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Atentados terroristas na Arábia Saudita


No domingo (03/07) e nesta segunda-feira (04/07), ocorreram dois atentados terroristas na Arábia Saudita, na cidade de Jidá e em Medina, respectivamente. Ambos foram de pequenas proporções devido à ação policial saudita. O primeiro visava uma mesquita ao lado do consulado dos Estados Unidos na cidade e deixou dois policiais feridos. O segundo aconteceu em um estacionamento ao lado da mesquita de Maomé, o segundo lugar mais sagrado do islamismo, e causou a morte de pelo menos dois oficiais. Cerca de dois milhões de muçulmanos visitaram a cidade nas últimas semanas devido ao Ramadã, mas nenhum fiel teria sido atingido. Além de Medina e Jidá, dois homens-bomba também teriam atacado a cidade de Qatif nesta segunda-feira. Suspeita-se que esses ataques terroristas tenham sido perpetrados pelo “Estado Islâmico”.

Explosão em Medina. Foto: Al Arabyia / Twitter.

Atentado do Estado Islâmico em Bagdá vitima mais de 200 pessoas


No domingo (03/07), o “Estado Islâmico” realizou um atentado terrorista em Bagdá, capital do Iraque, que causou a morte de pelo menos 213 pessoas e deixou cerca de 300 feridos. O ataque ocorreu do lado de fora da sorveteria mais antiga e popular da cidade no momento em que pessoas se juntavam para fazer as compras às vésperas do final do Ramadã, mês sagrado muçulmano. Além desse ataque, um outro foi realizado em outro bairro da cidade e deixou cinco mortos e 18 feridos, mas sem reivindicação de autoria até o momento. O Iraque vem sofrendo uma onda de atentados do “Estado Islâmico” em resposta às suas vitórias territoriais contra o grupo terrorista.

Foto: Reuters via Al Jazeera.

Atentados no Afeganistão deixam mais de 23 mortos


Nesta segunda-feira (20/06), pelo menos 23 pessoas morreram no Afeganistão após uma série de atentados terroristas. Duas explosões ocorreram na capital Cabul. Uma deixou 14 mortos -todos nepaleses que trabalhavam como seguranças na embaixada canadense-. Outra matou um segurança e tinha como um alvo um político local, que ficou ferido. O Talibã assumiu a autoria dos dois atentados. Uma terceira bomba explodiu na província de Badakhshan, causando pelo menos 8 vítimas fatais. O Talibã afirmou que não foi responsável por este ataque.

Foto: EPA

Atentado terrorista deixa 23 mortos em Burkina Faso


A capital de Burkina Faso, Uagadugu, sofreu nesta sexta-feira (15/01) com atentados terroristas da organização Al-Qaeda no Magreb Islâmico (AQMI). Ataque ocorreu em um restaurante e um hotel e deixaram pelo menos 23 mortos. O grupo ainda fez mais de uma centena de reféns, libertados após operação de forças de segurança francesas e do país.

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Foto: Reuters.

Dois atentados terroristas em Jalalabad no Afeganistão


A cidade afegã de Jalalabad foi vítima de dois atentados terroristas na última semana. Na quarta-feira (13/01), um ataque ao consulado paquistanês da cidade deixou dez mortos, três terroristas e sete membros das forças de segurança afegãs. O grupo “Estado Islâmico” assumiu a responsabilidade. Já no domingo (17/01), um homem-bomba causou 14 mortes em uma reunião de líderes tribais. O Talibã negou envolvimento neste último.

Foto: AP.

“Estado Islâmico” assume autoria de atentados na Indonésia


Uma série de ataques coordenados abalaram a capital da Indonésia, Jacarta, nesta quinta-feira (14/01). Sete explosões e troca de tiros com policiais deixaram sete mortos — um policial, um canadense e 5 terroristas — e mais de 17 feridos. Atentados visaram um centro comercial, que abriga um escritório da ONU, e uma estação de polícia. O grupo “Estado Islâmico” assumiu a responsabilidade pelo ataque.

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Foto: Bagus Indahono / EPA.

“Estado Islâmico” reage à ameaça do Anonymous


O grupo extremista “Estado Islâmico” (EI) reagiu à ameaça feita pelos ativistas virtuais Anonymous, que ameçara atacar o EI como retaliação pelos atentados terroristas em Paris. O EI deixou uma série de instruções aos seus próprios seguidores para evitarem ser alvo de ataques. Este ano os Anonymous desmantelaram perto de 149 sites associados ao EI, segundo a revista Foreign Policy. Além das páginas, foram atacadas mais de 100 mil contas no Twitter e 5900 vídeos de propaganda extremista.

Foto: Jean-Philippe Ksiazek / AFP.

As consequências para o EI dos atentados de Paris


Em entrevista publicada no jornal The Washington Post (14/11), William McCants discute as consequências dos atentados de Paris para o grupo “Estado Islâmico”.  Esses mostram uma possível mudança na política adotada pelo EI até então, da construção de um Estado para a atuação jihadista no exterior. Os ataques também podem levar a um consenso sobre a invasão dos territórios dominados por eles na Síria e no Iraque.

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Foto: Raqqa Media Center / AP.

Conselho de Segurança da ONU aprova resolução para combater “Estado Islâmico”


Nesta sexta-feira (20/11), o Conselho de Segurança da ONU aprovou unanimemente uma resolução pedindo que todos os países façam o possível para combater o grupo terrorista “Estado Islâmico” (EI). O texto pede que sejam erradicados os locais de abrigo do EI na Síria e no Iraque e que os Estados-membros da ONU façam o possível para impedir que seus cidadãos se juntem às fileiras do EI. A proposta de resolução foi apresentada pela França segundo os moldes da resolução aprovada pelo organismo em 2001 pouco depois dos atentados de 11 de setembro. Ainda será votada a proposta russa.

Foto: ONU / Amanda Voisard.

Atentado na Nigéria deixa mais de 30 mortos


Na última terça-feira (17/11), uma explosão de uma bomba na cidade de Yola, no nordeste da Nigéria, deixou pelo menos 31 pessoas mortas e mais de 70 feridos. Governo acusa o grupo Boko Haram, que já realizou diversos ataques contra a cidade, pelo atentado. Esse foi apenas o primeiro ataque do grupo terrorista no país em novembro, o que mostraria que a estratégia do Exército  nigeriano de cortar as fontes de financiamento do grupo está dando resultados.

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Imagem: Al Jazeera.

Rússia propõe resolução de combate ao EI no Conselho de Segurança da ONU


Nesta quarta-feira (18/11), a Rússia apresentou ao Conselho de Segurança das Nações Unidas um projeto de resolução sobre o combate ao grupo terrorista “Estado Islâmico” (EI) na Síria e no Iraque. O texto visa a coordernar os esforços internacionais contra o EI e contém uma disposição que exige o consentimento dos governos da região (Síria e Iraque) para a luta contra o grupo extremista em seu território. Há dois meses EUA, Reino Unido e França foram contra um projeto semelhante de resolução exatamente por causa desta disposição. Embaixador russo na ONU, Vitaly Churkin, avisou que o novo projeto foca mais no EI do que o anterior.

Churkin. Foto: Reuters.

Capacidades terroristas subestimadas e fracassos de inteligência


O Ocidente subestimou as capacidades de realizar atentados terroristas do grupo “Estado Islâmico” (EI). Países como a França e a Rússia não levaram em conta os enormes recursos humanos e econômicos disponíveis para o EI e outros grupos terroristas. Especificamente, a inteligência iraquiana havia alertado diversos países, principalmente a França, da possibilidade de um ataque terrorista um dia antes dos atentados de Paris. Também, a complexidade das operações de sexta-feira (13/11) demonstraria um grande fracasso dos serviços europeus de inteligência.

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Foto: AFP / Pierre Constant.

Os ataques em Paris e as repercussões políticas


Os ataques terroristas em Paris na última sexta-feira (13/11) já repercurtem na política interna não só da França mas também de outros países, como os Estados Unidos. Há uma tendência geral de fortalecimento da extrema direita, de centralização política, restrição de liberades e maior vigilância sobre cidadãos, além da maior assertividade na política externa. O presidente francês, François Hollande, já declarou estado de emergência e pediu mudanças na constituição do país para combater o terrorismo tanto dentro do país quanto fora.

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Foto: Andrew Renneisen / Getty Images.

Rússia e França cooperarão contra o EI na Síria


Poucas horas após ataques quase que simultâneos contra o “Estado Islâmico” na Síria, Rússia e França anunciaram que coordenarão suas operações contra o grupo extremista.  Ambos os países intensificaram os bombardeios após atentados terroristas praticados pelo EI, como a derrubada de um avião russo e os ataques em Paris. A cooperação deve ser estendida para outros países da coalizão liderada pelos Estados Unidos.

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Foto: picture-alliance / epa / C. Karaba.

Líbano prende suspeitos de participarem nos atentados de Beirute


O governo do Líbano anunciou no domingo (15/11) que prendeu sete sírios e dois libaneses suspeitos de envolvimento em ataques terroristas, como os dois de semana passada em Beirute, e por colocar extremistas dentro do país. Um ministro ainda afirmou que atentados de Beirute eram pra ser realizados por cinco jihadistas, mas um foi preso e dois impedidos de atravessarem a fronteira.

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Foto: EPA.

O atentado terrorista na França e suas repercussões


Na noite de sexta-feira (13/11), atentados terroristas ocorreram em sete diferentes pontos de Paris, capital da França, deixando cerca de 130 pessoas mortas e muitos feridos. O “Estado Islâmico” (EI) reivindicou autoria pelos ataques e lançou comunicados afirmando que coordenarão mais atentados no Ocidente no futuro próximo. O presidente François Hollande, que se encontrava no Stade de France para a partida de futebol entre França e Alemanha, foi evacuado imediatamente após a explosão que se deu nos arredores do estádio, e reuniu-se na unidade de crise do Ministério do Interior para discutir a situação. Em discurso, o presidente declarou estado de emergência em todo o território francês e o fechamento das fronteiras, além de luto por três dias. No domingo (15/11), a França realizou, com apoio dos EUA, novos ataques aéreos contra o EI, na Síria, em represália. Hoje, segunda-feira (16/11), Hollande propôs extensão por três meses do estado de emergência e também afirmou que deseja que o Congresso realize mudanças na Constituição Francesa para aumentar a segurança do país e a prevenção contra o terrorismo. Tais mudanças incluiriam a perda de cidadania francesa a pessoas com dupla cidadania acusadas de envolvimento com terrorismo e a proibição de entrada no país de pessoas com dupla cidadania suspeitas de apresentarem “risco terrorista”.

Foto: AP / Peter Dejong.

Atentados no Líbano deixam dezenas de mortos


Nesta quinta-feira (12/11), houve um duplo atentado de homens-bomba em Beirute, capital do Líbano, que deixou pelo menos 43 pessoas mortas e mais 240 feridas. O grupo extremista “Estado Islâmico” reivindicou a autoria do ataque, que ocorreu em reduto do grupo xiita libanês Hezbollah, cujos militantes estão combatendo na Síria ao lado das forças do presidente Bashar al-Assad.

Foto: Reuters / H. Shaaban.

Mais de 80 mortos em onda de atentados na Nigéria


Pelo menos 80 pessoas morreram e 150 ficaram feridas em atentados ocorridos na Nigéria, nesta segunda-feira (21/09). Ataques ocorreram em Maiduguri, capital do estado de Borno, que também é o berço do grupo terrorista Boko Haram. Apesar do incidente, a região conta menos ataques após a nova ofensiva do exército nigeriano contra o grupo fundamentalista.

Foto: Sahara Reporters.

Boko Haram intensifica ataques no nordeste da Nigéria


O grupo terrorista Boko Haram intensificou seus ataques e atentados suicidas no nordeste da Nigéria no início do mandato do recém-empossado presidente, Muhammadu Buhari. O mais recente deles aconteceu nesta sexta-feira (05/06), deixando pelo menos 45 mortos em um mercado popular na cidade de Yola. Ao todo pelo menos 100 pessoas teriam morrido ao longo da semana.

Foto: Getty Images / AFP / I. Sanago.

Iraque vai às urnas em meio à violência


Os eleitores no Iraque vão às urnas nesta quarta-feira (30/04) para eleger um novo Parlamento. A primeira eleição desde a retirada das tropas americanas, no final de 2011, ocorre em meio a uma onda de atentados e com um forte esquema de segurança. Atual primeiro-ministro, Al-Maliki tem boas chances de conquistar terceiro mandato.

Nouri Al-Maliki. Foto: Ali Al-Saadi / AFP / Getty Images.

Nouri Al-Maliki. Foto: Ali Al-Saadi / AFP / Getty Images.

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Egito proíbe a presença do Hamas em seu território


Tribunal egípcio ordenou a proibição de todas as atividades do grupo palestino Hamas no país, bem como a confiscação de suas propriedades. Tensão no país está a aumentar desde então, sendo que o Hamas mantém uma relação bastante próxima com a Irmandade Muçulmana do Egito. Hamas é acusado de apoiar a recente onda de ataques terroristas no Egito.

Foto: Reuters.

Foto: Reuters.

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Israel culpa Irã por atentados


Israel blames Iran for bombs, calls it ‘top initiator of terror’

Russia Today – 13/02/2012

The Israeli prime minister has accused Iran of being behind car bombings in India and Georgia. Explosive devices were attached to cars belonging to the Israeli embassies in Tbilisi and New Delhi.

Prime Minister Benjamin Netanyahu has labeled Iran “the world’s top initiator of terror,” claiming the bombs in New Delhi and Tbilisi are not the first attack against Israeli citizens coming from Iran.

“We have seen attempts to hurt Israelis in Azerbaijan and in Thailand [over the past few months]. All of these incidents were stopped with the help of local [authorities],” he added.

In all of the recent attempts “Iran and its proxy Hezbollah was behind the attacks,” Netanyahu said.

Iranianofficials deny the accusations coming from Israel. “We categorically reject the accusations. They are part of a propaganda war,” Ramin Mehmanparast. “Iran condemns all acts of terrorism,” he added.

But journalists in the region are convinced the attacks were a revenge for the murder of Iranian nuclear scientists: “I think in the same way that Iran has pointed at Israel for the assassinations of nuclear scientists in Iran without having absolute proof, the same way Hezbollah has pointed at Israel for the death of Imad Mughniyah without any proof. It was pretty obvious who was behind the attack today,” says Larry Derfner. (mais…)

Grupo acusa atividades da Boko Haram de serem anti-islâmicas


Foto por: AFP PHOTO/PIUS UTOMI EKPEI

 Nigeria: Activities of Boko Haram Un-Islamic – Group

All Africa / Adewale Giwa – 19/01/2012

Akure — An Islamic group known as IKWAN in Ondo State has said that the activities of the Boko Haram sect are against the tenets of Islam.

The state missioner and the general secretary of the group, Alhaji Moshud Hasbunallah and Malam Musa Olamoju respectively, regretted that the activities of the sect had led to the death of many innocent people.

According to the statement, “the Boko Haram sect is not fighting for the cause of Islam and as such, they have nothing to do with Islam.”

The group appealed to Nigerians, particularly Christians, who had been worst hit not to allow the sect’s various attacks to hinder the peaceful co-existence between Muslims and Christians in the country.

The statement read in part: “We strongly condemn the activities of Boko Haram in the country; they want to bring blotch to the Islamic religion. It is now imperative that Muslims and Christians should unite and fight the dreaded group to a standstill. In fact, Muslim leaders, especially in the North, should be at the forefront to confront the group. (mais…)