Coreia do Sul

Irã e Coreia do Sul aprofundam relações bilaterais


Nesta segunda-feira (02/05), o presidente do Irã, Hassan Rouhani, e a presidente da Coreia do Sul, Park Geun-hye, encontraram-se em Teerã para aprofundar as relações entre os dois países. 19 acordos foram assinados, entre eles termos de cooperação em transporte marítimo e infraestrutura relacionada, energia e setor petroquímico. Paralelamente também se firmou um contrato que prevê a exportação de gás natural liquefeito do Irã para a Coreia do Sul. Ao todo, espera-se elevar o comércio bilateral de 6 para 18 bilhões de dólares.

Park Geun-hye e Hassan Rouhani. Foto: AP / Ebrahim Noroozi.

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Coreia do Sul encobriu trabalho escravo e assassinatos nas décadas de 70 e 80


A Coreia do Sul encobriu diversos casos de abuso e assassinatos durante as décadas de 70 e 80, segundo a agência de notícias AP.  Documentos do governo mostram que a instituição Brothers Home, que recebia os considerados “vagabundos” pelas autoridades, foi palco de trabalho escravo, tortura e de diversas mortes (pelo menos 513). Os prisioneiros, normalmente crianças, mendigos, comerciantes de rua, deficientes e dissidentes capturados pela polícia, trabalhavam em diversas fábricas em regime de semiescravidão. O governo encerrou as investigações em 1987 e afirmou que agora as evidências são muito antigas para uma nova.

Foto: Reuters

Partido do governo da Coreia do Sul perde a maioria do Parlamento


Em eleições legislativas realizadas na Coreia do Sul nesta quarta-feira (14/04), o partido da presidente Park Geun-hye, o Saenuri, perdeu a maioria do Parlamento. Ele conseguiu 122 dos 300 assentos, muito menos do que era previsto. O partido de oposição Minjoo teve 123 parlamentares eleitos, enquanto o Partido do Povo obteve 38. É a primeira vez em 16 anos que a oposição controla a maioria do Parlamento.

Foto: Ed Jones / AFP / Getty Images

Coreia do Norte dispara míssil de curto alcance, segundo Seul


A Coreia do Norte realizou um teste com um míssil de curto alcance nesta terça-feira (29/03), afirmaram militares da Coreia do Sul. Projétil teria sido disparado da cidade costeira de Wonsan e percorrido 200 quilômetros. O míssil teria caído em território norte-coreano, já que o objetivo era testar sua precisão.

Foto: Yonhap

 

Coreia do Norte realiza testes com míssil balístico


Nesta sexta-feira (18/03), a Coreia do Norte realizou testes com mísseis balísticos de médio alcance. Informações são de autoridades militares sul-coreanas. O primeiro míssil, provavelmente da classe Rodong, voou 800 quilômetros e caiu no mar. Já o segundo se desintegrou em pleno voo. O Japão protestou contra o ato e reforçou a segurança na região do teste.

Foto: KCNA/ Reuters

A nova lei antiterrorismo da Coreia do Sul ameaça a democracia


Em artigo publicado na revista The Diplomat (09/03), Geoffrey Fattig questiona as políticas antidemocráticas da presidente sul-coreana Park Geun-hye. Além da perseguição de partidos de oposição e jornalistas com base em leis de segurança nacional, o governo de Park aprovou recentemente uma lei antiterrorista, que ameaça ainda mais as liberdades democráticas do país. As agências de inteligência da Coreia do Sul, que já possuem grande controle sobre as informações da Internet,  aumentaram seus poderes de interferência e fiscalização sobre outros meios de comunicação. A oposição teme que medida possa ser usada para intimidação política. A lei foi aprovada no início de março com a justificativa de combater a espionagem da Coreia do Norte e impedir atentados terroristas.

Foto: Cheong

China opõe-se à instalação de sistema antimísseis dos EUA na Coreia do Sul


Nesta terça-feira (16/02), a China expressou ser contrária ao envio de um sistema antimísseis (THAAD, em inglês) dos Estados Unidos para a Coreia do Sul. Estes iniciaram conversas para o envio após testes nucleares e de mísseis balísticos realizadas pela Coreia do Norte. Assunto foi o principal tema do diálogo estratégico entre autoridades chinesas e sul-coreanas, realizada em Seul.

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Foto: US Missile Defense Agency.

Indonésia e Coreia do Sul assinam contrato para desenvolvimento do caça KF-X


Após alguns meses de negociação, na quinta-feira (07/01) a Indonésia assinou com a Coreia do Sul um contrato para desenvolver em conjunto caças de última geração. O acordo, assinado com a Korea Aerospace Industries (KAI), estipula que o Ministério de Defesa indonésio investirá US$ 1,3 bilhão — cerca de 20% do custo do projeto — no caça experimental KF-X/IF-X.

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Foto: Ankara News.

Coreia do Sul retoma programas de propaganda contra a Coreia do Norte


Na sexta-feira (08/01), a Coreia do Sul retomou programas de propaganda contra a Coreia do Norte, em retaliação ao teste nuclear realizado na quarta-feira. Vários alto-falantes na fronteira entre os dois países passaram a enviar mensagens contra o governo norte-coreano, músicas sul-coreanas e notícias. Tropas sul-coreanas protegem os equipamentos.

Foto: Xinhua.

EUA, Coreia do Sul e Japão comprometem-se a responder a teste nuclear norte-coreano


Nesta quinta-feira (07/01), os Estados Unidos, o Japão e a Coreia do Sul concordaram em dar uma “resposta forte e unida” da comunidade internacional contra o teste nuclear realizado pela Coreia do Norte esta semana. Washington também reforçou seu compromisso com a segurança de Tóquio e Seul.

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Foto: AFP.

Sete eventos para se prestar atenção na Ásia em 2016


Em artigo publicado na revista The Diplomat (31/12), o analista Ankit Panda elenca sete eventos geopolíticos para se prestar atenção no início de 2016 na Ásia: as eleições em Taiwan; o início das operações do Banco Asiático de Investimento em Infraestrutura (AIIB, em inglês); eleições internas no Partido Comunista do Vietnã; complicações no acordo entre Japão e Coreia do Sul sobre escravas sexuais da Segunda Guerra Mundial, assinado no final do ano passado; conversas entre Paquistão e Índia; negociações de paz com o Talibã; e o nascimento da Comunidade ASEAN.

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Foto: Shutterstock.com

Japão e Coreia do Sul chegam a acordo sobre escravas sexuais da Segunda Guerra Mundial


Em dezembro, a Coreia do Sul e o Japão chegaram a um acordo sobre as mulheres sul-coreanas submetidas à escravidão sexual e prostituição por militares japoneses durante a Segunda Guerra Mundial. Tóquio criará um fundo de 8 bilhões de dólares para as mulheres, que agora têm idade avançada. O governo japonês ainda pediu desculpas pela situação vivida pelas “mulheres de conforto”. A atitude é considerada uma importante mudança de atitude do governo conservador de Shinzo Abe.

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Foto: picture-alliance / dpa.

Coreia do Norte afirma possuir bomba de hidrogênio


Segundo uma agência de notícias norte-coreana, o país agora possui bombas de hidrogênio, além de bombas atômicas. Porém, a Coreia do Sul afirma que o vizinho do norte não possui capacidade nem know-how suficientes para criar uma bomba H, considerada o armamento mais letal já feito.

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Foto: KCNA / Reuters.

EUA aprova exportação de tecnologias do F-35 para a Coreia do Sul


O governo dos Estados Unidos aprovou a exportação de tecnologias avançadas do caça de 5ª geração F-35, ainda em desenvolvimento, para a Coreia do Sul, que as deve utilizar para desenvolver o caça nativo multifuncional de 4,5ª geração KF-X. Oficiais sul-coreanos afirmaram que os EUA concederam autorização para a exportação de 21 tecnologias sensíveis. Seul ainda deve comprar cerca de 40 caças F-35.

Modelo do KF-X. Foto: Patrick Allen / IHS.

Empresas de Coreia do Sul e Indonésia firmam acordo de defesa


Empresas da Indonésia e da Coreia do Sul firmaram um acordo de cooperação em defesa na última sexta-feira (04/12). A empresa sul-coreana Korea Aerospace Industries (KAI) e a estatal indonésia PT Dirgantara Indonesia (PTDI) concordaram em aprofundar suas relações, incluindo setores de veículos aéreos não tripulados e indústria aeronáutica civil e militar. Medida deve impulsionar o desenvolvimento conjunto do avião de caça multifunção de 4,5 geração KF-X.

Modelo do KF-X. Foto: Greg Waldron / Flightglobal.

Milhares protestam contra governo na Coreia do Sul


Neste sábado (14/11), dezenas de milhares de pessoas foram às ruas de Seul, capital da Coreia do Sul, para protestar contra o governo do país na maior manifestação em sete anos. Estima-se que 70 mil manifestantes estiveram presentes no ato, o qual teve confrontos com forças policiais, incluindo o uso de canhões de água e gás lacrimogênio. Protesto era contra as recentes medidas de flexibilização da legislação trabalhista e a decisão de que escolas só poderão usar livros de história editados pelo governo.

Foto: AP / VOA.

China, Japão e Coreia do Sul restauram suas relações após cúpula trilateral


China, Japão e Coreia do Sul anuciaram que “restauraram completamente” suas relações após a primeira cúpula trilateral em três anos, realizada no início do mês de novembro (01/11). No encontro do primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, com o premiê japonês, Shinzo Abe, e a presidente da Coreia do Sul, Park Geun-hye, discutiram-se questões históricas, acordos comerciais e o progama nuclear norte-coreano. Além disso, o Japão planeja sediar a próxima reunião a ser realizada em maio de 2016.

Abe (E), Geun-hye (C) e Keqiang. Foto: Xinhua / Liu Weibing.

EUA e Coreia do Sul interceptam aviões russos


O governo dos Estados Unidos confirmou nesta quinta-feira (29/10) que seus caças, junto com aviões da Coreia do Sul, interceptaram bombardeiros da Rússia perto do porta-aviões USS Ronald Reagan. O incidente ocorreu no Mar do Japão, durante exercício conjunto entre forças norte-americanas e sul-coreanas. Após a saída dos aviões russos  da área, não houve maiores confrontos.

Foto: US Navy

Coreia do Sul apresenta helicóptero militar sem piloto


A Coreia do Sul apresentou uma maquete em tamanho real de um variante sem piloto do helicóptero leve de ataque MD 500. O modelo, designado KUS-VH, deve ter um protótipo voando ainda este mês. O equipamento é fruto da cooperação tecnológica da empresa Boeing com a Divisão Aeroespacial Coreana (KAL-ASD, em inglês), e pretende utilizar-se das máquinas como auxiliares para os novos helicópteros AH-64E Apache do país.

Foto: Boeing.

EUA, Coreia do Sul e China querem retorno da Coreia do Norte para negociações das seis partes


Os Estados Unidos e a Coreia do Sul declararam conjuntamente na semana passada que trabalharão junto com a China para trazer a Coreia do Norte de volta para as conversas das seis partes — encerradas em 2008 — sobre o programa nuclear norte-coreano. A China, por sua vez, já afirmou anteriormente que pretende trabalhar com Pyongyang para concluir o mais rapidamente e pacificamente os diálogo sobre o projeto atômico.

Foto: Xinhua / Yin Bogu.

Coreia do Sul aprofunda relações com EUA


A Presidente da Coreia do Sul, Park Geun-hye, realizou visita aos Estados Unidos na semana passada, melhorando ainda mais as relações entre os países. Diversas áreas, como a de defesa, meio-ambiente, cibernética e até uma declaração conjunta sobre a desnuclearização da Coreia do Norte marcaram o aprofundamento da cooperação bilateral

Foto: Cheong Wa Dae.

Japão e Coreia do Sul aumentam presença na África


Em artigo publicado na revista The Diplomat, Jason Nicholson analisa a crescente presença estratégica do Japão e da Coreia do Sul na África e as relações deste fato com os Estados Unidos. Com os recentes eventos no Pacífico, poucos observadores têm prestado atenção na aproximação entre os países asiáticos e o continente africano, em especial a porção leste. Por exemplo, o Japão possui uma base naval no Djibouti e participa cada vez mais em missões de manutenção da paz das Nações Unidas no continente.

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Mapa: n.i. 

O aprofundamento das relações entre Coreia do Sul e Uzbequistão


Em artigo publicado na revista The Diplomat no início de setembro, o analista Samuel Ramani averigua a crescente relação entre a Coreia do Sul e o Uzbequistão. Aproximação se deu por interesses econômicos, principalmente no setor energético, e por afinidade cultural e normativa. Para Ramani, Seul poderia se tornar uma alternativa a Rússia ou China para os países da Ásia Central.

Foto: publika.uz

Reações à aprovação da reforma securitária no Japão


As leis aprovadas pela Dieta japonesa no último sábado (19/09), que permitem a atuação das Forças de Autodefesa do Japão atuar fora de seu território mesmo que país não esteja sobre ataque direto, tiveram repercussão interna e regional. Pesquisa realizada horas após a votação mostraram uma queda considerável de mais de 4% (38,9%) na aprovação do governo do premiê Shinzo Abe, e também a o aumento da desaprovação para 50,2% da população. As leis também geraram protestos por parte de países vizinhos, principalmente da China. Pequim e a Coreia do Norte afirmaram que nova legislação ameaça a paz e estabilidade regional. Já a Coreia do Sul pediu para o governo nipônico maior transparência nas novas políticas securitária, assim como a continuação do espírito pacífico.

Shinzo Abe. Foto: n.i.

Austrália e Coreia do Sul aumentam cooperação em defesa


Em encontro dos ministros da defesa e das relações exteriores dos dois países, Austrália e Coreia do Sul aprofundaram a cooperação bilateral em matérias de defesa e segurança. Entre as áreas contempladas estão o combate à proliferação nuclear e a crimes transnacionais, segurança cibernética, segurança fronteiriça e gerenciamento de crises.

Foto: Australian Ministry of Foreign Affairs / Twitter.

Coreia do Sul e Filipinas aprofundam cooperação em defesa


A Coreia do Sul e as Filipinas aprofundarão cooperação em defesa, conforme anunciado nesta segunda-feira (14/09). O acordo aumentará a troca de inteligência militar, intercâmbio de oficiais e a colaboração no combate à ameaças não-tradicionais e transnacionais. Manila também busca levar adiante seus planos de modernização militar e Seul pode ser uma importante fonte de tecnologia e material bélico.

Foto: Flickr / República da Coreia.

EUA, Coreia do Sul e China manifestam-se quanto a lançamento de satélite norte-coreano


Com o possível lançamento de um satélite por parte da Coreia do Norte, os Estados Unidos e a Coreia do Sul reagiram afirmando que isto violaria diversas resoluções do Conselho de Segurança da ONU, já que o teste seria um disfarce para teste de misseis balísticos. Seul anunciou que, apesar de não existir nenhum indício concreto do lançamento, responderá em conjunto com membros da ONU à provocação. Já a China pediu que as partes seguissem as resoluções existentes e que evitassem tensões na península coreana.

Foto: Wikimedia / Sungwon Baik / VOA

Foto: Wikimedia / Sungwon Baik / VOA.

Coreia do Sul e Coreia do Norte trocam fogo na fronteira


Coreia do Sul e Coreia do Norte trocaram fogo na madrugada do dia 20 de agosto devido aos conflitos pela retomada de transmissões de propaganda na região da fronteira entre os dois países e pelo retorno de explosões de minas terrestres na linha de frente.  De acordo com um porta-voz das forças armadas sulcoreanas, a Coreia do Norte teria conduzido seus primeiros ataques às 3h52min e às 4h12min, utilizando artilharia antiárea e armas de fogo. Nenhum dano foi reportado.

Foto: AFP, Jung Yeon-Je.

Foto: AFP, Jung Yeon-Je.

 

Coreia do Sul testa novo míssil balístico


Esta semana a Coreia do Sul testou um novo míssil balístico que pode atingir todo o território norte-coreano, segundo o escritório da presidência do país. O míssil foi desenvolvido com a permissão dos Estados Unidos para estender o seu alcance para até 800km. Seul e Washington têm um acordo que limita as capacidades balísticas sul-coreanas, mas que foi flexibilizado devido a uma suposta superioridade de Pyongyang na área.

Foto: Ministério da Defesa da Coreia do Sul / Yonhap / Reuters.

China e Coreia do Sul assinam acordo de livre comércio


Nesta segunda-feira (01/06), China e Coreia do Sul assinaram um acordo de livre comércio, em Seul, o qual vinha sendo negociado há três anos. Pelo acordo, os coreanos eliminarão tarifas de 92% dos produtos chineses e os chineses 91% dos coreanos dentro de 20 anos. Esse é o maior acordo de livre comércio já assinado por Pequim em termos de volume comercial; por sua vez, Seul tem na China seu maior parceiro em comércio. Os parlamentos dos respectivos países ainda precisam ratificar o tratado.

Foto: CFP

Foto: CFP