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EUA volta a bombardear a Líbia


Nesta segunda-feira (01/08), os Estados Unidos voltaram a bombardear o território da Líbia visando regiões sob controle do “Estado Islâmico”. Segundo informações do Pentágono, os bombardeios estão sendo realizados na cidade de Sirte a pedido do Governo de Coalizão Nacional líbio. Os ataques devem durar alguns dias e, segundo fontes, há forças especiais dos EUA em prontidão no Mediterrâneo.

Mapa: BBC.

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Sucesso da Rússia na Síria afeta negociações de paz


O ataques aéreos russos em apoio às forças do governo na Guerra Civil da Síria podem afetar as negociações de paz ao dificultar a posição de rebeldes e do Ocidente, segundo artigo de Liz Sly publicado no Washington Post (19/01). A intervenção da Rússia contra os rebeldes vem dando grandes vitórias para o regime de Bashar al-Assad, que agora possui vantagens nas negociações para finalizar o conflito. Esse fato muda a conjuntura em que os planos anteriores foram feitos, diminuindo a chance de concessões por parte do governo.

Foto: Khalil Ashawi / Reuters.

Reino Unido inicia ataques contra EI na Síria


Poucas horas após o Parlamento aprovar a intervenção armada na Síria, a aviões do Reino Unido iniciaram ataques nesta quinta-feira (03/12) contra o grupo “Estado Islâmico” em território sírio. Missões partiram de base aérea no Chipre, que já era utilizada por Londres para atingir alvos do EI no Iraque.

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Foto: BBC.

Rússia ataca centenas de caminhões-tanque do EI


Na última semana, ataques aéreos da Rússia destruiram mais de 1.000 caminhões tanque com petróleo cru do grupo “Estado Islâmico” (EI) na Síria, segundo a agência de notícias síria SANA (23/11). Os ataques aconteceram na província de al-Raqqa, capital de facto do EI e também acertaram uma refinaria. A venda de petróleo é uma das principais fontes de receitas do grupo extremista.

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Foto: Russia Insider.

O atentado terrorista na França e suas repercussões


Na noite de sexta-feira (13/11), atentados terroristas ocorreram em sete diferentes pontos de Paris, capital da França, deixando cerca de 130 pessoas mortas e muitos feridos. O “Estado Islâmico” (EI) reivindicou autoria pelos ataques e lançou comunicados afirmando que coordenarão mais atentados no Ocidente no futuro próximo. O presidente François Hollande, que se encontrava no Stade de France para a partida de futebol entre França e Alemanha, foi evacuado imediatamente após a explosão que se deu nos arredores do estádio, e reuniu-se na unidade de crise do Ministério do Interior para discutir a situação. Em discurso, o presidente declarou estado de emergência em todo o território francês e o fechamento das fronteiras, além de luto por três dias. No domingo (15/11), a França realizou, com apoio dos EUA, novos ataques aéreos contra o EI, na Síria, em represália. Hoje, segunda-feira (16/11), Hollande propôs extensão por três meses do estado de emergência e também afirmou que deseja que o Congresso realize mudanças na Constituição Francesa para aumentar a segurança do país e a prevenção contra o terrorismo. Tais mudanças incluiriam a perda de cidadania francesa a pessoas com dupla cidadania acusadas de envolvimento com terrorismo e a proibição de entrada no país de pessoas com dupla cidadania suspeitas de apresentarem “risco terrorista”.

Foto: AP / Peter Dejong.

Arábia Saudita bombardeia MSF no Iêmen


Nesta terça-feira (27/10), um hospital da ONG Médicos Sem Fronteiras (MSF) no Iêmen foi alvo de um bombardeio por parte da Força Aérea da Arábia Saudita. Segundo a própria organização, médicos e pacientes encontravam-se nas instalações alvejadas. É o segundo hospital da MSF atingido por ataques aéreos em outubro.

Foto: AP / Hani Mohammed.

EUA e Rússia firmam acordo sobre uso do espaço aéreo sírio


A Rússia e os Estados Unidos assinaram, nesta terça-feira (20/10), um acordo regulamentando a atuação das duas Forças Aéreas na Síria. O principal objetivo é evitar incidentes entre aviões de ambos, que vêm realizando bombardeios sobre o território do país. Também faz parte do trato o “apoio mútuo em situações críticas”, além da comunicação permanente entre oficiais russos e estadunidenses.

Foto: Sputnik / Dmitriy Vinogradov.

Canadá comunica aos EUA que não participará mais de bombardeios ao “Estado Islâmico”


O recém-eleito primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, comunicou, nesta quarta-feira (21/10), ao Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que o Canadá não participará mais das campanhas de bombardeios ao grupo “Estado Islâmico” na Síria e no Iraque. O líder canadense não detalhou quando a participação na coligação internacional vai acabar. O Canadá participa com seis caças dos ataques aéreos liderados pelos EUA.

Foto: Reuters/Chris Wattie

Coalizão governamental e milícias do Iraque querem intervenção russa no país


A coalizão atualmente no poder do Iraque juntamente com as milícias xiitas pediram ao Primeiro-Ministro Haider al-Abadi requisitar bombardeios russos contra o “Estado Islâmico” no país. Ambos os grupos demonstraram frustração com a atuação de Washington na região. Abadi agora se encontra em posição delicada visto a necessidade de responder aos pedidos internos mas também manter a aliança estratégica com os Estados Unidos.

Foto: Reuters / Ahmad Mousa.

Bombas de precisão russas na Síria?


Em artigo publicado na revista Foreign Policy (14/10),  Paul Macleary afirma que, ao contrário do que é divulgado por mídias russas, as bombas utilizadas nos bombardeios realizados pela Rússia na Síria não são em sua maioria armas de precisão, e, quando o são, não possuem a qualidade noticiada. Os principais motivos disto seriam os altos custos e a redução de críticas sobre mortes de civis no país. Também seria para dar a impressão de que o aparato militar russo é equiparável em poder e tecnologia ao dos Estados Unidos.

Foto: Vyacheslav Oseledko / AFP / Getty Images.

Assad vai a Moscou encontrar-se com Putin


O presidente da Síria Bashar al-Assad foi a Moscou nesta terça-feira (20/10) em visita surpresa ao presidente russo Vladimir Putin para discutir uma estratégia conjunta quanto ao conflito no país. Essa foi a primeira viagem internacional de Assad desde o início da guerra na Síria em 2011. Ambos os presidentes reforçaram a importância do combate ao terrorismo na Síria e na região. Putin também teria destacado que a situação militar e a política estão conectadas e que uma solução pacífica só será possível quando os grupos terroristas forem contidos. Logo após a reunião, o presidente russo entrou em contato com o da Turquia para esclarecer o que fora discutido com Assad.

Russian President Vladimir Putin (R) shakes hands with his Syrian counterpart Bashar al-Assad (L) during their meeting at the Kremlin in Moscow on October 20, 2015. Syria's embattled President Bashar al-Assad made a surprise visit to Moscow on October 20 for talks with Russian President Vladimir Putin, his first foreign trip since the conflict erupted in 2011.  AFP PHOTO / RIA NOVOSTI / KREMLIN POOL / ALEXEY DRUZHININ        (Photo credit should read ALEXEY DRUZHININ/AFP/Getty Images)

Assad e Putin. Foto: Alexey Druzhinin / AFP / Getty Images.

EUA e Rússia retomam diálogo sobre segurança aérea na Síria


Os Estados Unidos e a Rússia anunciaram no último sábado (10/10) a retomada de conversas sobre a segurança aérea na Síria, a fim de evitar encontros e conflitos dos caças de ambos países que bombardeiam o território. O diálogo deve tratar principalmente da distância mínima entre os aviões e estabelecer uma linguagem e frequência para comunicações.

Imagem: BBC

Bombardeios no Iêmen atingem festas de casamento


Bombardeios realizados na semana passada pela coalizão de países árabes liderada pela Arábia Saudita atingiu uma casa onde acontecia uma festa de casamento, em cidade perto da capital, deixando 23 civis mortos. Em menos de uma semana, esse foi o segundo ataque que acabou por atingir um casamento no país, o que inflou as críticas com relação às ações militares da coalizão.

Foto: Pakistan Today.

Anistia Internacional condena bombardeio de civis no Iêmen


Na semana passada, a Anistia Internacional lançou um relatório condenando fortemente os bombardeios realizados pela coalizão árabe no Iêmen, que estariam tornando necessária a evacuação de cidades e até mesmo de regiões inteiras no país. De acordo com a organização não governamental, esse tipo de situação demonstra uma total ausência de distinção entre alvos civis e militares por parte dos agressores, o que traz à tona uma importante discussão sobre direitos humanos no conflito. O relatório é o resultado de treze investigações de campo de bombardeios realizadas na cidade de Sa’da desde março deste ano.

Foto: Times of Israel / YouTube.

Novas tensões entre Israel e Palestina


Na última segunda-feira (05/10), um adolescente palestino morreu em ofensiva israelense na Cisjordânia. Outro jovem já havia morrido no domingo em situação similar. Além disso, Israel bombardeou posições do Hamas na Faixa de Gaza após o lançamento de dois misséis. Os palestinos acusam Israel de aumentar as tensões na região.

Foto: EFE.

ONG Médicos Sem Fronteiras pede investigação sem precedentes contra os EUA


A organização não governamental Médicos Sem Fronteiras, que teve um de seus hospitais no Afeganistão atingidos por um bombardeio estadunidense, pediu uma investigação sem precedentes para o que chamou de “crime de guerra”. A ONG já enviou cartas para diversos países pedindo o apoio para responsabilizar os Estados Unidos sob a Convenção de Genebra.

Foto: Ton Koene / MSF.

O intervencionismo da França na Síria


Em artigo, M. K. Bhadrakumar critica a intervenção francesa na Síria, a qual viola a soberania do país e agrava ainda mais a crise na região. O autor ainda discute a política dos Estados Unidos de aprovação dos ataques franceses em solo sírio mas denunciar os bombardeios que a Rússia vem realizando, esses com aprovação do governo do país.

François Hollande. Foto: Reuters.

Bombardeio dos EUA atinge hospital dos MSF no Afeganistão


Após hospital da organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) ser atingido em Kunduz no Afeganistão, os Estados Unidos reconheceram neste sábado (03/10) que podem ter causado “danos colaterais” e que foi aberta uma investigação. De acordo com a ONG MSF, pelo menos nove dos dezesseis mortos são membros da organização humanitária, assim como 19 dos 37 feridos. A entidade ainda afirma que tanto Cabul quanto Washington sabiam da localização do hospital.

Foto: picture-alliance / AP Photo / Médicins Sans Frontiéres.

Rússia bombardeia cidade reduto do “Estado Islâmico”


A Rússia anunciou na sexta-feira (02/10) que seus caças bombardearam a cidade síria de Raqqa, reduto do grupo extremista “Estado Islâmico” (EI) no nordeste do país. Alvos foram centro de treinamento e um posto de comando camuflado. Segundo o Observatório Sírio dos Direitos Humanos pelo menos 12 combatentes do EI morreram nos ataques.

Mapa: MailOnline

Rússia ataca rebeldes na Síria


No segundo dia (01/10) de bombardeios por parte de aviões da Rússia na Síria, o Kremlin afirmou que alvos não se resumem ao “Estado Islâmico”, mas também outros grupos terroristas, não nomeados. Oficiais dos Estados Unidos ainda afirmaram que Moscou mirou nos rebeldes apoiados pela CIA, sustentando a ideia de que missões seriam para apoiar o regime de Bashar al-Assad.

Foto: RIA Novosti / Vladimir Astapkovich.

Foto: RIA Novosti / Vladimir Astapkovich.

Rússia inicia bombardeios sobre território sírio


A Rússia iniciou nesta quarta-feira (30/09) bombardeios sobre a Síria, no mesmo dia em que o Parlamento russo permitiu a atuação de suas forças no combate ao terrorismo em território sírio. A ajuda militar foi requisitada pelo governo de Bashar al-Assad para combater grupos terroristas como o “Estado Islâmico” e a Al-Nusra. Moscou ainda garantiu que não colocará suas forças para lutar em terra.

Foto: picture-alliance / dpa / A. Desinov.

Austrália começa a bombardear território sírio


Na quarta-feira (16/09), anunciou-se que aviões australianos que participam da coalizão internacional na luta contra o “Estado Islâmico” realizaram o seu primeiro bombardeio em território sírio. A Austrália atendeu aos pedidos dos Estados Unidos, estendendo sua área de atuação que até então se resumia ao Iraque. A França também anunciou que realizará bombardeios na Síria nas próximas semanas.

Foto: Commonwealth of Australia, Department of Defence.

Foto: Commonwealth of Australia / Department of Defence.

Premiê diz que França pode atacar Síria para conter fluxo de refugiados


O premiê da França, Manuel Valls, afirmou que seu país pode vir a atacar a Síria para conter o fluxo de refugiados para a Europa. Segundo ele, a queda de Assad e o fim do “Estado Islâmico” seriam a solução para a atual crise de refugiados na União Europeia. No início dessa semana, o presidente da França, François Hollande, ordenou a realização de voos de reconhecimento sobre o território sírio para estudar bombardeios aéreos.

Manuel Valls. Foto: Reuters / Regis Duvignau

Manuel Valls. Foto: Reuters / Regis Duvignau

EUA pede ajuda à Austrália em luta contra o “Estado Islâmico”


Os Estados Unidos realizaram um pedido formal apresentado na quinta-feira (20/08) para que a Austrália aumente sua contribuição militar aérea na luta contra o “Estado Islâmico” na Síria, para incluir a possibilidade de bombardeios. O aumento da força militar australiana incluiria a expansão da cobertura aérea, da coleta de informação e do apoio aos aviões de combate, de acordo com o jornal The Australian. Atualmente a força aérea australiana participa das operações na Síria, abastecendo as aeronaves estadunidenses que realizam os bombardeios.

Foto: Commonwealth of Australia, Department of Defence.

Foto: Departamento de Defesa da Austrália.

EUA defenderá rebeldes sírios de ataques do governo de Assad


Neste domingo (02/08), o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, autorizou a utilização da força aérea estadunidense na defesa dos rebeldes sírios, que têm sofrido ataques das forças do governo de Bashar al-Assad e de outros grupos aliados ao regime. A medida aumenta significativamente o risco de um conflito direto das forças armadas dos EUA com a Síria.

Foto: AFP, STR.

Foto: AFP / STR.

Colômbia suspende ataques aéreos às FARC


O presidente colombiano Juan Manuel Santos ordenou neste domingo (26/07) que os ataques aéreos aos campos pertencentes aos rebeldes das FARC sejam suspensos por tempo indeterminado. O movimento aconteceu dias depois do cessar-fogo unilateral proposto pelas FARC para acelerar as negociações de paz entre o governo colombiano e a milícia. O presidente afirmou que sua determinação é válida apenas para campos fora de áreas urbanas, que não colocam em risco a população local.

Foto: AFP.

Foto: AFP.

Turquia junta-se à coalizão contra “Estado Islâmico”


Na última quinta-feira (23/07), a Turquia anunciou que permitirá que a coalizão de combate ao “Estado Islâmico” liderada pelos Estados Unidos utilize bases militares em seu território para operações ofensivas contra o grupo extremista na Síria e no Iraque. Já na sexta-feira (24/07), Ancara realizou ataques aéreos com caças F-16 contra posições do EI próximas à fronteira com a Síria. Isso significa que a Turquia juntou-se à coalizão após um ano de recalcitrância, a qual tensionava as relações do país com os EUA devido ao crescente apoio de Washington a forças curdas na região.

Foto: Reuters.

Israel bombardeia instalações do Hamas na Faixa de Gaza


Nesta quinta-feira (04/06), a Força Aérea de Israel bombardeou várias instalações militares na Faixa de Gaza, em resposta ao lançamento de foguetes palestinos um dia antes. Os aviões de Israel sobrevoaram intensamente a região antes de lançar diversos projéteis no Norte, Centro e Sul do território. De acordo com fontes médicas palestinas, não há registro de feridos. O Hamas teria evacuado suas instalações militares antes do ataque.

Foto: AP.

EUA encontrou-se secretamente com rebeldes iemenitas


Conforme oficiais sauditas e estadunidenses, representantes dos Estados Unidos encontraram-se secretamente com os rebeldes iemenitas Houthi pela primeira vez para negociar cessar-fogo. O Omã teria facilitado a realização do encontro e Mascate, capital omanense, teria servido de local para a reunião. Sauditas temem que isso legitime os rebeldes Houthi no poder. Enquanto isso, a coalizão árabe vem intensificando bombardeios no Iêmen.

Rebelde Houthi em Sana. Foto: Mohammed Huwais / AFP.

Intervenção saudita no Iêmen apresenta pouco progresso


A intervenção da coalizão árabe liderada pela Arábia Saudita no Iêmen, cujo foco era a contenção das ações das milícias Houthi, já completa seu terceiro mês embora tenha alcançado muito pouco progresso. Desde seu início, no dia 26 de março, os rebeldes houthis já expandiram seu território enquanto mantêm o controle da capital Sana, apesar dos bombardeios sauditas. Estes já mataram cerca de 1.800 pessoas, davastaram parte da infraestrutura já precarizada da região, fortaleceram a Al Qaeda na Península Arábica (AQAP) e também agudizaram a situação humanitária iemenita, fatos que demonstram o relativo o insucesso das operações da coalizão. Segundo analistas, um dos erros de Riade seria a falta de uma visão de como terminar o conflito.

Foto: Reuters / Khaled Abdullah

Região atingida por bombardeio da coalizão árabe. Foto: Reuters / Khaled Abdullah.