dados macroeconômicos

Revisão de metodologia aumenta PIB brasileiro em 2,1%


O IBGE divulgou a série de dados do PIB brasileiro após a revisão da metodologia de seu cálculo, o que trouxe um acréscimo de 2,1% ao produto brasileiro entre 2000 e 2011. O maior diferencial foi no ano de 2011, em que a taxa de crescimento passou de 2,7% para 3,9%. Vários países revisaram sua metodologia de cálculo do PIB seguindo recomendação da ONU e obtiveram aumento do valor de seu produto. A Formação Bruta de Capital Fixo foi aumentada com esta revisão, ultrapassando a barreira de 20% do PIB em 2010 e 2011.

Foto: iStock

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IBGE se adequa a padrões internacionais no cálculo do PIB, que deve ser maior


Adequando-se a padrões internacionais estabelecidos em 2008, o IBGE mudará a metodologia do cálculo do PIB, que deverá ter resultado melhor do que o esperado para 2014. A mudança passa a contar gasto em pesquisa e exploração mineral como investimentos, até aqui contabilizados como despesa. Isso provocará uma expansão da conta de Formação Bruta de Capital Fixo, provavelmente elevando a conta final do produto brasileiro.

Foto: Estadão

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Política chinesa de incentivo ao crescimento foca em pequenas e médias empresas


Para incentivar o crescimento econômico, o governo chinês pretende facilitar a vida de pequenas e médias empresas através de políticas direcionadas. Assim, o governo chinês estenderá cortes de impostos sobre pequenas e médias empresas, além de reduzir alguns encargos trabalhistas. Pesquisas recentes demonstram que o país pode estar retomando um momento de maior crescimento econômico, ainda que a demanda mundial não contribua.

Foto: AFP / Getty Images

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Zona do euro deverá ter deflação em 2015


A previsão da Comissão Europeia é de que a zona do euro deve ter deflação em 2015, com queda do nível de preços de 0,1% ao longo do ano. A inflação somente deverá retornar em 2016, a taxas hoje previstas em 1,3%. A meta de inflação do Banco Central Europeu é de 2%, taxa considerada necessária para a manutenção da estabilidade econômica na região. O produto interno bruto (PIB) da zona do euro deverá ter crescimento de 1,3% neste ano.

Foto: picture-alliance / dpa

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