordanianos, acabariam no mercado negro e vendidas para criminosos e contrabandistas (que revenderiam as armas em outros países).

Foto: Lucas Jackson / Reuters

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Potências defendem o fornecimento de armas para a Líbia combater o EI


Nesta segunda-feira (16/05), um comunicado conjunto de mais de 20 países -incluindo os Estados Unidos, China, Rússia, Reino Unido e França- defendeu o fornecimento de armas para o novo governo de unidade da Líbia. Armamentos serviriam para combater o “Estado Islâmico” (EI) e outros grupos que se opõe ao governo. Para fornecer os equipamentos, as potências terão de aprovar exceções a um embargo de armas da ONU imposto à Líbia para evitar que armamentos letais chegassem às mãos de extremistas islâmicos e militantes rivais.

Foto: L. Foeger / Reuters

EUA deve remover embargo de armas para o Vietnã


Conforme matéria da revista Foreign Policy, os Estados Unidos devem remover o embargo de armas em voga contra o Vietnã desde a guerra entre os dois países, finda em 1975. Ainda que o embargo tenha se flexibilizado há dois anos para permitir a venda de armamentos relacionados à “segurança marítima”, o seu fim oficial permitiria que Hanói comprasse artigos estadunidenses de alta tecnologia tais como radares e aeronaves de monitoramento. Medida serviria para reaproximar ambos em um contexto de crescente disputa entre EUA e China no pacífico ocidental. Entretanto, ainda há forte oposição interna nos EUA, que reclamam da situação dos direitos humanos no Vietnã principalmente.

Foto: KHAM / AFP / Getty Images via Foreign Policy. 

Síria começa a usar novos caças fornecidos pela Rússia


O governo sírio começou a bombardear posições do auto-proclamado Estado Islâmico com novos caças, fornecidos recentemente pela Rússia. Segundo oficiais dos EUA, além dos aviões, Moscou ainda forneceu helicópteros, artilharia e apoio terrestre ao regime sírio. Bombardeios da coalizão internacional, liderada por Washington, continuaram, mirando o mesmo inimigo.

Foto: RIA Novosti / Igor Zarembo.

Foto: RIA Novosti / Igor Zarembo.

Rússia e Israel anunciam coordenação de ações na Síria


Em encontro em Moscou, nesta segunda-feira (21/09), o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, chegou a um acordo com o presidente russo, Vladimir Putin, para estabelecer um mecanismo para evitar desentendimentos entre as Forças de Defesa de Israel e tropas russas. Israel teme que armas enviadas pela Rússia para ajudar o regime de Bashar al-Assad caiam nas mãos do Hezbollah. Já Moscou, afirmou entender a preocupação, mas afirma que envios são necessários para combater o “Estado Islâmico” e que não há o que temer do Hezbollah.

Benjamin Netanyahu e Vladimir Putin. Foto: Reuters / RIA Novosti/ M. Klimentyev.

Crescem sinais de participação russa no conflito sírio


Fontes dos EUA e do Líbano afirmam que a Rússia enviou armamento e tropas para combater ao lado de forças do governo de Bashar al-Assad na Síria. Moscou também teria enviado dois porta-aviões, jatos e fuzileiros navais, o que supostamente serviria para a construção de uma pista de pouso próxima à cidade de Lataquia. Porém, a Rússia negou nesta quinta-feira (10/09) ter aumentado sua presença militar na Síria, afirmando que nunca escondeu a ajuda militar ao governo sírio desde o início do conflito. Segundo o chanceler Sergei Lavrov tudo é feito “a pedido e de acordo com o governo sírio e os governos de outros países da região, se trata de ajudá-los na luta contra o terrorismo.”

Sergei Lavrov. Foto: Reuters / F. Lenoir.

Alemanha dobra exportações de armas de guerra


A Alemanha, há mais de 30 anos entre os cinco maiores exportadores de material bélico do mundo, divulgou um relatório publicado pelo parlamento nesta semana que demonstra que o faturamento com armamentos de guerra dobrou em 2014. Apesar da aprovação de uma política restritiva de exportações ao Oriente Médio, o montante atingiu 1,8 bi de euros no ano passado, valor muito superior a marca de 957 milhões de euros em 2013. O relatório não analisou a exportação de armas menores, como pistolas e metralhadoras. Futuras entregas destinadas a Arábia Saudita, Israel, Egito e Argélia devem ser efetuadas pela Alemanha no mínimo até 2025.

Tanque alemão Leonard 1. Foto: Wikimedia Commons.

Tanque alemão Leonard 1. Foto: Wikimedia Commons.

Rússia defende venda de armas para a Síria


Nesta quarta-feira (09/09), o ministério das Relações Exteriores da Rússia defendeu a venda de equipamento militar para a Síria, argumentando que a medida estaria de acordo com o direito internacional. A medida, que também inclui treinamento para o uso dos sistemas bélicos no próprio país, é considerada um auxílio para combater o terrorismo. Declarações de Moscou seguem-se à proibição, imposta por Grécia e Bulgária sob pressão dos EUA, de uso de determinadas rotas aéreas por aviões cargueiros russos com destino à Síria.

Foto: picture-alliance / dpa / V. Pesnya.

Alemanha aprova envio de armas a países do Golfo


Alemanha aprovou o envio de armamentos para países da região do Golfo Pérsico, de acordo com reportagem do jornal Die Welt neste sábado (27/06). A exportação inclui 15 barcos de patrulha para a Arábia Saudita, um tanque de guerra do tipo Leopard 2A7 para o Omã e um Leopard 2 para o Qatar. Decisão é polêmica devido a restrições alemãs à exportação de material bélico para países onde há sérias violações de direitos humanos. Contudo, o governo alega que o armamento exportado só será usado em casos de legítima defesa e não para a repressão a dissidentes.

Foto: Imago.

Foto: Imago.

EUA e Vietnã firmam novo acordo militar


Os Estados Unidos e o Vietña firmaram nesta segunda-feira (01/06) um novo acordo militar bilateral. Segundo documento, os dois países comprometem-se a intensificar o comércio bilateral de armamentos e tecnologias militares e a, potencialmente, desenvolver e produzir equipamentos conjuntamente. Embora tanto Hanói quanto Washington estejam otimistas, nota-se que o acordo não é vinculante.

Foto: Glen Fawcet / Departamento de Defesa dos EUA.

Israel obtém piores resultados de vendas de armamento dos últimos sete anos


 Vendas de armamento bélico produzidos em Israel atingem o pior resultado dos últimos sete anos, com apenas US$ 5,66 bilhões em novos contratos assinados em 2014. Para o ministro da Defesa israelense, os dados refletem dificuldades que têm sido enfrentadas por todos os exportadores deste setor, devido à crise global de orçamento que atinge em especial os países desenvolvidos e da crescente competição entre mercados no ramo.

Foto: Jack Guez/AFP

Foto: Jack Guez/AFP

Índia testa com sucesso seu melhor míssil balístico intercontinental


A Índia realizou um teste satisfatório de seu míssil balístico intercontinental Agni-5, a partir de uma plataforma móvel. Este é o mais poderoso míssil estratégico indiano lançado a partir do solo, com 17 metros de comprimento, 50 toneladas de peso no lançamento e capaz de entregar uma ogiva nuclear a mais de 5.000 km. Esse foi o terceiro teste do míssil que compõe o arsenal balístico indiano juntamente com outros quatro modelos de alcances variados.

Foto: Doordarshan National / Twitter

Foto: Doordarshan National / Twitter

Rússia vai armar Camarões para combater Boko Haram


A Rússia anunciou que planeja dar assistência militar para os Camarões em sua luta contra o grupo extremista Boko Haram. Moscou deve especialmente dar ao país equipamento militar, incluindo armamentos, desenvolvidos para operações antiterrorismo e realizar treinamento de tropas camaronesas. Além disso, a Rússia também demonstrou interesse em cooperar com o país para o desenvolvimento de infraestrutura econômica em sua região norte, onde o Boko Haram é mais presente.

Foto: n.i.

Foto: n.i.

Alemanha aprova envio de armas para conter EI


Berlim aprovou envio de mísseis antitanques e metralhadoras para conter avanço dos extremistas do Estado Islâmico (EI) no Iraque e na Síria. O esforço para ajudar combatentes curdos na luta contra os jihadistas, contudo, não é consensual justamente por violar uma diretriz de política externa que proíbe o fornecimento de armas para regiões em conflito e suscita muitas perguntas a respeito do envolvimento alemão. Confira aqui algumas respostas dadas pela Deutsche Welle.

Foto: picture-alliance / dpa.

Foto: picture-alliance / dpa.

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Indústrias de defesa no Golfo Árabe


Desde a formação dos modernos Estados árabes, nenhum país conseguiu desenvolver e manter uma indústria de defesa nacional. Porém, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos estão gradualmente revertendo essa tendência e fomentando as suas. Objetivo é diminuir a dependência dos Estados Unidos e também obter mais autonomia na formulação de políticas regionais.

Foto: Faisal Nasser / Reuters.

Foto: Faisal Nasser / Reuters.

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Conflito sírio: guerra contra os beligerantes?


Com a certeza de que a guerra na Síria já teria terminado não fosse a influência estrangeira, beligerantes (governo e rebeldes) se cansam da interferência das potências ocidentais, especialmente dos EUA, no conflito. Pan-arabismo ressurge como elemento político no Oriente Médio. Estados Unidos apresentam política de manutenção da guerra para conseguir melhor administrar e auferir ganhos e se voltam contra facções políticas que vinham defendendo no início do conflito.

Foto: New Eastern Outlook.

Foto: New Eastern Outlook.

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Rússia deve fornecer caças de treinamento à Síria


A Rússia planeja enviar a primeira leva de caças de treinamento Yak-130 à Síria até o final de 2014. País quer completar o contrato e enviar 36 aeronaves desse tipo até 2016.

Yak-130. Foto: RIA Novosti / Anton Denisov.

Yak-130. Foto: RIA Novosti / Anton Denisov.

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Brasil aumenta importações de armamentos em 65%


O aumento das importações de armamentos pelo Brasil é destacado no relatório do Instituto de Pesquisa da Paz Internacional de Estocolmo (SIPRI), divulgado nessa segunda-feira (17/03). As compras do país entre 2009 e 2013 foram 65% maiores do que no período 2004 e 2008. Na média mundial, a venda de armas entre países cresceu 14% na comparação entre os dois períodos.

Foto: Keary O. / Creative Commons.

Foto: Keary O. / Creative Commons.

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O que indicam os acordos de compra e venda de armamentos pelo Cazaquistão?


Stephen Blank argumenta que os recentes acordos de aquisição de armamentos pelo Cazaquistão com África do Sul e Israel apontam para duas novas tendências no mercado global de armas: a horizontalização de capacidades (maior difusão entre os países) e altas exigências de contrapartidas pelos compradores, i.e. transferência de tecnologias. Isso indica que agora há séria competição contra fornecedores tradicionais como Rússia, EUA e Reino Unido.

Foto: Russia arms expo via ID1974 / Shutterstock.com.

Foto: Russia arms expo via ID1974 / Shutterstock.com.

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A erosão do poder da Rússia


Zachary Keck argumenta que, apesar das recentes demonstrações de força, o poder da Rússia está lentamente sendo erodido. Este se baseia em quatro fatores, segundo ele, população, energia, armamentos e geografia, só que três destes estariam diminuindo.

Foto: AP / Dmitry Lovetsky.

Foto: AP / Dmitry Lovetsky.

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Iraque pede armas e treinamento aos EUA


Primeiro-ministro do Iraque, Nouri al-Maliki, pediu aos Estados Unidos armamentos para combater jihadistas no país, que recentemente tomaram partes de cidades importantes como Falluja e Ramadi. Maliki também pedirá apoio para treinamento militar das forças iraquianas.

Fonte: Thaier Al-Sudani / Reuters.

Primeiro-Ministro do Iraque. Fonte: Thaier Al-Sudani / Reuters.

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As consequências de intervir na Síria


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The Consequences of Intervening in Syria

31 de janeiro de 2013 – Stratfor/Scott Stewart

The French military’s current campaign to dislodge jihadist militants from northern Mali and the recent high-profile attack against a natural gas facility in Algeria are both directly linked to the foreign intervention in Libya that overthrew the Gadhafi regime. There is also a strong connection between these events and foreign powers’ decision not to intervene in Mali when the military conducted a coup in March 2012. The coup occurred as thousands of heavily armed Tuareg tribesmen were returning home to northern Mali after serving in Moammar Gadhafi’s military, and the confluence of these events resulted in an implosion of the Malian military and a power vacuum in the north. Al Qaeda in the Islamic Maghreb and other jihadists were able to take advantage of this situation to seize power in the northern part of the African nation.

As all these events transpire in northern Africa, another type of foreign intervention is occurring in Syria. Instead of direct foreign military intervention, like that taken against the Gadhafi regime in Libya in 2011, or the lack of intervention seen in Mali in March 2012, the West — and its Middle Eastern partners — have pursued a middle-ground approach in Syria. That is, these powers are providing logistical aid to the various Syrian rebel factions but are not intervening directly.

Just as there were repercussions for the decisions to conduct a direct intervention in Libya and not to intervene in Mali, there will be repercussions for the partial intervention approach in Syria. Those consequences are becoming more apparent as the crisis drags on. (mais…)

Arábia Saudita e Catar estariam financiando oposição armada na Síria


Foto por: AP

 Gulf States to arm Syrian opposition?

Russia Today – 27/01/2012

Gulf State opponents of the regime in Syria, Saudi Arabia and Qatar, have reportedly come to an agreement to offer financial aid to Syria’s flagging opposition movement for the purchase of much-needed arms.

A secret meeting has been conducted between opposition leaders and Saudi and Qatari officials to discuss funding for the movement’s dwindling weapons supply.

The opposition has hit major stumbling blocks recently, having been unable to smuggle sufficient arms across Syria’s borders.

A Syrian dissident talking to the British newspaper The Times emphasized the importance of the agreement, saying that the Free Syria Army had received financial backing almost solely from independent donors.

“The Saudis are offering their support in any way,” he told.

Their support was further reaffirmed with the Saudi government’s announcement on Friday that it will recognize the Syrian National Council as the official representative of the country.

The rallying of Syria’s Gulf State neighbors comes at a crucial time, following the withdrawal from Syria of a number of Arab League monitors. Their mission had been highly criticized by the Syrian opposition and condemned as toothless. (mais…)

Mercado negro de armamentos líbios invade África


Libyan arms flood ‘nightmare’ for Africa

Russia Today – 24/01/2012

The arms black market has been flooded with weapons from war-torn Libya, says Russia’s special envoy to Africa Mikhail Margelov, citing concerns voiced to him by local authorities.

“I recently visited Nigeria, Mali, Mauritania and Morocco, and for these four countries what is happening in the desert is a real nightmare. One of the tribal leaders said to me, what happened in Libya undermined the market. I asked what market? He said, ‘Today a Soviet or Chinese-made MANPAD [man-portable surface-to-air missile, like the American FIM-92 Stinger – RT] costs the price of two Kalashnikovs… It’s a real problem, because arms trafficking can end up somewhere in the south of Africa or somewhere in the south of Europe,” the diplomat told RT’s Sophie Shevardnadze.

He says the impression he gets from post-war Libya is that of a fundamentally divided country.

“Last time I was in Libya in December… I spent the whole day in Tripoli, and I still have a feeling that I was in a very fragmented city. There are three or four militias hating each other, competing with each other, sometimes shooting at each other. It seems like the pieces of the Libyan political puzzle do not fit together,” he said.

As for ordinary people, there is no clear understanding among them whether they are better off now than they used to be with the previous regime. (mais…)

Israel cancela contrato de defesa com Turquia


Israel halts defense system sale to Turkey

Globes / Yuval Azulai – 22/12/2011

Relations between Israel and Turkey have deteriorated further. The Ministry of Defense has ordered Israel Aerospace Industries (IAI) and Elbit Systems Ltd. (Nasdaq: ESLT; TASE: ESLT) to cancel a contract with the Turkish Air Force for the supply of airborne intelligence gathering systems. The contract was signed jointly with Elbit unit El-Op and IAI unit Elta in late 2009.

Elbit Systems refused to comment today. Defense sources familiar with the matter said that the Ministry of Defense had given the grounds of the instruction to the two companies as “diplomatic considerations”. The companies were told that the export licenses necessary for continued performance of the contract will not be renewed.

In the past few days, the companies approached Ministry of Defense director-general Udi Shani and demanded compensation for the damage they will be caused by the decision not to renew the export licenses. Sources informed “Globes” today that Shani is in talks with the representatives of IAI and Elbit Systems, attempting to reach an arrangement that will satisfy those involved. Such an arrangement has not yet been accieved, and both companies fear substantial damage to their financial results.

Elbit’s share of the agreement with the Turks is $87 million and IAI’s $54 million. The systems were to have been supplied to the Turkish Air Force over four years. Defense sources said that the systems in question were among the most advanced of their kind. (mais…)