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Reino Unido pode se tornar paraíso fiscal


Nesta segunda-feira (04/07), o ministro das Finanças do Reino Unido, George Osborne, anunciou planos para reduzir significativamente os impostos para empresas no país como modo de reduzir os efeitos da saída britânica da União Europeia (UE). Segundo o político, a intenção é diminuir os atuais 20% de impostos corporativos para menos de 15%; na UE, apenas Irlanda e Chipre têm taxas mais baixas. Dessa forma, o Reino Unido teria uma das mais baixas taxas de impostos para empresas entre as grandes economias do mundo, o que a OCDE já disse que seria uma situação semelhante à de um “paraíso fiscal”.

Osborne. Foto: S. Rousseau / empics / picture-alliance via DW.

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No Irã, empresas petrolíferas europeias ganham acesso a mercado de gasolina


As empresas Shell (anglo-holandesa) e Total (francesa) ganharam a permissão do Irã para operar 200 postos de gasolina no país, sendo as primeiras empresas estrangeiras a ter acesso ao mercado de energia do país. Até agora, a “National Iranian Oil Products Distribution Company” (NIOPDC) era a única companhia atuando no mercado. País possui cerca de 15 milhões de carros e 3,200 postos de abastecimento.

Imagem: n.i.

China apresenta plano de privatização de parte de empresas estatais


Nesta terça-feira (15/09), a China anunciou o plano de privatizar parte de suas empresas públicas, conforme já se previa desde 2013. Segundo Zhang Xiwu, vice-presidente da Comissão para a Supervisão de Ativos Estatais, o objetivo é permitir a propriedade mista, convertendo as companhias em “entidades competitivas”, Porém, elas ainda ficariam sob controle do governo central. O plano ainda prevê maior facilidade de investimento privado, flexibilização salarial dos funcionários, maior autonomia do conselho administrativo e fiscalização para evitar apropriação de recursos públicos.

Foto: EBCitizen.

China compromete-se a abrir mercado para empresas estrangeiras


O primeiro-ministro chinês Li Keqiang deu as boas vindas a empresas estrangeiras nessa terça-feira (09/05), com o objetivo de constituir um ambiente empresarial mais competitivo e inovador através de uma maior abertura de mercado. Li encontrou-se com presidentes de 14 empresas, entre elas Goldman Sachs, Nokia, Pfizer, Banco Standard Chartered e Volkswagen. Em declaração durante o encontro, o primeiro-ministro anunciou que em breve os setores de indústria e manufatura também serão contemplados para acelerar sua modernização.

Foto: DMS

Foto: DMS.

Empresas chefiadas por mulheres lucram mais, indicam estudos


Enquanto as mulheres são muito pouco representadas nos cargos de chefia, vários estudos demonstram que empresas comandadas por elas conseguem ganhos até 47% maiores do que as lideradas por homens. As mulheres possuem, inclusive, maior estudo do que os homens, o que não impede que sejam menos bem remuneradas. Um dado mais recente é de que as empresas presididas por mulheres saíram mais rapidamente da crise de 2008. No Brasil, não há nenhuma mulher como CEO dentre as principais empresas negociadas na Bolsa de São Paulo.

Carly Florina foi CEO da Hewlett-Packard e agora quer se candidatar à presidência dos EUA Foto: Reuters

Carly Florina foi CEO da Hewlett-Packard e agora quer se candidatar à presidência dos EUA
Foto: Reuters

Reino Unido não consegue bloquear negócio de energia entre Alemanha e Rússia


Empresa russa sediada em Londres, a L1 Energy comprou uma subsidiária da corporação alemã RWE, a RWE Dea, por cerca de 5 bilhões de euros. A empresa alemã negociada possui concessões de exploração no Mar do Norte, o que gerou preocupações do governo britânico em relação a sanções impostas à Rússia. Um departamento do governo britânico sobre Energia reiterou preocupações sobre a negociação, mas não teve sucesso em bloquear a venda da subsidiária.

Mikhail Fridman, bilionário russo que é um dos compradores da RWE Dea. Foto: Natalia Kolesnikova / Agence France-Presse / Getty Images

Mikhail Fridman, bilionário russo que é um dos compradores da RWE Dea.
Foto: Natalia Kolesnikova / Agence France-Presse / Getty Images

Empresas prejudicam África Subsaariana com fluxos financeiros ilícitos


A cada ano, cerca de 50 bilhões de dólares são perdidos na África Subsaariana pela sonegação fiscal e evasão de divisas, cerca de 5,5% do PIB da região. Esse é a conclusão de um estudo, liderado pelo ex-presidente sul-africano Thabo Mbeki, que teve grande repercussão na última semana, quando ocorreu a reunião de cúpula da União Africana. As empresas multinacionais são as principais responsáveis pelos fluxos financeiros ilícitos, cujo valor supera a de ajuda externa fornecida aos países africanos.

Foto: Oupa Nkosi / M& G

Foto: Oupa Nkosi / M& G

A ineficiência da desigualdade dos EUA


Daniel Altman argumenta que a desigualdade é um problema não apenas social, mas também econômico nos Estados Unidos devido às barreiras que ela impõe ao crescimento econômico.

Fonte: Karen Bleier / AFP / Getty Images.

Fonte: Karen Bleier / AFP / Getty Images.

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A crise da classe média e o poder dos EUA


George Friedman argumenta que o contínuo declínio do padrão de vida da classe média estadunidense é uma ameaça geopolítica de longo prazo ao poder dos Estados Unidos devido à reestruturação da sociedade, que tem se mantido a mesma desde o fim da 2ª Guerra Mundial. O tecido social do país está ameaçado com a classe média desaparecendo e com o gradual fim da mobilidade social – pilares do poderio estadunidense.

Fonte: Pitt Meadows Today.

Fonte: Pitt Meadows Today.

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Argentina processará empresas que exploram petróleo nas Malvinas


Ministro de Relações Exteriores da Argentina, Héctor Timerman. Foto por: Leo La Valle/Efe

Argentina processará empresas que exploram petróleo nas Malvinas

Folha.com – 15/03/2012

O governo da Argentina começará a fazer ações judiciais contra as empresas que comecem a exploração de recursos naturais nas ilhas Malvinas, de domínio britânico, mas reivindicadas por Buenos Aires, de acordo com anúncio do ministro de Relações Exteriores, Héctor Timerman, nesta quinta-feira.

O chanceler afirmou que os processos serão feitos em nível local e internacional, com o objetivo de sancionar as empresas que têm a intenção de explorar o petróleo nas ilhas, cuja extração é considerada “ilegítima” pelo governo argentino.

As companhias que oferecem apoio logístico e financeiro às petroleiras também serão sancionadas. Timerman afirma que as empresas extrativistas atuam de forma “ilegítima” no Atlântico Sul e violam sanções da ONU (Organização das Nações Unidas).

“Este governo não deixará passar um só dia sem começar um processo em um juizado local ou internacional que permita proteger nossos recursos naturais”, afirmou.  (mais…)