comércio de armas

EUA deve remover embargo de armas para o Vietnã


Conforme matéria da revista Foreign Policy, os Estados Unidos devem remover o embargo de armas em voga contra o Vietnã desde a guerra entre os dois países, finda em 1975. Ainda que o embargo tenha se flexibilizado há dois anos para permitir a venda de armamentos relacionados à “segurança marítima”, o seu fim oficial permitiria que Hanói comprasse artigos estadunidenses de alta tecnologia tais como radares e aeronaves de monitoramento. Medida serviria para reaproximar ambos em um contexto de crescente disputa entre EUA e China no pacífico ocidental. Entretanto, ainda há forte oposição interna nos EUA, que reclamam da situação dos direitos humanos no Vietnã principalmente.

Foto: KHAM / AFP / Getty Images via Foreign Policy. 

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Envio de armas dos EUA para áreas em conflito aumentou 27%, segundo relatório


Segundo relatório do Instituto Internacional de Estudos sobre a Paz Estocolmo (SIPRI, na sigla em inglês), os Estados Unidos lideraram o comércio de armas entre 2011 e 2015, sendo responsável por cerca de 33% do total das exportações mundiais. O SIPRI ainda revela que exportações de armamentos e munições para o Iraque cresceram 83% entre 2006-10 e 2011-15, mesmo que muitas armas venham sendo interceptadas por grupos como o “Estado Islâmico”. Além disso, o volume de armas enviadas pelos Estados Unidos para áreas em conflito aumentou 27% em comparação ao período entre os anos 2006 e 2010.

Foto: U.S. Marine Corps

Malásia fecha mais compra de armas em 20 anos com os EUA


No início de fevereiro, a Malásia anunciou a maior compra de armas dos Estados Unidos em mais de 20 anos. Seis helicópteros de ataque leve MD 530G devem ser entregues, junto com um pacote customizado de armas, entre o final deste ano e 2017.

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Foto: MD Helicopters.

Empresas turcas devem competir pelo mercado de defesa saudita


Segundo oficiais turcos, empresas de defesa da Turquia estão buscando ganhar diversos contratos na Arábia Saudita. A companhia FNSS, produtora de veículos blindados, compete para ganhar a licitação no valor de US$ 10 bilhões para o reino sunita. Riade também teria demonstrado interesse no tanque Altay, fabricado pela Otokar, e no drone ANKA, produzido pela TAI. Esses potenciais contratos foram discutidos na visita do presidente turco Recep Tayyip Erdogan à Arábia Saudita no dia 31 de dezembro.

Foto: SPA / AFP.

 

EUA confirma venda de armas para Taiwan no valor de US$ 1,8 bi


Os Estados Unidos confirmaram nesta quarta-feira (16/12) a venda de um pacote de armas no valor de US$ 1,83 bilhão para Taiwan, conforme o presidente Barack Obama notificou o Congresso. É a primeira venda de armamentos para a ilha em quatro anos. O pacote inclui duas fragatas da classe Perry, mísseis antitanque e veículos de assalto anfíbio, além de incluir a manutenção de armamentos já adquiridos.

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Foto: Wikimedia Commons / Batiste Pannetier.

EUA impõe novas sanções à Coreia do Norte


Esta semana os Estados Unidos anunciaram a imposição de novas sanções à Coreia do Norte devido a supostas atividades de proliferação armamentícia — sanções anteriores proíbem o país a comercializar armas ao redor do mundo. As novas sanções se focam em bancos e empresas de transporte marítimo norte-coreanos, além da Força Estratégica de Foguetes de Pyongyang, proibindo organizações e cidadãos estadunidenses de realizarem negócios com esses.

Foto: Reuters.

Argélia e Rússia receberão caças Su-30


A empresa russa Irkut, que produz aviões, anunciou que proverá 14 caças Sukhoi Su-30MKI multifunção para a Argélia. Já a Rússia receberá oito aviões do mesmo tipo, que deverão ser incorporados à Marinha. O presidente da Irkut também informou que em razão das novas encomendas e negócios já realizados com a Rússia, a empresa deve ter a maior produção de aviões desde 1945.

Foto: V. K. Singh / AFP.

Kuwait comprará 28 caças Typhoon da Itália


O Kuwait anunciou que comprará 28 caças Typhoon em um negócio multibilionário com a Itália. O acordo ainda está em negociação, mas foi bem recebido pelo governo italiano, que foi derrotado na concorrência com caças franceses em outros mercados. Na região do Golfo, a Arábia Saudita e o Bahrein também demonstraram interesse pelo Typhoon. O Kuwait também está em negociação com os Estados Unidos para a compra de até 40 caças F/A-18.

Foto: Eurofighter

Foto: Eurofighter

Alemanha aprova envio de armas a países do Golfo


Alemanha aprovou o envio de armamentos para países da região do Golfo Pérsico, de acordo com reportagem do jornal Die Welt neste sábado (27/06). A exportação inclui 15 barcos de patrulha para a Arábia Saudita, um tanque de guerra do tipo Leopard 2A7 para o Omã e um Leopard 2 para o Qatar. Decisão é polêmica devido a restrições alemãs à exportação de material bélico para países onde há sérias violações de direitos humanos. Contudo, o governo alega que o armamento exportado só será usado em casos de legítima defesa e não para a repressão a dissidentes.

Foto: Imago.

Foto: Imago.

EUA e Vietnã firmam novo acordo militar


Os Estados Unidos e o Vietña firmaram nesta segunda-feira (01/06) um novo acordo militar bilateral. Segundo documento, os dois países comprometem-se a intensificar o comércio bilateral de armamentos e tecnologias militares e a, potencialmente, desenvolver e produzir equipamentos conjuntamente. Embora tanto Hanói quanto Washington estejam otimistas, nota-se que o acordo não é vinculante.

Foto: Glen Fawcet / Departamento de Defesa dos EUA.

Colômbia apreende navio chinês que levava armas a Cuba


A Colômbia apreendeu um navio chinês supostamente por tráfico internacional de armas direcionado a Cuba. A embarcação levava, de fato, armamento, mas, segundo autoridades chinesas, o carregamento está relacionado a comércio legal entre os países, sem violar nenhuma legislação internacional.

Foto: China Daily

Foto: China Daily

Alemanha suspende exportação de armas para Arábia Saudita


Reportagem de jornal afirma que o governo da Alemanha cancelou todas as exportações de armas para a Arábia Saudita devido à instabilidade no Oriente Médio. Decisão teria sido tomada em reunião do Conselho Federal de Segurança da Alemanha na última quarta-feira (21/01).

Foto: Reuters.

Foto: Reuters.

Alemanha aprova envio de armas para conter EI


Berlim aprovou envio de mísseis antitanques e metralhadoras para conter avanço dos extremistas do Estado Islâmico (EI) no Iraque e na Síria. O esforço para ajudar combatentes curdos na luta contra os jihadistas, contudo, não é consensual justamente por violar uma diretriz de política externa que proíbe o fornecimento de armas para regiões em conflito e suscita muitas perguntas a respeito do envolvimento alemão. Confira aqui algumas respostas dadas pela Deutsche Welle.

Foto: picture-alliance / dpa.

Foto: picture-alliance / dpa.

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Realinhamento estratégico na Ásia Meridional?


Conforme análise de M. K. Bhadrakumar, a Ásia Meridional está pronta para que haja um realinhamento estratégico. Fim do embargo russo à venda de armas para o Paquistão sinaliza uma mudança geopolítica na região, bem como a maior aproximação da Índia com os Estados Unidos.

Ásia Meridional. Mapa: n.i.

Ásia Meridional. Mapa: n.i.

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Rússia põe fim a embargo ao comércio de armas com o Paquistão


A Rússia pôs fim ao embargo de venda de armas e sistemas bélicos ao Paquistão e anunciou que planeja vender helicópteros de ataque a Islamabade.

Helicópteros de ataque Mi-35. Foto: Alexander Vilf / RIA Novosti.

Helicópteros de ataque Mi-35. Foto: Alexander Vilf / RIA Novosti.

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Alemanha bate recorde de exportação de armas para países fora da UE e OTAN


A Alemanha aumentou significativamente suas exportações de armas para os chamados países terceiros (que não pertencem nem à União Europeia nem à OTAN) em 2013, segundo informações do próprio governo solicitadas pela oposição. Entre os principais destinos estão Arábia Saudita, Argélia e Qatar; total das exportações atingiu 3,6 bilhões de euros.

Foto: picture-alliance / dpa.

Foto: picture-alliance / dpa.

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China deve vender drones à Arábia Saudita


A China assinou um contrato com a Arábia Saudita de venda de drones fabricados domesticamente. Aeronave será do tipo Wing Loong de média altitude e longo alta autonomia de voo.

Foto: Reuters / Lintao Zhang.

Foto: Reuters / Lintao Zhang.

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Indústrias bélicas de Ucrânia e Rússia são interdependentes, apesar da crise


Colaboração entre empresas de armamentos russas e ucranianas esfria com a crise, mas não é suspensa. Rússia precisa de ucranianos para manter seus mísseis. Ucrânia depende das exportações para o vizinho.

Foto: picture-alliance / ITAR-TASS.

Foto: picture-alliance / ITAR-TASS.

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Japão autoriza exportação de armas pela primeira vez em quase 50 anos


Norma aprovada hoje (01/04) pelo governo japonês de Shinzo Abe permitirá a exportação de armas sob determinadas condições, após uma proibição quase total imposta há cerca de meio século. Os novos princípios mantêm a interdição de exportar armas para países envolvidos em conflitos ou que violem resoluções das Nações Unidas. O Japão apenas permitirá as exportações de armamento caso seja utilizado para “a cooperação internacional” e servir “interesses de segurança”.

Foto: Yuriko K Nakao / Reuters.

Shinzo Abe. Foto: Yuriko K Nakao / Reuters.

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Brasil aumenta importações de armamentos em 65%


O aumento das importações de armamentos pelo Brasil é destacado no relatório do Instituto de Pesquisa da Paz Internacional de Estocolmo (SIPRI), divulgado nessa segunda-feira (17/03). As compras do país entre 2009 e 2013 foram 65% maiores do que no período 2004 e 2008. Na média mundial, a venda de armas entre países cresceu 14% na comparação entre os dois períodos.

Foto: Keary O. / Creative Commons.

Foto: Keary O. / Creative Commons.

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Shinzo Abe quer que Japão possa exportar armas para países em conflito


O Primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, planeja afrouxar as restrições para exportação de armas ao não proscrever a entrega de armas para países envolvidos em conflitos internacionais. Medida abalaria um dos pilares do pacifismo japonês.

Foto: Yuriko K Nakao / Reuters.

Foto: Yuriko K Nakao / Reuters.

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Japão e ASEAN discutem comércio de armas


Representantes do Japão e da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) encontraram-se para discutir possíveis exportações de armamentos japoneses para o bloco, bem como cooperação em operações de resgate em desastres naturais.

Imagem: Wikimedia Commons.

Imagem: Wikimedia Commons.

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Alemanha quer fazer acordo de defesa com Arábia Saudita


Berlim enfrenta fortes críticas internas por vender armas a regimes autoritários. Dessa vez, o governo alemão está apoiando um acordo de defesa com a Arábia Saudita que prevê a venda de 100 belonaves de patrulha ao custo de 1,4 bilhão de euros.

Foto: Ingo Wagner / dpa.

Foto: Ingo Wagner / dpa.

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Coreia do Sul tenta se aproximar da Índia


A Coreia do Sul vem procurando se aproximar mais da Índia como forma de forjar laços estratégicos e econômicos com uma potência emergente de grande peso.

Foto: Reuters / Adnan Abidi.

Foto: Reuters / Adnan Abidi.

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Coreia do Sul devolverá munição fornecida pelo Japão


Ministério da Defesa da Coreia do Sul disse que devolverá toda munição fornecida pelo Japão às suas forças presentes em missão de paz no Sudão do Sul. País não quer tacitamente aprovar as mudanças propostas por Shinzo Abe à constituição japonesa e ao papel das forças de defesa.

Fonte: Reuters.

Fonte: Reuters.

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Japão deve suprir munições às forças sul-coreanas no Sudão do Sul


Pela primeira vez depois da Segunda Guerra Mundial, o Japão irá prover armas e munições às forças armadas de outro país. Através da ONU, o país irá suprir as tropas sul-coreanas na missão de paz no Sudão do Sul, que atualmente está passando por profunda crise política.

Fonte: Reuters.

Fonte: Reuters.

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O segredo do sucesso das forças armadas da China: engenharia europeia


Motores a diesel alemães agora fazem parte de submarinos furtivos chineses. Apesar dos embargos da União Europeia ao comércio de armas com a China, muitas das tecnologias bélicas que Pequim hoje possui vêm de aliados europeus dos Estados Unidos.

Fonte: Reuters / Guang Niu.

Fonte: Reuters / Guang Niu.

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Os esforços da Índia para vender equipamentos de defesa ao Sudeste Asiático


Índia está tentando aumentar sua presença em comércio de material bélico com os países da ASEAN. Etapa é evolução da Look East Policy.

Docas indianas. Fonte: Reuters / Vivek Prakash.

Docas indianas. Fonte: Reuters / Vivek Prakash.

India’s ASEAN Defense Sales Effort

The Diplomat – 10/12/2013 – por Saurav Jha

In late October, India’s Defence Research and Development Organization (DRDO) and its domestic industrial partners exhibited a range of military wares abroad, with a dedicated pavilion for the first time at ADEX-2013 in Seoul. Taken together with reported sales of indigenously developed sonar systems to neighbouring Myanmar and talks with the Philippines about the prospect of supplying two naval frigates, it seems that India is now keen to move beyond mere maintenance and training support to a limited number of ASEAN members.

Naturally current and near future sales are likely to be focused on areas where individual ASEAN states seek specific capabilities that India’s domestic industry can supply. The China factor in the background may meanwhile lend something of a maritime edge to these transfers. India’s defence supply relationship with various ASEAN states will unfold on a realistic bilateral basis rather than through any overarching India-ASEAN framework. However, while sensors and munitions can be more readily supplied, major platforms that require sub-systems potentially sourced from other players will create the need for India to co-ordinate closely with the United States and Russia and build a case for its entry into various export control regimes.

While the venue for DRDO’s first serious show-and-tell abroad was chosen to signal emerging ties between India and South Korea (which incidentally is also pushing for military sales in Southeast Asia) it also marked an intent to upgrade the defence outreach component of India’s “Look East Policy.” As Avinash Chander, Scientific Advisor to India’s Defence Minister & Secretary Defence R&D, Ministry of Defence (MOD) put it on the sidelines of ADEX-2013: “Our presence at Seoul is an opportunity for building technology partnerships for R&D and manufacturing, and for creating export potential. Indian systems and defence manufacturing capability have matured. We want to project not just the DRDO, but all of India’s emerging defence capabilities.”

Now some of the more mature systems on display at Seoul are export variants of sensors already in use by the Indian military. An example would include a compact version of DRDO’s hull-mounted sonar (HUMSA) suitable for mounting on small frigates, corvettes and offshore patrol vessels (OPVs). Incidentally it has been reported that this is a variant of the HUMSA being exported to Myanmar’s Navy, which is recapitalizing its fleet with new OPVs and modest sized frigates. The sonars are also part of a larger pipeline of naval sensors being supplied to Myanmar, which has in the past included BEL-built RAWL-02 Mk III L-band 2D search radars and commercial grade navigation radars that are being sported by Myanmar’s new line of Aung Zeya Class frigates armed with a mix of Russian and Chinese weaponry. The primary strike armament of the Aung Zeya class is, however, the Russian Kh-35 Uran anti-ship missile.

The significance of the Indian sales emerges from the fact that Myanmar is now engaged in a competitive naval buildup with Bangladesh, particularly since the maritime standoff between their navies in 2008, which did not portray Myanmarese naval capabilities in a particularly good light. It brought home to the Myanmarese side the need to augment their surface fleet with larger ships equivalent to those the Bangladeshi navy fields. The 2008 standoff was ultimately defused through an intervention by China, which is still the chief supplier of naval equipment to both navies. But since then Myanmar has been keen to diversify foreign support for its naval buildup even as Bangladesh’s navy is actually increasing its dependence on China. Myanmar’s navy may be particularly concerned about Bangladeshi aims to source submarines from China as the former is known to be rather weak in anti-submarine warfare and sonar sales by India also assume significance in this light.

During his July visit to India, Myanmar Navy’s Commander-in-Chief Vice Admiral Thura Thet Swe made a direct request for Indian assistance in OPV’s, supply of naval sensors and other military equipment to build force levels that had been severely depleted by Cyclone Nargis. It is clear that Yangon wishes to have a naval fleet and sensor equipment somewhat different from the growing Chinese-origin Bangladeshi fleet. Importantly, Swe’s visit was preceded by the first ever India-Myanmar bilateral naval exercise in the Bay of Bengal. The exercise included, among other things, patrols near Myanmar’s Coco Islands, which for a long time was suspected by the Indian side to harbour a Chinese SIGINT facility.

At the other geographic end of ASEAN, the Philippines is another nation drawing closer to India in the military domain. In a visit that signaled an uptick in bilateral engagement, India’s foreign minister Salman Khurshid is reported to have discussed the possibility of supplying two frigates to the Philippines Navy with his counterpart during his late October visit to Manila. This issue will be discussed further during the second meeting of the Philippines-India Joint Defence Cooperation Committee (JDCC) in New Delhi, likely to take place in the near future.

Philippines’ need for naval modernization is perhaps more acute than that of Myanmar since the China factor creates a direct need for augmenting naval surface warfare capabilities in order to protect disputed island territories. Port calls and transit exercises by the Indian Navy over the years have given the Philippine Navy a good opportunity to take a look at Indian-built warships and this has contributed to the evinced interest.

Nevertheless, the request for information issued by the Philippines for these two frigates specifies its armament to include just 50 km ranged subsonic anti-ship cruise missiles and very short-range (around 6 km) surface to air missiles (SAM). At the moment, India’s domestic industry does not build either an indigenously developed subsonic anti-ship missile or an indigenously developed very short-range SAM. Therefore any prospective sale of frigates by India to Philippines will require it to cooperate with third-party players that already have an existing relationship with India, given that India is still out of U.S.-led export control regimes. Israel naturally comes to mind, given the nature of Manila’s requirements.

The Philippine tender for these frigates also specifies a build time of 1460 days, or 48 months, and only shipyards that have completed such projects in the past 10 years are eligible to bid. The latter requirement means that one of India’s public shipyards will have to bid for this tender. Although the non-armament specifications of the Philippine Navy requirement fall well within the capabilities of emerging Indian private shipyards, none of them have really completed a project such as this in the last 10 years. Indian success in this tender means that the Philippine Navy will have to be satisfied that its ships can indeed be delivered within the stipulated 48 months by one of India’s public shipyards, which are presently fully booked. Of course it must be said that some of them have recently completed expansion programmes and some have also tied up with private shipyards possessing spare capacity. In any event, the nature of the Indian bid for this contract will be interesting to see given that it will require not just domestic but third-party foreign collaboration.

Returning to the issue of ship-borne weapons, India could in the future offer the Brahmos cruise missile along with surface warships to ASEAN countries. However apart from the issue of getting the Russians onboard there will always be a question of cost. The Philippine Navy for instance, judging by its requirements, is looking for capability on the cheap and this is precisely the need that India is expected to fill in its defence engagement with countries in ASEAN wary of both China’s military might and its ability to arms countries in the vicinity.

Apart from absolute cost – which matters greatly for ASEAN states with modest budgets – India’s defence relationship with ASEAN members will also revolve around the terms of credit offered and the possibility of co-production and co-development. This will be especially important in the case of larger players in ASEAN such as Indonesia and Vietnam. Vietnam has already been offered a $100 million credit line for OPVs and is interested in the anti-ship variant of the Brahmos, as is reportedly Malaysia.

In the case of the Brahmos, it must be noted that India and Russia have failed to see eye to eye as far as its export potential is concerned. Russia’s reluctance on this front may also stem from the fact that it has been marketing overseas the Yakhont/Onyx missile, on whose airframe the Brahmos is based. Indeed, Russia in 2011 sold Bastion-P systems to Vietnam whose missile component is the Yakhont. On the other hand, prior reports of Prithvi surface to surface missile (SSM) sales to Vietnam have also come to nought, since India is not keen to supply non-MTCR compliant weapons abroad.

At ADEX-2013, however, DRDO’s pavilion prominently displayed the 60-170 km range Pragati “tactical” SSM derived from the Prahar SSM meant for the Indian Army’s artillery corps. This MTCR compliant missile and indigenous missile now on offer for export represents a major step up from simply orchestrating sales of OPVs and maritime sensors. It means that India is now looking to sell undeniably offensive systems that are not hamstrung by either foreign collaborative arrangements or export control regimes. In addition to the Pragati SSM, DRDO’s Astra air-to-air missile and the Akash medium-range SAM – in use with the Indian military – were also prominently featured at Seoul.

Recent developments show that India’s MOD, which has been accused of dragging its feet on the issue of adding a substantive military component to India’s Look East policy is now probably on board with the Ministry of External Affairs (MEA) on this issue. The push factor obviously comes from the need to defray the cost of indigenous developments and to raise the profile of India’s growing military industrial complex. The MEA on its part sees these sales as a natural outgrowth of the Look East policy it has developed over the past two decades. Such sales also strengthen India’s case for membership of export control regimes such as the “Waasenaar Arrangement” which it has been seeking to enter for some time now. At the end of the day the future of India’s defence relationship with ASEAN states will depend more on how its manages to coordinate matters domestically and whether Indian industry is able to gets its act together on the timely delivery of weapons.

Fonte: http://thediplomat.com/2013/11/indias-asean-defense-sales-effort/?allpages=yes

ONU aprova a primeira resolução da sua história sobre comércio de armas


ONU

UN adopts landmark arms treaty

02 de abril de 2013 – Al Jazeera

The 193-nation UN General Assembly has overwhelmingly approved the first-ever treaty on global arms trade that seeks to regulate the $70bn international trade in conventional arms.

The resolution adopting the landmark treaty was approved by a vote of 154 to three, with 23 abstentions.

Al Jazeera’s Cath Turner, reporting from New York, commented that the yes votes was a “significantly high number” for this type of resolution. (mais…)