Espanha

Impasse político na Espanha não é superado mesmo com novas eleições


Em eleições realizadas neste domingo (26/06) na Espanha, o Partido Popular (PP), do primeiro-ministro Mariano Rajoy, conseguiu 137 assentos no Parlamento. Esse número não dá a maioria ao partido, assim dando continuidade ao impasse político na Espanha. O Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) obteve 85 assentos, enquanto o Unidos Podemos conseguiu 71, praticamente mantendo seus desempenhos eleitorais. Uma coalizão entre o PP e outro partido relevante é improvável, e assim, é previsto um governo fraco — caso não se realizem novas eleições gerais –.

Foto: J. Nurphoto / picture-alliance.

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Rei da Espanha dissolve parlamento e convoca novas eleições gerais


Nesta terça-feira (03/05), o rei Felipe VI da Espanha dissolveu o parlamento do país e convocou novas eleições gerais. O motivo para a medida é a inabilidade de os partidos formarem um governo de coalizão. A Espanha está sem governo desde as eleições gerais de dezembro de 2015. Essa é a primeira vez que um monarca espanhol interferiu na política do país desde a redemocratização. As novas eleições foram marcadas para o dia 26 de junho deste ano, mas nenhum partido parece ter força para conquistar uma maioria.

Foto: Casa del Rey.

Kuwait compra 28 caças da Eurofighter


Nesta terça-feira (05/04), o Kuwait confirmou a compra de 28 caças Typhoon do consórcio Eurofighter – composto pelo Reino Unido, Alemanha, Espanha e Itália-. Os aviões contarão com um sistema de radar avançado, desenvolvido pela EuroRADAR. O negócio é baseado em um acordo firmado entre a Itália e o Kuwait em setembro. O contrato também prevê o apoio logístico e treinamento de pilotos.

Foto: Alberto Pizzoli / AFP / Getty Images

Na Espanha, coalizão de esquerda aproxima-se de formação de governo


Na última sexta-feira (22/01), o partido antiausteridade Podemos e o Partido Socialista Operário Espanhol concordaram em buscar um acordo para formar uma coalizão de esquerda para governar a Espanha. Líderes dos dois partidos já se reuniram com o rei Felipe para conversar sobre possível governo. País vive impasse político desde as eleições inconclusivas de novembro.

Líder do Podemos, Pablo Iglesias (direita), cumprimentando o rei Felipe, da Espanha, durante encontro em Madri

Foto: Reuters / Angel Diaz.

Separatista assume governo da Catalunha


No último domingo (10/01), Carles Puigdemont foi empossado como presidente da Catalunha, na Espanha, e deve buscar a independência da região nos próximos anos. O presidente do governo espanhol, Mariano Rajoy, havia advertido, antes da posse, que não será tolerado qualquer ato que ponha em perigo a unidade territorial e a soberania da Espanha.

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Foto: Getty Images / AFP / L. Gene.

Eleições na Espanha dividem parlamento


As eleições legislativas realizadas neste domingo (20/12) na Espanha terminou com nenhum partido conseguindo a maioria absoluta do parlamento. O Partido Popular (PP), do primeiro-ministro Mariano Rajoy, conseguiu 122 assentos, seguido da legenda de centro-esquerda Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE), com 93. Em terceiro lugar, os esquerdistas do Podemos (contando com outras três formações apoiadas pelo partido na Galicia, Catalunha e Comunidade Valenciana), com 69 parlamentares. A legenda de centro-direita Ciudadanos ficou com 38 deputados.

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Foto: Reuters / J. Nazca.

Juiz da Espanha emite mandado de prisão para Netanyahu


Um juiz da Espanha emitiu um mandado de prisão para o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e para outros antigos e atuais membros do governo. A justificativa é o ataque ocorrido em 2010 aos navios de ajuda humanitária, a Freedom Flotilla, que tentava furar o bloqueio israelense e atingir a Faixa de Gaza. 10 ativistas morreram na ocasião.

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Netanyahu. Foto: AP.

EUA deve obter base aérea permanente na Espanha


A Espanha e os Estados Unidos assinaram um acordo esta semana que permite que as forças armadas dos EUA usem de forma permanente a base aérea de Morón, no sul espanhol, próximo a Sevilha. O Comando dos EUA para a África (AFRICOM) seria o maior privilegiado pelo acordo; as ações militares de contenção do vírus ebola no oeste africano foram feitas com apoio da base de Morón. Os EUA devem estabelecer uma força de reação rápida na base — com contingente de até 3 mil soldados — para agir na África, Oriente Médio ou mesmo na Europa. Como contrapartida, deverá haver investimentos estadunidenses na localidade espanhola. O acordo ainda precisa ser ratificado pelo congresso da Espanha.

Localização da base de Morón. Mapa: RT / Google Maps.

Na Espanha, esquerda se fortalece após eleições


As eleições municipais e regionais realizadas neste domingo (24/05) marcaram o avanço de patidos de esquerda na Espanha, sinalizando grandes perdas para o conservador Partido Popular (PP) do atual premeiro-ministro do país, Mariano Rajoy. O novo partido da esquerda espanhola, “Podemos”, conseguiu êxito nas duas cidades mais importantes do país, Madri e Barcelona, enquanto o PP perdeu sua maioria absoluta em todas as regiões autônomas do país.

Foto:  Luis Sevillano/El País

Pablo Iglesias, líder do Podemos. Foto: Luis Sevillano / El País.

Desemprego na Espanha contrai em março no maior ritmo desde 2001


O desemprego na Espanha foi reduzido no mês de março no maior ritmo desde 2001. O saldo do mercado de trabalho ficou em 60 mil pessoas empregadas entre fevereiro e março. O resultado foi mais positivo no setor de hotelaria e nas regiões mais turísticas do país, Andaluzia, Catalunha e Ilhas Baleares. Esse já é o 14° mês em que a economia espanhola gera empregos.

Foto: picture-alliance / dpa

Foto: picture-alliance / dpa

PIB espanhol cresce tímido 0,7% no quarto trimestre, porém maior valor em sete anos


Os dados ainda não confirmados da economia espanhola para o quarto trimestre apontam um tímido crescimento de 0,7%, que tem grande significado para o país em crise. Isso porque este foi o maior crescimento trimestral desde 2007, quando estourou a crise europeia. Se confirmados os dados, a média anual pode chegar a 1,4% de crescimento.

Foto: Atlas / EFE

Foto: Atlas / EFE

Europa: quando o impensável se torna possível


A crise econômica europeia está erodindo os sistemas políticos de muitos países da União Europeia (UE). Cada vez mais, partidos de protesto e/ou de extrema direita ganham mais voz em detrimendo de forças tradicionais e moderadas. Alguns já cogitam e clamam pelo fim da UE.

Comemoração do partido de extrema direita. Foto: Efe.

Comemoração do partido de extrema direita da Suécia. Foto: Efe.

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“Podemos”, novo partido espanhol, lidera pesquisas e deve romper bipartidarismo


O recém criado Podemos, partido liderado pelo professor universitário Pablo Iglesias, tomou a ponta nas pesquisas de intenção de voto para o parlamento na Espanha. Falta um ano para as eleições gerais, mas esta já a primeira vez que um novo partido tem tanta força nas pesquisas.

Pablo Iglesias (quarto da esquerda para a direita), líder do Podemos, na assembleia cidadã do partido. Foto: Claudio Álvarez

Pablo Iglesias (quarto da esquerda para a direita), líder do Podemos, na assembleia cidadã do partido.
Foto: Claudio Álvarez

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Novos membros não-permanentes são eleitos para o Conselho de Segurança da ONU


Cinco novos membros não-permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas foram eleitos nesta semana pela Assembleia Geral da ONU. Angola, Espanha, Malásia, Nova Zelândia e Venezuela foram eleitas para mandatos de dois anos. Apenas Espanha foi eleita numa segunda votação, não tendo recebido dois terços dos votos num primeiro momento.

Foto: Neptuul / Wikimedia Commons

Foto: Neptuul / Wikimedia Commons

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Tribunal constitucional da Espanha suspende consulta separatista catalã


O Tribunal Constitucional espanhol aceitou os recursos apresentados pelo governo do Primeiro-Ministro Mariano Rajoy contra o referendo separatista catalão. A suprema corte votou unanimemente contra a realização do plebiscito separatista, que estava marcado para o dia 09 de novembro.

Foto: Picture Alliance / Alberto Estevez

Foto: Picture Alliance / Alberto Estevez

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Catalunha convoca referendo sobre independência


Artur Mas, presidente da Generalidad de Cataluña (espécie de província, com maiores poderes autônomos), assinou decreto convocando referendo sobre independência em novembro. Governo espanhol afirma que a consulta é inconstitucional e que vai pressionar para que não seja realizado.

Foto: Picture Alliance / Alberto Estevez

Foto: Picture Alliance / Alberto Estevez

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Europa pode importar mais gás da Argélia


Como meio de diminuir a dependência do gás russo, a Europa pode passar a importar mais gás da Argélia, através de gasodutos já operantes que fornecem o combustível à Espanha. O principal desafio está em conectar a infra-estrutura espanhola à francesa, através dos Pireneus. O alívio seria temporário, pois as reservas argelinas não suportam exportar por mais de quinze anos. O país é bastante dependente em suas exportações de hidrocarbonetos e deve fazer uma conversão econômica nos próximos anos para dar conta do esgotamento de suas reservas.

Imagens do gasoduto Argélia-Espanha Foto: Medgaz

Imagens do gasoduto Argélia-Espanha
Foto: Medgaz

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Como o referendo na Escócia afeta a política europeia


Referendo de independência da Escócia afeta visivelmente a política europeia. Representantes da UE já deram avisos de que caso os escoceses se tornem independentes o país não se tornaria automaticamente membro do bloco. Além disso, outros países europeus, tais como a Espanha, temem o resultado do referendo pois pode dar esperanças aos seus próprios separatistas.

Foto: Getty Images.

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Felipe VI assume trono em meio a período turbulento na Espanha


Felipe de Bourbon foi proclamado Felipe 6º, rei da Espanha, durante uma sessão histórica conjunta das duas câmaras das Cortes Gerais espanholas nesta quinta-feira (19/06). Cresce a desconfiança com a monarquia e as instituições democráticas no país. População espanhola deseja votar sobre o novo rei. Agora, cabe ao príncipe apaziguar o país.

Foto: Reuters.

Foto: Reuters.

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Rajoy rechaça referendo e novo rei da Espanha deve ser proclamado em duas semanas


Apesar das grandes manifestações da última segunda-feira a favor de um referendo sobre a monarquia, o presidente do governo espanhol Mariano Rajoy afirmou que a atual Constituição da Espanha não permite este tipo de consulta popular quando o assunto é a forma de governo do país. Enquanto isso, aprovou-se o projeto de lei que regula a abdicação do rei Juan Carlos; Felipe VI deve ser coroado em duas semanas.

Guilhotina em protesto contra a monarquia espanhola. Foto: Opera Mundi.

Guilhotina em protesto contra a monarquia espanhola. Foto: Opera Mundi.

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Protestos contra a monarquia ofuscam sucessão real na Espanha


Enquanto começam os preparativos para a sucessão de Juan Carlos, manifestações em dezenas de cidades pedem referendo para escolha entre monarquia e república. Após 39 anos de reinado, o rei, de 76 anos, surpreendeu ao anunciar sua abdicação em favor de seu filho, de 46 anos, que deverá assumir o trono como Felipe VI.

Manifestação antimonarquia. Foto: Reuters.

Manifestação antimonarquia. Foto: Reuters.

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Japão e Espanha querem fortalecer relações


Shinzo Abe e Mariano Rajoy, primeiros-ministros de Japão e Espanha respectivamente, concordaram em promover maior cooperação econômica e aumentar laços securitários entre os dois países. Espanha deve ajudar o Japão a aumentar presença comercial na América Latina, enquanto o Japão ajuda a Espanha no leste asiático.

Shinzo Abe e Mariano Rajoy. Foto: AP.

Shinzo Abe e Mariano Rajoy. Foto: AP.

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Congresso espanhol rejeita pedido de refendo de autodeterminação da Catalunha


O Congresso dos deputados da Espanha rejeitou nesta terça-feira (08/04), com 299 votos a favor, 47 contra e uma abstenção, a petição do Parlamento da Catalunha de realizar um referendo pela autodeterminação da comunidade autônoma. O resultado não foi uma surpresa já que tanto o PP (Partido Popular), que tem a maioria absoluta de deputados, como o PSOE (Partido Socialista Operário Espanhol), maior sigla de oposição, já tinham avisado que votariam contra a proposta.

Foto: Rafael Duque / Opera Mundi.

Foto: Rafael Duque / Opera Mundi.

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Morte de imigrantes evidencia falta de estrutura e fracasso da política migratória espanhola


Um grupo de 300 pessoas, em sua maioria africanos subsaarianos, tentou, no dia 6 de fevereiro, passar pela fronteira que separa o Marrocos da Espanha. Impossibilitados de entrar pela via terrestre, uma parte do grupo decidiu tentar a sorte a nado, quando agentes responsáveis pelo controle da fronteira dispararam balas de borracha contra eles. Devido à ação policial, 15 pessoas morreram nas águas do Mediterrâneo, e as que conseguiram chegar à praia foram encaminhadas novamente ao lado marroquino da fronteira. Desde 1988, 19.507 pessoas morreram tentando entrar na Europa pela região do Mediterrâneo.

Mapa: Reprodução.

Mapa: Reprodução.

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Milhares de manifestantes se reúnem na Espanha contra austeridade


Milhares de manifestantes de toda a Espanha fizeram caminhada até a capital Madri em protesto contra as medidas de austeridade adotadas pelo governo do país. A manifestação foi chamada de “Marcha pela Dignidade” e terminou em violência na noite de sábado (22/03).

Foto: Reuters / Paul Hanna.

Foto: Reuters / Paul Hanna.

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Na Bélgica, partido separatista desiste de independência para Flandres


O partido separatista mais forte da Bélgica, da região de Flandres, abriu mão de tentar conseguir a independência da região, optando, ao invés disso, por metas mais práticas de se obter maior autonomia dentro da federação. A maior parte da população belga é contra o separatismo e deseja permanecer na União Europeia.

Foto: F. L. / Reuters.

Convenção do partido separatista de Flandres. Foto: F. L. / Reuters.

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Inteligência europeia coopera com o governo sírio


Funcionários de segurança e de agências de inteligência de países europeus estão trabalhando junto com o governo da Síria para lidar com as ameaças representadas por jihadistas advindos da Europa para treinar e lutar no conflito sírio. Damasco afirma que há uma cisão entre políticos e estrategistas do Ocidente.

Fonte: AFP / Mahmud Al-Halabi.

Fonte: AFP / Mahmud Al-Halabi.

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Banco central da Espanha anuncia fim da recessão do país


Banco da Espanha anuncia fim da recessão com crescimento econômico de 0,1% entre julho e setembro após nove trimestres recessivos.

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El Banco de España da por finalizada la recesión más prolongada en décadas

El País – 23/10/2013 – por Alejandro Bolaños

El Banco de España ha dado por finalizada este miércoles la recesión más prolongada de la democracia. “Las estimaciones realizadas a partir de la información coyuntural disponible apuntan a que, en el período de julio-septiembre, el PIB pasó a crecer un 0,1%, en tasa intertrimestral, tras nueve trimestres consecutivos de descensos”, explica el supervisor del sector financiero en su último boletín económico.

El fin de la recesión ha sido uno de los elementos que han llevado a los mercados financieros a confiar en una pronta recuperación de la economía española, que solo se certificará cuando se comience a crear empleo neto (en la comparación con el año anterior), algo que el Gobierno pronostica para mediados de 2014. La apuesta de los inversores por títulos españoles llevó al Ibex a superar los 10.000 puntos la semana pasada, con la mayor revalorización entre las plazas occidentales, aunque este miércoles la sesión ha comenzado con descensos cercanos al 2%, un descenso que los analistas achacan a ventas para materializar beneficios.

La entidad que dirige Luis María Linde precisa que “la demanda interna habría registrado un retroceso similar al del trimestre anterior (del 0,3 % en tasa intertrimestral)”, por lo que, de nuevo, es la demanda exterior la que tira del crecimiento al elevar su aportación al PIB, “con una contribución de 0,4 puntos porcentuales”. La estimación tendrá que ser corroborada ahora por el Instituto Nacional de Estadística (INE), que publica un avance del resultado oficial la próxima semana.

La economía española ha enlazado dos recesiones desde mediados de 2008, de modo que en los últimos cinco años y medio, periodo en el que apenas ha registrado crecimiento (siempre inferior al 0,3% trimestral) en cuatro trimestres, entre 2010 y 2011. Durante la crisis, el valor de los bienes y servicios producidos en España ha caído un 7,5%, aunque mucho mayor ha sido la destrucción de empleo: desde mediados de 2007 se han perdido 3,7 millones de puestos de trabajo, el 18% de los que había entonces. Las previsiones de organismos internacionales, como el FMI o la Comisión Europea, y del propio Gobierno dan por hecho que, en términos de PIB, la economía española está en medio de una década perdida.

“Durante el tercer trimestre, la economía española prolongó la mejora gradual que se viene observando desde principios de año, en un entorno caracterizado por un cierto alivio en las tensiones financieras y una mejora de la confianza”, indican los expertos del Banco de España, que estiman que el PIB aún retrocede un 1,2% en la comparación anual, con el mismo trimestre de 2012.

El servicio de estudios del Banco de España apunta a una leve recuperación del consumo privado, con un avance trimestral del 0,1%, el primero en casi dos años, y a una ralentización en la destrucción de empleo, que solo descontaría un 0,1% en la comparación con el segundo trimestre y un 3,1% en términos anuales. El ministro de Economía, Luis de Guindos, ha anticipado que la Encuesta de Población Activa (EPA), que se publica este jueves, reflejará un aumento de la ocupación por segundo trimestre consecutivo. La divergencia puede deberse a que, en términos de contabilidad nacional, el empleo se estima a jornada completa, lo que suaviza el peso de los contratos a tiempo parcial, que no se corrige en la EPA. Este tipo de contratos está entre los que más crece, tras las reformas legales del Gobierno para facilitar su uso a los empresarios.

El Banco de España anticipa además un mejor comportamiento del sector exterior, aún con datos muy similares a los registrados entre abril y junio. Descontado el efecto estacional del verano, las exportaciones de bienes y servicios (que incluyen el turismo) habrían aumentado un 0,4% respecto al segundo trimestre, mientras las importaciones retrocedieron un 0,7%.

Fonte: http://economia.elpais.com/economia/2013/10/23/actualidad/1382516269_776781.html

Instabilidade política na Itália afeta Portugal e outros países em recessão na Europa


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Instabilidade política na Itália afeta Portugal e outros países em recessão na Europa

27 de fevereiro de 2013 – Agência Brasil/Gilberto Costa

O mercado financeiro internacional mantém sinais de insegurança quanto ao destino das economias de Portugal, da Itália, Grécia e Espanha – países do sul da Europa que, assim como a Irlanda, estão em grave recessão. Ontem (26), os juros da dívida de Portugal, da Itália, Espanha e Grécia, que remunera eventuais credores de títulos soberanos, subiram acentuadamente por causa da indefinição sobre o novo governo da Itália, após os resultados das eleições parlamentares de domingo (24).

A taxa de remuneração da dívida lusitana de curto prazo (dois anos) subiu 0,4 ponto percentual, o mesmo efeito se observou nos títulos que vencem em cinco e em dez anos. Para o primeiro-ministro de Portugal, Pedro Passos Coelho, a reação do mercado mostra que a estabilidade política “é um elemento muito importante” em tempos de crise. Segundo ele, o efeito da instabilidade política italiana sobre a elevação dos juros da dívida de Portugal evidencia que “ainda existem elementos de caráter sistêmico, que não dependem estritamente de cada país”.

Internamente, Portugal poderá sofrer também com fatores de desestabilização, que podem causar consequências imediatas na economia e na política. O Orçamento do Estado – que estabelece fontes e valores de receitas e despesas públicas – poderá ser considerado parcialmente ilegal pelo Tribunal Constitucional. A corte pode ainda desautorizar, por exemplo, o aumento de 3,5% do Imposto de Renda, o que afeta as metas de déficit negociadas com o Fundo Monetário Internacional, o Banco Central Europeu e a Comissão Europeia (a troika). (mais…)