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Atentado em Istambul deixa 11 mortos e dezenas de feridos


Nesta terça-feira (07/06), a explosão de um carro-bomba em Istambul, na Turquia, deixou 11 mortos e dezenas de feridos. É o quarto atentado na cidade este ano. A bomba explodiu enquanto um ônibus com policiais passava pelo local, matando sete deles. Nenhum grupo assumiu a autoria do ataque, mas o presidente Recep Tayyip Erdogan acusou militantes curdos de serem os responsáveis.

Foto: Reuters

Parlamento turco aprova fim da imunidade parlamentar


Na última sexta-feira (20/05), o Parlamento da Turquia aprovou o fim da imunidade parlamentar. A emenda constitucional teve 376 dos 550 votos, a maioria sendo do partido Partido da Justiça e Desenvolvimento, o mesmo do presidente Recep Tayyip Erdogan. Opositores da lei afirmam que esta, além de aumentar os poderes presidenciais, será utilizada para retirar o mandato de deputados curdos, sob a justificativa de que eles “apoiam o terrorismo”.

Foto: Umit Bektas / Reuters

Turquia bombardeia alvos curdos no norte do Iraque novamente


Nesta quarta-feira (23/03), a Turquia bombardeou alvos do PKK (Partido dos Trabalhadores do Curdistão) no norte do Iraque novamente, especificamente nas regiões de Hakkurk, Avasin e Basyan. 12 aviões de caça alvejaram supostos abrigos, bunkers e depósitos de munições do grupo curdo, considerado terrorista pela Turquia, pela União Europeia e pelos Estados Unidos.

Foto: DVIDSHUB / Flickr CC.

Turquia continuará a atacar curdos sírios e planeja intervenção com Arábia Saudita


O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, anunciou nesta quarta-feira (17/02) que os ataques de artilharia contra posições curdas na Síria não serão interrompidos. Os Estados Unidos e outros países já pediram pelo fim das operações, que já duram vários dias. Ainda, Ancara considera uma intervenção em conjunto com a Arábia Saudita na Síria. Riade já anunciou o envio de caças para bases aéreas turcas.

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Erdogan. Foto: Yasin Bulbul / Associated Press.

Curdos vendem armas alemãs no mercado negro


Segundo relatos da imprensa alemã publicados na quinta-feira (21/01), combatentes curdos estariam vendendo armamentos alemães no mercado negro. As armas foram enviadas pela Alemanha para auxiliar no combate ao “Estado Islâmico”. Os soldados teriam vendido suas armas após não terem recebido seus salários por vários meses devido à difícil situação econômica do Iraque. Haveria indícios que algumas dessas armas tenham ido parar na mãos de grupos terroristas.

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Foto: picture-alliance / Bundeswehr / S. Wilke.

Curdos cometem crimes de guerra contra árabes, diz Anistia Internacional


Segundo a ONG Anistia Internacional, as forças curdas que lutam contra o grupo “Estado Islâmico” (EI) têm destruído deliberadamente diversas casas de árabes no Iraque, a fim de livrar a região de sua presença. Atos e outros crimes de guerra seriam cometidos como vingança ao apoio dessas comunidades ao EI. Segundo um porta-voz curdo, destruição é resultado direto dos conflitos contra o grupo extremista.

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Foto: Reuters.

Mais de 100 curdos mortos após operações militares na Turquia


Até este domingo (20/12), mais de 100 curdos, supostamente combatentes, morreram em uma grande operação militar do governo. Também somam-se às vítimas dois soldados e cinco civis. Protestos contra essas operações foram reprimidos pelo governo neste domingo. Cerca de 10 mil soldados com apoio de tanques foram enviados para o sudeste da Turquia para tentar eliminar o Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) de áreas urbanas.

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Foto: Reuters.

Turquia bombardeia alvos curdos no norte do Iraque


Nesta quarta-feira (09/12), a Turquia bombardeou alvos do PKK (Partido dos Trabalhadores do Curdistão) com seus caças F-16 no norte do Iraque, especificamente nas regiões de Kandil, Hakurk, Zap e Avasin-Baysan. As relações entre Bagdá e Ancara estão tensas desde quando tropas turcas, incluindo tanques e arsenais de artilharia, foram deslocadas para o norte iraquiano, o que é tido pelo país como uma grave violação de sua soberania. Também nesta quarta-feira, por unanimidade, o parlamento iraquiano aprovou uma moção de condenação da entrada das tropas turcas no país.

F-16. Foto: DVIDSHUB / Flickr CC.

LIDERANÇA CURDA É ASSASSINADA NA TURQUIA


Um importante advogado e ativista curdo, Tahir Elci, foi assassinado na Turquia no último sábado (28/11). A morte foi causada por uma troca de tiros, em que dois policiais também morreram. Horas depois, a polícia reprimiu protestos contra a morte em Instambul. Lideranças curdas acusam o governo de Ancara de planejar o assassinato.

 

File photo of Tahir Elci, the head of Diyarbakir Bar Association, escorted by plainclothes police officers as he leaves from his office in Diyarbakir

Foto: Reuters/Sertac Kayar/Files

 

Curdos iniciam ofensiva contra EI no Iraque


Na última quinta-feira (12/11), forças curdas apoiadas por tropas Yazidi começaram uma grande ofensiva para retomar o monte Sinjar e uma cidade adjacente, dominadas pelo grupo terrorista “Estado Islâmico”. O território no norte do Iraque foi tomado pelo EI no ano passado e é povoado majoritariamente por Yazidis. A operação foi precedida por ataques aéreos da coalizão internacional liderada pelos EUA.

Foto: Bryan Denton / The New York Times.

Turquia confirma ataque a posições curdas na Síria


O primeiro-ministro da Turquia, Ahmet Davutoglu, confirmou nesta terça-feira (27/10) que as Forças Armadas de seu país atacaram combatentes curdos no norte da Síria. No domingo passado, as Unidades de Proteção Popular Curdas (YPG) já informavam a ocorrência de ataques turcos na cidade síria de Tal Abyad. As YPG são uma importante força no combate ao “Estado Islâmico”, porém, a Turquia teme que sua proximidade à fronteira possa dar vazão a sentimentos separatistas dentre os curdos turcos.

Foto: Reuters.

Rússia pode apoiar rebeldes sírios contra EI


O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou que recebeu a permissão do presidente sírio, Bashar al-Assad, para apoiar rebeldes da Síria que “realmente estejam dispostos a lutar contra o ‘Estado Islâmico'”. Não se anunciaram nomes dos grupos a serem apoiados, mas suspeita-se que sejam os curdos sírios. A Rússia vem realizando bombardeios sobre o país em apoio ao governo de Assad.

Foto: EPA.

Turquia adverte EUA e Rússia contra ajuda aos curdos


A Turquia convocou, na última terça-feira (13/10), os embaixadores dos Estados Unidos e da Rússia para alertar contra qualquer ajuda aos combatentes curdos da Síria no âmbito de suas operações militares. O governo de Ancara considera o Partido da União Democrática (PYD), principal representante dos curdos sírios, irmão do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), que desde 1984 se encontra em luta armada contra o governo turco. O PYD se encontra em guerra contra o grupo “Estado Islâmico”.

Mapa: n.i.

Eleições legislativas na Turquia ocorrerão em novembro


A comissão de eleições da Turquia propôs ao governo no último dia 20 de agosto que as eleições sejam antecipadas para o dia 1º de novembro. O motivo seria a falha na negociação entre o partido no poder, o AKP, com os de oposição, sociais-democratas e nacionalistas, para a formação de uma coalizão. A crise política, que preocupa investidores em razão da queda da lira frente ao dólar e ao euro, vem acompanhada de uma crise de segurança, com conflitos contra o “Estado Islâmico” e o movimento separatista curdo.

Foto: Reuters, Stringer.

Primeiro-ministro turco Ahmet Davutoglu. Foto: Reuters, Stringer.

Turquia diz que PKK matou três soldados em ataque no sul do país


Militantes do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) teriam matado três soldados turcos na quinta-feira (30/07), em ataque a um batalhão do exército da Turquia na região sudeste da província de Sirnak, de acordo com relatório militar divulgado por Ancara. Helicópteros e suporte militares foram enviados para a região, indicando que a operação pode ter continuidade nos próximos dias. Aumento da violência por parte do PKK teria levado o governo turco a suspender o processo de paz e a bombardear posições curdas no Iraque e na Síria.

Imagem: n.i.

Imagem: n.i.

Líder curdo condena plano de “zona de segurança” na fronteira da Turquia com a Síria


Em entrevista para a BBC, o líder curdo Selahattin Demirtas condenou a criação da “zona de segurança” na fronteira da Turquia com a Síria, afirmando que um dos alvos dos alvos da operação seriam os membros do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), movimento separatista condenado pelo governo turco. A área, com cerca de 90km de comprimento, deverá ser usada para controlar a entrada e saída de grupos opositores no translado Turquia-Síria. O PKK é um dos principais aliados dos Estados Unidos no combate ao “Estado Islâmico” na Síria e no Iraque.

Foto: AFP.

Foto: AFP.

Entrada da Turquia na coalizão põe EUA em situação difícil com curdos


Com entrada oficial da Turquia no conflito liderado pelos Estados Unidos na Síria e no Iraque contra o “Estado Islâmico” (EI), governo estadunidense se vê em situação difícil sobre qual política adotar para com o povo curdo. Representados pelo Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) na Turquia e principais aliados dos EUA no combate ao EI, os guerrilheiros tem apoio indireto do governo estadunidense através dos auxílios concedidos ao Partido União Democrática Curda, da Síria. Em entrevista coletiva concedida pelo porta-voz do Departamento de Estado John Kirby, integrantes do PKK foram chamados de “terroristas”, reforçando o suposto direito de Ancara para reagir em sua defesa.

Foto: Massoud Mohammed, Reuters.

Foto: Massoud Mohammed / Reuters.

Em reunião extraordinária, OTAN declara apoio à Turquia em combate ao EI


Em reunião extraordinária nesta terça-feira (28/07), a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) declarou apoio à Turquia no combate aos militantes do “Estado Islâmico” na Síria e no Iraque. A reunião, que ocorreu em Bruxelas e durou cerca de 90 minutos, contou com o pedido de auxílio militar da Turquia aos 27 aliados membros da Organização. Contudo, diversas nações europeias alertaram seu interesse nas negociações de paz com o povo curdo, processo que pode ser prejudicado caso a Turquia continue atacando posições curdas na região.

Secretário-Geral da OTAN Jens Stoltenberg. Foto: Reuters, Francois Lenoir.

Secretário-Geral da OTAN Jens Stoltenberg. Foto: Reuters / Francois Lenoir.

Turquia suspende processo de paz com curdos


Em declaração ao público nesta terça-feira (28/07), o presidente turco Recep Tayyip Erdogan declarou suspenso o processo de paz entre a Turquia e a minoria curda. Segundo Erdogan, os contínuos ataques contra alvos turcos impossibilitam a continuidade das negociações, pois ameaçam a integridade nacional do país. O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, e o secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), Jens Stoltenberg, criticaram fortemente o uso excessivo de forças militares pelo governo turco no conflito, que desde 1984 já deixou mais de 40 mil mortos.

Foto: I. Askengin, Getty Images, AFP.

Foto: I. Askengin / Getty Images / AFP.

Turquia ataca curdos e convoca reunião da OTAN


Turquia realizou neste domingo (26/07) novos ataques aéreos às áreas de militantes curdos no norte do Iraque, ao mesmo tempo em que houve uma convocação por parte de Ancara de uma reunião extraordinária dos aliados da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN). As forças militares turcas se organizam em campanha contra os separatistas do Partido Trabalhista curdo (PKK) e contra os jihadistas do “Estado Islâmico”. O país organizou uma estratégia “antiterrorista” em suas regiões de fronteira contra ambos os grupos depois de uma onda de violência no país, reafirmando sua presença na área com ataques aéreos e de artilharia.

Foto: OTAN.

Foto: OTAN.

Turquia junta-se à coalizão contra “Estado Islâmico”


Na última quinta-feira (23/07), a Turquia anunciou que permitirá que a coalizão de combate ao “Estado Islâmico” liderada pelos Estados Unidos utilize bases militares em seu território para operações ofensivas contra o grupo extremista na Síria e no Iraque. Já na sexta-feira (24/07), Ancara realizou ataques aéreos com caças F-16 contra posições do EI próximas à fronteira com a Síria. Isso significa que a Turquia juntou-se à coalizão após um ano de recalcitrância, a qual tensionava as relações do país com os EUA devido ao crescente apoio de Washington a forças curdas na região.

Foto: Reuters.

“Estado Islâmico” ataca exército sírio e curdos simultaneamente


Soldados do “Estado Islâmico” organizaram nesta quarta-feira (25/06) ataques simultâneos contra o exército sírio e as milícias curdas. Os ataques ocorreram em Hasaka e Kobane, importantes cidades da Síria, em resposta às recentes conquistas de território pelas forças curdas.

Foto: Reuters, Ali Sahin

Foto: Reuters / Ali Sahin.

Combatentes do curdistão sírio tomam importante cidade do EI


Combatentes do curdistão sírio tomaram a cidade de Tal Abyad, cidade central do “Estado Islâmico”, bloqueando uma das principais rotas terrestres de suprimentos do grupo jihadista. Reforços da Unidade de Proteção Popular Curda (YPG, da sigla em curdo) devem ser enviados para auxiliar na proteção da principal rota em direção à Raqqa, outra cidade-chave do EI. O conflito gerou milhares refugiados que foram à Turquia.

Foto: AFP

Foto: AFP. 

Na Turquia, partido do governo perde maioria absoluta no parlamento


Na Turquia, o Partido da Justiça e Desenvolvimento (AKP), legenda do presidente Recep Tayyip Erdogan, perdeu ontem (07/06) a maioria absoluta que detinha no Parlamento há 13 anos, segundo números divulgados pelas emissoras de televisão turcas. A formação pró-curda Partido Democrático do Povo (HDP) conseguiu ultrapassar os 10% de votos necessários para entrar na Assembleia Nacional, elegendo pelo menos 70 deputados.

Recep Tayyip Erdogan. Foto: AP

Recep Tayyip Erdogan. Foto: AP

Turquia e Curdos apresentam novo acordo de paz


O Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK, na sigla em inglês), principal organização de defesa da causa curda na Turquia, realizou uma entrevista coletiva para debater o desarmamento do grupo. A atitude está na origem de um acordo com a Turquia que deve terminar com mais de trinta anos de conflito, que já matou mais de 40 mil pessoas. O desarmamento do PKK, que deve contribuir para uma solução democrática da controvérsia, vem após várias rodadas de negociação com o governo turco.

Foto: Ozan Kose / AFP / Getty Images

Foto: Ozan Kose / AFP / Getty Images

Governo iraquiano e curdos chegam a acordo sobre divisão de receitas do petróleo


O governo central iraquiano chegou a um acordo de longo prazo com a região autônoma curda sobre a divisão das receitas de sua produção petrolífera. Segundo o acordo, a receita dos 300 mil barris de petróleo produzidos diariamente da região de Kirkuk será dividida igualmente. O acordo deve contribuir para a unidade nacional no combate ao “Estado Islâmico”.

Foto: Credit Andrea Bruce / The New York Times

Foto: Credit Andrea Bruce / The New York Times

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Coalizão muda estratégia e passa a focar capital do “Estado Islâmico”


Os ataques aéreos da coalizão ocidental sobre o “Estado Islâmico” passaram a focar na capital de facto, Raqqa. Anteriormente, o principal alvo da coalizão era a cidade de Kobane, na fronteira com a Turquia. O governo sírio também está comandando ataques à cidade de Raqqa.

Foto: CNN

Foto: Força Aérea dos EUA / AP

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Forças iraquianas retomam duas cidades do “Estado Islâmico”


Forças iraquianas reconquistaram duas cidades do “Estado Islâmico” ao norte de Bagdá no último domingo. O governo iraquiano, milícias xiitas e curdos pashmerga lutam lado a lado para conter o avanço do grupo sunita sírio.

Foto: Reuters

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O “Estado Islâmico” reformula o Oriente Médio


George Friedman analisa a ascensão do “Estado Islâmico” no Oriente Médio e as refomulações dos alinhamentos na região. Segundo ele, a importância dos Estados Unidos se fez notar significativamente e Turquia, Irã e Arábia Saudita têm agora de articular políticas baseadas nessa realidade. Reaproximação entre Teerã e Washington talvez seja a mudança geopolítica mais relevante do momento.

Foto: BBC.

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EUA destroi infraestutura síria sob pretexto de combater “Estado Islâmico”


Os Estados Unidos estão cogitando destruir oleodutos sírios sob o pretexto de combater o “Estado Islâmico”, apesar de o comércio ilegal feito pelo grupo terrorista não passar por oleodutos. Maram Susli analiza outras situações em que os bombardeios em território sírio não parecem ter como alvo o “Estado Islâmico”.

Foto: n.i

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