Austrália

Voto obrigatório e redução de desigualdades


Confira aqui a matéria de Aamna Mohdin que discute os problemas atuais das democracias ocidentais, principalmente a pouca participação em eleições de voto facultativo e o alto número de eleitores desinformados, e os méritos do voto obrigatório como ferramenta para combatê-los. Segundo pesquisas mostradas pela autora, o voto obrigatório aumenta o número de eleitores informados e, não só isso, reduz desigualdades de gênero e sociais.

Países com voto obrigatório. Mapa: CIA World Factbook via Quartz.

Austrália e Singapura intensificam cooperação bilateral em defesa


Na última sexta-feira (06/05), Austrália e Singapura anunciaram uma série de medidas para intensificar sua cooperação bilateral em defesa. Singapura deve investir 2,25 bilhões de dólares na ampliação de instalações militares no nordeste australiano, que são atualmente usadas para treinamento das Forças Armadas singapurenses, e, em troca, a Austrália permitirá o aumento do número de tropas de Singapura em treino de 6 mil para 14 mil. Fora isso, também estão previstos exercícios militares conjuntos, maior compartilhamento de inteligência, intercâmbio de pessoal militar e civil e um canal de discussão sobre temas securitários e regionais. Isso tudo faz parte das iniciativas da parceria estratégica abrangente firmada entre os dois países em 2015.

Foto: Marinha dos EUA via The Diplomat.

França vence disputa para construir 12 submarinos para a Austrália


O primeiro-ministro da Austrália anunciou nesta terça-feira (26/04) que a empresa francesa DCNS venceu a disputa para a construção de 12 submarinos. O Japão e a alemã Thyssen-Krupp também estavam disputando o negócio. Todos os submarinos Shortfin Barracuda serão construídos na Austrália. Este é o maior contrato de Defesa da história da Austrália, com um custo de aproximadamente US$ 38,5 bilhões.

Imagem: DCNS

Austrália inicia testes do sistema Aegis em novo destróier


A Marinha da Austrália iniciou os testes com o sistema Aegis no destróier HMAS Hobart, segundo declaração da empresa Lockheed Martin feita no final de março (29/03). Este navio, com previsão de entrega para 2017, será o primeiro da Austrália construído com base no sistema. Além deste, mais dois navios da classe Hobart também contarão com o Aegis. Nova classe de destróier da Austrália faz parte do programa de modernização da Marinha e foi o projeto de Defesa mais caro da história do país, custando mais de US$ 8 bilhões.

Imagem: The Diplomat

Na Austrália, movimento republicano ganha força


Governantes de sete dos oito estados e territórios da Austrália assinaram nesta segunda-feira (25/01) uma declaração de apoio ao Movimento da República Australiana e defenderam que o país se torne uma república até 2020. Segundo pesquisas recentes, a maioria dos cidadãos defendem a ideia. A Austrália é uma monarquia constitucional e tem como soberana a rainha britânica, Elizabeth II, que possui o poder de dissolver o Parlamento.

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Foto: Getty Images / AFP / M. West.

China e Austrália comprometem-se com o aprofundamento da cooperação em defesa


Na última quarta-feira (04/10), em encontro do Ministro da Defesa da China, Chang Wanquan, com a sua contraparte australiana, Marise Payne, ambos os países prometeram aumentar a cooperação bilateral na área da defesa. Entre as áreas citadas estão a cooperação em operações de paz, treinamento militar e ajuda humanitária.

Foto: ASPI.

TPP explicada


Confira aqui um artigo publicado no jornal The New York Times que explica os principais pontos da “Parceria Trans-Pacífico” (TPP), considerada o maior acordo regional de comércio da história, assinado no início de outubro deste ano. A TPP, com os Estados Unidos, Japão e mais 10 países, além das reduções de tarifas, estabelece regras e padrões para áreas como a farmacêutica, a ambiental e a dos direitos trabalhistas. O tratado ainda precisa ser ratificado pelos países signatários, onde encontra forte oposição.

Imagem: AG news.

Austrália anuncia plano de construção de nova frota


A Austrália anunciou em agosto um plano de US$ 65 bilhões para a construção de uma nova frota, com fragatas e outros vasos produzidos localmente e submarinos comprados no exterior. A construção naval no país deve gerar milhares de empregos. Além disso, França, Alemanha e Japão estão disputando o contrato para a fabricação dos submarinos, que é considerado o maior contrato da história da Austrália.

Foto: ABIS Julianne Cropley / Royal Australian Navy.

Austrália e Coreia do Sul aumentam cooperação em defesa


Em encontro dos ministros da defesa e das relações exteriores dos dois países, Austrália e Coreia do Sul aprofundaram a cooperação bilateral em matérias de defesa e segurança. Entre as áreas contempladas estão o combate à proliferação nuclear e a crimes transnacionais, segurança cibernética, segurança fronteiriça e gerenciamento de crises.

Foto: Australian Ministry of Foreign Affairs / Twitter.

Austrália começa a bombardear território sírio


Na quarta-feira (16/09), anunciou-se que aviões australianos que participam da coalizão internacional na luta contra o “Estado Islâmico” realizaram o seu primeiro bombardeio em território sírio. A Austrália atendeu aos pedidos dos Estados Unidos, estendendo sua área de atuação que até então se resumia ao Iraque. A França também anunciou que realizará bombardeios na Síria nas próximas semanas.

Foto: Commonwealth of Australia, Department of Defence.

Foto: Commonwealth of Australia / Department of Defence.

Austrália e Filipinas realizam exercício militar conjunto


Do dia 15 ao dia 26 de setembro, a Austrália e as Filipinas realizam exercício militar conjunto. Com o nome de “Dusk Caracha”, a atividade tem como objetivo principal melhorar as Forças Especiais de ambos os países no combate ao terrorismo. A cooperação em defesa remonta a um memorando de 1995 e se aprofundou nos últimos anos. Um segundo exercício (Dawn Caracha) está previsto para outubro, com o objetivo de aumentar a inter-operabilidade das Forças Especiais australianas e filipinas.

Foto: US Army / Steven Hitchcock.

Primeiro-ministro da Austrália é forçado a deixar o cargo


O primeiro-ministro australiano, Tony Abott, deixou o cargo nesta segunda-feira (14/09) após perder a liderança do Partido Liberal em eleição interna. O novo líder dos liberais, Malcolm Turnbull, é de orientação moderada, em contraste com o conservadorismo de seu antecessor. Turnbull defende pautas como o casamento homoafetivo, a mudança do chefe de Estado australiano da monarquia britânica para um presidente eleito e a redução da emissão de gases de efeito estufa.

Foto: Kate Geraghty

Foto: Kate Geraghty.

EUA pede ajuda à Austrália em luta contra o “Estado Islâmico”


Os Estados Unidos realizaram um pedido formal apresentado na quinta-feira (20/08) para que a Austrália aumente sua contribuição militar aérea na luta contra o “Estado Islâmico” na Síria, para incluir a possibilidade de bombardeios. O aumento da força militar australiana incluiria a expansão da cobertura aérea, da coleta de informação e do apoio aos aviões de combate, de acordo com o jornal The Australian. Atualmente a força aérea australiana participa das operações na Síria, abastecendo as aeronaves estadunidenses que realizam os bombardeios.

Foto: Commonwealth of Australia, Department of Defence.

Foto: Departamento de Defesa da Austrália.

Trilateralismo na Ásia-Pacífico


Em artigo no The Strategisto analista David Lang comenta a ascensão do trilateralismo na região da Ásia-Pacífico por Estados que buscam aumentar sua segurança através da diversificação de relações em um ambiente cada vez mais incerto. Lang comenta principalmente as relações entre Japão, Austrália e Índia: três democracias que vêm cada vez mais se aproximando como forma de garantir que não haverá uma hegemonia chinesa na região. Segundo o autor, as relações trilaterais de Canberra, Tóquio e Nova Delhi serviriam para assegurar a presença dos Estados Unidos na Ásia-Pacífico, mas que, contudo, diferenças entre eles são esperadas e que a ação conjunta deve acontecer apesar disso.

Imagem: The Strategist.

Brasil e Austrália condenam execução de seus cidadãos pela Indonésia


Um brasileiro e dois australianos, além de outros seis condenados por tráfico de droga foram executados por um pelotão de fuzilamento na Indonésia hoje (28/04), causando duras respostas de Brasília e Canberra. Em nota, o Brasil afirmou que execução de mais um cidadão brasileiro constitui “fato grave” nas relações entre os dois países e que fortalece a disposição do país em defender o fim da pena de morte. Já o primeiro-ministro australiano, Tony Abbott, chamou de volta seu embaixador na Indonésia como forma de protesto e disse a repórteres: “Nós respeitamos a soberania da Indonésia, mas nós deploramos o que foi feito e isso não pode ser simplesmente uma coisa normal”.

Vigília pelos condenados à morte na Indonésia. Foto: Reuters / Jason Reed.

Dados pessoais de chefes de Estado do G20 são vazados na Austrália


Dados pessoais de Dilma, Obama, Putin, Merkel, Cameron, Modi e outros chefes de Estado que participaram da cúpula do G20 na Austrália foram vazados, revelou ontem o jornal britânico The Guardian. Números de passaporte e outras informações vieram a público acidentalmente a partir do Departamento de Imigração australiano. A situação foi agravada por o departamento não ter comunicado os líderes que foram sujeitos ao vazamento. Segundo o jornal, um funcionário do departamento enviou os dados de todos os chefes de Estado para a organização da Copa da Ásia de Futebol.

Foto: Andrew Taylor / G20 Australia / Getty Images

Foto: Andrew Taylor / G20 Australia / Getty Images

Austrália confirma participação no Banco Asiático de Investimento em Infraestrutura


A Austrália anunciou que também participará do Banco Asiático de Investimento em Infraestrutura (AIIB, na sigla em inglês), capitaneado pela China. O governo do Primeiro Ministro Tony Abbott é só mais um de uma série de aliados dos EUA que confirmaram participação no banco chinês. O AIIB é visto como concorrente de instituições lideradas pelos EUA, como o Banco Mundial.

Foto: Shutterstock

Foto: Shutterstock

Pequeno arquipélago torna-se chave para Oceano Índico


Um pequeno arquipélago no Oceano Índico está ganhando cada vez mais relevância na disputa geopolítica da região: as ilhas Cocos, ou Keeling. Território ultramarino da Austrália, as ilhas podem um dia vir a abrigar uma base dos Estados Unidos, dada a estratégia do país em aprofundar laços com aliados na região. Com o aumento do fluxo das rotas de comércio (SLOCS em sigla em inglês) que passam pelo oceano, ele reemergiu como centro de disputas geopolíticas globais.

Foto: NASA's Earth Observatory

Foto: NASA’s Earth Observatory

Novas leis antiterrorismo australianas podem revogar direitos de cidadãos do país


Como já havia prometido em setembro, o primeiro ministro australiano Tony Abbott anunciou novas medidas antiterrotistas. O foco das medidas são as leis de imigração, pois segundo o projeto de Abbott cidadãos com dupla cidadania que tenham se envolvido em atos terroristas poderão ter sua cidadania australiana revogada. O anúncio veio na sequência da revelação de um relatório do governo sobre medidas antiterroristas. Abbott também revelou a criação de uma nova agência governamental de combate ao terrorismo.

Foto: Reuters / Olivia Harris

Foto: Reuters / Olivia Harris

EUA pode alocar navios de guerra em bases na Austrália


Os Estados Unidos estariam planejando uma presença constante de navios de guerra em bases na Austrália, informou o The Wall Street Journal. Washington estaria avaliando uma expansão de sua presença na região e um aprofundamento da cooperação naval com a Austrália, o que pode incluir a alocação de navios no país. Segundo um alto oficial estadunidense em visita à Austrália, a Marinha dos EUA está organizando a formação de uma frota anfíbia de reação rápida que poderá ser alocada no país.

Foto: Wikimedia Commons

Foto: Wikimedia Commons

Tratado de livre comércio entre Austrália e China deve incentivar exportações além de minérios


Austrália e China completaram as negociações para um tratado de livre comércio. A Austrália é o país desenvolvido mais dependente da China, principalmente na exportação de recursos naturais. O tratado deve diversificar o comércio entre os dois países.

Foto: Chris Hyde / Pool via Bloomberg

Foto: Chris Hyde / Pool via Bloomberg

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Austrália e Índia têm interesse em fechar acordo de livre comércio


O primeiro ministro australiano Tony Abbott afirmou ter interesse num acordo de livre comércio com a Índia. Abbott defendeu o acordo durante visita do primeiro ministro indiano Narendra Modi à Austrália. O acordo deve ser assinado em um ano.

Foto: AFP

Foto: AFP

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Russos enviam navios para Austrália e reforçam presença militar global


Pouco antes da cúpula do G20 no último fim de semana, navios russos partiram em direção à costa australiana. Ministro da Defesa anunciou que Moscou também enviará bombardeiros estratégicos em patrulhas aéreas regulares por todo o planeta.

Foto: AFP / Getty Images / S. D'Souza

Foto: AFP / Getty Images / S. D’Souza

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Ex-Primeiro Ministro australiano Gough Whitlam morre aos 98 anos


Gough Whitlam, que foi Primeiro Ministro australiano entre 1972 e 1975, morreu esta semana aos 98 anos. Gough, como era conhecido pelos políticos progressistas muito influenciados pelo seu trabalho, teve um curto porém influente mandato. Ele rompeu com 23 anos de governos conservadores na Austrália, realizando reformas progressistas que marcaram época, que incluíram a criação do sistema de seguro de saúde público australiano, o fim das taxas nas universidades públicas, o estabelecimento de relações diplomáticas com a China e a retirada total de tropas australianas do Vietnã.

Foto: Hulton Archive / Getty Images

Foto: Hulton Archive / Getty Images

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Austrália deve introduzir leis antiterrorismo mais duras


O primeiro-ministro Tony Abbott anunciou que a Austrália deve introduzir novas leis para combater o terrorismo no seu território. Tais leis afetariam “a balança entre liberdade e segurança”, já que seria mais permissiva aos controles estatais sobre a comunicação pessoal e proibiria cidadãos australiano de viajarem a determinadas regiões em conflito. Essa decisão está relacionada com os cidadãos australianos que lutaram pelo autodenominado “Estado Islâmico” e que, voltando à Austrália, estariam pondo em risco a população local.

Foto: Reuters / Olivia Harris

Foto: Reuters / Olivia Harris

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Diferenças internas ameaçam governo de unidade no Afeganistão


Depois de meses de impasse, o Afeganistão consegue estabelecer um governo de unidade nacional, em que participarão os dois candidatos mais votados nas últimas eleições presidenciais. As duas candidaturas se acusavam reciprocamente de algum tipo de fraude eleitoral, o que não permitia a definição de um vencedor. Esta animosidade entre os dois políticos, que agora fazem parte do mesmo governo, gera dúvidas sobre a estabilidade deste nos próximos anos.

Foto: picture-alliance / AP Photo

Foto: picture-alliance / AP Photo

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Austrália impede possível ataque terrorista


Forças de ordem australianas executaram mandados de busca e apreensão que teriam impedido possíveis ataques terroristas. Quinze pessoas foram presas e um dos envolvidos teria ligação com o “Estado Islâmico”. A ação da inteligência australiana ocorreu menos de uma semana depois de a Austrália confirmar participação na coalizão liderada pelos Estados Unidos no Iraque.

Foto: Reuters / David Gray

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Austrália anuncia envio de tropas contra Estado Islâmico


O primeiro-ministro Tony Abbott anunciou no último domingo (14) que a Austrália vai enviar forças militares como parte da coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos para combater o Estado islâmico, que ainda ocupa grandes porções do território no norte do Iraque e da Síria.

Imagem: Flickr

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Índia e Austrália selam acordo nuclear


Tony Abbott e Narendra Modi, primeiros-ministros da Austrália e da Índia respectivamente, selaram um acordo nuclear na sexta-feira (05/09). Nele a Austrália se compromete a fornecer urânio à Índia para fins pacíficos como a produção de energia.

Tony Abbott e Narendra Modi. Foto: Reuters / Adnan Abidi.

Tony Abbott e Narendra Modi. Foto: Reuters / Adnan Abidi.

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EUA busca coalizão antes de intervenção militar na Síria


Enquanto os jihadistas do Estado Islâmico (EI) conquistam mais posições na Síria, os Estados Unidos afirmaram que pretendem discutir com os países aliados — tais como Turquia, Qatar, Austrália e Reino Unido, entre outros — a formação de uma coalizão antes de intervir na Síria e expandir as operações de bombardeio aéreo que já acontecem no Iraque.

Áreas sob controle do EIIL. Mapa: BBC.

Áreas sob controle do EIIL. Mapa: BBC.

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