coalizão

Rei da Espanha dissolve parlamento e convoca novas eleições gerais


Nesta terça-feira (03/05), o rei Felipe VI da Espanha dissolveu o parlamento do país e convocou novas eleições gerais. O motivo para a medida é a inabilidade de os partidos formarem um governo de coalizão. A Espanha está sem governo desde as eleições gerais de dezembro de 2015. Essa é a primeira vez que um monarca espanhol interferiu na política do país desde a redemocratização. As novas eleições foram marcadas para o dia 26 de junho deste ano, mas nenhum partido parece ter força para conquistar uma maioria.

Foto: Casa del Rey.

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Na Espanha, coalizão de esquerda aproxima-se de formação de governo


Na última sexta-feira (22/01), o partido antiausteridade Podemos e o Partido Socialista Operário Espanhol concordaram em buscar um acordo para formar uma coalizão de esquerda para governar a Espanha. Líderes dos dois partidos já se reuniram com o rei Felipe para conversar sobre possível governo. País vive impasse político desde as eleições inconclusivas de novembro.

Líder do Podemos, Pablo Iglesias (direita), cumprimentando o rei Felipe, da Espanha, durante encontro em Madri

Foto: Reuters / Angel Diaz.

Coalizão governamental e milícias do Iraque querem intervenção russa no país


A coalizão atualmente no poder do Iraque juntamente com as milícias xiitas pediram ao Primeiro-Ministro Haider al-Abadi requisitar bombardeios russos contra o “Estado Islâmico” no país. Ambos os grupos demonstraram frustração com a atuação de Washington na região. Abadi agora se encontra em posição delicada visto a necessidade de responder aos pedidos internos mas também manter a aliança estratégica com os Estados Unidos.

Foto: Reuters / Ahmad Mousa.

Fraude em relatórios de inteligência nos EUA


Mais de 50 analistas de inteligência do Comando Central militar dos Estados Unidos denunciaram que seus relatórios sobre os grupos terroristas “Estado Islâmico” e Al-Nusra (o braço da Al-Qaeda na Síria) têm sido modificados por oficiais superiores. As alterações seriam feitas para alimentar a visão pública de que as intervenções contra os grupos estariam tendo um efeito maior e mais efetivo do que o real.

Foto: Casa Branca.

Foto: Casa Branca.

Primeiro-ministro da Irlanda do Norte renuncia


Na última quinta-feira (10/09), o primeiro-ministro da Irlanda do Norte, Peter Robinson, do Partido Democrático Unionista (DUP), que é a favor da permanência da província no Reino Unido, renunciou e pediu ao governo britânico para suspender o Parlamento local, em meio a controvérsia sobre a suposta continuidade das atividades do Exército Republicano Irlandês (IRA). Além de Robinson, quase todos os seus ministros entregaram os cargos. O assassinato de um ex-atirador do IRA, em agosto, contribuiu para aumentar a crise política na Irlanda do Norte. A polícia suspeita que o grupo paramilitar esteja envolvido no crime e culminou, na quarta-feira (09/09), com a prisão de membros do partido Sinn Féin, pertencente à coalizão governamental, mas que defende a independência da província. Robinson e o DUP alegam que o assassinato revelou que o IRA continua ativo e armado. O Sinn Féin nega as alegações.

Foto: P. McErlane / dpa / picture-alliance.

EUA pede ajuda à Austrália em luta contra o “Estado Islâmico”


Os Estados Unidos realizaram um pedido formal apresentado na quinta-feira (20/08) para que a Austrália aumente sua contribuição militar aérea na luta contra o “Estado Islâmico” na Síria, para incluir a possibilidade de bombardeios. O aumento da força militar australiana incluiria a expansão da cobertura aérea, da coleta de informação e do apoio aos aviões de combate, de acordo com o jornal The Australian. Atualmente a força aérea australiana participa das operações na Síria, abastecendo as aeronaves estadunidenses que realizam os bombardeios.

Foto: Commonwealth of Australia, Department of Defence.

Foto: Departamento de Defesa da Austrália.

Crescem as chances de eleições antecipadas na Grécia


Na Grécia, a realização de eleições antecipadas parece ser cada vez mais provável. Racha no Syriza, partido do premiê Alexis Tsipras, intensificou-se diante das medidas de austeridade exigidas por credores em troca de ajuda financeira. No parlamento grego, o líder da ala de esquerda do partido convocou, nesta terça-feira (04/08), todos os deputados da legenda a recusarem mais um programa de reformas. Porta-voz do governo classifica a nova eleição como “provável”.

Foto: picture-alliance / NurPhoto.

Tsipras ameaça realização de eleições antecipadas


Depois das últimas duas votações sobre as reformas exigidas pelos credores da Grécia, Alexis Tsipras, primeiro-ministro grego, afirmou na quarta-feira (29/07) que seu governo será forçado à convocação de eleições antecipadas caso não consiga recuperar a maioria parlamentar. Mais de 30 deputados da coalizão governista decidiram discordar das propostas do executivo e votar contra os projetos do plano de austeridade acordado com o eurogrupo, que acabou sendo aprovado graças a votos de partidos da oposição.

Foto: AFP, Louisa  Gouliamaki, Getty Images.

Foto: AFP / Louisa Gouliamaki / Getty Images. 

Turquia junta-se à coalizão contra “Estado Islâmico”


Na última quinta-feira (23/07), a Turquia anunciou que permitirá que a coalizão de combate ao “Estado Islâmico” liderada pelos Estados Unidos utilize bases militares em seu território para operações ofensivas contra o grupo extremista na Síria e no Iraque. Já na sexta-feira (24/07), Ancara realizou ataques aéreos com caças F-16 contra posições do EI próximas à fronteira com a Síria. Isso significa que a Turquia juntou-se à coalizão após um ano de recalcitrância, a qual tensionava as relações do país com os EUA devido ao crescente apoio de Washington a forças curdas na região.

Foto: Reuters.

Alexis Tsipras enfrenta resistência dentro de seu partido


Aumento de impostos, cortes nas aposentadorias, privatizações e flexibilizações no comércio são algumas das medidas de austeridade que Alexis Tsipras foi obrigado a aceitar durante as negociações das últimas semanas em Bruxelas. O pacote, que contraria as promessas de sua campanha eleitoral, tem motivado uma crescente oposição dentro do próprio partido do primeiro-ministro grego, o Syriza. A imprensa grega cada vez mais sugere que Tsipras reformule seu governo, isolando o grupo mais à esquerda da coalizão governamental.

Foto: Reuters.

Foto: Reuters.

Problemas na estratégia de combate ao “Estado Islâmico”


A resenha do Australian Strategic Policy Institute debate as adaptações estratégicas do “Estado Islâmico”, que durante o ano passado derrotou repetidamente tropas iraquianas e sírias, além de outras milícias. A falta de vontade política e de entendimento estratégico para conter o grupo são debatidos no texto, apresentando a atual conjuntura do conflito e as perspectivas para seu futuro.

Foto: Reuters

Foto: Reuters.

Governo palestino entrega carta de renúncia


O primeiro-ministro palestino, Rami Hamdallah, apresentou na semana passada a renúncia do governo de unidade nacional, formado há um ano com a esperança de reestabelecer as relações entre o Hamas e o partido Fatah. O motivo da renúncia são desavenças sobre o controle na Faixa de Gaza. A medida foi rejeitada pelo Hamas, que a classificou de unilateral. A formação de um novo governo pode levar semanas.

Presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmud Abbas. Foto: Reuters.

Mahmud Abbas. Foto: Reuters.

Coalizão de oposição é eleita na Dinamarca


Foram divulgados os resultados parciais das eleições na Dinamarca, que apresentaram vitória para a coalizão de centro-direita liderada por Lokke Rasmussen. Com a derrota, a atual primeira-ministra, Helle Thorning-Schimidt, não continuará mais como líder do Partido Social-Democrata e já renunciou ao cargo com carta para a rainha Margrethe. Ainda assim, a legenda de Thorning-Schmidt foi a mais votada na Dinamarca com cerca de 27% dos votos, mas perdeu representação devido ao sistema distrital. A coalizão de Rasmussen recebeu 20% do total de votos, mas conseguiu 90 assentos de 179 no parlamento. Já o Partido Popular Dinamarquês, caracterizado pela promoção de políticas de extrema direita, foi o segundo mais votado, com 21% dos votos.

Foto: BBC.

Helle Thorning Schimidt e Lokke Rasmussen. Foto: BBC.

Embates por formação de coalizão na Turquia


O presidente turco Recep Tayyip Erdogan aumentou seus esforços para conquistar aliados para uma possível coalizão de centro-direita do partido da Justiça e do Desenvolvimento (AKP, sigla em turco). O AKP continua sendo o partido com mais representantes no parlamento, com 40,9% do total, embora tenha pertido a maioria parlamentar nas eleições do dia 7 de junho. A legenda de oposição, o Partido Popular Republicano (CHP, sigla em turco), de centro-esquerda, reafirma que a responsabilidade de formar governo deve ser da coalizão de maioria, que ocupa pouco menos de 60% dos assentos.

Foto: AP, Burhan Ozbilici

Foto: AP / Burhan Ozbilici.

Em Israel, Likud acerta coalizão com partido de extrema direita


Likud, partido do premiê Benjamin Netanyahu, vencedor das eleições gerais em Israel, e o partido de extrema direita Bayit Yehudi, “Partido do Lar Judaico” (tradução livre), assinaram nas últimas horas do prazo final, na última quinta-feira (07/05), um acordo de coalizão para a formação do próximo governo de Israel. Este prevê a entrega do Ministério da Justiça para o Bayit Yehudi, em uma decisão altamente polêmica.

Foto: Tomer Appelbaum/Haaretz

Foto: Tomer Appelbaum / Haaretz.

Líder do “EI” é tratado por ferimento devido a ataque aéreo


O líder do grupo terrorista sunita “Estado Islâmico”, Abu Bakr al-Baghdadi, estaria se recuperando, há dois meses, de um ferimento ocorrido devido a um ataque aéreo dos Estados Unidos. Al-Baghdadi teria tido um ferimento na espinha que está sendo tratado por dois médicos em um esconderijo na cidade de Mosul, norte do Iraque. Neste período, o vice-líder do grupo, Abu Alaa al-Afri, estaria comandando suas operações.

O líder do "Estado Islâmico", Abu Bakr al-Baghdadi Foto: AFP / Getty Images

O líder do “Estado Islâmico”, Abu Bakr al-Baghdadi
Foto: AFP / Getty Images

Arábia Saudita prossegue bombardeando o Iêmen


Após a coalizão árabe liderada pela Arábia Saudita ter anunciado ontem (21/04) que a campanha de bombardeios contra os rebeldes houthis terminara, Riade prossegue realizado ataques aéreos no Iêmen. Conforme o governo saudita, bombardeios continuarão sendo feitos, se rebeldes não frearem sua ofensiva militar. Haverá, então, apenas uma diminuição no número de ataques no Iêmen.

Bombardeios da coalizão árabe no Iêmen. Mapa: Bloomberg.

Coalizão árabe declara fim da campanha no Iêmen


Após quatro semanas, a coalizão árabe liderada pela Arábia Saudita anunciou nesta terça-feira (21/04) o fim da campanha de bombardeios contra os rebeldes houthis no Iêmen. Segundo o Ministério da Defesa saudita, as ameaças ao reino e a países vizinhos foram minimizadas, e a operação entrará agora numa nova fase. Esta, chamada “Recuperação da esperança”, terá o objetivo de impedir os avanços dos houthis, proteger civis e apoiar os esforços de evacuação e ajuda humanitária.

Foto: K. Abdullah / Reuters.

Parceria dos EUA com o Irã estende-se ao Iêmen


Limitada ao combate contra o “Estado Islâmico” inicialmente, a parceria dos Estados Unidos com o Irã agora parece ter se estendido ao Iêmen. O alinhamento de interesses ocorreu após o fortalecimento e expansão da Al-Qaeda da Península Arábica (AQAP, sigla em inglês) em território iemenita como consequência dos bombardeios aéreos realizados pela coalizão árabe liderada pela Arábia Saudita contra os rebeldes Houthis. Para os EUA, a AQAP é a facção mais perigosa e ameaçadora do grupo terrorista, e os Houthis também a combatem. Sendo assim, há uma aliança de facto com forças aliadas ao Irã.

Imagem: Penn Live.

Imagem: Penn Live.

Arábia Saudita impõe bloqueio naval ao Iêmen


A marinha da Arábia Saudita deu início à imposição de um bloqueio naval ao Iêmen para impedir que os rebeldes Houthis rearmem-se. Bloqueio complementou bombardeios na cidade portuária de Aden para evitar avanço dos rebeldes. Por enquanto nenhum navio foi detido, mas Riade teme que o Irã tente enviar armas para auxiliar os Houthis. Além disso, se os rebeldes assumissem o controle dos portos iemenitas, na visão saudita e do Ocidente, o Irã teria controle de dois pontos de estrangulamento estratégicos para o comércio mundial de petróleo (Estreito de Ormuz e Golfo de Aden).

Mapa: InfoEscola.

Quem financia o “Estado Islâmico”?


Estimativas afirmam que o grupo terrorista “Estado Islâmico” possui um orçamento de pelo menos 2 bilhões de dólares, levantando a questão de como financia seus gastos. Todos os seus soldados, que vêm das mais diferentes partes do mundo, ganham um salário, e o grupo ainda mantém obras de caridade dentro dos territórios que controla. Recursos viriam de contrabando, principalmente de petróleo, e de ajuda externa de simpatizantes, os mais importantes sendo de monarquias do Golfo Pérsico.

Foto: picture-alliance / dpa

Foto: picture-alliance / dpa

A evoução da estratégia turca para a Síria


A estratégia do presidente turco Recep Tayyip Erdogan na crise síria evoluiu em várias direções desde 2011. No princípio, Erdogan apoiou o regime de Assad, para depois combatê-lo ao cooperar com rebeldes como o Exército Livre da Síria. Aaron Stein analisa essa evolução, que configurou-se como uma sucessão de tentativas fracassadas de garantir os interesses turcos no território sírio, que geravam um reposicionamento de Ancara. Stein relata que, em dado momento, Erdogan chegou a apoiar a Frente Al-Nusra, grupo relacionado à Al-Qaeda e que hoje luta lado a lado com o “Estado Islâmico”.

Recep Tayyip Erdogan Foto: Umit Bektas / Courtesy Reuters

Recep Tayyip Erdogan
Foto: Umit Bektas / Courtesy Reuters

Emirados Árabes Unidos voltam à coalizão árabe, que intensifica ataques aéreos ao “EI”


Após a morte do piloto jordaniano que provocou uma intensificação dos ataques aéreos do país ao “EI”, os Emirados Árabes Unidos voltaram a participar da coalizão liderada pelos Estados Unidos. A monarquia do golfo vai enviar um esquadrão de caças F-16 à Jordânia para conduzir mais ataques ao grupo terrorista sírio. A porção árabe da coalizão intensificou suas atividades como um todo, cogitando inclusive atacar o “EI” com tropas no solo.

Foto: AP Photo / Nasser Nasser

Foto: AP Photo / Nasser Nasser

Ataques aéreos da Jordânia destroem esconderijos do “EI”


Em três dias, a Jordânia conduziu 56 ataques aéreos a estruturas logísticas e esconderijos do “Estado Islâmico”. Os ataques do país se intensificaram após o assassinato de um de seus pilotos. Aparentemente, a Jordânia está focando os ataques à capital de facto do “EI”, Raqqa.

Foto: AP

Foto: AP

Emirados Árabes Unidos saem da coalizão de bombardeios ao “EI”


Os Emirados Árabes Unidos, um dos principais aliados árabes na luta contra “Estado Islâmico”, cessou seus ataques aéreos ao grupo em dezembro. O motivo alegado pela monarquia do Golfo Pérsico foi a segurança de seus pilotos, após um jordaniano ter sido capturado e executado pelo grupo. O país exige dos Estados Unidos o uso de aeronaves V-22 Osprey no norte do Iraque para garantir a recuperação de quaisquer pilotos que venham a cair em território controlado pelo “EI”.

V-22 Osprey realiza operações de resgate. Foto: Aviation Week

V-22 Osprey realiza operações de resgate.
Foto: n.i

Comandante paquistanês do “Estado Islâmico” confessa ter sido financiado pelos EUA


Um homem preso no Paquistão, considerado o comandante do “Estado Islâmico” no país, Yousaf al Salafi, confessou em depoimento a forças de segurança paquistanesas ter recebido financiamento estadunidense para suas atividades. Ele recebia cerca de 600 dólares para cada homem que conseguisse recrutar para a luta do “EI” na Síria.

Foto: Reuters

Foto: Reuters

Partidos árabes concorrerão juntos pela primeira vez nas eleições de Israel


Após acordo histório, os partidos de minoria árabe de Israel (Hadash, Balad, Ta’al e Lista Árabes Unidos) concorrerão em uma lista conjunta. Será a primeira vez que isso ocorre na política do país e deve se tornar um marco na história israelense. 20% da população de Israel é árabe e as eleições, agendadas para o dia 17 de março, podem fazer com que se tornem um dos principais grupos do Knesset, o parlamento israelense.

Knesset. Foto: James Emery / Wikimedia Commons.

Knesset. Foto: James Emery / Wikimedia Commons.

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Teerã confirma ataques sobre alvos do “EI” no Iraque


O vice-ministro das relações exteriores iraniano, Ebrahim Rahimpour, confirmou que ataques a alvos do “Estado Islâmico” no Iraque teriam sido pedidos pelo país. Ele negou coordenação com os Estados Unidos, e afirmou que o objetivo do ataque era “defender os interesses de seus aliados no Iraque”.

Imagem: Al Jazeera.

Imagem: Al Jazeera.

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Irã e EUA cooperam para combater “Estado Islâmico”


por Bruno Gomes Guimarães e Marcelo Scalabrin Müller

Imagem: Al Jazeera.

Imagem: Al Jazeera.

Funcionários do Pentágono, órgão estadunidense responsável pela política de defesa do país, afirmaram para a agência de notícia Reuters sob condição de anonimidade que há fortes indícios de que o Irã lançou ataques aéreos contra o “Estado Islâmico (“EI”) no Iraque. Caças F-4 Phantom teriam sido usados para bombardear posições dos extremistas em Diyala, província fronteiriça entre os dois países e próxima da região autônoma curda. Teerã negou qualquer tipo de envolvimento em ataques contra o “EI” em território iraquiano e também disse que não há cooperação com a coalizão liderada pelos EUA.

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Coalizão muda estratégia e passa a focar capital do “Estado Islâmico”


Os ataques aéreos da coalizão ocidental sobre o “Estado Islâmico” passaram a focar na capital de facto, Raqqa. Anteriormente, o principal alvo da coalizão era a cidade de Kobane, na fronteira com a Turquia. O governo sírio também está comandando ataques à cidade de Raqqa.

Foto: CNN

Foto: Força Aérea dos EUA / AP

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