ataques aéreos

EUA volta a bombardear a Líbia


Nesta segunda-feira (01/08), os Estados Unidos voltaram a bombardear o território da Líbia visando regiões sob controle do “Estado Islâmico”. Segundo informações do Pentágono, os bombardeios estão sendo realizados na cidade de Sirte a pedido do Governo de Coalizão Nacional líbio. Os ataques devem durar alguns dias e, segundo fontes, há forças especiais dos EUA em prontidão no Mediterrâneo.

Mapa: BBC.

Pelo menos 65 civis mortos no Iêmen após ataques aéreos de coalizão saudita


Pelo menos 65 pessoas morreram e 55 ficaram feridas no Iêmen após ataques aéreos da coalizão liderada pela Arábia Saudita nesta terça-feira (15/03). Os bombardeios ocorreram em um mercado popular na província de Hajja, localizada 123 quilômetros ao noroeste da capital Sanaa e atualmente controlada pelos Houthis. Além disso, cerca de 23 soldados Houthi e 14 do governo morreram também nesta terça-feira em combates pelo país.

Foto: Fahad Shadeed / Reuters

Coalizão internacional mata 10 líderes do “Estado Islâmico”


O Pentágono anunciou, no final de dezembro, que a coalizão liderada pelos Estados Unidos matou dez líderes do grupo “Estado Islâmico” com ataques aéreos naquele mês. Segundo autoridades estadunidenses, dois dos mortos possuíam ligações diretas com o mentor dos atentados de Paris e estavam planejando novos ataques contra alvos ocidentais.

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Foto: picture-alliance / AP / K. Mohammed.

França ataca EI com mísseis de cruzeiro pela primeira vez


A França usou pela primeira vez nesta terça-feira (15/12) mísseis de cruzeiro ar-terra contra posições do grupo “Estado Islâmico” (EI) no Iraque, informou o Ministério da Defesa. Bombardeio foi inédito na ofensiva francesa contra o EI e foi realizado por caças Rafale e Mirage 2000.

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Foto: Terra / EFE.

O atentado terrorista na França e suas repercussões


Na noite de sexta-feira (13/11), atentados terroristas ocorreram em sete diferentes pontos de Paris, capital da França, deixando cerca de 130 pessoas mortas e muitos feridos. O “Estado Islâmico” (EI) reivindicou autoria pelos ataques e lançou comunicados afirmando que coordenarão mais atentados no Ocidente no futuro próximo. O presidente François Hollande, que se encontrava no Stade de France para a partida de futebol entre França e Alemanha, foi evacuado imediatamente após a explosão que se deu nos arredores do estádio, e reuniu-se na unidade de crise do Ministério do Interior para discutir a situação. Em discurso, o presidente declarou estado de emergência em todo o território francês e o fechamento das fronteiras, além de luto por três dias. No domingo (15/11), a França realizou, com apoio dos EUA, novos ataques aéreos contra o EI, na Síria, em represália. Hoje, segunda-feira (16/11), Hollande propôs extensão por três meses do estado de emergência e também afirmou que deseja que o Congresso realize mudanças na Constituição Francesa para aumentar a segurança do país e a prevenção contra o terrorismo. Tais mudanças incluiriam a perda de cidadania francesa a pessoas com dupla cidadania acusadas de envolvimento com terrorismo e a proibição de entrada no país de pessoas com dupla cidadania suspeitas de apresentarem “risco terrorista”.

Foto: AP / Peter Dejong.

Colômbia suspende ataques aéreos às FARC


O presidente colombiano Juan Manuel Santos ordenou neste domingo (26/07) que os ataques aéreos aos campos pertencentes aos rebeldes das FARC sejam suspensos por tempo indeterminado. O movimento aconteceu dias depois do cessar-fogo unilateral proposto pelas FARC para acelerar as negociações de paz entre o governo colombiano e a milícia. O presidente afirmou que sua determinação é válida apenas para campos fora de áreas urbanas, que não colocam em risco a população local.

Foto: AFP.

Foto: AFP.

Intervenção saudita no Iêmen apresenta pouco progresso


A intervenção da coalizão árabe liderada pela Arábia Saudita no Iêmen, cujo foco era a contenção das ações das milícias Houthi, já completa seu terceiro mês embora tenha alcançado muito pouco progresso. Desde seu início, no dia 26 de março, os rebeldes houthis já expandiram seu território enquanto mantêm o controle da capital Sana, apesar dos bombardeios sauditas. Estes já mataram cerca de 1.800 pessoas, davastaram parte da infraestrutura já precarizada da região, fortaleceram a Al Qaeda na Península Arábica (AQAP) e também agudizaram a situação humanitária iemenita, fatos que demonstram o relativo o insucesso das operações da coalizão. Segundo analistas, um dos erros de Riade seria a falta de uma visão de como terminar o conflito.

Foto: Reuters / Khaled Abdullah

Região atingida por bombardeio da coalizão árabe. Foto: Reuters / Khaled Abdullah.

Comandante da Frente al-Nusra é morto na Síria


O comandante militar da Frente al-Nusra, grupo ligado à al-Qaeda na Síria, foi morto por um ataque aéreo das forças de Bashar Al-Assad, deixando dúvidas sobre o futuro do grupo. Abu Humam al-Shami foi morto juntamente com outros líderes do grupo que se opõe tanto a Assad quanto ao “Estado Islâmico”. Nas próximas semanas deverá ficar claro se o grupo perderá força no conflito sírio pela morte de Abu Humam.

Casa pertencente à Frente al-Nusra foi destruída por ataque aéreo sírio. Foto: Reuters / Mohamad Bayoush

Casa pertencente à Frente al-Nusra foi destruída por ataque aéreo sírio.
Foto: Reuters / Mohamad Bayoush

Os equívocos estadunidenses no combate ao “Estado Islâmico”


O professor neorealista Stephen M. Walt analiza a ação estadunidense no combate ao “Estado Islâmico”, demonstrando cinco grandes erros de sua política externa. Um dos erros apontados por Walt é tratar o grupo terrorista como uma ameaça direta aos Estados Unidos, enquanto é um problema regional do Oriente Médio. Repetindo o que já foi dito em outras análises publicadas aqui, Walt considera contraditórios e impossíveis de conciliar os três grandes objetivos na região: derrubar Assad, “degradar e destruir” o “Estado Islâmico” e isolar o Irã.

Fotoilustração: Foreign Policy

Fotoilustração: Foreign Policy

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O general responsável pelas forças especiais do Irã


O general Qassem Suleimani é o chefe da Força Quds, grupo de elite do exército iraniano, desde 1997. A Força Quds é responsável pelas ações iranianas fora de seu território, como no combate ao “Estado Islâmico” na Síria. Suleimani é considerado um grande estrategista, e estaria por trás de ações como a defesa de Bagdá de ataques do “Estado Islâmico” no início do ano.

Foto: Wikimedia Commons

Foto: Wikimedia Commons

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Putin culpa Estados Unidos por desestabilizarem mundo


Em um discurso para um grupo de pesquisadores em Sochi, o presidente russo Vladimir Putin acusou os Estados Unidos e o Ocidente de desestabilizarem a ordem global pelos seus próprios interesses. Putin afirmou que não é a pretensão da Rússia ser uma potência imperial, mas que não se pode ignorar os esforços estadunidenses para provocar revoluções e trocar regimes que não sejam úteis a seus interesses, como na Ucrânia, o que também dá origem a extremismos, como na Síria. O líder afirmou ainda que o caminho a ser seguido pela Rússia é o de ampliar os laços multilaterais com o BRICS e na Organização para Cooperação de Xangai.

Foto: RIA Novosti / Vitaly Belousov

Foto: RIA Novosti / Vitaly Belousov

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União Europeia recusa aliança com Síria para combater terrorismo


A União Europeia recusou formar uma aliança com o governo sírio de Bashar al-Assad para lutar contra o “Estado Islâmico”, afirmando que “Assad não pode ser um parceiro”. Além disso, a UE ampliou as sanções contra o regime de Assad e afirmou apoio à oposição moderada do país.

Foto: George Ourfalian / Reuters

Foto: George Ourfalian / Reuters

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Turquia deve deixar combatentes curdos cruzarem seu território para combater em Kobane


Depois de protestos internos contrários a sua inação no combate em Kobane, o governo turco decide dar algum apoio aos combatentes curdos que lutam contra o “Estado Islâmico”. O Ministro das Relações Exteriores da Turquia afirmou que o paíse vai permitir que combatentes curdos passem do Iraque a Kobane através de seu território.

Foto: Reuters / Umit Bektas

Foto: Reuters / Umit Bektas

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Como Maquiavel desaprovaria a ação dos Estados Unidos na Síria


Jordan Olmstead faz uma análise da ação estadunidense na Síria a partir do receituário do autor clássico italiano Maquiavel e identifica diversas falhas na ação ocidental. Sua principal conclusão é de que os Estados Unidos não terão sucesso ao tentar derrotar o “Estado Islâmico” ao mesmo tempo que o regime de Bashar al-Assad.

Foto: n.i

Foto: n.i

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