Energia Nuclear

União Europeia incentiva utilização de energia nuclear, Alemanha questiona o plano


A Comissão Europeia pretende incentivar o uso de energia nuclear nos países europeus, divulgou nesta terça-feira (17/05) o jornal alemão Spiegel OnlineDiversos políticos da Alemanha -que prometeu abandonar a energia nuclear até 2022- criticaram o plano da União Europeia por ser tratar de uma “energia perigosa”. Entre as razões do órgão europeu para defender a medida estão a  manutenção da supremacia tecnológica no setor, reduzir a dependência do gás importado da Rússia e diminuir a emissão de gás CO2.

Foto: S. Puchner / dpa / picture-alliance

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Rússia inicia construção de dois reatores nucleares no Irã


A Rússia vai começar a construção de dois reatores nucleares no Irã ainda este ano (2015), segundo um porta-voz iraniano anunciou na última terça-feira (22/12). Obra faz parte de acordo bilateral, assinado em novembro de 2014, que estabelece a construção de dois novos reatores suplementares na central nuclear de Buchehr — construída pela Rússia. Também foi firmado um protocolo para novos quatro reatores em local ainda não definido.

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Foto: Reuters.

Alemanha testa reator nuclear que pode revolucionar setor energético


Nesta quinta-feira (10/12), a Alemanha testou pela primeira vez o reator de fusão nuclear Wendelstein 7-X, que levou 19 anos para ser concluído. Os estudos são conduzidos pelo Instituto Max Planck de Física do Plasma (IPP), em Greifswald, cidade no nordeste do país. O Wendelstein 7-X, maior reator de seu tipo no mundo, custou 1 bilhão de euros para ser construído e demandou 1,1 milhão de horas de trabalho. A tecnologia de fusão nuclear utiliza átomos de hidrogênio para formar hélio e, conforme o IPP, um grama de hidrogênio poderia gerar 90 mil quilowatts-hora de energia — a mesma quantidade produzida pela combustão de 11 toneladas de carvão — com a produção de quantidades significativamente menores de lixo atômico.

Foto: S. Sauer / dpa / picture-alliance.

P5+1 concordam com rápido retorno de sanções caso acordo com Irã fracasse


O P5+1 (China, Rússia, França, Reino Unido, Estados Unidos e Alemanha) concordaram com o rápido restabelecimento de sanções ao Irã, sob a égide da ONU, caso o acordo nuclear com Teerã fracasse. Para as potências ocidentais, esse era um dos pontos fundamentais do acordo, cujo prazo final está marcado para o dia 30 de junho. O mecanismo de rápido restabelecimento ainda não está totalmente claro. China e Rússia tradicionalmente opõem-se a imposições de sanções automáticas, mas concordaram neste caso pois deverá haver um painel de resolução de disputas, que provavelmente contará com membros do P5+1 e do Irã, para analisar alegações de violações do acordo.

Foto: Heinz-Peter Bader / Reuters.

Argentina e Rússia anunciam acordo de cooperação nuclear, espacial e militar


Na semana passada, em comemoração dos 130 do estabelecimento de relações diplomáticas bilaterais, Argentina e Rússia anunciaram uma série de acordos de cooperação. A Rússia comprometeu-se com o financiamento da sexta central nuclear do país, fornecendo tecnologia de ponta, além de uma hidrelétrica. Firmou-se também um memorando de cooperação em Defesa e um acordo de cooperação espacial com fins pacíficos. O presidente russo ainda afirmou que apoiará as investidas argentinas por novas negociações com o Reino Unido sobre as Ilhas Malvinas.

Foto: Alexander Nemenov / Reuters.

Irã afirma que exigências dos EUA para acordo nuclear são inaceitáveis


O Ministro das Relações Exteriores iraniano, Mohammad Javad Zarif, criticou a postura ocidental nas negociações nucleares ao afirmar que a exigência de que seu país congele seu programa nuclear por dez anos é inaceitável. Obama afirmou que a aceitação dessa exigência é a única maneira das negociações avançarem a um acordo. Zarif e o Secretário de Estado dos EUA, John Kerry, estão negociando na Suíça sobre o programa nuclear iraniano.

Ministro das Relações Exteriores iraniano, Mohammad Javad Zarif.

Ministro das Relações Exteriores iraniano, Mohammad Javad Zarif.
Foto: R. Wilking / AFP / Getty Images

EUA e Irã voltam a negociar acordo nuclear, que está próximo de ser definido


Delegações dos Estados Unidos e do Irã se reuniram em Genebra na última sexta-feira (20/02) para iniciar nova rodada de negociações sobre o programa nuclear iraniano. Os ministros das relações exteriores dos dois países encontraram-se na Suíça no domingo (22/02). Tudo indica que os países estão próximos de um acordo histórico, que vai aliviar as sanções sobre o Irã e congelar suas atividades nucleares pelos próximos dez anos, podendo permitir após esse período um maior desenvolvimento de material nuclear. Qualquer acordo assinado gerará muita oposição nos dois países e trará consequências para as relações entre Estados Unidos e Israel.

Foto: Keystone / Salvatore Di Nolfi / Associated Pres

Foto: Keystone / Salvatore Di Nolfi / Associated Pres

Putin quer auxiliar Egito a construir primeira usina nuclear


Durante a visita de Vladimir Putin ao Egito, foi assinado um acordo de intenções com o chefe de Estado Abdel Fattah al-Sisi para a construção da primeira usinda nuclear egípcia. Os dois países já possuem um acordo de energia nuclear desde 2001, agora planejam as construção de uma usina ultramoderna no norte do Egito. Os dois países também devem aprofundar sua cooperação militar e o combate ao terrorismo.

Foto: Reuters / A. Waguih

Foto: Reuters / A. Waguih

Governador da província japonesa de Kagoshima aprova volta da energia nuclear


O governador da província japonesa de Kagoshima, Yuichiro Ito, aprovou a reativação da Central Nuclear de Sendai, a primeira a ser reativada após o acidente em Fukushima. A aprovação ocorreu depois de a Autoridade Reguladora Nuclear do Japão ter confirmado que os dois reatores da central estavam de acordo com as novas normas de segurança exigidas após o acidente
Foto: Divulgação

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Acordo nuclear entre Brasil e Alemanha é prorrogado


Acordo nuclear entre Brasil e Alemanha foi prorrogado por mais cinco anos pelo parlamento alemão nesta quinta-feira (06/11), apesar da tentativa de anulação por parte da oposição do Partido Verde alemão. Num breve debate, partidos da coalizão governamental garantiram a continuação da parceria mesmo sob críticas dos verdes que alegavam que pacto não condiz com atual política energética alemã.

Foto: picture-alliance / dpa.

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Drones sobre usinas nucleares colocam França em estado de alerta


Misteriosos veículos aéreos não tripulados que foram avistados nas últimas semanas sobre usinas nucleares na França estão sob investigação. Reatores produzem três quartos da energia francesa, pondo o país em estado de alerta. Primeiras suspeitas recaem sobre ambientalistas.

Foto: picture-alliance / dpa

Foto: picture-alliance / dpa

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Reino Unido deve construir primeira usina nuclear em vinte anos


A Comissão Europeia aprovou a construção da usina nuclear de Hinkley, investimento avaliado em 24,5 milhões de libras esterlinas. A construção será feita por uma empresa francesa; se concretizada, será a primeira usina nuclear britânica em vinte anos.

Foto: Divulgação

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Japão deve reativar dois reatores nucleares


No último dia 10, a agência reguladora de energia nuclear japonesa liberou para funcionamento dois reatores que estavam desativados, na primeira vez em que o país reativou um reator desde o desastre de Fukushima. Em março, todos os reatores do país haviam sido desativados para checagens de segurança, provocando sérios prejuízos à economia japonesa.
Foto: Divulgação

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África do Sul e Rússia fecham acordo de US$ 50 bi sobre energia nuclear


África do Sul e Rússia fecham parceria estratégica para o fornecimento de oito reatores nucleares ao país africano no valor total de 50 bilhões de dólares até 2023. Se concretizado, o negócio vai constituir a primeira central nuclear na África com reatores russos e vai liberar a economia sul-africana de sua dependência do carvão. Uma proposta da França e outra conjunta dos EUA e do Japão foram rejeitadas com esse acordo.

Foto: Gallo

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Índia e Austrália selam acordo nuclear


Tony Abbott e Narendra Modi, primeiros-ministros da Austrália e da Índia respectivamente, selaram um acordo nuclear na sexta-feira (05/09). Nele a Austrália se compromete a fornecer urânio à Índia para fins pacíficos como a produção de energia.

Tony Abbott e Narendra Modi. Foto: Reuters / Adnan Abidi.

Tony Abbott e Narendra Modi. Foto: Reuters / Adnan Abidi.

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Índia quer fechar inédito acordo nuclear com o Japão


A Índia espera contar com o apoio do Japão para que se concretize um acordo bilateral em matéria de energia nuclear durante a visita do recém-empossado primeiro ministro indiano Narendra Modi a Tóquio. Modi também quer atrair investimentos japoneses no setor. No entanto, o Japão quer garantias de que o eventual acordo não seja direcionado para o programa nuclear militar indiano.

Fonte: Flickr / generalising.

Fonte: Flickr / generalising.

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Gaza e as negociações com o Irã


Dalia Dassa Kaye argumenta que a recente crise na Faixa de Gaza torna cada vez mais improvável um acordo com o Irã acerca de seu programa nuclear. Mesmo que tanto Teerã quanto Washington tenham interesses em firmá-lo, a tensão e instabilidade regionais põem em risco o processo de negociação.

Foto: Luke MacGregor /  Reuters.

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Irã e P5+1 estendem por 4 meses prazo para acordo nuclear


A contagem regressiva para chegar a um acordo sobre o programa nuclear iraniano ganhou na sexta-feira (18/07) um acréscimo de quatro meses. As seis reuniões realizadas desde fevereiro permitiram “progressos tangíveis”, explicaram neste sábado (19/07) o ministro das Relações Exteriores iraniano, Mohammed Javad Zarif, e a responsável pela política externa da União Europeia (UE), Catherine Ashton. Até a nova data, 24 de novembro, Teerã continuará recebendo parte dos recursos pela venda de petróleo que as sanções internacionais mantêm bloqueados.

Catherine Ashton e Javad Zarif. Foto: Efe.

Catherine Ashton e Javad Zarif. Foto: Efe.

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Irã aceita limitações em nova proposta de acordo sobre programa nuclear


Com a proximidade do prazo final para fechamento de acordo definitivo sobre o programa nuclear do Irã, Teerã divulga nova proposta em que aceita limites à sua produção de combustível nuclear.

Foto: Atta Kenare / AFP / Getty Images.

Foto: Atta Kenare / AFP / Getty Images.

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Argentina e Rússia assinam acordo de energia nuclear


Cristina Kirchner e Vladimir Putin, presidentes de Argentina e Rússia respectivamente, assinaram um acordo de cooperação em energia nuclear no último sábado (12/07). Rússia se prontificou para a construção de duas novas usinas nucleares na Argentina.

Vladimir Putin e Cristina Kirchner. Foto: Reuters / Enrique Marcarian.

Vladimir Putin e Cristina Kirchner. Foto: Reuters / Enrique Marcarian.

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Westinghouse quer construir novo modelo de usina nuclear no Brasil


A Westinghouse, do grupo Toshiba, vem trabalhando conjuntamente com a Associação Brasileira para Desenvolvimento de Atividades Nucleares (Abdan) para incentivar o avanço do projeto de geração nuclear no Brasil e planeja trazer um novo modelo de usina para o país, que se diferencia pelo reator montado em módulos.

Foto: Jornal da Energia.

Foto: Jornal da Energia.

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Japão volta atrás e decide manter energia nuclear


Três anos após a catástrofe nuclear de Fukushima, o governo japonês de Shinzo Abe aprova retomada da energia nuclear no país, anulando decisão do gabinete anterior de fechar todas as usinas até 2030. O novo plano prevê que sejam reativados somente os reatores nucleares que preencham os padrões de segurança mais rígidos do mundo.

Foto: Getty Images.

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Japão transfere controle de seu estoque de material físsil aos EUA


O Japão anunciou nesta segunda-feira (24/03) que vai transferir aos Estados Unidos um grande estoque de material físsil próprio para a produção de armas nucleares (plutônio e urânio altamente enriquecido) com o qual seria possível fazer centenas de bombas atômicas. Anúncio é tido como um grande sucesso na política externa de Obama e aplaca as críticas da China e de Teerã, que os acusa de hipocrisia por permitir que o Japão possuísse material físsil e não o Irã.

Foto: AFP.

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Japão tenta se aproximar da Turquia


Com diversas tensões nas relações com seus vizinhos, o Japão investe em tentativas de maior aproximação com a Turquia. As áreas mais bem sucedidas são a de infraestrutura de transportes e energia nuclear. Já há iniciativas para o estabelecimento de livre comércio entre os dois países.

Recep Erdogan e Shinzo Abe. Foto: Reuters / Toshifumi Kitamura / Pool.

Recep Erdogan e Shinzo Abe. Foto: Reuters / Toshifumi Kitamura / Pool.

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Irã concorda com plano da AIEA para controle do programa nuclear


Teerã entra em acordo com a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) para autorizar novas inspeções sobre o programa nuclear do país. Enquanto isso, o governo iraniano afirma ter enviado navios de guerra rumo à fronteira marítima americana.

Foto: AFP.

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No início do nono ano de governo, Evo anuncia projeto nuclear na Bolívia


Em discurso de início do seu nono ano de governo, presidente da Bolívia, Evo Morales, anunciou um projeto para desenvolver energia nuclear no país com apoio de Argentina e França. Novo gabinete do presidente boliviano tomará posse nesta quinta-feira (23/01), com alteração apenas no Ministério da Justiça.

Fonte: Efe.

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Índia reajusta seus laços com o Irã


A Índia possui laços bem próximos com o Irã desde os anos 80. Contudo, ultimamente a intensidade de suas relações tem sido diminuída devido a pressões dos EUA, Israel e países da Península Arábica.

Fonte: Asia Times.

Fonte: Asia Times.

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China dará US$ 6,5 bilhões ao Paquistão para construção de usina nuclear


China comprometeu-se com o financiamento de 6,5 bilhões de dólares para a construção de uma grande usina nuclear na cidade portuária paquistanesa de Karachi. País procura fortalecer os laços com o Paquistão, parceiro estratégico de longa data.

Nawaz Sharif. Fonte: Reuters / Dinuka Liyanawatte.

Nawaz Sharif. Fonte: Reuters / Dinuka Liyanawatte.

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China venderá ao Paquistão mais dois reatores nucleares


Paquistão fará uma aquisição de dois grandes reatores nucleares da China em um negócio de 9,1 bilhões de dólares. Objetivo é sanar o déficit de energia elétrica e possivelmente aumentar suas capacidades nucleares em relação à Índia.

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China agrees to sell Pakistan two more nuclear reactors

IRIB – 15/10/2013

Pakistan is acquiring two large nuclear power reactors from longtime ally China, officials said, under a $9.1 billion deal that would help the country generate sorely needed electric power and possibly enhance its nuclear capabilities vis-à-vis neighboring rival India.

For Islamabad, the pact with China counters the nuclear energy accord New Delhi signed with the U.S. under the president George W. Bush. Pakistan regards that arrangement as providing India with an unfair potential strategic advantage for nuclear weapons. Both countries possess a nuclear arsenal.

Pakistani officials haven’t talked publicly about this latest agreement, which was quietly signed around midyear and closed in early July, about the time Prime Minister Nawaz Sharif visited China.

The reactors covered by the deal would be technologically advanced and built outside the main port city of Karachi. They each would provide 1,000 megawatts of electricity, a big boost for power-starved Pakistan. “Every country has this. We are also entitled,” the senior official said. “We have to focus on adding cheaper energy supply.”

China would deliver the first reactor in 70 months-80 months, with the second coming 10 months later. Nuclear reactors take several years to build. They would be installed on the Karachi coast close to a small existing reactor, the senior Pakistani official said. The Chinese will provide 82% of the financing through a loan on what another Pakistani official described as very soft terms.

“The cooperation [with Pakistan] is in accordance with the nonproliferation treaty and international norms,” Su Hao, director of the Center for Strategic and Conflict Management at China Foreign Affairs University, said.

Pakistan says all its nuclear plants will be open to inspection from the International Atomic Energy Agency, a United Nations organization that polices nuclear safety.

China has supplied Pakistan with two 300-megawatt reactors of an older design, which were completed in 2000 and 2011. It is building two more under past deals, in addition to the new 1,000-megawatt reactors. Pakistan’s current nuclear energy capacity is just 725 megawatts.

A Pakistani official said the supply of power from the nuclear plants was constant, unlike hydroelectric power, another option for Pakistan, while the operational cost of electricity from a nuclear power station is considerably lower than the country’s oil and gas-fired generation plants.

Pakistan suffers a debilitating energy crisis that is starving industry of power and depriving households of basic everyday comforts. There are planned outages of 10 hours-12 hours a day, due to a roughly 5,000-megawatt gap between supply and demand. Tackling the crisis has been Mr. Sharif’s top priority since taking office in June.

The Indian ministry of external affairs declined to comment on the Chinese nuclear deal with Pakistan.

Fonte: http://english.irib.ir/news/world/asia/item/165470-china-agrees-to-sell-pakistan-two-more-nuclear-reactors

Turquia continua importando petróleo iraniano apesar das sanções americanas


Turquia

Turquia continua importando petróleo iraniano apesar das sanções americanas

03 de maio de 2013

Turquia alcançou o marco de importação de petróleo de 140.000 barril por dia do Irão, apesar das sanções comerciais lançadas pelos EUA em dezembro de 2012. As sanções americanas devem-se por causa da suspeita da intenção “não-civil” do programa nuclear iraniano. Irã nega tal intenção, alegando ser signatário do Tratado de Não-Proliferação e membro Agência de Energia Atômica.

Fonte:

PressTV (http://www.presstv.ir/detail/2013/05/03/301604/turkeys-iran-oil-imports-hits-new-high/)