Desenvolvimento Socioeconômico

China atualiza planos de ampliação da malha ferroviária


Nesta quarta-feira (29/06), a China atualizou seus planos de ampliação da malha ferroviária em uma reunião do Conselho de Estado presidida pelo premiê Li Keqiang. O novo plano prevê que o país possua 150 mil km de ferrovias até 2020, incluindo 30 mil km de trens de alta velocidade. O plano anterior previa apenas 120 mil km. A expansão dos planos prevê mais construção de ferrovias nas regiões centrais e do oeste chinês.

Mapa: Wikimedia Commons.

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Transição hegemônica e poder naval: o declínio inglês e a ascensão dos EUA na primeira metade do Século XX


Confira aqui a monografia da pesquisadora do ISAPE, Giovana Esther Zucatto, sobre a relação entre o poder naval e as transições hegemônicas no sistema internacional, especificamente no processo de decadência da hegemonia da Inglaterra e de ascensão dos EUA na primeira metade do século XX. O trabalho trata das teorias do ciclo de acumulação sistêmica, poder naval e ciclos de supremacia naval, bem como da decadência da indústria naval britânica no período de declínio de Londres e do papel fundamental que teve o setor naval para a construção da hegemonia estadunidense.

Imagem: EUA / Wikimedia Commons.

Base Industrial de Defesa: experiência estadunidense e desenvolvimento socioeconômico (1930–1990)


Confira aqui a monografia da pesquisadora do ISAPE, Helena Marcon Terres, sobre a origem e o desenvolvimento da Base Industrial de Defesa (BID) estadunidense e os efeitos dos gastos militares no desenvolvimento socioeconômico do país entre 1930 e 1990. Procurando entender a funcionalidade dos gastos em defesa para o desenvolvimento dos EUA, o trabalho nota que, entre 1930 e até a Guerra do Vietnã, o nascimento e o estabelecimento da BID como um setor diferenciado na economia estadunidense possibilitaram notável desenvolvimento socioeconômico no país. Só que, a partir do conflito no Vietnã, os gastos militares e a evolução da BID assumiram um caráter crescentemente disfuncional, segundo o qual as capacidades produtivas e tecnológicas da economia foram elevadas sem haver, no entanto, geração de emprego e distribuição de renda.

Imagem: Estado de Oklahoma.

IDH do Brasil aumenta em 2014


Nesta segunda-feira (14/12), o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) divulgou que o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil subiu de 0,752 em 2013 para 0,755 em 2014, alavancado pelos aumentos na expectativa de vida e de anos de estudo. De 1990 a 2014, o Brasil é o país sul-americano que mais avançou em seu IDH, sendo que as políticas públicas do país tiveram e têm responsabilidade direta sobre esse progresso.

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Foto: picture-alliance / Pacific Press / F. Teixeira.

A herança dos 12 anos de “kirchnerismo” para a Argentina


Em artigo publicado no Opera Mundi, Juan Santiago Fraschina analisa a herança dos 12 anos de “kirchnerismo” na política econômica da Argetina. Segundo o autor, o país conseguiu, após a derrocada do neoliberalismo, reduzir as desigualdades enquanto mantinha altos níveis de crescimento econômico. Fraschina ainda conclui que a integração regional é necessária para a industrialização das economias locais e para a proteção contra a crise financeira internacional.

Foto: Flickr / CC / José María Pérez Nuñez.

Etiópia: próximo hegêmona da África?


Em artigo na revista Foreign Affairs, Harry Verhoeven descreve o impressionante desenvolvimento da Etiópia nas últimas décadas e identifica a possibilidade de que o país venha a se tornar um hegêmona no continente africano. Nos últimos 15 anos, o país cresceu a mais de 7% ao ano ao mesmo tempo em que tirou milhões de pessoas da pobreza ao aplicar políticas sociais e econômicas contrárias ao Consenso de Washington e bastante similares ao modelo chinês. Uma das questões-chave para a ascensão da potência africana seria a própria integração regional e sua capacidade de agir como líder.

Parque eólico próximo a Adis Abeba. Foto: Kumerra Gamechu / Reuters.

Banco Mundial afirma que Brasil praticamente conseguiu erradicar a extrema pobreza


Em novo relatório, Banco Mundial afirma que Brasil praticamente conseguiu erradicar a extrema pobreza desde 2001 e em ritmo mais acelerado do que os países vizinhos, puxando o desempenho da região. “Entre 2001 e 2013, o percentual da população vivendo em extrema pobreza caiu de 10% para 4%”, informa o estudo. “De 1990 a 2009, cerca de 60% dos brasileiros passaram a um nível de renda maior. Ao todo, 25 milhões de pessoas saíram da pobreza extrema ou moderada. Isso representa uma em cada duas pessoas que saíram da pobreza na América Latina e no Caribe durante o período.” Os autores lembram que, até 1999, os índices de extrema pobreza no país e no resto da região eram parecidos, em torno de 26%. Foi em 2012 que se observou uma redução maior no percentual brasileiro: 9,6%, ante os 12% regionais. Também chamam a atenção os indicadores de mobilidade social nesse período. O relatório apresenta o crescimento econômico, políticas públicas e aumento da taxa de emprego como os fatores determinantes dessa mudança.

Foto: Mariana Kaipper Ceratti / Banco Mundial

Nigéria, primeira potêncial mundial da África?


Segundo Liesl Louw-Vaudran, não será a África do Sul a primeira potência global africana, e sim a Nigéria. Para tanto, o autor argumenta pelas vantagens demográficas da Nigéria, que deverá ser o quarto país mais populoso do mundo em 2040, o que também é um motor para seu elevado crescimento econômico. Do ponto de vista militar, os gastos nigerianos vêm aumentando nos últimos anos, o que está sendo ainda mais intensificado com a luta contra o Boko Haram.

Soldados nigerianos combatem o Boko Haram Foto: AFP

Soldados nigerianos combatem o Boko Haram
Foto: AFP

Rússia intensifica presença na Ásia Central


Com a retirada total de tropas da OTAN do Afeganistão até o fim desse ano, a Rússia passou a intesificar sua presença na região. Temendo aumento do narcotráfico e de ações terroristas, Moscou vem reforçando laços econômicos e securitários não apenas com Cabul, mas também com Quirguistão, Tadjiquistão e Cazaquistão.

Reunião OTCS. Foto: Kremlin.

Reunião OTCS. Foto: Kremlin.

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Como reduzir a pobreza: uma nova lição do Brasil para o mundo?


Em uma década, principal programa dos governos do PT conseguiu reduzir a miséria do país em 28%, usando 0,5% do PIB por ano. Modelo de redução da pobreza começa a ser exportado pelo Brasil, que crê que apenas a ação conjunta de vários países pode combater eficazmente o flagelo.

Foto: Rafael Lasci / A2 Fotografia.

Foto: Rafael Lasci / A2 Fotografia.

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Quem vai mover as turbinas do Brasil?


Em editorial da Carta Maior, Saul Leblon critica políticas econômicas neoliberais para o desenvolvimento do Brasil e defende que o Estado seja o indutor do desenvolvimento tecnológico para ensejar maior crescimento econômico na economia brasileira, notadamente no caso da produção de turbinas, a exemplo do que os EUA fazem hoje para com sua indústria.

Foto: Carta Maior.

Foto: Carta Maior.

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Petróleo nas Malvinas: mudança no Atlântico Sul


A exploração de grandes depósitos de petróleo recém-descobertos na plataforma continental das Ilhas Malvinas pode aumentar significativamente o desenvolvimento do arquipélago através de altos investimentos em tecnologia para perfuração e com a atração de imigrantes.

Mapa: Post-Western World.

Mapa: Post-Western World.

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Está nas mãos da China o futuro da Ásia Central?


Pequim tem em suas mãos a oportunidade de evoluir suas relações com os países da Ásia Central – e todos sairiam ganhando. Apoio chinês às antigas repúblicas soviéticas pode ajudar a estabilizar a região ao aumentar o padrão de vida e desenvolver aqueles países. OCX também seria fórum-chave para tal.

Cúpula da OCX. Fonte: Kremlin.

Cúpula da OCX. Fonte: Kremlin.

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É 2014 o ano da América Latina?


Nos anos 2000, a América Latina conseguiu reverter as décadas perdidas de 1980 e 1990. De fato, devido ao forte crescimento econômico e crescente influência internacional, 2014 tem o potencial para ser o melhor ano para os latino-americanos.

Fonte: Mark Goble / Wikimedia Commons.

Fonte: Mark Goble / Flickr / Wikimedia Commons.

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