desaceleração

A China em transição: desdobramentos da crise financeira global e o rebalanceamento do modelo de crescimento


Confira aqui a monografia da pesquisadora do ISAPE, Júlia Simões Tocchetto, sobre os principais impactos da crise financeira global sobre a economia chinesa, i.e. a queda nas exportações e o aumento do investimento para compensá-la. Analisando o modelo de desenvolvimento chinês a partir das reformas de Deng Xiaoping em 1978, o trabalho mostra que a crise o colocou em cheque ao atingir as exportações do país e gerar uma necessidade de reconfiguração do mesmo. Portanto, a desaceleração da economia da China parece ter caráter estrutural e não apenas conjuntural. No entanto, assevera-se que é prematuro dizer com certeza que o modelo está esgotado ou que a China está a caminho de um novo estilo de desenvolvimento, pois há evidências em ambas as direções.

Foto: AFP.

Foto: AFP.

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Exportações africanas para a China caíram 40% em 2015


As exportações de países da África para a China caíram 40% em 2015, em relação ao ano anterior, segundo um relatório do governo chinês. A China é o principal parceiro comercial do continente e a sua demanda por produtos africanos impulsionou a economia na última década. Queda reflete a desaceleração da economia chinesa, que também afetou os investimentos diretos do país na África, que caíram cerca de 40% no primeiro semestre de 2015.

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Foto: AFP.

Economia chinesa desacelera no terceiro trimestre de 2015


A economia chinesa registrou, no terceiro trimestre deste ano, o mais baixo crescimento desde o pico da crise financeira internacional (6,9%), mas dentro da meta do governo chinês para 2015, “cerca de 7%”. Informações são do Gabinete Nacional de Estatísticas da China, divulgados nesta segunda-feira (19/10). Nos primeiros nove meses do ano, as importações chinesas caíram 15,1%,, enquanto as exportações baixaram 1,8%,

Foto: Reuters.

Economia dos EUA também cai no primeiro trimestre


Assim como a economia brasileira, a economia dos Estados Unidos sofreu um baque no primeiro trimestre e caiu 0,7% frente ao trimestre anterior, em termos anualizados. Foi o pior resultado desde o primeiro trimestre de 2014, quando o PIB do país recuou 2,1%. Em comparação, expansão fora de 2,2% no quarto trimestre de 2014. A desaceleração da economia estadunidense reflete uma freada nos gastos das famílias, quedas nas exportações, nos investimentos fixos não residenciais e nos gastos dos governos estaduais e locais. Em contrapartida, os gastos do governo federal estadunidense cresceram e ajudaram a conter um maior impacto negativo da desaceleração econômica.

Foto: n.i.

Foto: n.i.

Desaceleração e pessimismo na economia dos Estados Unidos


Dados para o mês de março mostraram uma desaceleração abrupta na criação de empregos nos Estados Unidos. Apesar da taxa de desemprego manter-se em um patamar bastante baixo, de 5,5%, o ritmo da criação de postos de trabalho reduziu após um ano de robusta expansão do emprego. As principais causas foram uma redução do ritmo do investimento privado, o preço do barril de petróleo e um inverno rigoroso no nordeste e centro do país. Os dados de emprego confirmaram, para alguns analistas, a tendência de desaceleração da economia estadunidense. Dados de consumo e produção industrial desaceleraram, espalhando pessimismo nos mercados do país.

Foto: John Rucosky / The Tribune-Democrat, via Associated Press

Foto: John Rucosky / The Tribune-Democrat, via Associated Press

Mantega teme desaceleração no investimento com PIB fraco


Mantega teme desaceleração no investimento com PIB fraco–fontes

Reuters Brasil / Luciana Otoni, Tiago Pariz – 16/05/2012

Sabendo que o PIB do primeiro trimestre ficou abaixo do esperado, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, convocou dirigentes da indústria, do varejo e da construção civil nesta quarta-feira em Brasília para transmitir uma mensagem de confiança e pedir que os empresários continuem a investir.

No Ministério da Fazenda, informações de bastidores dão conta de que o primeiro trimestre registrará crescimento menor em relação ao quarto trimestre de 2011, e inferior ao esperado pela presidente Dilma Rousseff.

“O governo espera um pequeno crescimento em relação ao quarto trimestre”, disse uma fonte ligada à equipe econômica do governo.

No ano passado, o último trimestre registrou avanço de 0,3 por cento na comparação com o período de três meses imediatamente anterior, que, por sua vez, não avançou.

A Reuters mostrou no início desta semana que a expectativa de expansão da atividade neste ano é de 3,2 por cento.

“O desempenho no primeiro trimestre vai ser fraco, menor do que queríamos”, afirmou, por sua vez, um outro técnico da área econômica. Segundo ele, ao término de 2012, a economia deverá estar rodando a uma taxa anualizada de 4,5 por cento.  (mais…)

Bolsas na Ásia caem por preocupações com economia


Bolsas na Ásia caem por preocupações com economia

Correio do Brasil – 06/03/2012

As ações asiáticas caíram nesta terça-feira em meio à desaceleração econômica na China e na Europa e receios com o Irã, o que atingiu a confiança do consumidor, levando-os a realizar lucros de recentes altas que se marcaram por grande liquidez.

A redução de meta de crescimento da China e números que apontam para o risco de a Europa voltar a ter recessão corroeram o otimismo que vinham marcando o tom dos mercados globais desde que o Banco Central Europeu (BCE) fez a primeira grande injeção de liquidez, no fim de dezembro.

Financiamentos abundantes no sistema estabilizaram mercados e minimizaram as preocupações com a crise causada pela dificuldade de financiamento dos bancos europeus, mas a incerteza sobre a economia global levou investidores a diminuírem a exposição ao risco.

O petróleo também tinha queda, ressaltando a vulnerabilidade do mercado frente à ampla venda de diversos ativos.

– O prêmio para o risco de abastecimento do Irã está mantendo os preços, mas a maior volatilidade é do lado da demanda, disse Jeremy Friesen, estrategista de commodities da Société Générale. (mais…)