Bálcãs

Croácia tem Parlamento dissolvido e convocará novas eleições


Nesta segunda-feira (20/06), o parlamentares da Croácia votaram pela dissolução do Parlamento. Este será dissolvido efetivamente no dia 15 de julho, com novas eleições previstas dentro de 60 dias. A medida veio uma semana após o Parlamento ter retirado o primeiro-ministro Tihomir Oreskovic do cargo com um voto de não confiança.

Foto: S. Strukic / Pixsell / picture-alliance

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Sérvia anuncia eleições antecipadas


O primeiro-ministro da Sérvia, Aleksandar Vucic, anunciou neste domingo (17/01) eleições legislativas antecipadas para o segundo trimestre no país. Ele argumentou que seu governo precisa de mais quatro anos no poder para realizar, até 2020, as reformas já iniciadas e combater a corrupção, o crime organizado e os privilégios das elites. Vucic, do Partido Progressista Sérvio (SNS), também pretende deixar o país “às portas da União Europeia (UE)”. Eleições devem ocorrer no final de abril.

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Foto: Kristina Maslarevic / Getty Images.

Eslovênia rejeita legalizar casamento homoafetivo em referendo


Em referendo realizado neste domingo (20/12), a Eslovênia rejeitou a concessão de direitos iguais para casamentos homoafetivos. Cerca de 63% dos participantes votaram contra a proposta do governo para redefinir o casamento como uma união entre dois adultos. O parlamento do país tinha aprovado medida em março, mas um movimento da Igreja Católica denominado “As crianças estão em jogo” rapidamente reuniu 40 mil assinaturas necessárias para colocar a questão em votação por meio de um referendo. No entanto, a legislação existente que permite uniões civis registradas, mas não a adoção de crianças, permaneceria em vigor.

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Foto: Reuters / S. Zivulovic.

OTAN convida Montenegro para ingressar na aliança


A Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) convidou Montenegro a se tornar um de seus membros na quarta-feira (02/12). Convite foi realizado após a aprovação dos 28 membros da aliança. Ingresso marca a expansão da OTAN para os Bálcãs, o que pode deteriorar as relações da organização com a Rússia.

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Foto: John Thys / Reuters.

Premiê da Romênia renuncia após protestos


O primeiro-ministro da Romênia, Victor Ponta, renunciou após protestos pedindo sua renúncia na terça-feira (03/11). Manisfestação, com 20 mil pessoas estimadas, ocorreu após um incêndio em um show de rock que matou 32 jovens. Além das acusações de corrupção, Ponta também foi responsabilizado pela falta de fiscalização. Agora, o presidente do país deve indicar um ministro interino e negociar um novo governo.

Foto: AFP.

Eslovênia coloca exército na fronteira para conter fluxo de refugiados


A Eslovênia, divulgou nesta terça-feira (20/10), que convocou o seu Exército para auxiliar no controle de fronteiras e lidar com o crescente fluxo de migrantes provenientes da Croácia. O país ainda considera a construção de “barreiras físicas” para impedir a entrada de mais refugiados. O fluxo foi acentuado após a Hungria fechar sua fronteira.

Foto: Reuters / S. Zivulovic.

Apesar de protestos, Kosovo continuará negociações com Sérvia


O primeiro-ministro do Kosovo, Isa Mustafa, afirmou que, mesmo sobre protestos violentos da oposição, seu governo continuará com as conversas, mediadas pela União Europeia, com a Sérvia. A oposição criticam os acordos, que dão maiores poderes para as áreas dominadas por sérvios e demarcam a fronteira com Montenegro.

Protesto no parlamento kosovar. Foto: AP Photo /Visar Kryeziu.

Os Bálcãs e as potências externas


Os Bálcãs são historicamente um ponto focal de disputa entre potências globais. Nos dias de hoje, no entanto, tanto o Ocidente quanto a Rússia compartilham o interesse pela estabilidade da região no sudeste europeu. Ambos vêm tentando aumentar sua influência nos Bálcãs através de investimentos e projetos de infraestrutura energética. Enquanto isso, a Turquia tenta ressurgir como ator regional de peso. Contudo, o maior desafio atual, segundo a análise, é a ameaça representada pelas disputas políticas internas de cada país balcânico, como, por exemplo, na Macedônia. Já estes tendem a continuar barganhando com as potências estrangeiras a despeito da fragilidade interna.

Mapa: Stratfor.

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Confrontos na Macedônia terminam com 22 mortos


Confrontos que culminaram com a morte de 22 pessoas na cidade de Kumanovo, reduto da minoria étnica albanesa, confirmam a hipótese de especialistas sobre a Macedônia estar vivendo sua maior crise política desde sua independência, em 1991. O clima de instabilidade iniciado em fevereiro tem se mantido devido a uma série de denúncias feitas pela oposição e uma operação de espionagem por parte do governo, que se diz alvo de uma tentativa de golpe.

Foto: Reuters

Foto: Reuters

 

Croácia e Macedônia assinam acordo de cooperação em defesa


A Croácia e a República da Macedônia assinaram um acordo de cooperação técnica militar na última terça-feira (10/02). Técnicos croatas deverão fazer inspeções e testes em helicópteros macedônios Mi-8/17/24. Em contrapartida, militares croatas terão 32 horas de treinamento para helicópteros Mi na Macedônia.

Imagem: n.i

Imagem: n.i

Ao priorizar Ucrânia, ocidente pode perder influência sobre os Bálcãs


Segundo análise de Filipe Figueiredo, a prioridade dada pela OTAN à Ucrânia pode estar abrindo um flanco para a influência russa nos Bálcãs. A aliança militar ocidental vem expandindo para zonas próximas à Rússia com a criação de novas bases, o aumento do efetivo de rápida mobilização e a inclusão de novos países ao leste, como a própria Ucrânia e a pretendida Geórgia. Nesse meio tempo, países balcânicos que já mantinham boas relações com Moscou, como a Sérvia e a Macedônia, passam a aprofundar estes laços.

Mapa: Reprodução / Nationsonline.org

Mapa: Reprodução / Nationsonline.org

CIJ determina que Sérvia não cometeu genocídio contra croatas


A Corte Internacional de Justiça (CIJ) determinou que a Sérvia não cometeu genocídio contra croatas nas guerras balcânicas no início dos anos 90. A Croácia alegava no processo ante a Corte que as forças sérvias teriam cometido genocídio na cidade de Vukovar e em outras localidades durante três meses de ocupação; porém, a CIJ disse que não há provas suficientes para caracterizar o crime. O presidente da CIJ, Juiz Peter Tomka disse que a Sérvia não cometeu genocídio em momento algum da guerra, fechando o caso croata. A Corte também rejeitou a alegação sérvia de que a Croácia teria cometido genocídio em Krajina, região da qual mais de 200 mil sérvios foram removidos por forças croatas em 1995.

Juízes da CIJ durante a leitura da decisão. Foto: EPA.

Juízes da CIJ durante a leitura da decisão. Foto: EPA.

Kosovo enfrenta aumento do extremismo islâmico


Kosovares estão viajando para lutar pelo “Estado Islâmico” no Oriente Médio. Reportagem da Foreign Policy levanta as contradições deste envolvimento, já que a coalizão liderada pelos Estados Unidos e OTAN é similar à que bombardeou a Sérvia no início dos anos noventa e permitiu a independência do Kosovo. Agora, o país enfrenta um aumento do extremismo islâmico.

Foto: Armend Nimani / AFP

Foto: Armend Nimani / AFP

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Novo primeiro-ministro da Sérvia promete reformas com vistas à UE


O parlamento da Sérvia aprovou o gabinete do novo primeiro-ministro do país, Aleksandar Vucic, que assumiu o cargo neste domingo (27/04) compromentendo-se a implementar reformas econômicas com vistas à adesão à União Europeia até o final da década.

Primeiro-ministro sérvio, Aleksandar Vucic. Foto: Reuters / Marko Djurica.

Primeiro-ministro sérvio, Aleksandar Vucic. Foto: Reuters / Marko Djurica.

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Sérvia e UE definem início de processo de adesão do país ao bloco


Pouco tempo após a entrada oficial da Croácia na organização, Sérvia e União Europeia deram início nesta terça-feira (21/01) ao processo de adesão deste país ao bloco. Segundo a UE, os principais desafios para os sérvios serão luta contra corrupção e crime organizado, além da proteção de minorias étnicas. Sérvia espera completar o processo em seis anos.

Fonte: UOL.

Fonte: UOL.

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Com situação preocupante na Bósnia, Conselho de Segurança da ONU prolonga mandato das forças da UE


Conselho de Segurança da ONU prolonga o mandato da força de estabilização da União Europeia na Bósnia-Herzegovina (EUFOR), pois impasse político persiste no país devido a um retorno à radicalização dos representantes eleitos, impedindo a realização de reformas políticas essenciais para o processo de integração europeu.

Alto Representante para Bósnia Valentin Inzko. Fonte: UN Photo / JC McIlwaine.

Alto Representante para Bósnia Valentin Inzko. Fonte: UN Photo / JC McIlwaine.

Situation in Bosnia and Herzegovina merits ‘close watch,’ Security Council told

UN News Centre – 12/11/2013

The sustained attention of the international community is vital to helping Bosnia and Herzegovina on the path to prosperity and political stability, the Security Council heard today, as it extended the mandate of the European peacekeepers tasked with ensuring the continued compliance by all sides with the 1995 peace agreement that ended fighting in the country.

“The situation in Bosnia and Herzegovina still merits close watch if we are to ensure that the gains made after the war in terms of stability, rebuilding the country and reconciling its peoples are not lost,” High Representative for Bosnia and Herzegovina Valentin Inzko told the 15-member body.

In May, Mr. Inzko had described to the Council how the political situation had reverted to the negative trends of the last seven years and how the country’s elected leadership had failed to make a serious effort towards progress on Euro-Atlantic integration.

“I regret to say that six months later, and with less than a year left until the next general elections, this is still the case, and in many ways the situation has continued to worsen,” he reported.

Over the past six months, the political leaders have again missed a chance to take a decisive step forward by agreeing to correct discriminatory provisions in the electoral system, he said, adding that, not only are such changes a condition for the country to move forward towards European Union candidacy, they are a test of its ability to apply basic human rights standards in the conduct of elections and to live up to its international obligations.

“The failure of the ruling parties and the relevant institutions in Bosnia and Herzegovina to agree on these limited reforms has been symptomatic of an overall lack of urgency in carrying out basic political and economic reforms to move the country forward,” said Mr. Inzko.

“The fact that until last week the state-level Parliamentary Assembly had not fully adopted a single new law in 2013 speaks volumes.”

While the other countries in the region move forward, Bosnia and Herzegovina’s leaders seem “less interested in delivering long-term change in the interests of the people, and more interested in the zero-sum politics they believe will ensure them personal political and financial advantage,” he added.

Despite the lack of progress, Mr. Inzko said he believed that Bosnia and Herzegovina’s leaders can do better. “There is still time for the coalition of parties in power at the state-level to turn things around before the next elections in October 2014, but that time is running out.”

The country did manage last month to conduct its first population census since 1991, he noted. “This is a significant development and vitally important for providing statistical information on social and economic issues. It will be important that the results of the census not be used to promote divisions or exacerbate ethnic tensions.”

Also today, the Security Council extended the mandate of the European peacekeepers tasked with ensuring the continued compliance by all sides with the 1995 Dayton Peace Agreement.

The European Union assumed peacekeeping responsibilities in 2004 when it took over from a stabilization force led by the North Atlantic Treaty Organization (NATO), which continues to have a presence in Bosnia and Herzegovina.

In a unanimously adopted resolution, the Council authorized the force – known as EUFOR ALTHEA – to continue its “peace stabilization role” for another 12 months, beginning today.

Fonte: http://www.un.org/apps/news/story.asp?NewsID=46477&Cr=bosnia&Cr1=#.UoTre_mbNEI

Rússia e Sérvia assinam acordo de cooperação militar


Sérvia e Rússia assinaram acordo de cooperação militar nesta quarta-feira (13/11) que prevê exercícios conjuntos e colaboração em operações de paz da ONU. Medida é vista como um prelúdio da venda de caças russo à Sérvia.

Fonte: RIA Novosti / Ruslan Krivobok.

Fonte: RIA Novosti / Ruslan Krivobok.

Russia, Serbia Ink Military Cooperation Agreement

RIA Novosti – 13/11/2013

Russia and Serbia signed an agreement Wednesday on military cooperation as part of further development of the strategic partnership between the two countries.

The deal was overseen in Belgrade by Russian Defense Minister Sergei Shoigu, whose visit is being seen as a prelude to a possibly imminent deal on the sale of Russian fighter jets to Serbia.

Shoigu said contacts between the countries had recently reached new heights.

The agreements reached Wednesday included provisions, among other things, for collaboration in peacekeeping operations under the aegis of the United Nations.

Russia and Serbia have agreed to carry out joint military exercises and exchange visits of military personnel and hardware, including combat aircraft and aerobatics teams.

The main points of broader interest in the agreements hint at possible upcoming weapons purchases.

“Additional [military] agreements are being drafted, including an agreement on cooperation in defense industry and arms sales,” Shoigu said.

Serbian media reported in late April that the country hopes to buy a total of six MiG-29M/M2 fighters and two radar stations from Russia. It is believed the deal could be closed before the end of this year.

Fonte: http://en.ria.ru/military_news/20131113/184691108/Russia-Serbia-Ink-Military-Cooperation-Agreement.html