armas nucleares

Rússia deve instalar mísseis nucleares em Kaliningrado até 2019


Segundo matéria da Reuters, a Rússia deve instalar mísseis nucleares no enclave de Kaliningrado até 2019 como resposta à ativação do escudo antimísseis balísticos dos EUA na Europa. O posicionamento de mísseis armados com ogivas nucleares também pode ocorrer na Crimeia, território anexado pela Rússia em 2014.

Foto: Sergei Karpukhin / Reuters.

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Armas nucleares e mudanças políticas na Coreia do Norte


Nesta sexta-feira (06/05) na Coreia do Norte, iniciou o Congresso do Partido dos Trabalhadores da Coreia. É a primeira vez que ele ocorre em 35 anos e, segundo análise da Stratfor, vem para sedimentar o poder de Kim Jong-un no país bem como suas reformas administrativas. O sistema político e administrativo do país, após a chegada de Jong-un ao poder, estaria se tornando menos dependente da figura do líder supremo e a política se tornado mais aberta ao público. Ao mesmo tempo, o programa nuclear e de mísseis da Coreia do Norte estaria entrando em uma fase crítica — faltando muito pouco para que Pyongyang consiga desenvolver ogivas nucleares que caibam em mísseis e um sistema de entrega crível.

Foto: Jung Yeon-je / AFP / Getty Images.

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EUA, Coreia do Sul e Japão comprometem-se a responder a teste nuclear norte-coreano


Nesta quinta-feira (07/01), os Estados Unidos, o Japão e a Coreia do Sul concordaram em dar uma “resposta forte e unida” da comunidade internacional contra o teste nuclear realizado pela Coreia do Norte esta semana. Washington também reforçou seu compromisso com a segurança de Tóquio e Seul.

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Foto: AFP.

Coreia do Norte anuncia sucesso em teste de bomba atômica


Nesta quarta-feira (06/01), a Coreia do Norte anunciou o sucesso de seu primeiro teste nuclear com uma bomba de hidrogênio. Declaração se deu após terremoto de magnitude 5,1 na escala Richter em uma zona de testes nucleares do país ser detectada por seus vizinhos. A China, Coreia do Sul, União Europeia e Estados Unidos repudiaram o testes de Pyongyang. O Conselho de Segurança da ONU deve realizar reuniões de emergência para tratar do tema.

Foto: EFE.

 

Polônia considera pedir armas nucleares à OTAN


Segundo oficiais poloneses, o país está considerando pedir à Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) o acesso a armas nucleares. Pedido seria enquadrado dentro de um progama da OTAN que compartilha essas armas com países não nucleares que desejam aumentar sua capacidade defensiva.

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Foto: AFP / Getty Images.

Na Rússia, vazam planos de torpedo nuclear


Em reportagem na televisão russa, vazaram os planos secretos de construção de grandes torpedos nucleares de longo alcance da Rússia. O projeto, chamado de Status-6, não deveria ter aparecido em rede nacional, informou o governo russo. O sistema projetado seria devastador em regiões costeiras e criaria tsunamis e grandes áreas de contaminação radioativa. Suspeita-se que uma bomba de cobalto seja o conteúdo do torpedo. Analistas também acreditam que tenha sido um vazamento deliberado de informações à mídia.

Imagem: TV estatal russa.

Paquistão usaria armas nucleares táticas em resposta a um ataque convencional da Índia


Um oficial paquistânes confirmou, nesta segunda-feira (19/10), que o seu país pretende responder com armas nucleares táticas a um ataque indiano convencional. O Paquistão já está formalizando planos para essa possível utilização. É a primeira que vez que Islamabade anuncia o plano de responder um ataque convencional com armas nucleares.

Foto: Governo dos EUA via Wikimedia Commons.

Armas nucleares dos EUA podem voltar à Europa


O governo dos Estados Unidos voltou a falar sobre a possibilidade de recolocar armas nucleares em solo europeu para defender o continente da ameaça russa. Escalada retórica de Washington também é acompanhada por Moscou, que intensificou seus planos militares para a Europa. Contudo, o possível retorno de uma guerra fria ao continente assusta os países da região num contexto de crescente multipolaridade. Alternativa seria o retorno do diálogo direto entre a Rússia e os EUA, especialmente sob a égide da OTAN, o qual se encontra congelado desde o início da crise na Ucrânia.

Foto: AP, Alexander Zemlianichenko.

Foto: AP / Alexander Zemlianichenko.

China passa a miniaturizar ogivas nucleares de mísseis de longo alcance


Conforme matéria do jornal The New York Times com base em relatório do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, a China começou a reestruturar seus mísseis balísticos de longo alcance para que carreguem múltiplas ogivas nucleares. A China possuía a tecnologia — já usada por Reino Unido, França, Rússia e EUA — para fazer essa readequação há décadas, mas começou a modernizar seus mísseis apenas em meados dos anos 2000. Medida sugere uma mudança da estratégia de dissuasão nuclear mínima por parte da China, abrindo opções mais ofensivas. Contudo, para o analista Robert Farley, essa hipótese é pouco provável, ainda que de fato possa desencadear uma nova guerra fria entre Pequim e Washington.

Múltiplas ogivas em reentrada disparadas de um único míssil. Foto: David James Paquin / Wikimedia Commons.

A modernização das capacidades nucleares chinesas


Armas nucleares indianas são apontadas em relatório do Departamento de Defesa como importante fator determinante para a constante modernização das armas nucleares chinesas. Uma nova geração de mísseis devem garantir a viabilidade da estratégia chinesa que hoje se vê frente aos avanços das Forças Armadas dos Estados Unidos e secundariamente da Rússia. Segundo o relatório do Pentágono, a China busca um “programa de longo prazo e de abrangente modernização militar para melhorar a capacidade das suas forças armadas em conflitos regionais de curta duração e alta intensidade”.

Foto: REUTERS/Kamal Kishore

Foto: Reuters/Kamal Kishore.

Desarmar e modernizar: as tendências da competição nuclear entre as potências


John Mecklin analisa as tendências recentes na competição estratégica entre as potências nucleares mundiais. Segundo ele, o número total de ogivas nucleares deve continuar a diminuir, mas a modernização das capacidades estratégicas pode alterar as regras dessa corrida armamentista. Desde o fim da Guerra Fria, a Otan diminuiu drasticamente seu arsenal de armas nucleares táticas, principalmente na Europa.

Foto: National interest

Foto: National interest

Irã afirma que exigências dos EUA para acordo nuclear são inaceitáveis


O Ministro das Relações Exteriores iraniano, Mohammad Javad Zarif, criticou a postura ocidental nas negociações nucleares ao afirmar que a exigência de que seu país congele seu programa nuclear por dez anos é inaceitável. Obama afirmou que a aceitação dessa exigência é a única maneira das negociações avançarem a um acordo. Zarif e o Secretário de Estado dos EUA, John Kerry, estão negociando na Suíça sobre o programa nuclear iraniano.

Ministro das Relações Exteriores iraniano, Mohammad Javad Zarif.

Ministro das Relações Exteriores iraniano, Mohammad Javad Zarif.
Foto: R. Wilking / AFP / Getty Images

EUA e Irã voltam a negociar acordo nuclear, que está próximo de ser definido


Delegações dos Estados Unidos e do Irã se reuniram em Genebra na última sexta-feira (20/02) para iniciar nova rodada de negociações sobre o programa nuclear iraniano. Os ministros das relações exteriores dos dois países encontraram-se na Suíça no domingo (22/02). Tudo indica que os países estão próximos de um acordo histórico, que vai aliviar as sanções sobre o Irã e congelar suas atividades nucleares pelos próximos dez anos, podendo permitir após esse período um maior desenvolvimento de material nuclear. Qualquer acordo assinado gerará muita oposição nos dois países e trará consequências para as relações entre Estados Unidos e Israel.

Foto: Keystone / Salvatore Di Nolfi / Associated Pres

Foto: Keystone / Salvatore Di Nolfi / Associated Pres

EUA e Coreia do Norte discutem secretamente abrir diálogo


Estados Unidos e Coreia do Norte têm discutido secretamente retomar o diálogo sobre a desnuclearização da península coreana, o que daria início de uma nova rodada de diplomacia com o país. A demanda dos EUA é pela interrupção total das atividades nucleares no país. O país ocidental tem se tornado mais severo em relação à Coreia do Norte, principalmente o ataque cibernético à produtora estadunidense Sony Pictures. O governo atribui o ataque à Pyongyang, ainda que não haja evidências claras sobre sua autoria.

Foto: Wikimedia Commons

Foto: Wikimedia Commons

Rússia ameaça usar armas nucleares para defender a Crimeia


Como o governo ucraniano continua prometendo reconquistar a Crimeia dos russos, o ministro de relações exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, deu a entender que Moscou usaria armas nucleares para defender a península em caso de ataque de Kiev.

Foto: Wikimedia Commons.

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No Reino Unido, relatório interpartidário recomenda continuação do programa nuclear


Estudo interpartidário que levou três anos para ficar pronto reafirmou a importância da manutenção do programa nuclear britânico para evitar chantagens e ameaças. Contudo, relatório revela grande dependência dos Estados Unidos.

Teste do míssil nuclear Trident. Fonto: PA / Ministério da Defesa do Reino Unido.

Teste do míssil nuclear Trident. Fonto: PA / Ministério da Defesa do Reino Unido.

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Está a Índia desenvolvendo armas termonucleares?


Uma nova instalação para enriquecimento de urânio na Índia causa preocupações de que o país talvez esteja desenvolvento armas termonucleares.

Foto: Wikimedia Commons.

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Japão transfere controle de seu estoque de material físsil aos EUA


O Japão anunciou nesta segunda-feira (24/03) que vai transferir aos Estados Unidos um grande estoque de material físsil próprio para a produção de armas nucleares (plutônio e urânio altamente enriquecido) com o qual seria possível fazer centenas de bombas atômicas. Anúncio é tido como um grande sucesso na política externa de Obama e aplaca as críticas da China e de Teerã, que os acusa de hipocrisia por permitir que o Japão possuísse material físsil e não o Irã.

Foto: AFP.

Foto: AFP.

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Na crise da Crimeia, Putin tem mais trunfos que Obama


Sanções, palavras afiadas e uma colaboração com o governo interino em Kiev: a Casa Branca está gastando todas as suas cartas no conflito ucraniano, enquanto o Kremlin ainda parece longe de esgotar suas opções, que incluem desde negociações com Irã, Síria e Coreia do Norte à manutenção da Rede de Distribuição do Norte, vital para a OTAN no Afeganistão.

Foto: ky3.

Foto: ky3.

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Rússia deve barrar inspetores de acordo nuclear com os EUA


O Ministério da Defesa da Rússia declarou que vai parar de receber inspetores estrangeiros sob os auspícios de tratados de controle de armas nuclears, Novo START e Documento de Viena de 2011.

Foto: ITAR-TASS / Sergey Karpov.

Foto: ITAR-TASS / Sergey Karpov.

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Sucateadas, Forças Armadas da Ucrânia têm orçamento 50 vezes menor que o russo


Corruptas, mal equipadas e abandonadas por sucessivos governos, Forças Armadas da Ucrânia não teriam condições de enfrentar as tropas da Rússia, que contam com 800 mil homens.

Foto: Sergei Supinsky / Getty Images / AFP.

Foto: Sergei Supinsky / Getty Images / AFP.

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Obama não descarta solução militar para programa nuclear iraniano


Obama com iniciativa

Obama não descarta solução militar para programa nuclear iraniano
30 de setembro de 2013

Obama reuniu-se com Netanyahu na Sala Oval da Casa Branca três dias depois da ligação do novo presidente do Irã, Hassan Rouhani. O primeiro contato de alto nível entre as autoridades de ambos países em três décadas. (mais…)

Conjuntura atual sobre os riscos de uma ação militar contra o Irã


War and Bluff: Iran, Israel and the United States

Stratfor/ By George Friedman – 11/09/2012

For the past several months, the Israelis have been threatening to attack  Iranian nuclear sites as the United States has pursued a complex policy of  avoiding complete opposition to such strikes while making clear it doesn’t feel  such strikes are necessary. At the same time, the United States has carried out  maneuvers meant to demonstrate its ability to prevent the Iranian counter to an  attack — namely blocking the Strait of Hormuz. While these maneuvers were under  way, U.S. Secretary of State Hillary Clinton said no “redline” exists that once  crossed by Iran would compel an attack on Iran’s nuclear facilities. The Israeli  government has long contended that Tehran eventually will reach the point where  it will be too costly for outsiders to stop the Iranian nuclear program. (mais…)

Secretário de Defesa estadunidense alerta que ação militar no Irã deve ser lidado como último recurso


Secretário de Defesa estadunidense, Leon Panetta (E) e Martin Dempsey, presidente do Estado Maior Conjunto dos Estados Unidos (D). Foto por: Paul J Richards/AFP/Getty Images

 Leon Panetta warns against Iran strike

The Guardian – 11/11/2011

Military action against Iran could have “unintended consequences” in the region, the US defence secretary, Leon Panetta, said on Thursday, hours after Tehran warned that an attack against its nuclear sites would be met with “iron fists”.

Panetta, who took over the Pentagon’s top job in July, said he agreed with the assessment of his predecessor, Robert Gates, that a strike on Iran would only delay its nuclear programme, which the west believes is aimed at making an atomic bomb.

“You’ve got to be careful of unintended consequences here,” Panetta told reporters at the Pentagon.

“It could have a serious impact in the region, and it could have a serious impact on US forces in the region,” he said. “And I think all of those things, you know, need to be carefully considered.” (mais…)

Alegações de nuclearização iraniana e de terrorismo americano


Foto por: AFP / Atta Kenare

 Nuclear Iran vs Terrorist USA?

Russia Today – 05/10/2011

Iran has made computer models of a nuclear warhead, says IAEA report on Tehran’s suspected nuclear activities, due to be published next week. Meanwhile, Iran is set to unveil documents accusing the US of links with terror groups.

The UN nuclear agency is planning to reveal previously undisclosed intelligence on Iran’s suspected nuclear arms program next week.

The report may reveal the International Atomic Energy Agency possesses intelligence information alleging Tehran of making computer models of nuclear warheads, diplomats have told the Associated Press on condition of anonymity. The agency also plans to show satellite imagery of what it believes is a large steel container used for nuclear-arms related high explosives tests.

In the wake of rising tensions between the US and Iran, Tehran in its turn said it will release documents accusing Washington of involvement in acts of terror against Iran and other countries. (mais…)

Estados Unidos tem superioridade nuclear sobre a Rússia


U.S. has ‘nuclear superiority’ over Russia

RIA Novosti – 25/10/2011

Data published by the U.S. Department of State on Tuesday indicates that the United States has some 300 more deployed nuclear weapons than Russia.

According to New START Treaty Aggregate Numbers of Strategic Offensive Arms facts sheet, posted on the State Department’s website, the United States has 822 deployed ICBMs, SLBMs, and heavy bombers, while Russia has 516.

Russia is also at a disadvantage in the number of warheads on deployed carriers – 1,566 warheads against 1,790 American warheads. (mais…)