Dassault Rafale

Qatar compra 24 caças da França por US$ 7,5 bilhões


Nesta terça-feira (29/03), o Qatar oficializou a compra de 24 caças Dassault Rafale da França. O acordo de US$ 7,5 bilhões prevê além dos aviões, mísseis Meteor, mísseis de longo alcance e o treinamento de mecânicos e pilotos do Qatar.

Foto: Pascal Pochard-Casabianca / AFP / Getty Images

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França e Índia assinam acordo para venda de caças


Nesta segunda-feira (25/01), a Índia e a França assinaram um acordo intergovernamental para a venda de 36 caças franceses Rafale. Acordo final porém não foi finalizado devido a questões financeiras, que devem ser resolvidas em breve. Os dois países também firmaram diversos tratados em áreas como antiterrorismo, securitária, espacial e cultural.

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Foto: Asia Times.

Índia cancela programa de compra de caças


Nesta terça-feira (04/08), a Índia cancelou o programa de compra de 126 aviões caça multifunção (MMRCA, da sigla em inglês). Ato inclui o pedido de caças Dassault Rafale no valor de US$ 12 bilhões à França. O cancelamento foi divulgado pelo ministro da Defesa Monohar Parrikar e nenhuma razão para o cancelamento foi divulgada.

Foto: Divulgação.

Foto: Divulgação.

Egito recebe os primeiros caças Rafale da França


Egito recebeu, na última segunda-feira (20/07), os primeiros três caças Dassault Rafale, em uma cerimônia na base aérea de Istres, no sul da França. Os três caças do modelo DM, que contêm dois assentos, fazem parte de uma remessa de 24 aviões de combate vendidos ao país por US$ 5,6 bilhões no início de 2015. Estima-se que o equipamento será utilizado para combater em zonas de instabilidade na fronteira com a Líbia e na região leste do país, onde grupos leais ao “Estado Islâmico” estão organizados.

Foto: Dassault, A. Pecchi.

Foto: Dassault / A. Pecchi.

Suécia deve oferecer caças Gripen à Índia novamente


A Suécia vai oferecer novamente os caças Gripen da empresa Saab para a Índia em uma reunião do ministro da Defesa sueco com o primeiro-ministro indiano Narendra Modi na semana que vem. Recentemente a Índia decidiu comprar 36 caças Dassault Rafale da França ao invés dos 126 inicialmente acordados. Junto a essa redução, comentários de oficiais indianos indicam que Nova Delhi quer comprar caças leves de motor único, o que aumentou as esperanças de venda de Estocolmo. No final de 2013, o Brasil anunciou a compra caças Gripen NG da Saab.

Fonte: Divulgação / Saab.

Fonte: Divulgação / Saab.

Geopolítica e o mercado global de caças


No mercado global de caças, fatores geopolíticos têm tido um peso cada vez maior para a decisão de compra. O caso francês é o mais claro: após o Brasil ter se decidido pelo Gripen NG, Paris procurou fortalecer laços geopolíticos para encontrar mercado, como, por exemplo, com o Qatar e com os Emirados Árabes Unidos. Essa iniciativa, porém, não foi replicada pelo Reino Unido para a venda do caça Eurofighter Typhoon, o qual está tendo dificuldades de ser vendido. Já a Suécia passou a ter maior demanda em países emergentes para o caça Gripen NG, após o Brasil ter viabilizado seu desenvolvimento.

Foto: divulgação.

Dassault Rafale. Foto: Divulgação.

França vende 24 caças Rafale para o Qatar


François Hollande, presidente da França, informou que no próximo dia 4 de maio será assinado um contrato de venda de 24 caças Dassault Rafale com o governo do Qatar. O acordo de venda, que inclui ainda mísseis da empresa MBDA, mecânicos e treinamento de pilotos, deve ser no valor de 6,3 bilhões de euros (aproximadamente 21 bilhões de reais). A assinatura do contrato será o terceiro este ano para a França, que fechou acordos semelhantes com Índia e Egito e negocia com os Emirados Árabes. Até agora Paris já vendeu 15 bilhões de euros em armamentos só em 2015.

Foto: Adek Berry / AFP / Getty Images.

EAU retoma negociações para compra de caças Rafale


Os Emirados Árabes Unidos (EAU) retomaram as negociações com a França para a compra de caças Dassault Rafale. Contudo, o governo árabe-emiradense exige que sejam feitas modificações significativas no avião, especialmente no motor e no sistema geral, as quais a França julga serem caras e desnecessárias devido a alterações estruturais no projeto. As negociações entre os dois países já se estendem a por mais de cinco anos, e os EAU pretendem adquirir 60 caças. Recentemente a Índia e o Egito confirmaram a compra dos mesmo aviões.

Foto: divulgação.

Foto: divulgação.

Índia confirma compra de 36 caças Rafale da França


Em visita a Paris na semana passada, o primeiro ministro da Índia Narendra Modi confirmou que seu país quer comprar 36 caças Dassault Rafale da França prontos para uso operacional (fly away condition). Anúncio põe fim a anos de discussões entre os dois países sobre o programa de modernização da força aérea indiana e deve abrir as portas para aquisições futuras de mais caças. O pedido original, feito em 2007, previa a compra de 126 caças Rafale.

Foto: Flickr/ airwolfhound

Orçamento militar indiano sinaliza adiamento da compra de caças


Apesar de um aumento de 8% no orçamento militar indiano para o ano fiscal que se inicia em abril, analistas indicam que o montante investido é insuficiente para a esperada compra de caças Rafale. A compra dos caças da indústria francesa Dassault necessita uma verba de 12 bilhões de dólares. O primeiro ministro indiano, Narendra Modi, havia prometido em sua campanha eleitoral uma expansão das capacidades militares que foi frustrada, agora, com a divulgação de seu primeiro orçamento militar.

Narendra Modi  Foto: AP

Narendra Modi
Foto: AP

Brasil “muito provavelmente” escolherá caça Rafale


Foto: divulgação.

Brasil “muito provavelmente” escolherá caça Rafale

Correio do Brasil / Reuters Brasil – 13/02/2012

O Brasil “muito provavelmente” escolherá o caça militar francês Rafale para modernizar a Força Aérea, disseram fontes do governo, uma decisão que garantiria um dos contratos de defesa mais cobiçados dos mercados emergentes para um avião cujo futuro estava em dúvida apenas duas semanas atrás.

A presidente Dilma Rousseff e os conselheiros dela acreditam que a proposta da Dassault Aviation para vender pelo menos 36 Rafales tem os melhores termos entre as três ofertas finalistas, disseram à Reuters fontes sob condição de anonimato.

Dilma tinha preocupações sobre o Rafale porque o jato não tinha encontrado ainda nenhum comprador fora da França. Isso criava dúvidas sobre se a Dassault teria a escala necessária para produzir e manter os jatos a um custo razoável.

As fontes disseram que as preocupações envolviam negociações exclusivas para comprar 126 Rafales. O ministro da Defesa do Brasil, Celso Amorim, viajou a Nova Délhi na semana passada para discutir o negócio com autoridades indianas e analisar documentos relacionados à oferta da Dassault.

– O acordo com a Índia mudou tudo, disse uma das fontes. “Com a decisão da Índia, agora é muito provável que o Rafale seja o vencedor aqui”, acrescentou. (mais…)

Índia deverá adquirir os caças Rafale


India picks French jet over Eurofighter in $10bn deal

BBC – 31/01/2012

French firm Dassault has emerged as the lowest bidder in a $10bn contract to supply India with fighter jets.

Dassault Aviation will now enter final negotiations before any deal is signed for supplying India with 126 Rafale aircraft.

Correspondents say this is one of the world’s biggest defence deals and is a major setback for rival bidder, the Eurofighter Typhoon.

Eurofighter lost out in December on an $8bn deal to supply jets to Japan.

Officials at the British High Commission in Delhi said they were disappointed with the decision and would now study the details.

A statement read: “It was expressly said this was about the cost of the contract, not a reflection on the health of bilateral relations between India and the countries.”

The officials said they “genuinely believed the [Eurofighter] Typhoon offered the best capability now and in the future”. (mais…)

Defesa: Contratantes seduzidos pelo rearmamento de Índia e Brasil


Defence: Contractors lured as India and Brazil rearm

Financial Times/ Por John O’Doherty – 19/06/2011

The rapid growth of the Brazilian and Indian economies is the subject of much detailed analysis, but the development of these countries’ militaries often gets far less attention. That is about to change however, as both countries seek to bolster their defence capacity, and in so doing, they are attracting the attention of the world’s largest defence groups.

This year the world of military aerospace was focused on the question of who would be awarded a $35bn contract to provide 179 refuelling air-tankers to the US air force. The selection of Boeing drew a line under one of the largest and most contentious contracts in military aerospace in recent history. But as the fervour of this contract starts to fade, two new military aerospace contracts are coming into focus. (mais…)