coalizão internacional

Iraque lança ofensiva para retomar cidade do Estado Islâmico


Nesta segunda-feira (16/05), o Iraque e forças aliadas lançaram uma ofensiva para retomar a cidade de Al-Rutbah do grupo Estado Islâmico (EI). As operações contarão com tanques, artilharia, Forças Especiais, forças policiais e paramilitares. O apoio aéreo será realizado por aviões iraquianos e pela coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos. O EI controla a cidade desde 2014.

Foto: Moadh Al-Dulaimi / AFP

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Bélgica entra na coalizão para combater “Estado Islâmico” na Síria


Nesta sexta-feira (13/05), a Bélgica anunciou que vai participar da coalizão internacional para bombardear o grupo “Estado Islâmico” (EI) na Síria. O país enviará seis caças F-16 com previsão do início das operações em julho. Bruxelas se retirou das operações no Iraque de ataque ao EI na metade de 2015.

Foto: Getty Images.

Canadá comunica aos EUA que não participará mais de bombardeios ao “Estado Islâmico”


O recém-eleito primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, comunicou, nesta quarta-feira (21/10), ao Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que o Canadá não participará mais das campanhas de bombardeios ao grupo “Estado Islâmico” na Síria e no Iraque. O líder canadense não detalhou quando a participação na coligação internacional vai acabar. O Canadá participa com seis caças dos ataques aéreos liderados pelos EUA.

Foto: Reuters/Chris Wattie

Austrália começa a bombardear território sírio


Na quarta-feira (16/09), anunciou-se que aviões australianos que participam da coalizão internacional na luta contra o “Estado Islâmico” realizaram o seu primeiro bombardeio em território sírio. A Austrália atendeu aos pedidos dos Estados Unidos, estendendo sua área de atuação que até então se resumia ao Iraque. A França também anunciou que realizará bombardeios na Síria nas próximas semanas.

Foto: Commonwealth of Australia, Department of Defence.

Foto: Commonwealth of Australia / Department of Defence.

EUA pede ajuda à Austrália em luta contra o “Estado Islâmico”


Os Estados Unidos realizaram um pedido formal apresentado na quinta-feira (20/08) para que a Austrália aumente sua contribuição militar aérea na luta contra o “Estado Islâmico” na Síria, para incluir a possibilidade de bombardeios. O aumento da força militar australiana incluiria a expansão da cobertura aérea, da coleta de informação e do apoio aos aviões de combate, de acordo com o jornal The Australian. Atualmente a força aérea australiana participa das operações na Síria, abastecendo as aeronaves estadunidenses que realizam os bombardeios.

Foto: Commonwealth of Australia, Department of Defence.

Foto: Departamento de Defesa da Austrália.

Problemas na estratégia de combate ao “Estado Islâmico”


A resenha do Australian Strategic Policy Institute debate as adaptações estratégicas do “Estado Islâmico”, que durante o ano passado derrotou repetidamente tropas iraquianas e sírias, além de outras milícias. A falta de vontade política e de entendimento estratégico para conter o grupo são debatidos no texto, apresentando a atual conjuntura do conflito e as perspectivas para seu futuro.

Foto: Reuters

Foto: Reuters.

Arábia Saudita impõe bloqueio naval ao Iêmen


A marinha da Arábia Saudita deu início à imposição de um bloqueio naval ao Iêmen para impedir que os rebeldes Houthis rearmem-se. Bloqueio complementou bombardeios na cidade portuária de Aden para evitar avanço dos rebeldes. Por enquanto nenhum navio foi detido, mas Riade teme que o Irã tente enviar armas para auxiliar os Houthis. Além disso, se os rebeldes assumissem o controle dos portos iemenitas, na visão saudita e do Ocidente, o Irã teria controle de dois pontos de estrangulamento estratégicos para o comércio mundial de petróleo (Estreito de Ormuz e Golfo de Aden).

Mapa: InfoEscola.

Coalizão liderada pela Arábia Saudita bombardeia o Iêmen


A Arábia Saudita, conjutamente com Egito, Marrocos, Emirados Árabes, Qatar, Bahrein, Jordânia, Kuwait, Paquistão e Sudão, começou a bombardear os rebeldes xiitas Houthis no Iêmen e teria neutralizado a força aérea iemenita. A milícia já havia tomado a capital e importantes cidades do país, incluindo Aden, a cidade portuária onde o presidente Hadi, que agora encontra-se em Riade, refugiava-se. As operações militares não devem se limitar a ataques aéreos: Arábia Saudita anunciou que até 150 mil soldados estão envolvidos na intervenção, e o Egito já anunciou que também está preparado para enviar tropas. Os Estados Unidos estão apoiando a intervenção e provêm apoio logístico e de inteligência. Já o Irã denunciou os ataques como uma tentativa de fomentar a guerra civil no país. A escalada do conflito e o temor de que este seja duradouro fizeram o preço do petróleo subir e o dólar desvalorizar. Ataques iniciaram no mesmo dia em que se retomaram as negociações acerca do programa nuclear iraniano.

Casa bombardeada em Sanaa. Foto: Reuters.

Casa bombardeada em Sanaa. Foto: Reuters.

EUA deve começar a treinar rebeldes sírios


O Pentágono informou que o programa da coalizão internacional contra o “Estado Islâmico” para treinamento de rebeldes sírios moderados deve começar na primavera do hemisfério norte (março-abril). Turquia, Arábia Saudita e Qatar ofereceram instalações para as atividades, que também devem incluir forças iraquianas. Os Estados Unidos também informaram que estão investigando acusações de que os bombardeios da coalizão teriam alvejado civis tanto no Iraque quanto na Síria.

Foto: AFP

Foto: AFP