Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIL)

Rússia envia porta-aviões para a Síria


A Rússia está enviando seu único porta-aviões para a Síria a fim de combater o “Estado Islâmico” naquele país. Chamado de “Almirante Kuznetsov”, o navio carregará ao menos 15 caças e dez helicópteros de ataque. O porta-aviões deve ficar estacionado no leste do mar Mediterrâneo pelo menos até fevereiro de 2017.

Foto: Arquivo / AP via Sputnik.

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Bélgica entra na coalizão para combater “Estado Islâmico” na Síria


Nesta sexta-feira (13/05), a Bélgica anunciou que vai participar da coalizão internacional para bombardear o grupo “Estado Islâmico” (EI) na Síria. O país enviará seis caças F-16 com previsão do início das operações em julho. Bruxelas se retirou das operações no Iraque de ataque ao EI na metade de 2015.

Foto: Getty Images.

Curdos cometem crimes de guerra contra árabes, diz Anistia Internacional


Segundo a ONG Anistia Internacional, as forças curdas que lutam contra o grupo “Estado Islâmico” (EI) têm destruído deliberadamente diversas casas de árabes no Iraque, a fim de livrar a região de sua presença. Atos e outros crimes de guerra seriam cometidos como vingança ao apoio dessas comunidades ao EI. Segundo um porta-voz curdo, destruição é resultado direto dos conflitos contra o grupo extremista.

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Foto: Reuters.

O enigma do “Estado Islâmico”


Em artigo publicado no jornal Zero Hora (09/01), o professor Paulo Fagundes Visentini questiona os reais motivos e apoiadores do grupo extremista “Estado Islâmico” (EI). Para o autor, o grupo serve para desestabilizar e destruir Estados importantes como o Iraque e a Síria, aliados do Irã. Além do apoio das monarquias petrolíferas e da Turquia, o EI ainda conta com a aquiescência da Europa e dos Estados Unidos.

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Foto: Ahmad Al-Rubaye / AFP.

Ataque terrorista em Bagdá deixa mais de 18 mortos


Nesta segunda-feira (11/01), um carro-bomba explodiu em um shopping de Bagdá, capital do Iraque, seguido por uma invasão do local por quatro homens armados, deixando pelo menos 18 mortos e mais de 50 feridos. Os invasores ainda tomaram dezenas de reféns, que foram depois liberados pelas autoridades iraquianas. A organização extremista “Estado Islâmico” (EI) reivindicou a autoria do ataque.

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Foto: Reprodução

Atentado deixa 10 mortos na Turquia e governo culpa o EI


Uma explosão causada por um homem-bomba no centro histórico de Istambul, Turquia, nesta terça-feira (12/01), deixou pelo menos dez mortos e 15 feridos, dois dos quais em estado grave. Maioria das vítimas fatais eram alemãs. O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, responsabilizou o grupo “Estado Islâmico” pelo ataque.

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Foto: imago / ZUMA Press.

Iraque cogita ação militar contra tropas turcas em seu território


O ministro das Relações Exteriores do Iraque, Ibrahim al-Jaafari, afirmou em entrevista no fim de dezembro (30/12) que a Turquia deve respeitar a soberania iraquiana ou “encarar atos militares”. Tropas turcas estão estacionadas no norte do país desde o início do mês com a justificativa de treinar combatentes contra o grupo “Estado Islâmico”. O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, afirmou que as forças de seu país continuarão no norte do Iraque — apenas com o propósito de treinar forças locais —.

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Foto: Reuters.

Iraque retoma a cidade de Ramadi


No final de dezembro, o governo iraquiano anunciou que suas forças de segurança retomaram a cidade de Ramadi das mãos do grupo autodenominado “Estado Islâmico” (EI). Agora o Exército do Iraque e a coalizão internacional têm como objetivo retomar a cidade de Mosul, no norte do país.

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Foto: Reuters.

Coalizão internacional mata 10 líderes do “Estado Islâmico”


O Pentágono anunciou, no final de dezembro, que a coalizão liderada pelos Estados Unidos matou dez líderes do grupo “Estado Islâmico” com ataques aéreos naquele mês. Segundo autoridades estadunidenses, dois dos mortos possuíam ligações diretas com o mentor dos atentados de Paris e estavam planejando novos ataques contra alvos ocidentais.

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Foto: picture-alliance / AP / K. Mohammed.

Conselho de Segurança da ONU aprova nova resolução contra o financiamento do EI


O Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou, na última quinta-feira (17/12), uma nova resolução que pretende aprimorar os esforços da comunidade internacional para combater o financiamento de grupos terroristas, como o “Estado Islâmico” (EI). O Conselho considera que os Estados e o setor privado devem colaborar uns com os outros, a fim de facilitar a identificação de transações suspeitas. Na nova resolução, o órgão proíbe até mesmo o pagamento de resgates para terroristas em casos de sequestro, tema que era considerado tabu até então.

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Foto: ONU / Evan Schneider.

França ataca EI com mísseis de cruzeiro pela primeira vez


A França usou pela primeira vez nesta terça-feira (15/12) mísseis de cruzeiro ar-terra contra posições do grupo “Estado Islâmico” (EI) no Iraque, informou o Ministério da Defesa. Bombardeio foi inédito na ofensiva francesa contra o EI e foi realizado por caças Rafale e Mirage 2000.

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Foto: Terra / EFE.

“Estado Islâmico” tenta conter fluxo de refugiados


Milhares de pessoas estão tentando fugir dos territórios controlados pelo grupo extremista autointitulado “Estado Islâmico” (EI). O número de total refugiados é desconhecido, mas o EI deixou de ignorar esse fato, o qual prejudica tanto a sua estrutura quanto a sua imagem. Por causa disso, o grupo já começou a fazer diversas propagandas em suas mídias do grupo para dissuadir aqueles que desejam ou tentam fugir de seu território.

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Foto: picture-alliance / AA / E. Yorulmaz.

Super Tucano deveria ser usado na luta contra o “Estado Islâmico”?


O piloto estadunidense Michael W. Pietrucha, em artigo no site War is Boring (07/12), afirma que a estratégia dos Estados Unidos de atacar o grupo “Estado Islâmico” e mitigar os efeitos em civis pode ser realizada com a introdução de aeronaves leves de ataque, como A-29 Super Tucano. Esses aviões não precisam de grandes bases como os caças e bombardeiros utilizados atualmente, possuem capacidade de resposta mais rápida e diminuem consideravelmente os custos das operações.

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Foto: Embraer.

EUA preparado para auxiliar o Iraque a retomar Ramadi


O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Ashton Carter, anunciou na quarta-feira (09/12) que o seu país está preparado para auxiliar o exército iraquiano na retomada de Ramadi, capital da província de Anbar sob controle do “Estado Islâmico”. Apoio contaria com assessores militares e helicópteros de ataque. Militares estadunidenses já estão presentes na província, mas limitam sua atuação ao treinamento de soldados iraquianos.

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Foto: Spc. Paris Maxey / Exército dos EUA.

Qual a razão da participação da Alemanha no combate ao EI?


Em artigo publicado na Deutsche Welle (04/12), o jornalista Marcel Fürstenau questiona a efetividade do envio de militares alemães para combater o grupo “Estado Islâmico”. Apesar de ser movida por solidariedade à França, a Alemanha agora participa de uma guerra para a qual não há argumentos convicentes, nem políticos nem militares.

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Foto: Robin Manhart.

Obama faz pronunciamento sobre combate ao terrorismo e controle de armas


Em pronunciamento neste domingo (06/12), o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pediu aos estadunidenses para não terem medo do terrorismo, prometendo seguir o combate ao “Estado Islâmico” — sem o envio de tropas terrestres — e pedindo ajuda aos muçulmanos do país na luta contra “ideologias extremistas”. Obama também pediu ao Congresso uma legislação mais rígida sobre o controle de armas.

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Foto: picture-alliance / dpa.

Iraque ameaça ação na ONU caso Turquia não retire suas tropas de seu território


O Iraque anunciou que recorrerá à Organização das Nações Unidas (ONU) caso a Turquia não retire as suas tropas — cerca de 600 miltares — do território iraquiano nos próximos dias. Segundo o governo de Ancara, suas forças foram requisitadas por grupos iraquianos para o treinamento de soldados que lutam contra o grupo “Estado Islâmico”. Na segunda-feira (07/12), a Turquia interrompeu o envio de mais 350 militares para o norte do Iraque após os protestos de Bagdá.

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Foto: AFP.

Parlamento alemão aprova missão militar de combate ao EI


O Bundestag (parlamento alemão) aprovou na última sexta-feira (06/12) uma missão militar para combater o grupo “Estado Islâmico” na Síria. Estão previstos o envio de seis caças de reconhecimento, uma fragata para ajudar na proteção do porta-aviões francês na região e até 1.200 militares. Porém, Berlim não participará de ataques aéreos conduzidos por outros países. Medida ainda precisa ser ratificada pelo Bundesrat (senado).

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Foto: Reuters / H. Hanschke.

Reino Unido inicia ataques contra EI na Síria


Poucas horas após o Parlamento aprovar a intervenção armada na Síria, a aviões do Reino Unido iniciaram ataques nesta quinta-feira (03/12) contra o grupo “Estado Islâmico” em território sírio. Missões partiram de base aérea no Chipre, que já era utilizada por Londres para atingir alvos do EI no Iraque.

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Foto: BBC.

EUA deve enviar tropas especiais ao Iraque


O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Ashton Carter, anunciou, nesta terça-feira (01/12), o envio de tropas “especializadas” ao Iraque para combater o grupo extremista “Estado Islâmico” (EI). Essa força deve auxiliar as forças de segurança iraquianas e os combatentes curdos peshmerga no combate aos jihadistas. Segundo Carter, os “militares poderão conduzir operações, libertar reféns, reunir inteligência e capturar os líderes do EI”. Medida ainda precisa ser aprovada pelo governo iraquiano.

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Foto: Getty Images / J. Moore.

 

O jogo de poder da Rússia na Síria


Em artigo publicado no blog Indian Punchline (18/11), M. K. Bhadrakumar analisa a atuação da Rússia em relação à Síria. Moscou já está utilizando bombardeiros de longo alcance para atacar alvos no país e adotou uma postura mais crítica em relação à postura do Estados Unidos e de países que financiam e apoiam o grupo “Estado Islâmico”.

Foto: AFP / RIA Novosti / Kremlin / Alexey Druzhinin.

Foto: ALEXEY DRUZHININ/AFP/Getty Images

 

Turquia dispara contra Exército Sírio


O Exército Sírio afirmou no último sábado (28/11) que a Turquia disparou contra suas forças com artilharia. Também acusou Ancara de ter aumentado o fornecimento de armas e equipamentos para terroristas na Síria e também de fornecer armamentos ao grupo terrorista “Estado Islâmico” em troca de petróleo.

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Foto: AP Photo.

“Estado Islâmico” estaria desenvolvendo armas químicas


Segundo oficiais de inteligência do Iraque e dos Estados Unidos, o grupo “Estado Islâmico” possui um ramo dedicado à obtenção de armas químicas. Cientistas iraquianos, sírios e de outros países estariam participando do projeto. Bagdá já começou a fornercer a suas forças máscaras e roupas de guerra química.

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Foto: Reuters.

França deve triplicar ataques aéreos contra o EI


O presidente da França, François Hollande, declarou na segunda-feira (23/11) que o objetivo militar francês na Síria e no Iraque é ampliar seus ataques contra o grupo extremista “Estado Islâmico”.  O primeiro-ministro britânico, David Cameron, expressou o apoio aos ataques franceses ao EI e disse que o Reino  Unido deve fazer o mesmo. A França deve enviar o seu único porta-aviões, com 26 caças, para o Golfo Pérsico, assim triplicando sua capacidade de ataque na região.

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Foto: Agência Lusa.

A ambiguidade da resolução do Conselho de Segurança da ONU sobre o combate ao EI


Em artigo publicado no Blog do European Journal of International Law (21/11), Dapo Akande & Marko Milanovic discutem a ambiguidade da resolução do Conselho de Segurança da ONU para combater o “Estado Islâmico” (EI). Apesar de ela sugerir algum apoio do órgão para o uso de força contra o EI, não o autoriza de fato nem estabelece um parâmetro legal para tal. A ambiguidade construtiva reforça tanto as posições legais da coalizão liderada pelos EUA quanto as da Rússia, mas ambas são aproximadas politicamente com a unanimidade da luta contra o EI.

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Foto: ONU / Loey Felipe.

Rússia ataca centenas de caminhões-tanque do EI


Na última semana, ataques aéreos da Rússia destruiram mais de 1.000 caminhões tanque com petróleo cru do grupo “Estado Islâmico” (EI) na Síria, segundo a agência de notícias síria SANA (23/11). Os ataques aconteceram na província de al-Raqqa, capital de facto do EI e também acertaram uma refinaria. A venda de petróleo é uma das principais fontes de receitas do grupo extremista.

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Foto: Russia Insider.

“Estado Islâmico” reage à ameaça do Anonymous


O grupo extremista “Estado Islâmico” (EI) reagiu à ameaça feita pelos ativistas virtuais Anonymous, que ameçara atacar o EI como retaliação pelos atentados terroristas em Paris. O EI deixou uma série de instruções aos seus próprios seguidores para evitarem ser alvo de ataques. Este ano os Anonymous desmantelaram perto de 149 sites associados ao EI, segundo a revista Foreign Policy. Além das páginas, foram atacadas mais de 100 mil contas no Twitter e 5900 vídeos de propaganda extremista.

Foto: Jean-Philippe Ksiazek / AFP.

As consequências para o EI dos atentados de Paris


Em entrevista publicada no jornal The Washington Post (14/11), William McCants discute as consequências dos atentados de Paris para o grupo “Estado Islâmico”.  Esses mostram uma possível mudança na política adotada pelo EI até então, da construção de um Estado para a atuação jihadista no exterior. Os ataques também podem levar a um consenso sobre a invasão dos territórios dominados por eles na Síria e no Iraque.

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Foto: Raqqa Media Center / AP.

Rússia dispara mísseis do Mediterrâneo contra alvos do EI


Segundo fontes do governo francês, a Rússia lançou mísseis a partir do Mar Mediterrâneo e atingiu alvos do grupo “Estado Islâmico” na cidade de Raqqa na Síria. Foi o segundo ataque russo realizado a partir do mar contra o EI. Também foram utilizados bombardeiros de longo alcance.

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Mapa: RT.

Conselho de Segurança da ONU aprova resolução para combater “Estado Islâmico”


Nesta sexta-feira (20/11), o Conselho de Segurança da ONU aprovou unanimemente uma resolução pedindo que todos os países façam o possível para combater o grupo terrorista “Estado Islâmico” (EI). O texto pede que sejam erradicados os locais de abrigo do EI na Síria e no Iraque e que os Estados-membros da ONU façam o possível para impedir que seus cidadãos se juntem às fileiras do EI. A proposta de resolução foi apresentada pela França segundo os moldes da resolução aprovada pelo organismo em 2001 pouco depois dos atentados de 11 de setembro. Ainda será votada a proposta russa.

Foto: ONU / Amanda Voisard.