Benjamin Netanyahu

Israel aprova construção de novos assentamentos na Cisjordânia


O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e o Ministro da Defesa, Avigdor Liebermann, aprovaram a construção de 560 novos assentamentos na Cisjordânia — movimento atualmente considerado ilegal pelo direito internacional. Além disso, o governo aprovou a construção de 600 unidades de habitação para palestinos na região de Jerusalém Oriental. Segundo oficiais do governo, os novos assentamentos fazem parte de um projeto estratégico para minimizar as tensões internas após o anúncio da construção das habitações palestinas, ao mesmo tempo em que serve como retaliação aos recentes atentados contra judeus na Cisjordânia.

Foto: Barcroft Media.

Foto: Barcroft Media.

Ministro da Defesa de Israel renuncia e alerta sobre “extremistas e elementos perigosos” no governo


Na última sexta-feira (20/05), o ministro da Defesa de Israel, Moshe Yaalon, renunciou, afirmando que “extremistas e elementos perigosos” estão tomando conta do país. Uma das razões da renúncia seria o fato do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, ter oferecido o cargo de Yaalon para Avigdor Lieberman. Lieberman, sem experiência militar, é considerado de extrema-direita e tem um histórico de discursos contra a Palestina, o Egito e minorias árabes. A troca de ministros serviria para aumentar a coalizão do governo de Netanyahu.

Moshe Yaalon (E) Foto: Eden Moladavski/Ministry of Defense

Netanyahu confirma encontro com Donald Trump


O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, confirmou na quarta-feira (09/12) que se encontrará com Donald Trump, pré-candidato a presidente dos Estados Unidos pelo Partido Republicano. Encontro se dará mesmo com declarações polêmicas de Trump sobre a imigração de muçulmanos para os EUA. O candidato republicano deve visitar Israel no final de dezembro.

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Foto: Ronen Zvulun / Reuters.

Juiz da Espanha emite mandado de prisão para Netanyahu


Um juiz da Espanha emitiu um mandado de prisão para o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e para outros antigos e atuais membros do governo. A justificativa é o ataque ocorrido em 2010 aos navios de ajuda humanitária, a Freedom Flotilla, que tentava furar o bloqueio israelense e atingir a Faixa de Gaza. 10 ativistas morreram na ocasião.

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Netanyahu. Foto: AP.

Rússia e Israel anunciam coordenação de ações na Síria


Em encontro em Moscou, nesta segunda-feira (21/09), o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, chegou a um acordo com o presidente russo, Vladimir Putin, para estabelecer um mecanismo para evitar desentendimentos entre as Forças de Defesa de Israel e tropas russas. Israel teme que armas enviadas pela Rússia para ajudar o regime de Bashar al-Assad caiam nas mãos do Hezbollah. Já Moscou, afirmou entender a preocupação, mas afirma que envios são necessários para combater o “Estado Islâmico” e que não há o que temer do Hezbollah.

Benjamin Netanyahu e Vladimir Putin. Foto: Reuters / RIA Novosti/ M. Klimentyev.

Oficiais de Defesa dos EUA e Israel encontram-se após anúncio de acordo com Irã


O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Ashton Carter, e o ministro da Defesa israelense, Moshe Ya’alon, encontraram-se pela primeira vez na última segunda-feira (20/07) após o anúncio do acordo sobre o programa nuclear iraniano. A visita, agendada antes do anúncio das reuniões que culminaram com o acordo, ocorreu mesmo apesar das tensões causadas pela posição do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu’s, que se declarou contrário ao acordo. O Pentágono descreveu a visita como uma continuação da parceria entre os países na busca por soluções aos desafios impostos para a prevenção de ataques terroristas.

Foto: AFP, Pool, Carolyn Kaster.

Foto: AFP / Carolyn Kaster.

Netanyahu lamenta acordo com o Irã


Após o fim das negociações que culminaram com o acordo nuclear com o Irã, o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu disse nesta terça-feira (14/07) que lamenta as concessões feitas pelos P5+1 (EUA, Reino Unido, França, Alemanha, Rússia e China) a Teerã. Na sua visão, elas podem significar uma real ameaça à sobrevivência de Israel. A vice-ministra de Relações Exteriores, Tzipi Hotovely, e o ministro da Imigração, Zeev Elkin, ambos membros do partido governista Likud, também demonstraram abertamente suas preocupações com a reaproximação do ocidente com o Irã.

Foto: Barcroft Media

Foto: Barcroft Media.

Forças armadas de Israel dizem que Irã não é a maior ameaça


De acordo com relatório das Forças de Defesa de Israel (IDF, sigla em inglês), o Irã não está no rol de maiores ameaças ao Estado israelense. No topo da lista encontram-se o Hezbollah, o Hamas, a Al Qaeda e o “Estado Islâmico”, os quais podem vir a atacar Israel em breve, segundo as IDF. Dessa forma, o relatório contradiz as lideranças civis do governo israelense, encabeçado por Benjamin Netanyahu, o qual afirma que o Irã com capacidades nucleares seria o maior perigo a Israel. Em contraste, as IDF creem que um acordo sobre o programa nuclear iraniano poderia aumentar o espaço de manobra israelense e, portanto, seria desejável.

Foto: YNews / Getty Images.

 

Em Israel, Likud acerta coalizão com partido de extrema direita


Likud, partido do premiê Benjamin Netanyahu, vencedor das eleições gerais em Israel, e o partido de extrema direita Bayit Yehudi, “Partido do Lar Judaico” (tradução livre), assinaram nas últimas horas do prazo final, na última quinta-feira (07/05), um acordo de coalizão para a formação do próximo governo de Israel. Este prevê a entrega do Ministério da Justiça para o Bayit Yehudi, em uma decisão altamente polêmica.

Foto: Tomer Appelbaum/Haaretz

Foto: Tomer Appelbaum / Haaretz.

As eleições em Israel e a colisão entre Obama e Netanyahu


Willian Moraes Roberto, pesquisador do NERINT e graduando em Relações Internacionais na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

Marcelo de Mello Kanter, Diretor-Geral do ISAPE, mestrando em Estudos Estratégicos Internacionais na UFRGS. Bacharel em Relações Internacionais pela UFRGS

Com a proximidade das eleições israelenses marcadas para 17 de março, o distanciamento entre os aliados tradicionais, Israel e Estados Unidos, tem se tornado mais evidente. Isso se reforça, sobretudo, após os sinais que apontam para um apoio de Obama ao bloco de oposição em Israel, o qual busca impedir a reeleição do Primeiro Ministro Netanyahu, líder do Likud. Numa eleição acirrada, esse respaldo pode ter efeito decisivo, alterando o contexto político de Israel e afetando o Oriente Médio como um todo. Este artigo busca apresentar as causas desta relação fria entre Netanyahu e Obama e o panorama da eleição israelense a fim de esclarecer as possíveis consequências dessa ligação. Argumenta-se que desde a chegada de Obama à Casa Branca, o presidente dos EUA divergiu com Israel em sua política externa para a Palestina e para o Irã, tendo de abrir mão de diversos objetivos por ele traçados em sua campanha. Desta forma, Obama demonstraria interesse que outro braço político governasse Israel na tentativa de alinhar as ambições entre os dois países aliados.

Barack Obama e Benjamin Netanyahu. Foto: AP / Pablo Martinez Monsivais.

Barack Obama e Benjamin Netanyahu. Foto: AP / Pablo Martinez Monsivais.

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Em oposição a Netanyahu, EUA e Irã se aproximam e acordo nuclear está próximo


O discurso emocionado do primeiro ministro Benjamin Netanyahu no Congresso dos EUA não atingiu nenhum dos objetivos do líder isralense. Internamente, a oposição ganhou força nas pesquisas eleitorais, com 90% dos eleitores afirmando que o discurso falhou em convencê-los a mudar de voto. No plano geopolítico, Netanyahu provocou uma aproximação entre os negociadores dos EUA e do Irã em torno do acordo nuclear iraniano, que nunca esteve tão próximo de ser assinado. Os dois países rejeitam a postura agressiva preconizada por Netanyahu para as negociações. O ministro das relações exteriores iraniano, Mohammad Javad Zarif, reafirmou que o país tem interesse em ser transparente quanto ao seu programa nuclear.

Foto: UPI / Landov / Barcroft Media

Foto: UPI / Landov / Barcroft Media

Obama afirma que discurso de Netanyahu não tem nada de novo


Barack Obama acredita que Benjamin Netanyahu não ofereceu nenhuma alternativa viável para a solução da questão nuclear iraniana. O polêmico discurso de Netanyahu rejeitou o acordo que a administração de Obama tenta levar a cabo, afirmando que só contribuiria para que o país desenvolvesse capacidades nucleares. Netanyahu também recebeu críticas de opositores em Israel e de líderes iranianos.

Foto: Reuters / K. Lamarque

Foto: Reuters / K. Lamarque

Netanyahu e a geopolítica dos discursos


George Friedman, principal analista da empresa estadunidense de inteligência Stratfor, analiza a geopolítica dos discursos a partir da visita do primeiro ministro israelenese Benjamin Netanyahu ao Congresso dos Estados Unidos na terça-feira (03/03). A ida de Netanyahu a Washington causou grande polêmica por ter sido convidado pelo presidente da Câmara dos Representantes, John Boehner, sem o consentimento da Casa Branca. A administração de Barack Obama argumentou que, uma vez que as eleições gerais israleneses ocorrem em duas semanas, a visita de Netanyahu poderia prejudicar as relações entre EUA e Israel. Friedman possui outro ponto de vista: as relações entre os países já vêm passando por dificuldades, não seriam deterioradas pelo discurso do chefe de governo israelense.

O primeiro ministro israelense, Benjamin Netanyahu, chega para discursar no Congresso dos EUA. Foto: Chip Somodevilla / Getty Images

O primeiro ministro israelense, Benjamin Netanyahu, chega para discursar no Congresso dos EUA. Foto: Chip Somodevilla / Getty Images

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Eleições em Israel: coalizão árabe-judaica deve ganhar espaço


Pesquisas de intenções de voto mostram que coalizão árabe-judaica deve ganhar espaço no Knesset, o parlamento do Estado de Israel. Segundo as enquetes mais recentes, a coalizão do partido árabe-judeu Hadash e três partidos árabes, Balad, Ta’al e United Arab List, devem conseguir 14 cadeiras dum total de 120. A liderança do parlamento está tecnicamente empatada entre o Likud, do primeiro ministro Bejamin Netanyahu, e o Campo Sionista, do líder da oposição Isaac Herzog. As eleições serão realizadas no dia 17 de março.

Knesset, o parlamento do Estado de Israel. Foto: Wikimedia Commons

Knesset, o parlamento do Estado de Israel.
Foto: Wikimedia Commons

Obama quer troca de governo em Israel


Insatisfeito com a visita que o primeiro ministro israelense Benjamin Netanyahu realizará ao Congresso dos Estados Unidos, Barack Obama pode estar articulando sua derrota nas eleições israelenses de março. No âmbito do discurso estadunidense, o intervencionismo na política israelense está fora de cogitação. Entretanto, a atitude de Obama em negar encontrar-se com Netanyahu pode convencer a opinião pública israelense de que seu líder é ruim para as relações com os Estados Unidos. Por outro lado, oficiais do governo dos EUA vão encontrar-se com o principal líder da oposição israelense e candidato às eleições, Isaac Herzog.

Foto: Heidi Levine-Pool / Getty Images

Foto: Heidi Levine-Pool / Getty Images

Obama e Netanyahu divergem sobre fala do líder israelense no Congresso dos EUA


Benjamin Netanyahu pretende fazer um discurso no Congresso dos Estados Unidos duas semanas antes das eleições internas israelenses, o que gerou críticas de Barack Obama. Segundo este, o discurso de Netanyahu pode contaminar as relações entre os países com as disputas de política interna de Israel. Assim, Obama recusou encontar-se com Netanyahu quando este estará em território estadunidense,

Foto: Stephen Crowley / The New York Times

Foto: Stephen Crowley / The New York Times

Hezbollah ataca comboio do exército israelense


Dois soldados israelenses morreram e sete ficaram feridos devido a um ataque do Hezbollah na fronteira com o Líbano. O ministro das relações exteriores israelense, Avigdor Lieberman, defendeu que o exército israelense deveria responder de “maneira vigorosa e desproporcional”. Israel já retaliou com tiros de artilharia no sul do Líbano, matando um soldado espanhol da missão de paz da ONU na região. Há duas semanas, Israel atacou e matou vários membros do Hezbollah em território sírio.

Foto: Reuters / Maruf Khatib

Foto: Reuters / Maruf Khatib

Hamas e Hezbollah condenam atentado terrorista em Paris


O grupo islamista palestino Hamas e o libanês Hezbollah condenaram o atentado terrorista à revista Charlie Hebdo em Paris ocorrido na semana passada. Segundo eles, essas atitudes são mais nocivas ao Islã do que as charges que fazem piada com Maomé. Tais declarações foram feitas após o primeiro ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, ter associado os dois grupos a movimentos jihadistas e terroristas, tais como o “Estado Islâmico”.

Foto: Regis Duvignau / Reuters.

Foto: Regis Duvignau / Reuters.

Parlamento europeu apoia Estado Palestino “por princípio”


A quarta-feira (17/12) foi um dia agitado para as relações entre Israel e a Europa. Em uma votação esmagadora de 498 votos a favor e 88 contra, o Parlamento Europeu aprovou hoje uma moção de compromisso em apoio ao Estado Palestino. Essa vitória palestina coroou uma série de votações simbólicas que ocorreram nos parlamentos nacionais europeus neste ano, principalmente na Suécia e no Reino Unido.

Mas não foi isso. No mesmo dia, os 196 países signatários da Quarta Convenção de Geneva foram chamados a uma conferência na Suíça para debater os direitos humanos dos palestinos que vivem em territórios ocupados por Israel. Como resposta, o país boicotou a conferência, juntamente com Estados Unidos, Canadá e Austrália. A principal crítica a Israel na convenção envolveu a construção de colônias, que seria uma violação da Quarta Convenção de Genebra no que se refere às responsabilidades da potência ocupante. A complexa aplicação do Direito Internacional Humanitário já foi assunto de um Isape Debate, em sua sexta edição.

Mas o fato mais polêmico do dia foi provavelmente a remoção do Hamas da lista de organizações terroristas pela Corte Geral da União Europeia. O grupo entrou com pedido de revisão da sua inclusão na lista, o que foi aceito pela Corte mas cuja implementação ocorrerá somente dentro de três meses. Nesse período, qualquer um dos 28 estados membros da União Europeia poderão entrar com recurso contra a decisão. Os ativos vinculados ao Hamas em território europeu permanecem congelados até a implementação da decisão. O primeiro ministro israelense, Benjamin Netanyahu condenou a decisão judicial europeia. O Hamas considerou a decisão uma “vitória para os direitos humanos do povo palestino”.

Com novas eleições, Netanyahu tenta formar governo ainda mais à direita em Israel


Pleito antecipado convocado pelo primeiro ministro antecipado Benjamin Netanyahu já foi marcado para março de 2015. Pesquisas dão força à estratégia de premiê, sugerindo crescimento da extrema direita.

Foto: Gali Tibbon / Agence France-Presse / Getty Images

Foto: Gali Tibbon / Agence France-Presse / Getty Images

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Netanyahu demite ministros e convoca eleições antecipadas em Israel


Após divergências com centristas em sua coalizão, o primeiro ministro israelense Benjamin Netanyahu demitiu os ministros das Finanças e da Justiça. Eles haviam atacado políticas do governo. Netanyahu também convocou eleições parlamentares antecipadas.

Foto: Gali Tibbon / Agence France-Presse / Getty Images

Foto: Gali Tibbon / Agence France-Presse / Getty Images

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Governo de Israel aprova lei que define o país como Estado do povo judeu


Uma lei controversa que define Israel como Estado do povo judeu foi aprovada pelo governo do primeiro ministro Benjamin Netanyahu. Opositores afirmam que nova lei pode reservar “direitos nacionais” a judeus e não a minorias que formam 20% da população do país. Netanyahu argumentou que a legislação é necessária pois a noção de Israel como pátria dos judeus estaria sendo desafiada.

O primeiro ministro israelense, Binyamin Netanyahu, argumentou que a legislação é necessária pois a noção de Israel como pátria dos judeus estaria sendo desafiada Foto: Barcroft Media

Foto: Barcroft Media

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Israel autoriza demolições de casas de palestinos após ataque em Jerusalém


Em represália pela morte de cinco israelenses, autoridades destruíram a casa do autor de um atentado em outubro. A medida é criticada por ONGs de direitos humanos. Presidente Abbas condenou os ataques contra israelenses.

Foto: Reuters / A. Awad

Foto: Reuters / A. Awad

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Alemanha: mediadora no Oriente Médio


Lauren Harrison reconta o papel de mediação exercido pela Alemanha às escuras para os conflitos no Oriente Médio. Por exemplo, o serviço de inteligência alemão muitas vezes serviu de interlocutor entre Israel e o Hamas embora poucas pessoas saibam.

Angela Merkel e Benjamin Netanyahu. Foto: Baz Ratner / Reuters.

Angela Merkel e Benjamin Netanyahu. Foto: Baz Ratner / Reuters.

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Israel avança plano de construção de 500 casas para colonos em Jerusalém Oriental


Um comitê do governo israelense avançou hoje o plano de construção de 500 casas para colonos em Jerusalém Oriental, apesar dos protestos dos Estados Unidos. Autoridades palestinas veem a construção das casas como um entrave ao processo de paz baseado na fundação e reconhecimento do Estado palestino.

Foto: Ronen Zvulun / Reuters

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A política dos assentamentos israelenses na Palestina


No final de agosto deste ano, o governo israelense apropriou-se de mais terras palestinas para a construção de assentamentos visando à fundação de uma nova cidade, Givaot. Política interna no país é o principal motivo que leva Netanyahu a tomar essa atitude pouco tempo após o cessar-fogo com o Hamas.

Mapa: The Economist.

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Israel e Hamas anunciam cessar-fogo permanente em Gaza


Israel e Hamas concordaram na última terça-feira (26/08), após reuniões no Egito, com um cessar-fogo permanente. Informação foi confirmada pelo presidente da ANP, Mahmoud Abbas, e pelo governo israelense. Membros do gabinete de Netanyahu criticaram decisão

Foto: Efe.

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Gaza e as negociações com o Irã


Dalia Dassa Kaye argumenta que a recente crise na Faixa de Gaza torna cada vez mais improvável um acordo com o Irã acerca de seu programa nuclear. Mesmo que tanto Teerã quanto Washington tenham interesses em firmá-lo, a tensão e instabilidade regionais põem em risco o processo de negociação.

Foto: Luke MacGregor /  Reuters.

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Israel reitera que conflito na Faixa de Gaza será prolongado


O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse nesta segunda (28) que a guerra na Faixa de Gaza será prolongada, frustrando as expectativas de um fim rápido do conflito.

Uma unidade de artilharia móvel israelense dispara contra a Faixa de Gaza nesta segunda-feira. 28/07/2014  Foto: Reuters/Baz Ratner

Uma unidade de artilharia móvel israelense dispara contra a Faixa de Gaza nesta segunda-feira. 28/07/2014
Foto: Reuters/Baz Ratner


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