Banco Central Europeu

Deflação atinge novamente a zona do euro em setembro


O euro fechou setembro com uma deflação de 0,1%, preocupando o Banco Central Europeu (BCE), o qual deve manter a compra de ativos para pressionar a alta dos preços (inflação) na zona do euro. A Alemanha, maior economia do bloco, tece uma queda de preços de 0,2% e a Espanha, de 1,2%. A taxa de desemprego na zona se manteve em 11%.

Imagem: Shutterstock.

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Grécia recebe parcela do resgate e paga dívida ao BCE


No último dia 20 de agosto, a Grécia efetuou um pagamento ao Banco Central Europeu (BCE) equivalente a 3,2 bilhões de euros. O valor foi pago com o primeiro resgate de 13 bilhões recebidos pelo governo em Atenas, quantia aprovada pelo Conselho de Governadores do Mecanismo Europeu de Estabilidade (MEE), composto por ministros das Finanças de 19 países da zona do euro. Outro pacote de resgate, no valor de 86 bilhões de euros, foi aprovado no dia 19.

Foto: Picture Alliance, Chrom Orange, Ohde.

Foto: Picture Alliance, Chrom Orange, Ohde.

Iniciam negociações para terceiro resgate à Grécia


Iniciaram oficialmente nesta terça-feira (28/07) as negociações entre a Grécia e seus credores internacionais para a viabilização de um terceiro resgate, estimado em até 86 bilhões de euros em três anos. Doze técnicos da Comissão Europeia (CE), Banco Central Europeu (BCE), Mecanismo de Estabilização Europeu (MEE) e do Fundo Monetário Internacional (FMI) visitaram a Secretaria-Geral da Contabilidade para das início à primeira etapa das negociações. Dados das finanças públicas do último mês serão recolhidos para que os impactos causados pelas restrições bancárias impostas possam ser avaliadas pelos especialistas.

Foto: Reuters, Sukree Sukplang.

Foto: Reuters / Sukree Sukplang.

O referendo grego e os erros de cálculo da UE


Segundo o analista George Friedman, a União Europeia (UE) vem errando seus cálculos ao lidar com a Grécia. Para ele, Bruxelas — que está representando somente os interesses dos credores e não da totalidade da organização — encontrou-se num beco sem saída após a realização do referendo grego que resultou na reprovação das medidas de austeridade: se o bloco ceder a Atenas, um preocupante precedente pode ser estabelecido (na visão da UE); caso não ceda, a Grécia pode deixar a união e ser um símbolo de que é possível prosperar sem aderir ao bloco. Friedman afirma que agora o futuro da UE está nas mãos da Alemanha e de seu interesse nacional em manter a área de livre comércio europeia.

Fonte: Conselho Europeu.

Foto: Conselho Europeu.

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A questão da Grécia e o problema do livre comércio


A crise da Grécia está chegando ao seu clímax: Atenas pagará ou não sua dívida com o Fundo Monetário Internacional (FMI)? Sairá da zona do euro? De acordo com o analista George Friedman, essas perguntas passam ao lado do que está verdadeiramente em questão. Para ele, o que está em cheque é o futuro do livre comércio na Europa. Friedman demonstra que as consequências do livre-cambismo não são sempre positivas e que as teorias econômicas mais usadas não levam em conta vários fatores essenciais para a decisão que a Grécia e a Alemanha terão de fazer, tais como geopolítica e desigualdade social. Para o autor, Atenas não tem como recuperar-se da crise sem medidas protecionistas — as mesmas que Berlim implementou no pós-guerra para estimular seu crescimento — , e o aumento de tarifas e subsídios internos à União Europeia é exatamente o maior temor da Alemanha, que depende de exportações para manter sua economia crescendo.

Fonte: Conselho Europeu.

Foto: Conselho Europeu.

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A zona do euro desafia a democracia


A pressão exercida sobre o novo governo grego do partido Syriza abre a discussão sobre a compatibilidade da zona do euro e a democracia. Desde o momento de sua eleição, lideranças europeias e Bruxelas frizaram que o partido de Alexis Tsipras não poderia desobedecer à troica. Desde a crise, sempre que um eleitorado demonstra insatisfação com as diretrizes da troica há uma pressão externa que exige dos governos obediência às diretrizes financeiras de Berlim, independentemente da relação do governo com seus eleitores.

Foto: Sean Gallup / Getty Images

Foto: Sean Gallup / Getty Images

Alexis Tsipras fará reformas para combater sonegação fiscal


O governo grego do socialista Alexis Tsipras vai revelar hoje um plano de reformas centrado na luta à sonegação fiscal. O plano é parte das negociações com a troika para o prolongamento do pagamento da dívida grega, que foi aceito pelos ministros de Finanças da zona do euro depois de duras negociações na última sexta-feira (20/02). A Grécia teve prolongada a ajuda financeira por mais quatro meses sob a condição de realizar o plano de reformas que será apresentado hoje.

As reformas, que visam a recuperar quase 7,5 bilhões de euros aos cofres públicos gregos, também atacarão o contrabando e taxarão grandes fortunas. O plano, entretanto, aparenta ser mais moderado que as propostas da campanha eleitoral de Tsipras, pois não ataca frontalmente a austeridade nem as privatizações que ocorrem no país.

Foto: Reuters / Alkis Konstantinidis

Foto: Reuters / Alkis Konstantinidis

Alexis Tsipras promete combater austeridade em discurso no parlamento grego


O primeiro ministro grego, Alexis Tsipras, foi ao parlamento grego para discursar sobre seu projeto de governo. Tsipras rejeitou as políticas de austeridade e criticou duramente os programas de ajuda financeira da troika. O líder grego afirmou ainda que vai combater a crise humanitária que assola o país com as medidas de austeridade, com depressão econômica e desemprego. O presidente da comissão europeia, Jean-Claude Juncker, criticou a fala de Tsipras afirmando que ele não deve presumir que os outros países da zona do euro concordarão com suas medidas.

Foto: Reuters / Alkis Konstantinidis

Foto: Reuters / Alkis Konstantinidis

Alemanha e Grécia ainda não “concordaram em discordar” sobre dívida grega


Os ministros das finanças de Alemanha e Grécia se encontraram na última quinta-feira (05/02) em Berlim. Segundo o ministro grego, Yanis Varoufakis, os dois países ainda têm muito que caminhar para chegar a uma solução para as negociações, pois nem ainda “concordaram em discordar“. Em contrapartida, o ministro alemão Wolfgang Schaeuble afirmou que as medidas do governo grego não eram exatamente o que a administração alemã gostaria que fossem.

Foto: Reuters / Fabrizio Bensch

Foto: Reuters / Fabrizio Bensch

Banco Central Europeu limita financiamento de bancos gregos


Após a visita do ministro grego de finanças Yanis Varoufakis ao presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi, esta instituição decidiu restringir o financiamento dos bancos gregos. Agora, bancos gregos não poderão mais usar títulos da dívida pública grega como garantia para tomar empréstimos junto ao BCE. O governo grego, que deseja renegociar a dívida pública avaliada em 240 bilhões de euros, reagiu com tranquilidade à decisão, afirmando que o sistema financeiro do país está protegido por outras fontes de liquidez.

Foto: picture-alliance / dpa / U. Deck

Foto: picture-alliance / dpa / U. Deck

Zona do euro deverá ter deflação em 2015


A previsão da Comissão Europeia é de que a zona do euro deve ter deflação em 2015, com queda do nível de preços de 0,1% ao longo do ano. A inflação somente deverá retornar em 2016, a taxas hoje previstas em 1,3%. A meta de inflação do Banco Central Europeu é de 2%, taxa considerada necessária para a manutenção da estabilidade econômica na região. O produto interno bruto (PIB) da zona do euro deverá ter crescimento de 1,3% neste ano.

Foto: picture-alliance / dpa

Foto: picture-alliance / dpa

Mundo precisa romper com austeridade e aumentar gasto público, afirma economista


O economista estadunidense Nouriel Roubini analisa as inovações em instrumentos de política monetária expansionista que foram introduzidas pelos principais bancos centrais do mundo após a crise de 2008. Essa iniciativa gerou uma forte crítica da parte de ultra-liberais, que veem esse intervencionismo como provocador de novas instabilidades no futuro, como o crescimento da inflação. Roubini ataca esses críticos com a situação macroeconômica dos países do centro, que é de risco de deflação. E, ainda, parte para uma discussão de teoria econômica, afirmando que a gravidade da recessão, causada por uma confluência de fatores, exigia estímulos à economia global. O autor aponta que, para ter sucesso, a política monetária expansionista deve ser acompanhada de estímulos fiscais, que não vêm ocorrendo já que a política fiscal dos países do centro tem sido de austeridade. O gasto público mais desejado, Roubini aponta, é o investimento em infraestrutura. Governos que insistam em fazer cortes de gastos correntes só adiarão os necessários gastos públicos em infraestrutura, atrasando a retomada do crescimento econômico.

Foto: Kenteegardin / Flickr

Foto: Kenteegardin / Flickr

Apoio alemão à austeridade beneficia suas elites econômicas


A Alemanha é o Estado europeu que mais marcadamente defende as políticas de austeridade dos países do sul do continente, ainda que não deseja o rompimento da zona do euro. O discurso das autoridades é de que perdoar parte da dívida grega, por exemplo, colocaria o fardo sobre as costas dos trabalhadores do resto da Europa. Daniel Altman analisa as contradições desse argumento, uma vez que, desde a implementação da zona do euro, são as elites econômicas alemãs que mais viram sua renda crescer no país. Ele mostra o mecanismo pelo qual as medidas recessionistas da ortodoxia econômica beneficiam apenas os alemães mais ricos.

Foto: John MacDougall / AFP

Foto: John MacDougall / AFP

Angela Merkel rejeita corte da dívida grega


A chanceler alemã, Angela Merkel, afirmou em entrevista a jornal que é contrária a cortes da dívida grega. Ela acha que credores já fizeram demasiados cortes sobre os débitos, rejeitando quaisquer outras concessões aos gregos. O governo grego está em ofensiva diplomática pela renegociação da dívida – o que incluiria certos cortes, no seu ponto de vista.

Foto: AP / Markus Schreiber.

Foto: AP / Markus Schreiber

A geopolítica da fragmentação europeia


No dia da publicação de seu novo livro sobre a crise na Europa, George Friedman publicou artigo em que trata dos recentes condicionantes da geopolítica do continente. O autor alerta para a fragmentação da construção europeia como reação à tese de Bruxelas de que a austeridade é a única saída para a crise. Na narrativa dos países do sul, a dívida foi imposta pelos mesmo países que posteriormente impuseram cortes orçamentários aos seus governos. A crise deve, portanto, continuar a ser um forte gerador de ceticismo quanto às zonas de livre comércio e livre trânsito de pessoas.

Em Londres, homem atento a discursos em comemoração à vitória do Syriza. Foto: David Levene / The Guardian

Em Londres, homem atento a discursos em comemoração à vitória do Syriza.
Foto: David Levene / The Guardian

Syriza vence eleições na Grécia e Alexis Tsipras é novo primeiro-ministro


O partido de esquerda Syriza, antiausteridade, obteve vitória nas eleições gerais desse domingo (25/01) na Grécia, com 36,34% dos votos. Seu líder, Alexis Tsipras, tomou posse hoje (26/01) como primeiro-ministro do país após a formalização de uma coalizão com o partido nacionalista Gregos Independentes. Tsipras já declarou o fim das políticas econômicas de austeridade e da troika, i.e. a estrutura de supervisão da economia grega constituída pela Comissão Europeia, o Banco Central Europeu e o Fundo Monetário Internacional.

Alexis Tsipras, novo premiê grego. Foto: Agência Lusa / Yannis Kolesidis.

Alexis Tsipras, novo premiê grego. Foto: Agência Lusa / Yannis Kolesidis.

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Banco Central Europeu lança pacote de estímulo de 60 bilhões de euros mensais


O Banco Central Europeu lançou um pacote de compra de bônus soberanos de países da zona do euro no valor de 60 bilhões de euros mensais até setembro de 2016. O valor é superior às estimativas do mercado e visa a tirar a zona do euro da estagnação. O lançamento do pacote, que entrará em vigor em março, marca uma mudança do foco da política monetária europeia, que antes se concentrava mais no controle da inflação que no crescimento econômico.

Foto: Reuters / Ralph Orlowski

Foto: Reuters / Ralph Orlowski

Impasse político leva Grécia a novo período de incertezas


Na Grécia, o governo não conseguiu eleger seu presidente no parlamento e, engessado por disputas partidárias, o país adentrou a fase de maior turbulência política desde o início da crise financeira com o anúncio de eleições antecipadas. A bolsa de valores do país despencou, e o Fundo Monetário Internacional (FMI) cancelou ajuda financeira até que novas eleições sejam realizadas.

Fonte: Conselho Europeu.

Foto: Conselho Europeu.

UE aciona OMC contra incentivos fiscais do Brasil à indústria


A União Europeia acionou o Brasil na Organização Mundial do Comércio na última sexta-feira. O bloco diz que país se beneficia ao aplicar altos impostos para importações e dar benefícios a produtos nacionais em setores como o automotivo e o tecnológico. O Ministro das Relações Exteriores brasileiro, Luiz Alberto Figueiredo, garante que regras são cumpridas.

Foto: Picture-alliance / dpa

Foto: Picture-alliance / dpa

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França, Itália e Banco Central Europeu se rebelam contra a austeridade alemã


França, Itália e o Banco Central Europeu estão se rebelando contra as medidas de austeridade propostas pela Alemanha, já que resultados estão bastante aquém do esperado. Até aqui, a austeridade não conseguiu trazer crescimento econômico, somente altos índices de desemprego.

Foto: Olivier Morin / Agence France-Presse / Getty Images

Foto: Olivier Morin / Agence France-Presse / Getty Images

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Juros caem a nível histórico de 0,15% na zona do euro


O Banco Central Europeu (BCE) anunciou nesta quinta-feira (05/06) a redução de sua taxa básica de juros de 0,25% para 0,15%. Para evitar deflação, BCE quer impulsionar investimentos na economia, sobretudo nos países em crise. Taxas de depósito e de empréstimo também foram cortadas.

Foto: Reuters / Alex Domanski.

Foto: Reuters / Alex Domanski.

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Lituânia aproxima-se da adoção do euro


O Banco Central Europeu e a Comissão Europeia aprovaram preliminarmente a entrada da Lituânia na zona do euro. País seria o 19º membro do bloco, e a 3ª ex-república socialista soviética.

Imagem: EPP Group.

Imagem: EPP Group.

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Com desemprego de quase 30%, Grécia “celebra” volta ao mercado internacional


Após quatro anos de ausência e de dependência de auxílio internacional, a Grécia retornou “bem-sucedida” nesta quinta-feira (10/04) aos mercados financeiros com a realização de venda de títulos públicos. Em 2014, a economia local está prevista para crescer pela primeira vez em seis anos. O surpreendente êxito animou os ânimos do país após um carro-bomba com 75 quilos de explosivos explodir na manhã desta quinta em frente ao Banco da Grécia, no centro de Atenas.

Fonte: Conselho Europeu.

Foto: Conselho Europeu.

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Banco Central Europeu corta a principal taxa de juros da zona do euro pela metade


Banco Central Europeu cortou a principal taxa de juros da zona do euro de 0,5% – que já era a menor taxa registrada até então – para 0,25%. Objetivo é estimular a economia da região tendo em vista a brusca queda da inflação, que gerou temores de que haja deflação, a qual destruiria os lucros e o nível de emprego.

Mario Draghi, chefe do BCE. Fonte: Ints Kalnins/Reuters.

Mario Draghi, chefe do BCE. Fonte: Ints Kalnins/Reuters.

European Central Bank Cuts Main Rate

The New York Times – 07/11/2013 – por Jack Ewing

In a surprise, the European Central Bank cut its benchmark interest rate to a record low Thursday, moving more quickly than expected to stimulate the euro zone economy in the face of falling inflation.

The E.C.B. cut its main rate to 0.25 percent from 0.5 percent, which was already a record low.

The central bank and its president, Mario Draghi, were reacting to a sudden drop in euro zone inflation, which fell to an annual rate of 0.7 percent in October, well below the E.C.B.’s official target of about 2 percent. The fall raised the specter of deflation — a sustained fall in prices that can destroy the profits of companies and the jobs they provide.

Many economists and political leaders will applaud the decision, which is likely to weaken the euro against the dollar and help European exporters.

European stocks were mixed on the news, with exchanges in Paris and Frankfurt initially up more than 1 percent and then falling flat, while the euro fell more than 1 percent against the dollar. A cheaper euro makes European products less expensive abroad.

But the decision also carries some risks. It could be interpreted to mean the E.C.B. is more concerned about deflation and slow euro zone growth than analysts expected, an interpretation that could undermine confidence. And the decision to cut to 0.25 percent leaves the E.C.B. with little room to maneuver if economic conditions worsen.

The decision may also be received with dismay in Germany, where concern about excessive inflation has deep roots. The E.C.B. cannot risk alienating Germany, which has the largest economy in the euro zone.

“Deflationary risks and the stronger euro seem to have motivated the E.C.B.’s move,” Carsten Brzeski, an analyst at ING Bank, said in a note to clients. “It is obvious that the E.C.B. under President Draghi has become much more proactive than under any of his predecessors.”

The E.C.B.’s prime mandate is to defend price stability, which also means intervening if inflation is too low. But most analysts expected the E.C.B. to wait until December to act, once there was more economic data available.

At a news conference, Mr. Draghi said interest rates would stay low for an extended period of time. The central bank will also keep supplying banks with cheap loans through mid-2015, he said, but he did not announce a new round of long-term, three-year loans. The euro zone is not in a period of Japan-style deflation, he said. On the contrary, price declines in some countries are welcome because they make them more competitive on international markets, he said.

“I don’t think it is similar to Japan,” Mr. Draghi said of the current situation in Europe.

Some economists have argued that falling inflation, coming after five years of recession or very slow growth, means that the euro zone faces an acute risk of deflation. While lower prices might seem like a good thing for consumers, in fact deflation is considered even more dangerous than runaway inflation.

When prices fall, consumers and businesses delay purchases because they expect goods to become even cheaper. Corporate profits decline, and companies are forced to pay their workers less. A spiral begins that is difficult to arrest.

Deflation could be particularly destructive in Europe, where governments, banks and private households are still struggling with excess debt. When companies and individuals earn less, they have trouble repaying their debts, which remain the same.

It is unclear, though, what effect the rate cut will have, given that market interest rates are already effectively less than zero. At best, the cut signals that the E.C.B. will remain true to its mission of ensuring stable prices.

The view in Germany and among some economists is that there is no threat of deflation. This group sees slowing inflation merely as a sign that wages are falling in countries like Spain and Greece, where labor costs had become too high for companies to compete in the international marketplace.

It is likely that Jens Weidmann, president of the German central bank and a member of the E.C.B. Governing Council, argued vehemently against a rate cut.

Although the euro zone emerged from recession earlier this year, recent economic indicators have sent conflicting signals about the strength of the recovery. Few economists expect a strong rebound, but some have been more pessimistic than others, warning of long-term stagnation if the E.C.B. does not do more to stimulate lending and growth.

“There has been a big hoo-ha about this very modest return to growth,” said Simon Tilford, deputy director of the Center for European Reform in London. “Clearly the risks are mounting.”

In contrast to the E.C.B.’s move, Britain’s central bank kept its benchmark interest rate unchanged on Thursday at a record low of 0.5 percent amid signs that the country’s economic recovery was gaining speed and consumer confidence improved.

In the United States, the government said the economy grew at an annual rate of 2.8 percent in the third quarter, significantly better than economists had expected and the fastest pace this year.

Fonte: http://www.nytimes.com/2013/11/08/business/international/european-central-bank-cuts-main-rate.html?ref=international-home

Presidente do Banco Central Europeu prevê recuperação da economia na segunda metade de 2013


BCE

Presidente do Banco Central Europeu prevê recuperação da economia na segunda metade de 2013

25 de janeiro de 2013 – Agência Brasil

O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, prevê “uma recuperação da economia na segunda metade de 2013”, depois de uma estabilização a um nível muito baixo na zona euro. O ano de “2012 foi um ano interessante, o do relançamento do euro”, disse hoje (25) Draghi, na cidade suíça de Davos, onde ocorre o Fórum Econômico Mundial.

Draghi destacou que o desafio estratégico para este ano na zona euro será “superar a fragmentação que ainda permanece nos mercados financeiros e de capitais, que faz com que as empresas e famílias dos países europeus tenham diferentes condições de financiamento”.

“A recuperação observada nos mercados financeiros não se estendeu, infelizmente, à economia real”, disse. (mais…)

Encontro entre credores e governo grego foi “produtivo”


Alex Domanski/Reuters

Encontro entre credores e governo grego foi “produtivo”

RFI -05/08/2012

As discussões entre as autoridades gregas e a troika formada pelo Banco Central Europeu, o FMI e a União Europeia foram “produtivas” e Atenas se comprometeu a “continuar seus esforços” para atingir os objetivos do plano de ajuste orçamentário, informou neste domingo, em comunicado, os credores do país.

“As discussões sobre a aplicação do programa foram produtivas e houve um acordo global sobre a necessidade de reforçar os esforços para atingir os objetivos do plano”, disseram os credores no documento. Os especialistas da troika, Poul Thomsen (FMI), Klaus Masuch (BCE), e Matthias Mors (UE), concluíram neste domingo, em Atenas, as discussões com os responsáveis gregos sobre um programa de economia de 11,5 bilhões de euros que a Grécia deve adotar até 2013 e 2014. (mais…)

Merkel diz que Dilma promete ajudar a refinanciar o FMI


Foto por: REUTERS/Fabian Bimmer

Merkel diz que Dilma promete ajudar a refinanciar o FMI

Correio do Brasil – 06/03/2012

A chanceler alemã, Angela Merkel, disse nesta terça-feira ter recebido garantias da presidenta Dilma Rousseff de que o Brasil participará de uma recapitalização do Fundo Monetário Internacional (FMI), o que por sua vez poderia ajudar a reforçar os fundos anticrise para a zona do euro.

As duas líderes disseram a repórteres depois de uma reunião em uma feira comercial em Hanover, na Alemanha, que discutiram as preocupações de Dilma de que uma enxurrada de dinheiro barato das nações industrializadas, incluindo as operações de liquidez do Banco Central Europeu (BCE), prejudicava países como o Brasil por levar a uma apreciação de suas moedas.

Merkel disse que tranquilizou Dilma de que essas eram apenas medidas temporárias destinadas a ajudar as reformas da zona do euro a fim de enfrentar a crise da dívida.

O Brasil tem pedido que a Europa estabilize o euro antes que o FMI possa aumentar seu próprio capital e libere mais fundos para países em dificuldades da zona do euro, como a Grécia. (mais…)

Na Alemanha, Dilma critica ‘protecionismo’ europeu com ajuda a bancos


Foto por: Reuters

Na Alemanha, Dilma critica ‘protecionismo’ europeu com ajuda a bancos

Correio do Brasil, por BBC Brasil – 05/03/2012

A presidenta Dilma Rousseff voltou a criticar no início da tarde desta segunda-feira, em Hannover, na Alemanha, a nova oferta do Banco Central Europeu (BCE) de empréstimos a juros baixos a bancos da região, alegando que ela terá o efeito de desvalorizar artificialmente a moeda comum europeia e poderá criar bolhas na economia global.

– A política monetária expansionista desses países produz um efeito extremamente nocivo, porque desvaloriza de forma artificial as moedas, afirmou Dilma. “O que o Brasil quer é mostrar que está em andamento uma forma concorrencial de proteção de mercado, que é o câmbio. Não é tarifa, é o câmbio”, disse.

A presidenta pretende levar a queixa à chanceler (primeira-ministra) da Alemanha, Angela Merkel, no encontro que as duas terão na noite desta segunda-feira após a abertura da CeBIT, a maior feira internacional de tecnologia, que tem neste ano o Brasil como país-parceiro.

Para a presidenta do Brasil, os europeus estão dispostos a ouvir a queixa. “Tenho certeza que sim. Pelo menos a chanceler declarou com muita pertinência que ela tinha consciência do fato”, afirmou Dilma, comentando as declarações feitas na sexta-feira por Merkel, que afirmou que a medida do BCE não se repetirá e que o montante liberado aos bancos será rapidamente absorvido pelo sistema financeiro e não criará excedentes.

Na semana passada, o BCE anunciou a liberação adicional de 530 bilhões de euros para os bancos europeus a juros de 1% ao ano. Em dezembro, outros 489 bilhões de euros já haviam sido oferecidos aos bancos. (mais…)

Inflação na zona do euro fica estável; desemprego atinge recorde


Inflação na zona do euro fica estável; desemprego atinge recorde

Correio do Brasil – 01/03/2012

O desemprego na zona do euro aumentou para uma nova máxima da era da unificação monetária, enquanto a inflação ficou basicamente estável no início de 2012, mostraram dados divulgados nesta quinta-feira, deixando o Banco Central Europeu (BCE) com a missão de equilibrar as demandas de uma desaceleração da economia e uma pressão apenas moderada nos preços.

Uma queda abrupta das temperaturas na Europa e a elevação dos preços do petróleo provavelmente estiveram por trás da ligeira alta nos preços ao consumidor em fevereiro, que levou a inflação da zona do euro para 2,7%, comparada a 2,6% em janeiro, mostraram dados da agência de estatísticas da União Europeia (Eurostat).

A crise econômica da zona do euro ajudou a trazer para baixo os preços de bens, alimentos e combustíveis em relação ao pico de 3% do ano passado, mas os preços do petróleo atingiram máximas recordes em euros neste mês e minaram a tendência de queda da inflação.

Isso sugere que o BCE deve deixar de lado qualquer decisão rápida para levar as taxas de juros para abaixo de 1% pela primeira vez e os economistas veem o banco em “compasso de espera”.

O banco quer manter a inflação baixa, mas próxima de 2% no médio prazo. Excluindo os preços voláteis da energia e dos alimentos, a inflação de janeiro foi de 1,9% em uma base anual, disse a Eurostat nesta quinta-feira. (mais…)

Pacto fiscal na Zona do Euro falha em restaurar confiança


Foto por: REUTERS/Tony Gentile

 Euro zone fiscal pact fails to restore confidence

Reuters / Marius Zaharia, Matthias Blamont – 12/12/2011

A European summit deal to strengthen budget discipline in the euro zone failed to restore financial market confidence on Monday, forcing the European Central Bank to step in again gingerly.

The euro fell, stocks slid and borrowing costs for Italy and Spain rose as investors weighed the outcome of last week’s summit that split the European Union, with Britain blocking treaty change and forcing euro zone countries to negotiate a fiscal accord outside the Union.

Friday’s initial market rally petered out in less than 24 trading hours due to legal uncertainty surrounding the new pact and the absence of an unlimited financial backstop for the single currency.

French President Nicolas Sarkozy said the legal basis of a new accord to enforce debt and deficit rules in the 17-nation euro area with quasi-automatic sanctions and intrusive powers to reject national budgets would be worked out before Christmas. (mais…)