Energia

EUA começam a exportar gás natural para o Oriente Médio


Em artigo publicado no Financial Times (18/07), Ed Crooks analisa as recentes exportações de gás natural liquefeito (LNG , em inglês) dos Estados Unidos para o Oriente Médio -notadamente para o Kuwait e para Dubai-, uma região rica em recursos energéticos. As principais causas seriam o rápido aumento da demanda nos países da região, a falta de investimentos para explorar esses recursos, a grande produção dos EUA (principalmente pela exploração de reservas de xisto) e os baixos preços internacionais. Os EUA atualmente já exportam LNG para diversos países, entre eles Brasil e Índia. As previsões apontam que os EUA e a Austrália estarão entre os maiores exportadores de gás natural do mundo nos próximos anos.

Foto: ft.com

Em 2015, países emergentes lideraram em investimentos em energias renováveis


Em 2015, as fontes de energia renovável cresceram em ritmo recorde no mundo e pela primeira vez os países emergentes superaram os mais ricos em investimentos nessa área, segundo relatório divulgado pela organização REN21. O estudo também mostrou que os custos de fontes renováveis também foram reduzidos e que os investimentos em energia eólica, solar e hidroelétrica foram maiores do que o dobro do valor aplicado em novas usinas de carvão e gás. O Brasil se destaca por ocupar a vice-liderança em investimentos em energia hidroelétrica, de biodiesel e etanol (atrás da China), e o quarto lugar em energia eólica.

Foto: Alusio Moreira / SEI

Shinzo Abe encontra-se com Putin para discutir disputa por ilhas e tratado de paz


O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, encontrou-se com o presidente da Rússia, Vladimir Putin, nesta sexta-feira (06/05) na cidade russa de Sochi para promover o diálogo bilateral e discutir sobre o tratado de paz entre os dois países para findar formalmente a Segunda Guerra Mundial e sobre a disputa pelas ilhas Kurilas. A Rússia recusa-se a tratar dos dois temas conjuntamente, mas o Japão espera conseguir flexibilizar essa posição prometendo altos investimentos na economia russa, especialmente no setor energético. Tóquio procura diminuir sua dependência de hidrocarbonetos oriundos do Oriente Médio.

Shinzo Abe (E) e Vladimir Putin. Foto: AFP / JIJI.

Irã e Coreia do Sul aprofundam relações bilaterais


Nesta segunda-feira (02/05), o presidente do Irã, Hassan Rouhani, e a presidente da Coreia do Sul, Park Geun-hye, encontraram-se em Teerã para aprofundar as relações entre os dois países. 19 acordos foram assinados, entre eles termos de cooperação em transporte marítimo e infraestrutura relacionada, energia e setor petroquímico. Paralelamente também se firmou um contrato que prevê a exportação de gás natural liquefeito do Irã para a Coreia do Sul. Ao todo, espera-se elevar o comércio bilateral de 6 para 18 bilhões de dólares.

Park Geun-hye e Hassan Rouhani. Foto: AP / Ebrahim Noroozi.

O fim do ciclo das areias betuminosas?


Em matéria na revista Yale Environment 360, Ed Struzik discute se estamos no início do declínio do ciclo das areias betuminosas. O desenvolvimento das tecnologias de produção de petróleo a partir de xistos e areias betuminosas pôs grande esperança em dar sobrevida ao ciclo do petróleo, bem como em diminuir a dependência do Oriente Médio para a obtenção dessa matéria-prima. Entretanto, a queda no preço do petróleo tem preocupado os produtores tanto de xisto betuminoso (primordialmente os EUA) como de areias betuminosas. A indústria de areias betuminosas do Canadá está em cheque: os novos governos dos estados de Alberta e Ottawa não se mostram animados a continuar o apoio estatal a essa fonte poluidora de energia, ao passo que os projetos de oleodutos na América do Norte estão parados.

Foto: Mark Ralston / AFP / Getty Images.

Bahia ganha maior usina solar da América Latina


A Enerray do Brasil  foi a empresa escolhida pela Enel Green Power para construir a maior usina solar da América Latina, que será localizada na Bahia. O projeto Ituverava terá capacidade de 254 MW, com produção anual de energia estimada em 500 GWh. A previsão é que parque de energia solar fique pronto até 2017.

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Foto: IN.

Brasil discute energia e hidrocarbonetos com Bolívia


Nesta quarta-feira (27/01), os secretários brasileiros da Energia e dos Hidrocarbonetos visitaram, acompanhados de comitiva com executivos da Eletrobras e da Petrobras, a Bolívia. Além da ampliação do contrato de venda de gás boliviano para o Brasil, também foram discutidos uma série de projetos conjuntos, como a da termoelétrica do Rio Madeira e uma sociedade brasileira-boliviana para a construção de uma planta petroquímica.

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Foto: ANSUR.

Empresa dinamarquesa de energia eólica abre fábrica no Brasil


Na última segunda-feira (18/01), a companhia dinamarquesa de energia eólica Vestas inaugurou uma fábrica no Ceará, na cidade de Aquiraz. A unidade produzirá turbinas eólicas, gerando mais de 500 postos de trabalho diretos e indiretos, segundo a empresa. Produtos também devem ser exportados para outros países da América Latina.

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Foto: Divulgação.

O pivô asiático da Rússia


O pivô da Rússia para a Ásia é analisado em artigo publicado na revista The Diplomat (05/01) por Richard Weitz. Este considera que as relações russas com a região ainda são muito dependentes das áreas energética e securitária (e.g. venda de armamentos), apesar das tentativas de Moscou de aumentar sua influência política e econômica. Entre os principais problemas desse pivô estariam a falta de uma estratégia geral para a região Ásia-Pacífico, falta de liderança multilateral, a preferência pela Europa e falta de uma orientação exportadora da economia russa.

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Foto: Pr.

China alcança acesso universal à energia elétrica


A China atingiu o acesso universal à energia na semana passada (23/12), após um grupo de mais de 39 mil pessoas em localização remota ter acesso à luz elétrica. Pequim havia estabelecido o objetivo de prover energia para toda a sua população no décimo segundo Plano Quinquenal (2011-2015).

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Foto: Xinhua / Wang Bo.

Alemanha testa reator nuclear que pode revolucionar setor energético


Nesta quinta-feira (10/12), a Alemanha testou pela primeira vez o reator de fusão nuclear Wendelstein 7-X, que levou 19 anos para ser concluído. Os estudos são conduzidos pelo Instituto Max Planck de Física do Plasma (IPP), em Greifswald, cidade no nordeste do país. O Wendelstein 7-X, maior reator de seu tipo no mundo, custou 1 bilhão de euros para ser construído e demandou 1,1 milhão de horas de trabalho. A tecnologia de fusão nuclear utiliza átomos de hidrogênio para formar hélio e, conforme o IPP, um grama de hidrogênio poderia gerar 90 mil quilowatts-hora de energia — a mesma quantidade produzida pela combustão de 11 toneladas de carvão — com a produção de quantidades significativamente menores de lixo atômico.

Foto: S. Sauer / dpa / picture-alliance.

China lidera ranking mundial de investimento em energia limpa


De acordo com o relatório independente Climatescope 2015, a China lidera o ranking mundial de investimentos em energia limpa, tendo investido 89 bilhões de dólares no setor em 2014. 55 países em desenvolvimento foram pesquisados para a elaboração do relatório, o qual é patrocinado por agências governamentais britânicas e estadunidenses. O Brasil ficou em segundo lugar, seguido por Chile, África do Sul e Índia.

Foto: Getty Images.

China deve quadruplicar produção de energia fotovoltaica até 2020


Um alto funcionário chinês afirmou na última semana (14/10) que a capacidade energética fotovoltaica (FV) da China — que atualmente é de cerca de 36 gigawatts —  irá atingir 150 gigawatts até 2020. Também anunciou-se que os próximos trabalhos irão focar na distribuição da energia FV para o centro e leste do país. Além disso, procura-se diminuir o custo, aumentar a inovação tecnológica e melhorar os serviços desse tipo de energia limpa.

Foto: Getty Images.

No Irã, empresas petrolíferas europeias ganham acesso a mercado de gasolina


As empresas Shell (anglo-holandesa) e Total (francesa) ganharam a permissão do Irã para operar 200 postos de gasolina no país, sendo as primeiras empresas estrangeiras a ter acesso ao mercado de energia do país. Até agora, a “National Iranian Oil Products Distribution Company” (NIOPDC) era a única companhia atuando no mercado. País possui cerca de 15 milhões de carros e 3,200 postos de abastecimento.

Imagem: n.i.

Banco dos BRICS e BNDES assinam memorando de cooperação


O Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), também chamado de “Banco dos BRICS”, e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), assinaram, nesta terça-feira (08/09), um memorando de entendimento para cooperação. O documento, que não prevê nenhum valor para a primeira leva de empréstimos a serem aprovados no segundo trimestre de 2016, foca em projetos em energia renovável num primeiro momento, em especial de fontes eólica e solar. O memorando também prevê a cessão de técnicos do banco brasileiro para a estruturação inicial do NBD, oferecendo funcionários com mais experiência.

Foto: Sputnik, Vladimir Fedorenko.

Foto: Sputnik / Vladimir Fedorenko.

Obama lançará ambicioso programa para combater mudanças climáticas


Na próxima segunda-feira (03/08), Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, vai lançar um grande e ambicioso programa para combater mudanças climáticas — o maior já estabelecido no país até então. Novas regulamentações ambientais serão implementadas com o intuito de diminuir a emissão de gases de efeito estufa por usinas elétricas e, por fim, alterar drasticamente a matriz de energia elétrica nos Estados Unidos. Medida poderá fazer com que usinas termelétricas a carvão sejam fechadas e a construção de novas seja impedida ao passo que fontes renováveis deverão sofrer um boom. Obama já espera que alguns estados e o Partido Republicano questionem o programa na justiça.

Usina termelétrica em Kentucky, EUA. Foto: Luke Sharrett / The New York Times.

Japão poderá voltar a investir em petróleo no Irã, segundo oficiais em Teerã


De acordo com uma declaração do governo iraniano na semana passada (20/07), o Japão poderá voltar a investir em projetos de desenvolvimento em petróleo no Irã, especialmente em um acordo interrompido há cinco anos devido às sanções contra Teerã relacionadas ao seu programa nuclear. O retorno do Japão ao projeto na região sudoeste do Irã conhecido como Azadegan pode significar um retorno importante das companhias de tecnologia japonesas ao Oriente Médio.

Projeto Azadegan. Foto: Amin Nazari, Tehran Times.

Projeto Azadegan. Foto: Amin Nazari / Tehran Times.

Venezuela e Rússia assinam plano estratégico de investimento em petróleo e gás


As companhias estatais Petróleos da Venezuela (PDVSA) e Rosneft de Rússia chegaram a um acordo de um plano estratégico de investimento em petróleo e gás natural, anunciou hoje (22/06) a empresa venzuelana. O acordo prevê a criação de uma empresa para o desenvolvimento de infraestrutura nos setores. O documento explica que ambas vão desenvolver uma nova infraestrutura para o melhoramento de empresas da Faixa Petrolífera de Orinoco e executar um projeto de expansão para produzir 145 mil barris diários de petróleo extrapesado, sem mencionar valores específicos.

Foto: RIA Novosti, Aleksey Nikolskyi

Foto: RIA Novosti / Aleksey Nikolskyi.

Os Bálcãs e as potências externas


Os Bálcãs são historicamente um ponto focal de disputa entre potências globais. Nos dias de hoje, no entanto, tanto o Ocidente quanto a Rússia compartilham o interesse pela estabilidade da região no sudeste europeu. Ambos vêm tentando aumentar sua influência nos Bálcãs através de investimentos e projetos de infraestrutura energética. Enquanto isso, a Turquia tenta ressurgir como ator regional de peso. Contudo, o maior desafio atual, segundo a análise, é a ameaça representada pelas disputas políticas internas de cada país balcânico, como, por exemplo, na Macedônia. Já estes tendem a continuar barganhando com as potências estrangeiras a despeito da fragilidade interna.

Mapa: Stratfor.

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Gasoduto ligando Rússia à Turquia entrará em operação em 2016


Nesta quinta-feira (07/05) em Ancara, capital da Turquia, a empresa russa Gazprom e o governo turco firmaram um acordo de entrega de gás através do gasoduto “Turkish Stream” a partir de dezembro de 2016. A construção do mesmo foi acordada em dezembro de 2014 entre Rússia e Turquia, após o projeto “South Stream” ter sido barrado pela União Europeia com a crise ucraniana. O “Turkish Stream” vai da Rússia à fronteira da Grécia com a Turquia através do Mar Negro, dando acesso a mercados do sudeste europeu a Moscou. Além disso, o presidente russo, Vladimir Putin, afirmou que seu governo deve ajudar empresas gregas públicas e privadas interessadas em dar continuidade ao “Turkish Stream” em seu território.

Mapa: RT / Gazprom.

Brasil assinará com a Bolívia acordos para produção de energia


Brasil e Bolívia assinarão na primeira quinzena de maio um acordo para promover o desenvolvimento de projetos hidrelétricos e termelétricos conjuntos, informou nesta quinta-feira o ministro de Hidrocarbonetos e Energia do país andino, Luis Alberto Sánchez. O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, chegará à cidade boliviana de Santa Cruz para assinar um “memorando de entendimento”, já que o governo brasileiro tem interesse em desenvolver projetos para uma produção de 7.500 megawatts, disse Sánchez à imprensa estatal da Bolívia. Um desses projetos está ligado à construção de uma hidrelétrica binacional sobre o rio Madeira, onde se prevê uma produção de 3.000 megawatts.

Foto: La Razón

Foto: La Razón

Argentina e Rússia anunciam acordo de cooperação nuclear, espacial e militar


Na semana passada, em comemoração dos 130 do estabelecimento de relações diplomáticas bilaterais, Argentina e Rússia anunciaram uma série de acordos de cooperação. A Rússia comprometeu-se com o financiamento da sexta central nuclear do país, fornecendo tecnologia de ponta, além de uma hidrelétrica. Firmou-se também um memorando de cooperação em Defesa e um acordo de cooperação espacial com fins pacíficos. O presidente russo ainda afirmou que apoiará as investidas argentinas por novas negociações com o Reino Unido sobre as Ilhas Malvinas.

Foto: Alexander Nemenov / Reuters.

Brasil começa a testar projeto de geração de energia solar flutuante


Em aproximadamente três meses, o Ministério de Minas e Energia pretende começar a testar o projeto-piloto de geração de energia solar em reservatórios de hidrelétricas. A nova tecnologia usa flutuadores com placas solares e está sendo adotada na Europa e Estados Unidos. No Brasil, a ideia é testar a tecnologia nos grandes reservatórios. O primeiro deles será o da Usina Hidrelétrica de Balbina, no Amazonas. O Ministro Eduardo Braga disse que a ideia é ter uma política pública de financiamento para esse tipo de projeto na região sudeste ainda este ano.

Foto: Ciclo Vivo.

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Japão constroi usinas solares de larga escala


A empresa japonesa Toda Corp vai construir usinas de produção de energia solar de larga escala em duas cidades do país. Em Nagasaki, as operações deverão iniciar em outubro com uma produção de 2 MW. Já em Miyazaki, as operações comerciais devem começar em janeiro de 2016, com uma capacidade de 4,276 MW. Em outros quatro projetos, a Toda deverá criar uma capacidade de produção de 21,6 MW.

Foto: Solar Frontier

Foto: Solar Frontier

Comissão Europeia aprova projeto de mercado de energia comum


A Comissão Europeia (CE) aprovou uma proposta de mercado de energia comum para a Europa, o que dará mais poderes à instituição nas negociações de contratos de gás. Vários países europeus são dependentes hoje de um único fornecedor de gás, a Rússia, dependência essa que a CE busca diminuir. O projeto precisa ainda ser ratificado pelo Parlamento Europeu e por cada um dos Estados-membros da União Europeia.

Foto: Reuters

Foto: Reuters

Obama veta construção de oleoduto Keystone XL


Barack Obama vetou, na última terça-feira (24/02),  a construção do oleoduto Keystone XL, que ligaria o Canadá ao Golfo do México. Na declaração do veto, Obama afirmou que a decisão sobre o interesse estratégico e viabilidade ambiental na construção de oleodutos cabe ao executivo. O líder da maioria republicana no Senado, Mitch McConnell, lamentou o veto a um projeto que, segundo ele, traria muito empregos.

Foto: Xinhua

Foto: Xinhua

EUA revolucionou o mercado mundial de petróleo, afirma Agência Internacional de Energia


Um relatório anual recentemente publicado pela Agência Internacional de Energia, vinculada à Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), afirma que os Estados Unidos revolucionaram o mercado mundial de petróleo com a exploração do xisto. Nesse novo mercado da commodity, também delineado pela recusa da OPEP em controlar os preços e por uma baixa demanda mundial, os grandes perdedores foram tradicionais Estados exportadores, como a Rússia. O relatório prevê que a produção do país euroasiático deverá ser encolhida pela metade, ao passo que os Estados Unidos só ampliarão sua produção nos próximos cinco anos.

Foto: Flickr / Trevor Bair

Foto: Flickr / Trevor Bair

Na Rússia, começa produção da maior plataforma petrolífera da história


Em Sacalina, no extremo leste da Rússia, começou a produção de Berkut, a maior plataforma petrolífera do mundo. A plataforma, operada por um consórcio que inclui uma empresa estadunidense, uma japonesa, uma chinesa e uma russa, deverá extrair 4,5 milhões de toneladas de petróleo por ano.

Foto: sdelanounas.ru

Foto: sdelanounas.ru

Conversas nucleares entre potências e Irã fazem algum progresso


Em encontro em Genebra no último domingo (18/01), potências e Irã fazem avanços nas negociações para um tratado nuclear que remova as sanções impostas sobre o país. O grupo 5+1 (membros permanentes do Conselho de Segurança e a Alemanha) deve buscar uma saída negociada para o impasse, uma vez que para o governo iraniano mais pressões sobre o país não terão nenhum resultado efetivo.

Foto: Reuters / Rick Wilking

Foto: Reuters / Rick Wilking

Gasoduto russo pela Turquia seria derrota diplomática de Putin


Segundo o jornal The New York Times, o desvio do gasoduto russo que originalmente passaria pela Bulgária para a Turquia seria uma rara derrota diplomática do presidente Vladimir Putin. O projeto abandonado, chamado South Stream, era avaliado em 22 bilhões de dólares e visava a entregar gás russo para a Europa. A Turquia ganhou com a mudança de planos, pois será favorecida no fornecimento de gás russo.

Foto:  Assessoria de Imprensa da Presidência Turca, através da European Pressphoto Agency

Foto: Assessoria de Imprensa da Presidência Turca, através da European Pressphoto Agency

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