bases estadunidenses

Novo acordo sobre Okinawa é firmado entre EUA e Japão


Os governos do Japão e dos Estados Unidos chegaram a um novo acordo, ainda a ser anunciado, quanto ao tratamento dos oficiais estadunidenses operando em Okinawa. A iniciativa ocorreu após o suposto envolvimento de um soldado estadunidense no assassinato de uma cidadã japonesa, seguido de uma série de protestos na ilha de Okinawa em maio e junho de 2016. Segundo a nova proposta, haverá uma revisão no acordo existente no sentido de diminuir a proteção aos funcionários dos Estados Unidos que cometam crimes em solo japonês, subdividindo os oficiais em categorias referentes às suas competências.

Aproximadamente metade dos soldados dos EUA no Japão estão na província de Okinawa Mapa: AFP.

Aproximadamente metade dos soldados dos EUA no Japão estão na província de Okinawa
Mapa: AFP.

Anúncios

Congresso dos EUA proíbe governo de fechar bases militares


O Departamento de Defesa do Estados Unidos defende a redução de bases militares para reduzir os gastos e reconfigurar a estrutura militar do país. Porém, o Congresso defende a manutenção de bases, proibindo a execução da proposta do Pentágono pelo menos até 2017. A última rodada de reconfiguração e fechamento de estruturas militares se deu em 2005.

09192014_pentagon_mini

Foto: Reuters / The Fiscal Times.

Governador de Okinawa congela construção de base militar dos EUA


Na última terça-feira (13/10), o governador de Okinawa congelou a construção de uma base aérea dos Estados Unidos no estado japonês. A nova instalação militar, que serviria para a realocação de uma base já existente, encontra forte resistência popular, porém é apoiada pelo governo de Shinzo Abe, que apelará judicialmente da decisão. Okinawa abriga cerca de 25 mil militares dos EUA, mais da metade do total em território japonês.

Protesto contra instalações militares dos EUA em Okinawa. Foto: Koji Harada / Kyodo News / AP.

EUA voltarão a enviar forças militares ao Bahrein


Em declaração do seu Departamento de Estado, os Estados Unidos anunciaram que voltarão a enviar suporte militar ao Bahrein, país que recebeu bases militares da marinha e da força aérea estadunidense para as missões da coalizão contra o “Estado Islâmico”. De acordo com o porta-voz John Kirby, a principal justificativa para a retomada do auxílio seriam os avanços do país em questões relacionadas aos direitos humanos.

Foto: BBC, AP

Foto: BBC / AP.

EUA pode instalar novas bases militares no Iraque


O Departamento de Defesa dos Estados Unidos admitiu nesta quarta-feira (11/06) que pode vir a instalar novas bases militares no Iraque para combater o grupo extremista “Estado Islâmico”. O porta-voz do Pentágono, coronel Steve Warren, disse que a nova base em Al Taqadoum, na província iraquiana de Anbar, anunciada na terça-feira (09/06), pode ser a primeira de outras bases estadunidenses em solo iraquiano.

Foto: John Moore / Getty Images.

(mais…)

Guantánamo na estratégia dos EUA para o Caribe


Sim Tack analisa a importância da base militar de Guantánamo para a estratégia estadunidense no Caribe no momento que o restabelecimento das relações com Cuba dão origem ao pedido do país caribenho para que o território ocupado pelos Estados Unidos seja devolvido a Havana. Fazendo uma instrutiva narrativa histórica sobre a relação da superpotência com o arquipélago caribenho, Tack mostra como o papel de Guantánamo na estratégia estadunidense evoluiu. Segundo ele, a relevância de bases como essa na América Latina se reduziu muito. Guantánamo ganhou sobrevida após os ataques de 11 de setembro, quando tornou-se uma prisão. Hoje, a carceragem é questionada por violações de direitos humanos e a não garantia de direitos jurídico fundamentais aos presos que ali estão. Barack Obama declarou em seu último discurso do Estado da União sua intenção de fechar a presídio.

Foto: Portal Vermelho

Foto: Portal Vermelho

(mais…)