China

China finaliza obras do maior radiotelescópio do mundo


A China completou as obras do maior radiotelescópio do mundo no início do mês (03/07). A conclusão do projeto levou cinco anos e custou US$ 180 milhões, e cobre a área de cerca de 30 campos de futebol. O telescópio FAST, localizado na província de Guizhou, deve iniciar as operações em setembro de 2016.  O FAST deve aumentar a capacidade de pesquisa espacial, já que pode captar ondas gravitacionais, pulsares e até mesmo sinais de vida extraterrestre.

Foto: Liu Xu / Xinhua

A China e sua Nova Rota da Seda


Confira aqui a matéria do The Economist sobre a China e sua iniciativa de estabelecer uma nova rota da seda na Eurásia. Oficialmente chamada de Cinturão e Rota (One Belt, One Road), a política visa à construção de infraestrutura na Eurásia de modo a torná-la um único espaço econômico centrado em Pequim com investimentos no valor de 4 trilhões de dólares. Podendo ser tida como um desafio ao domínio comercial dos Estados Unidos no mundo, a iniciativa do governo de Xi Jinping deve expandir os laços comerciais e físicos da China na Eurásia (e mesmo na África), bem como o seu poder brando (soft power). Embora haja inúmeros empecilhos à sua consecução, vários projetos já estão sendo feitos a alterando estruturas na economia mundial.

Mapa: The Economist.

China suspende relações com Taiwan


Em análise publicada no The Diplomat, Shannon Tiezzi aborda os recentes problemas nas relações China-Taiwan decorrentes da ascensão de Tsai Ing-Wen, do Partido PDP, à presidência da República da China (Taiwan). Segundo a autora, Pequim suspendeu as relações interestreito em função da não aceitação pela nova administração taiwanesa do chamado “Consenso de 1992”. O anúncio do afastamento causou desconforto em Taiwan, que acusa a República Popular da China de utilizar o acordo anterior como forma de chantagem. Em nível mais amplo, segundo Tiezzi, a suspensão representaria um verdadeiro retrocesso para as relações bilaterais que se encontravam em plena ascensão, com consequências potencialmente catastróficas. A falta de um mecanismo de diálogo entre os dois países poderia causar danos irreversíveis para a política externa de ambos, diz a autora.

Tsai Ing Wen. Foto: n.i.

Tsai Ing-Wen. Foto: n.i.

China lança nova geração de foguetes


Em junho a China lançou com sucesso a nova geração de foguetes de carga Long March-7. Os foguetes desse novo tipo são de tamanho médio e de dois estágios, podendo levar até 13,5 toneladas à baixa órbita usando querosene e oxigênio líquido como combustível. Espera-se que o Long March-7 torne-se o principal foguete das missões espaciais chinesas. Pequim espera começar a operar uma estação espacial até 2022.

Foto: Li Gang / Xinhua.

 

China atualiza planos de ampliação da malha ferroviária


Nesta quarta-feira (29/06), a China atualizou seus planos de ampliação da malha ferroviária em uma reunião do Conselho de Estado presidida pelo premiê Li Keqiang. O novo plano prevê que o país possua 150 mil km de ferrovias até 2020, incluindo 30 mil km de trens de alta velocidade. O plano anterior previa apenas 120 mil km. A expansão dos planos prevê mais construção de ferrovias nas regiões centrais e do oeste chinês.

Mapa: Wikimedia Commons.

Navio cargueiro chinês inaugura Canal do Panamá expandido


O Canal do Panamá expandido foi inaugurado neste domingo (26/06) com a passagem de um navio cargueiro gigante da China. Aproximadamente 30 mil pessoas compareceram às festividades da inauguração da expansão do canal, a qual custou cerca de 5 bilhões de dólares e levou nove anos para ser concluída. A ampliação permite que navios maiores, os chamados supercargueiros, atravessem o canal, que une o oceano Atlântico ao Pacífico.

Foto: AP via BBC.

Paquistão declara apoio às reivindicações chinesas no Mar do Sul da China.


Na última quinta-feira (23/06), o presidente do Paquistão, Mamnoon Hussein, declarou o apoio de seu país à República Popular da China nas questões ligadas ao Mar do Sul da China, Taiwan e Tibete. A declaração foi feita durante uma reunião pouco antes da conferência da Organização de Cooperação de Xangai (OCX). Ambos os países reforçaram sua posição de amizade e a disposição para cooperar em âmbito econômico e securitário. Por um lado, Xi Jinping enfatizou a importância de integrar oficialmente o Paquistão na OCX e de focarem as suas relações bilaterais na construção do Corredor Econômico China-Paquistão. Por outro, Mamnoon Hussein declarou a sua vontade em participar ao lado de Pequim em organizações internacionais e em cooperar bilateralmente na construção de infraestrutura e no combate ao terrorismo.

Foto: Xinhua / Ma Zhancheng.

Rússia e China firmam novos acordos bilaterais


Em visita a Pequim, o presidente russo Vladimir Putin e o presidente chinês Xi Jinping firmaram mais de 30 novos acordos bilaterais. Entre as áreas temáticas, estão investimentos em infraestrutura, comércio, tecnologia e inovação, agricultura, finanças e internet. Embora tenha havido uma desaceleração da parceria entre Rússia e China, ambos os países notaram o seu sucesso estratégico. Xi Jinping afirmou ainda que os dois países “deveriam promover a ideia de serem amigos para sempre”.

Foto: Getty Images / G. Baker via DW.

Índia e Paquistão devem se tornar membros da OCX


Em reunião da Organização para a Cooperação de Xangai (OCX) na capital do Uzbequistão, Tashkent, esta semana (23-24/06), Índia e Paquistão ficaram mais próximos de tornarem-se membros do bloco liderado por China e Rússia. O presidente russo Vladimir Putin afirmou esperar que já em 2017 ambos os países possam ser membros plenos da OCX. Também abriram-se chances de que o Irã venha a fazer parte da organização.

Delegação paquistanesa na reunião da OCX em Tashkent. Foto: APP.

China e Uzbequistão inauguram túnel ferroviário de 19,2 km


Em visita no Uzbequistão, o presidente da China, Xi Jinping, e o presidente uzbeque, Islam Karimov, inauguraram o túnel ferroviário Qamchiq nesta quarta-feira (22/06). O túnel, que atravessa as montanhas Qurama e foi construído e financiado por Pequim, tem 19,2 km de extensão e vai da capital Tashkent a Namangan. A obra é considerada um marco da iniciativa chinesa “One Belt, One Road” de uma nova rota da seda na Ásia Central.

Xi Jinping e Islam Karimov. Foto: Xinhua / Li Tao.

China constrói supercomputador mais rápido do mundo


Um novo supercomputador da China, o Sunway TaihuLight, assumiu o primeiro lugar da lista da Top500, divulgada nesta segunda-feira (20/06). A máquina pode realizar 93.000 trilhões de cálculos por segundo, sendo assim duas vezes mais rápida que o antigo líder da lista, o também chinês, Tianhe-2. A lista colocou pela primeira vez mais computadores chineses (167) do que dos Estados Unidos (165) entre os 500 melhores do mundo.

Foto: Jack Dongarra / Sunway Taihulight System Report

Redistribuição de vagas universitárias gera protestos na China


O Ministério da Educação da China anunciou uma iniciativa de redistribuição de vagas em universidades de alta qualidade para estudantes de províncias pouco desenvolvidas. Aproximadamente 140.000 vagas seriam reservadas para esses estudantes. A iniciativa faz parte da política mais ampla do “Sonho Chinês” de Xi Jinping, que aborda o desenvolvimento como resultado da diminuição de desigualdades sociais, para a qual o acesso à educação teria um papel essencial. No entanto, o projeto tem gerado insatisfação nas classes média e média-alta das províncias mais ricas do país, gerando inclusive protestos em grandes centros urbanos.

Foto: Financial Times.

Alemanha promete apoiar reconhecimento da China como economia de mercado


Nesta segunda-feira (13/06), a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, anunciou que irá mediar negociações com líderes europeus para reconhecer a China como uma economia de mercado. Merkel se encontra em visita oficial à Pequim. Caso reconhecida pela Organização Mundial do Comércio, produtos chineses teriam maior acesso à economias ocidentais. A medida também reduziria consideravelmente a possibilidade de aplicação de medidas protecionistas contra a economia chinesa. A China e Alemanha também assinaram acordos no valor de 2,7 bilhões de euros e cooperações em diversas áreas.

Foto: W. Zhao / Reuters

A ascensão da China e os seus impactos para o leste asiático


Confira aqui a dissertação do pesquisador do ISAPE, Athos Munhoz Moreira da Silva, sobre a ascensão da China e os seus impactos para o leste asiático. Com base em uma análise histórica da ascensão chinesa, o trabalho trata da alteração fundamental na polaridade e na polarização regionais, com implicações em âmbito global. Constata-se que, diante da rivalidade estratégica entre Estados Unidos e China, os demais atores regionais buscam manter sua autonomia e margem de manobra entre as duas potências. Consideram-se três possíveis perspectivas para o leste asiático: uma hegemonia chinesa sem ocorrência de guerra central; o acirramento das tensões entre Pequim e Washington, com possibilidade de guerra central; e a concertação e criação de mecanismos de governança entre os atores regionais, podendo ser anárquica — sem líderes aparentes — ou hierárquica — condomínio de potências —.

Imagem: East by Southeast.

A China em transição: desdobramentos da crise financeira global e o rebalanceamento do modelo de crescimento


Confira aqui a monografia da pesquisadora do ISAPE, Júlia Simões Tocchetto, sobre os principais impactos da crise financeira global sobre a economia chinesa, i.e. a queda nas exportações e o aumento do investimento para compensá-la. Analisando o modelo de desenvolvimento chinês a partir das reformas de Deng Xiaoping em 1978, o trabalho mostra que a crise o colocou em cheque ao atingir as exportações do país e gerar uma necessidade de reconfiguração do mesmo. Portanto, a desaceleração da economia da China parece ter caráter estrutural e não apenas conjuntural. No entanto, assevera-se que é prematuro dizer com certeza que o modelo está esgotado ou que a China está a caminho de um novo estilo de desenvolvimento, pois há evidências em ambas as direções.

Foto: AFP.

Foto: AFP.

Oficina de estudos sobre China e leste asiático


Retomaremos as atividades no segundo semestre de 2016, a partir de 30 de agosto. As inscrições seguem abertas!

O ISAPE convida todos e todas a participarem da Oficina de Estudos sobre China e leste asiático. Trata-se de um espaço de discussão, debates, troca de experiências e produção intelectual coletiva sobre temas relacionados a relações internacionais, economia e cultura da China e leste asiático. A oficina ocorrerá quinzenalmente, sempre nas terças-feras das 18h às 21h, no Clube de Cultura (Rua Ramiro Barcelos, 1853 — Porto Alegre, RS). O primeiro encontro ocorrerá 31 de maio. Entrada franca. Inscrições em https://goo.gl/e9sVLC.

Oficina China Leste Asiático

A polaridade sob a perspectiva dos conceitos operacionais: o caso do A2/AD e da Air-Sea Battle


Confira aqui a monografia do pesquisador do ISAPE, Guilherme Henrique Simionato dos Santos, sobre a relação entre os conceitos operacionais de Antiacesso e Negação de Área (A2/AD) e de Air-Sea Battle (ASB ou Batalha Aeronaval) e a polaridade no Sistema Internacional. Um dos fatores-chave para esta é a inexpugnabilidade, i.e. a capacidade de um país manter a sua soberania frente a qualquer agressão externa. O trabalho mostra que a inexpugnabilidade da China se dá através de seu processo de modernização militar focado no A2/AD, mas que, em contrapartida, os Estados Unidos desenvolveram a ASB, cujo objetivo é garantir o acesso estadunidense à região do Leste e Sudeste Asiático a despeito do A2/AD chinês. Dessa forma, a ASB seria uma estratégia não declarada de primazia, pois prega a destruição da rede de informações e de mísseis da China, negando a Pequim uma capacidade de retaliação.

Foto: Marinha dos EUA.

Segunda Guerra Sino-Japonesa: gênese de um modo asiático de fazer a guerra?


Confira aqui a monografia do pesquisador do ISAPE, Bruno Magno, sobre a 2ª Guerra Sino-Japonesa e sua relação com a Política Externa e de Segurança de Japão e China nos dias de hoje. O trabalho mostra que nem Pequim nem Tóquio conseguiram atingir seus objetivos estratégicos na guerra, que fez parte do teatro do Pacífico na Segunda Guerra Mundial, e que isso faz com que a mesma seja inconclusa. Esse fato traz implicações pros dias de hoje para o planejamento para a guerra e processos de modernização dos dois países, baseados em um “modo asiático de se fazer a guerra”.

Foto: Ullstein Bild via Getty Images.

Da intimidação nuclear ao escudo antimíssil: condicionantes do programa estratégico-nuclear chinês


Confira aqui a monografia do pesquisador do ISAPE, Osvaldo Alves Pereira Filho, sobre a conexão entre a intimidação nuclear e os processos de proliferação nuclear no Sistema Internacional, estudando o caso específico da China. Entre outros, o trabalho mostra que a intimidação nuclear foi o principal imperativo para Pequim iniciar o seu programa nuclear, e que o atual Escudo Antimíssil dos EUA no leste asiático tem levado a China a acelerar e aprofundar a sua modernização estratégica-nuclear. Portanto, o uso da intimidação nuclear aumentaria a percepção de ameaça nos atores do Sistema Internacional, gerando maior estímulo à proliferação.

Foto: Air Power Australia.

O sistema de inteligência da China (1927–2015)


Confira aqui a monografia da pesquisadora do ISAPE, Júlia Rosa, sobre o sistema de inteligência da China de 1927 a 2015. O trabalho trata do papel do Sistema Nacional de Inteligência chinês nas disputas de poder e na consolidação de novas lideranças dentro do Partido Comunista Chinês. Com base na conexão entre as mudanças institucionais do aparato de inteligência da China e a história do país e de suas lideranças, nota-se que as disputas de poder internas são mais claras antes da década de 1980 e visíveis nas alterações do aparato de inteligência, enquanto tornam-se mais difusas após o fim da Guerra Fria — ainda que o governo de Xi Jinping (eleito em 2012) possa indicar uma retomada do uso do Sistema Nacional de Inteligência para centralizar o poder.

Ministério de Segurança do Estado da China. Foto: Huffington Post.

China e Marrocos estabelecem parceria estratégica


Nesta quarta-feira (11/05), a China e o Marrocos estabeleceram uma parceria estratégica. A medida se deu após a assinatura de uma declaração conjunta pelo presidente chinês Xi Jinping e o rei marroquino Mohammed VI. Este último se encontra em Pequim em visita oficial.

135351308_14629723781661n

Foto: Xinhua / Rao Aimin

EUA deve remover embargo de armas para o Vietnã


Conforme matéria da revista Foreign Policy, os Estados Unidos devem remover o embargo de armas em voga contra o Vietnã desde a guerra entre os dois países, finda em 1975. Ainda que o embargo tenha se flexibilizado há dois anos para permitir a venda de armamentos relacionados à “segurança marítima”, o seu fim oficial permitiria que Hanói comprasse artigos estadunidenses de alta tecnologia tais como radares e aeronaves de monitoramento. Medida serviria para reaproximar ambos em um contexto de crescente disputa entre EUA e China no pacífico ocidental. Entretanto, ainda há forte oposição interna nos EUA, que reclamam da situação dos direitos humanos no Vietnã principalmente.

Foto: KHAM / AFP / Getty Images via Foreign Policy. 

ISAPE seleciona dois bolsistas para extensão sobre China e Leste Asiático


O Instituto Sul-Americano de Política e Estratégia (ISAPE), em parceria com o Instituto de Letras da UFRGS, seleciona dois bolsistas remunerados (R$ 400,00/mês) para a Oficina de Estudos sobre China e Leste Asiático, contabilizando 20 horas semanais. Para a candidatura é necessário ser aluno de graduação da UFRGS matriculado em pelo menos 12 créditos e não possuir outra bolsa ou vínculo empregatício. Também é preciso que tenha disponibilidade às terças-feiras à noite. Os interessados e interessadas devem enviar uma carta de motivação e currículo vitae ou lattes para athos.munhoz[at]ufrgs.br até o dia 13 de maio.

seleção bolsistas ISAPE

Think tanks dos BRICS decidem pela criação de um roteiro para diplomacia digital


Em uma conferência digital dos BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) realizada no final de abril em Nova Déli, think tanks desses países concordaram em criar um roteiro para a implementação de uma diplomacia digital do bloco. Ademais, eles também chegaram a um acordo sobre a regulação do espaço cibernético e o estabelecimento de competências compartilhadas. Tratou-se também da questão de gênero e foi chegado a um consenso sobre a necessidade de elevar mais mulheres para posições de maior destaque.

Foto: Mikhail Klimentyev / Reuters via CFR.

China e Rússia aumentarão número de exercícios militares conjuntos em 2016


A China e a Rússia concordaram em aprofundar a cooperação militar e realizar mais exercícios militares conjuntos em 2016 do que nos anos anteriores, anunciaram os ministros da Defesa dos dois países nesta quarta-feira (27/04). Tanto exercícios terrestres quanto navais estão previstos.

Foto: kremlin.ru

 

China incentiva navegação comercial pelo Ártico


Nesta terça-feira (19/04), a China anunciou que ajudará barcos chineses a chegar ao Oceano Atlântico pelo Ártico. Para isso, a Administração Estatal de Segurança Marítima lançou este mês um guia completo de como realizar a travessia pela Passagem do Noroeste. O caminho é 30% mais curto que o realizado pelo Canal do Panamá. Autoridades chinesas enfatizaram a importância comercial e estratégica dessa rota, ainda pouco utilizada, mas também destacaram os riscos representados pelo gelo e possíveis impactos ambientais.

Foto: Carlos Barria / Reuters

Pela primeira vez desde 2011, aumentam os gastos mundiais em Defesa


Os gastos militares em todo o mundo aumentaram 1% em 2015, segundo um relatório do Instituto de Estudos da Paz em Estocolmo (Sipri, na sigla em inglês) divulgado nesta terça-feira (05/04). Este é o primeiro aumento desde 2011. No total mundial, quase 1,7 trilhão de dólares foram gastos. Os Estados Unidos e a China possuem os maiores orçamentos – 596 bilhões de dólares e 215 bilhões de dólares, respectivamente. A Arábia Saudita ultrapassou a Rússia, chegando ao terceiro lugar.

Foto: A. Dehez / DPA/ picture-alliance

China e Nepal aprofundam cooperação bilateral


Nesta segunda-feira (22/03), a China e o Nepal concordaram em aprofundar suas relações bilaterais e buscar o desenvolvimento comum. Durante a visita do primeiro-ministro do Nepal, K. P. Sharma Oli, à Pequim, a China prometeu aumentar a cooperação prática em áreas como conectividade, petróleo, gás natural, capacidade industrial e comércio. Sharma Oli ainda declarou que seu país integrará a “Iniciativa Rota e Cinturão”.

Foto: Pang Xinglei / Xinhua

China se torna maior parceiro comercial do Chile


A China se tornou o maior parceiro comercial do Chile, jornais chilenos informaram nesta segunda-feira (21/03). Em 2015, o país sul-americano exportou para o parceiro US$ 16,671 bilhões, enquanto as importações vindas da China contabilizaram US$ 14,8 bilhões. O volume de comércio entre as duas partes aumentou mais de quatro vezes em 10 anos. O cobre representa cerca de 79% das exportações chilenas para o gigante asiático.

Foto: Pang Xinglei / Xinhua

Tailândia e Vietnã agradecem China pela ajuda durante seca


A Tailândia e o Vietnã agradeceram a China pela ajuda durante a pior seca do rio Mekong em duas décadas. O governo chinês anunciou na última quinta-feira (17/03) que liberaria água de suas barragens para auxiliar os países em necessidade. Segundo oficiais chineses, ação durará cerca de um mês. Analistas consideram que medida mostra a cooperação entre os países da região, especialmente no gerenciamento de crises relacionadas à recursos naturais.

Foto: Xinhua