Estudos Estratégicos

Seminários de Estudos Estratégicos


O Instituto Sul-Americano de Política e Estratégia (ISAPE) tem o prazer de convidar todos e todas a participarem dos Seminários de Estudos Estratégicos entre os dias 18 e 21 de outubro de 2016. Uma realização do ISAPE com diversos parceiros, o evento incluirá, simultaneamente, o I Seminário de Estudos Estratégicos do Comando Militar do Sul, o III Seminário Brasileiro de Estudos Estratégicos Internacionais e o IV Seminário Casas de União. O eixo temático dos seminários é “Defesa como eixo da Estratégia Nacional de Desenvolvimento e da Inserção Internacional do Brasil”. As inscrições já estão abertas em: http://ufrgs.br/eventos-estudosestrategicos

seminários ee

Anúncios

Concurso para professor de Relações Internacionais na UFRRJ


Estão abertas até o dia 01 de setembro de 2015 as inscrições para participar do concurso público para seleção de professor de Ensino Superior na UFRRJ, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, do Departamento de História e Relações Internacionais na área de “Estudos de Segurança e Teoria das Relações Internacionais”. A vaga para docente exige formação mínima de mestre em qualquer área das Humanidades. As inscrições podem ser realizadas aqui.

Campus UFRRJ. Foto: Isabela Kassow / Diadorim Ideias.

Concurso para professor de Relações Internacionais na UNILA


unila

Estão abertas as inscrições para participar do concurso público para seleção de professores de Ensino Superior na UNILA, Universidade Federal da Integração Latino Americana, para a área de Relações Internacionais, subáreas de Teoria das Relações Internacionais e Integração Regional (2 vagas), Política Externa e Integração Regional na América Latina (1 vaga), Análise das Relações Internacionais Contemporâneas (1 vaga). A titulação mínima exigida é de doutorado em Relações Internacionais ou áreas afins (Ciência Política, Política Externa, Política Internacional, Economia, Geografia, História, Estudos Estratégicos, Sociologia, Ciências Sociais ou Ciências Humanas).

Maiores informações podem ser obtidas diretamente no site da UNILA, na página de concursos: http://unila.edu.br/conteudo/concursos no Edital de Condições Gerais, edital Progepe n. 1/2013, ou nos respectivos editais específicos listados a seguir :

  •  Área: Relações Internacionais – Subárea: Teoria das Relações Internacionais e Integração Regional  (2 vagas)

Período de Inscrições: 25 de outubro a 10 de novembro de 2013. Inscreva-se aqui: http://inscreva.unila.edu.br/events/9/subscriptions/new

Edital de Abertura:  http://unila.edu.br/sites/default/files/files/Edital%20PROGEPE%20053%202013%20-%20RI%20-%20Teoria%20das%20Rela%C3%A7%C3%B5es%20Internacionais%20e%20Integra%C3%A7%C3%A3o%20Regional.pdf

  •  Área: Relações Internacionais – Subárea: Política Externa e Integração Regional na América Latina

Período de Inscrições: 25 de outubro a 17 de novembro de 2013. Inscreva-se aqui: http://inscreva.unila.edu.br/events/11/subscriptions/new

Edital de Abertura: http://unila.edu.br/sites/default/files/files/Edital%20PROGEPE%20053%202013%20-%20RI%20-%20Teoria%20das%20Rela%C3%A7%C3%B5es%20Internacionais%20e%20Integra%C3%A7%C3%A3o%20Regional.pdf

  •    Área: Relações Internacionais – Subárea: Análise das Relações Internacionais Contemporâneas  

Período de Inscrições: 28 de outubro a 24 de novembro de 2013. Inscreva-se aqui: http://inscreva.unila.edu.br/events/12/subscriptions/new

Edital de Abertura:  http://unila.edu.br/sites/default/files/files/Edital%20PROGEPE%20054%202013%20-%20RI%20-%20An%C3%A1lise%20das%20Rela%C3%A7%C3%B5es%20Internacionais%20Contempor%C3%A2neas.pdf

Unila - instalações provisórias no PTI

A UNILA é uma universidade Federal mantida pelo Brasil, com vocação integracionista e bilíngue, oferecendo metade das vagas para alunos brasileiros e metade para estrangeiros, oriundos da América Latina, em sua maioria da América do Sul. As vagas para professor são de livre concorrência tanto para brasileiros como para latino-americanos estrangeiros.

Começa a edição 2013 do Seminário Brasileiro em Estudos Estratégicos Internacionais (SEBREEI)


Começa hoje a edição de 2013 do Seminário Brasileiro em Estudos Estratégicos Internacionais (SEBREEI)

 

SEBREEI 2013

 

Seminário Brasileiro em Estudos Estratégicos Internacionais

O Atlântico Sul como Eixo da Inserção Internacional do Brasil.

 

Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil 21, 22 e 23 de maio de 2013

 

O Seminário Brasileiro em Estudos Estratégicos Internacionais (SEBREEI) é uma iniciativa do Programa de Pós-Graduação em Estudos Estratégicos Internacionais (PPGEEI) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. O evento contará com palestras de professores, pesquisadores e funcionários públicos, brasileiros e estrangeiros, especializados no tema O Atlântico Sul como Eixo da Inserção Internacional do Brasil, e com sessões de apresentação de trabalhos e pesquisas (Grupos de Trabalho e Fórum da Graduação). O público alvo do evento é composto por estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores, gestores públicos e empresários com atuação vinculada ao tema.

O objetivo central do seminário é caracterizar-se como um ambiente de debate e cooperação acadêmica entre professores, pesquisadores e alunos de diversas instituições e regiões do país, buscando promover maior qualificação e divulgação das pesquisas e da produção científica nas áreas de Estudos Estratégicos e Relações Internacionais. Além disso, o SEBREEI representa o esforço do PPGEEI, com o apoio da Assessoria de Cooperação e Relações Internacionais do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, de incrementar a interação entre a academia, o governo, a burocracia estatal e o setor empresarial nas áreas mencionadas.

O evento será composto de mesas redondas, painéis, Grupos de Trabalho e Fórum da Graduação. Os debates terão como foco principal o tema O Atlântico Sul como Eixo da Inserção Internacional do Brasil e serão divididos em três linhas de pesquisa, quais sejam:

Política Externa e Integração Regional;
Economia Política Internacional;
Tecnologia, Estado e Segurança Internacional.

Pesquisadores, pós-graduandos e graduandos que possuam interesse em apresentar suas pesquisas poderão submeter propostas de trabalho para as seguintes sessões de trabalho:

Grupos de Trabalho (pós-graduandos e pesquisadores)

GT 1 – Política Externa e Integração Regional
GT 2 – Economia Política Internacional
GT 3 – Tecnologia, Estado e Segurança Internacional

Fórum da Graduação (graduandos)

FG 1 – Política Externa e Integração Regional
FG 2 – Economia Política Internacional
FG 3 – Tecnologia, Estado e Segurança Internacional

O prazo para o envio de propostas de trabalho é de 15 de novembro de 2012 a 28 de fevereiro de 2013, conforme edital. Em breve divulgaremos a programação completa do evento. Para maiores informações entre em contato.

 

 

Como Chegar

 

A) Universidade Federal do Rio Grande do Sul – Campus Centro

Faculdade de Ciências Econômicas
Av. João Pessoa, 52


B) Hotel Embaixador

Rua Jerônimo Coelho, 354

 
Exibir mapa ampliado

 

 

SEBREEI_CARTAZ_2013_inscricao

 

Seminário Brasileiro de Estudos Estratégicos Internacionais


Clique para aumentar

Seminário Brasileiro em Estudos Estratégicos Internacionais

Integração Regional e Cooperação Sul-Sul no Século XXI

Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil – 20, 21 e 22 de junho de 2012

O Seminário Brasileiro em Estudos Estratégicos Internacionais (SEBREEI) é uma iniciativa do Programa de Pós-Graduação em Estudos Estratégicos Internacionais (PPGEEI) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. O evento contará com palestras de professores, pesquisadores e funcionários públicos brasileiros e estrangeiros especializados no tema Integração Regional e Cooperação Sul-Sul no Século XXI. O público alvo do evento é composto por estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores, gestores públicos e empresários com atuação vinculada ao tema.

Mais informações: http://www.ufrgs.br/sebreei/2012/

As opções militares em eventual confronto no Estreito de Ormuz – IISS


Strait of Hormuz: Iran’s disruptive military options

IISS – Fevereiro/2012

Could Iran shut the Strait of Hormuz, or significantly hinder traffic passing through it? A recent decision by the European Union to impose a total embargo on the purchase of Iranian oil has prompted threats from Tehran to close the world’s most important oil chokepoint. However, an assessment of military capabilities deployed in the area, and of probable tactics, suggests that Iran would find it difficult or unpalatable to cause major disruption.

According to the United States Energy Information Administration, 17 million barrels of oil passed through the strait every day in 2011, or about 35% of all seaborne traded oil. Iran itself is heavily dependent on oil flowing through the strait: approximately 70% of the government’s revenues come from oil exports, all of which currently transit the strait. Iran has no pipelines to its Indian Ocean ports or to countries to its east.

In late 2011 and early 2012, the Islamic Republic of Iran Navy and Iranian Revolutionary Guard Corps (IRGC) Navy conducted Velayat-90, a series of exercises that focused on sea denial. Although Iran possesses capabilities that could, at least temporarily, disrupt shipping, it seems unlikely that it would be able to close the strait for a prolonged period. (mais…)

Evento – Lançamento do livro “As Relações diplomáticas da Ásia: Articulações regionais e afirmação mundial (uma perspectiva brasileira)”, de Paulo Fagundes Visentini


A Editora Fino Traço, o Centro de Estudos sobre o Pacífico e o Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília anunciam a publicação do livro ”As Relações diplomáticas da Ásia: Articulações regionais e afirmação mundial (uma perspectiva brasileira)”, de Paulo Fagundes Visentini (professor titular da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e coordenador do Núcleo de Estratégia e Relações Internacionais – NERINT, da mesma universidade).

A Ásia Oriental e Meridional, do Japão ao Paquistão, abriga mais da metade da população mundial e várias das mais sólidas e antigas civilizações, com quatro Estados de grande porte: China, Índia, Japão e Indonésia. É a região de maior dinamismo econômico no mundo há quatro décadas. Após analisar elementos civilizacionais e a dominação europeia, que impactam o presente como forças profundas, a obra descreve o processo de descolonização e as relações internacionais contemporâneas dos Estados da região, a partir da própria perspectiva asiática.

Link para Apresentação e Introdução: http://pebrasil.files.wordpress.com/2012/02/as_relacoes_diplomaticas_asia_1-18.pdf

Fonte: http://mundorama.net/2012/02/04/evento-lancamento-do-livro-as-relacoes-diplomaticas-da-asia-articulacoes-regionais-e-afirmacao-mundial-uma-perspectiva-brasileira-de-paulo-fagundes-visentini/

EVENTO: 6° Seminário sobre o Livro Branco de Defesa Nacional


6° Seminário sobre o Livro Branco de Defesa Nacional

No dia 17 de junho foi aberto o Edital para o concurso de artigos científicos que ocorrerá durante o 6º Seminário do Livro Branco de Defesa Nacional, aprovado pela Portaria n°1599, de 16 de junho de 2011, publicada no Diário Oficial de 17 de junho de 2011, pelo Ministério da Defesa. Os artigos classificados serão premiados e apresentados no Seminário que será realizado na cidade de São Paulo/SP, nos dias 30 e 31 de agosto de 2011.

O Ministério da Defesa convida a todos para participar do concurso.

Maiores informações poderão ser encontradas no site http://livrobranco.defesa.gov.br/

EVENTO: VIII Congresso Acadêmico sobre Defesa Nacional


 

VIII CADN

O VIII Congresso Acadêmico sobre Defesa Nacional é uma atividade de cunho educacional e cultural promovida pelo Ministério da Defesa, por intermédio da SEPESD, e pela AMAN, e tem como objetivos:

a) estimular a interação entre as escolas militares e as instituições de ensino superior civis, seus alunos e professores;

b) despertar nos congressistas o interesse por temas relacionados à segurança e à defesa;

c) estimular universitários, aspirantes da Escola Naval (EN), cadetes da Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) e da Academia da Força Aérea (AFA), alunos do Instituto Militar de Engenharia (IME) e do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) a refletirem sobre problemas da atualidade;

d) promover o debate acerca de problemas relevantes para o País; e

e) contribuir para a consolidação de uma cultura de defesa no Brasil.

Local: Academia Militar das Agulhas Negras/Resende RJ

Período: 19 a 23 de setembro

Maiores informações no site: http://defesa.gov.br/sistemas/cadn/index.htm

Por que a China quer um porta-aviões?


Blue Water Dreams”

Why China wants an aircraft carrier.

Foreign Policy – 27/06/2011

por JAMES HOLMES

On a visit to Washington this month, Chinese Gen. Chen Bingde, chief of the People’s Liberation Army (PLA) General Staff, confirmed what Asahi Shimbun and the Financial Times reported last December: China, he said, has officially committed itself to deploying aircraft-carrier task forces, a program that has evidently been under way since 2009. A Soviet flattop called Varyag, refitted and reportedly rechristened Shi Lang, may take to China’s “near seas” for sea trials sometime around July 1. Whenever it takes place, the maiden cruise of the Varyag will mark a milestone in China’s return to great power.

Any number of excellent technical studies of Beijing’s carrier plans have appeared in recent years, and much ink has been spilled debating the ship’s design characteristics: flight-deck configurations, launch and recovery systems, and propulsion plants. But to my mind, the best guide for figuring out what it all means in terms of China’s naval strategy isn’t the latest edition of Jane’s Fighting Ships, but rather the two-plus-millennia-old History of the Peloponnesian War. In his chronicle of the protracted war between Athens and Sparta in the fifth century B.C., the Greek general and historian Thucydides proclaims that “three of the strongest motives” animating states’ actions are “fear, honor, and interest.” Peoples must arm lest they fall victim to the “law that the weaker should be subject to the stronger.” China’s aircraft-carrier ambitions can be seen in similar terms.

During his tenure as chairman of the early People’s Republic, Mao Zedong took little interest in the sea, focusing instead on land defense. Even after the Great Helmsman’s demise, Chinese leaders like Deng Xiaoping contented themselves with free-riding on U.S. maritime supremacy, reasoning that finite resources were better spent on economic development than on putting steel in the water. But with development came increasing reliance on the sea for imports of fuel and raw materials, not to mention exports of finished goods. Shipping lanes now figure prominently in China’s foreign-policy calculus. Chinese statesmen accordingly fret that the United States will hold China’s economic interests hostage during a crisis or war in the Taiwan Strait or elsewhere in maritime Asia, mounting a “distant blockade” to interdict the crucial sea routes on which Chinese commerce overwhelmingly depends.

Fear that the U.S. Navy will cut China’s economic lifelines from afar beckons China’s strategic gaze irresistibly seaward. An editorial in the official People’s Daily last December captured China’s broader geopolitical anxieties. The United States, the editors write, is intent on preserving “its hegemony across the world,” including on the high seas in Asia. Focused on latter-day containment, Washington has stayed outside the U.N. Convention on the Law of the Sea. Why? Because, the editors write, it “considers exclusive economic zones to be international waters, which, by its hegemonic logic, should be included in the U.S. sphere of influence.” In voicing their own fears, Chinese pundits — not unreasonably — impute fear to the United States. “Any fast-developing country,” concludes the Daily, will be “instinctively seen” as a challenge to U.S. primacy. Such countries must construct strong military and naval forces, equipping themselves to resist a domineering America.

Such a bleak analysis would be instantly familiar to Thucydides, who found the “real cause” of the Peloponnesian War in the “growth of the power of Athens, and the alarm which this inspired in Sparta.” Fear made great-power war “inevitable.” From Beijing’s standpoint, assenting to permanent U.S. maritime supremacy would amount to knuckling under to Thucydides’s law condemning the weak to remain subservient to the strong. Dread of what U.S. leaders might do with overwhelming sea power helps account for China’s quest for a great navy.

But why aircraft carriers specifically? Beijing is already fielding an impressive cruise-missile navy specifically designed to deny U.S. naval forces access to Asian seas and skies during a Taiwan confrontation or some other upheaval. Cruise missiles, augmented by submarines, ballistic missiles, and land-based tactical aircraft, would be far more lethal against the U.S. Navy than any carrier fleet Beijing will put to sea anytime soon. Writing in International Security, Boston College professor Robert Ross ascribes China’s carrier-centric naval buildup to “naval nationalism.” In this view, high-end warships represent tokens of great power that Beijing simply must have to fulfill its destiny as a seafaring state. Such talismans fire popular enthusiasm for nautical endeavors, and for the state that undertakes them.

History is not unimportant here. China still nurses memories of its long “century of humiliation” at the hands of seaborne conquerors like imperial Britain, France, Germany, and Japan. Starting with the First Opium War (1839-1842), imperial powers defeated the ruling Qing dynasty again and again, compelling Qing emperors to accept “unequal treaties” along with such indignities as foreign gunboats patrolling Chinese rivers. Such memories are a lot for Asia’s historical central power to stomach. Furthermore, Chinese observers have looked around the U.N. Security Council and noticed that all five permanent members except China deploy aircraft carriers. Closer to home, the Japan Maritime Self-Defense Force operates light carriers known euphemistically as “helicopter destroyers”; South Korea has a similar vessel. Even Thailand has a flattop. The upshot is that a carrier will certify China’s arrival as a sea power.

But there’s more to China’s navy than nationalism — and there’s more to the Chinese aircraft-carrier program than salvaging China’s good name or keeping up with the Joneses. Beijing can use carrier task forces to uphold real, tangible interests. Most obviously, a PLA Navy carrier group could exit from the China seas through the Ryukyus, to Taiwan’s north, or the Luzon Strait, to the island’s south, during times of strife. By threatening the east coast of Taiwan, carrier groups would further complicate a tactical picture for the island’s defenders that already verges on hopeless. The PLA already holds a commanding margin of superiority, so carrier operations would not decide a cross-strait war. But compelling the Taiwan Navy and Air Force to look eastward — as well as westward and skyward — would further disorient them, letting the PLA set the terms of engagement. PLA forces could thus prevail before the U.S. military could intervene, and Beijing would fulfill its dream of national unification with minimal disturbance to the regional order.

There’s also the South China Sea, which has dominated headlines of late. Some Chinese-claimed islets in the Spratlys and Paracels are too small to fortify; carrier groups would provide a forward, mobile airfield from which to defend the islands, the adjacent waters, and the rich natural resources thought to lie in the seabed beneath. And as Beijing turns its gaze further southwest, carriers could anchor a PLA Navy presence in South Asia, should Chinese leaders opt to create a standing Indian Ocean squadron. Flattops could perform many functions, just as these multimission platforms have spearheaded U.S. naval operations since World War II.

Nor must Chinese carriers match their U.S. Navy counterparts on a ship-for-ship basis to achieve Beijing’s goals. As noted before, the PLA Navy surface fleet benefits from dense land-based fire support. For instance, the PLA Second Artillery Corps, or missile force, is reportedly fielding the world’s first anti-ship ballistic missile (ASBM), a truck-launched weapon capable of striking ships under way hundreds of miles from Asian shores. There is no known defense against it. If the missile lives up to its hype — and if Beijing acquires sufficient numbers of rounds — U.S. Pacific Fleet commanders will be increasingly reluctant to venture westward of Guam. And if they do accept the losses inflicted by ASBM strikes, U.S. mariners will encounter land-based combat aircraft, quiet diesel submarines, and stealthy high-speed catamarans toting long-range anti-ship cruise missiles. Just reaching the combat theater could come at a steep cost.

If indeed the PLA converts the Western Pacific into a no-go zone for the U.S. Navy, it can uphold China’s Thucydidean interests without ever risking a battle with its major antagonist. Land-based defenses may grant PLA naval commanders time to train pilots. It’s a steep learning curve: In 1954 alone — fully eight years after a jet fighter first landed aboard the carrier USS Franklin D. Roosevelt, and despite having developed sound concepts for flying jet aircraft from carrier decks — the U.S. Navy and Marine Corps lost 776 aircraft and 535 airmen. China is by no means exempt from such hazards. Shore defenses also give China’s navy a respite to work the engineering kinks out of the flattops themselves and to experiment with fleet tactics. Carriers steam in company with an entourage of escorts and logistics ships. It takes time to sort through various formations, defensive screens, underway replenishment techniques, and the like. Shore fire support affords the PLA leisure to devise its own approach to carrier operations, and it spares China the need for a costly, uncertain naval arms race with the United States. Why waste scarce resources?

By no means is combat readiness the sole motive propelling China’s carrier ambitions. Carriers can prosecute numerous noncombat missions. After the 2004 Indian Ocean tsunami, for instance, Chinese pundits took note of how U.S. Navy vessels transiting the afflicted region rushed to the scene to render assistance. Hard power, in other words, enabled the soft kind, and Beijing felt sidelined. To remedy such shortcomings, it has built vessels like hospital ships and amphibious transports suitable for responding to natural and humanitarian disasters. Big-deck carriers would make a worthy addition to China’s emerging disaster-relief repertoire.

And even these non-Thucydidean errands of mercy add luster to China’s maritime reputation, bolstering the legitimacy of its naval enterprise and thus indirectly advancing its national interests. Great powers do well by doing good. Comforting the afflicted is not only worthwhile in its own right but helps the benefactor establish a track record for using its martial prowess wisely and humanely. Such a power eases suspicions of its intentions by furnishing international public goods that benefit not only China but its Asian neighbors. Beijing knows that to truly be a great sea power, you have to look — and act — the part.

fonte:

http://www.foreignpolicy.com/articles/2011/06/27/blue_water_dreams?page=0,0

http://www.foreignpolicy.com/articles/2011/06/27/blue_water_dreams?page=0,1

Evento: DESAFIOS À DEFESA NA FRONTEIRA SUL DO BRASIL


Pontifícia Universidade Católica RS – Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas – Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais – Curso de Especialização em Política Internacional

Convidam:

Palestra:

DESAFIOS À DEFESA NA FRONTEIRA SUL DO BRASIL

Palestrante:

GENERAL SÉRGIO WESPHALEN ETCHEGOYEN

Comandante da Terceira Divisão do Comando Sul do Exército

Local:

PUCRS * Prédio 99 * Auditório 2º andar * 1º/07/2011 * 17h 30min

 

Atividade Gratuita

O japonês K é o mais veloz entre os supercomputadores


La japonesa K es la más veloz entre las supercomputadoras

BBC Mundo – 20/06/2011

Una supercomputadora de origen japonés, de nombre K y con capacidad de llevar a cabo miles de millones de cálculos en un segundo se convirtió en la más veloz del mundo según se dio a conocer en la Conferencia Internacional de Supercomputadoras (ISC, por sus siglas en inglés).

El nuevo modelo logró registrar un rendimiento hasta tres veces más rápido que su antecesora, la china Tianhe-1A, que “sólo” es capaz de alcanzar poco más de 2,5 petaflops.

Si un petaflop equivale a 10 elevado a la 15, (o un 1 seguido de 15 ceros) de operaciones por segundo, el rendimiento de la K Computer es similar al que se podría lograr con un millón de computadoras personales, según explicó el profesor Jack Dongarra, encargado de elaborar la lista de las 500 computadoras más rápidas del mundo en base a su habilidad por procesar simples ecuaciones matemáticas.

El tercer lugar de la lista lo ocupa la computadora apodada Jaguar, propiedad del Laboratio Nacional Oak Ridge de Tennessee, en Estados Unidos, que tiene una velocidad máxima de 1,75 petaflops.

Estados Unidos ocupa otros cuatro puestos entre las diez computadoras más rápidas, pero es el auge de China el que sigue llamando la atención al contar con dos representantes en esta lista.

Una de las claves del diseño de la firma Fujitsu para lograr el récord es que incorpora un procesador de creación propia que se aleja de la tendencia de otras supercomputadoras, que usan productos Intel y AMD.

Debido a su vasto tamaño, que consiste actualmente en 672 compartimentos y que se ampliará hasta los 800, la supercomputadora japonesa requiere de energía eléctrica equivalente a 10.000 hogares y su funcionamiento cuesta alrededor de US$10 millones.

“No se trata de un modelo ineficiente, pero su consumo es proporcional a su tamaño”, comentó Hans Meuer, director general de la ISC.

Sin embargo, estas cifras generan dudas sobre su capacidad de evolución en el futuro.

“Tiene un rendimiento impresionante”, elogió el director general de centro de datos de Intel, Kirk Skaugen. “Pero usa la mitad de la energía en 8 petaflops de lo que nosotros consideramos que necesitamos para alcanzar 1.000 petaflops (en 2018)”.

Defesa: Contratantes seduzidos pelo rearmamento de Índia e Brasil


Defence: Contractors lured as India and Brazil rearm

Financial Times/ Por John O’Doherty – 19/06/2011

The rapid growth of the Brazilian and Indian economies is the subject of much detailed analysis, but the development of these countries’ militaries often gets far less attention. That is about to change however, as both countries seek to bolster their defence capacity, and in so doing, they are attracting the attention of the world’s largest defence groups.

This year the world of military aerospace was focused on the question of who would be awarded a $35bn contract to provide 179 refuelling air-tankers to the US air force. The selection of Boeing drew a line under one of the largest and most contentious contracts in military aerospace in recent history. But as the fervour of this contract starts to fade, two new military aerospace contracts are coming into focus. (mais…)

Extensão: Oficina de Estudos Estratégicos


O Professor José Miguel Martins e o o Instituto Sul-Americano de Política e Estratégia (ISAPE) convidam estudantes interessados a participarem da atividade de extensão Oficina de Estudos Estratégicos.

A atividade visa promover o debate e orientar a produção de projetos sobre Estudos Estratégicos Internacionais e será realizada todas as sextas das 8h30m às 12h30h no Clube de Cultura – Ramiro Barcelos, 1853/ Porto Alegre.

Inscrições e dúvidas devem ser enviadas para o email bruno.magno@isape.org.br (vagas limitadas)

Segue o cartaz para maiores informações.

Chile é um país unido e suas forças armadas estão preparadas, diz ministro


CHILE ES PAIS UNIDO Y SUS FFAA ESTAN PREPARADAS, MINISTRO

SANTIAGO DE CHILE, 30/05/2011 (ANSA)- El ministro de Defensa, Andres Allamand, afirmó que Chile es un país “que actúa unido” y que tiene fuerzas armadas preparadas, al comentar el anuncio del gobierno de Bolivia de recurrir a la Organización de Estados Americanos (OEA) para protestar contra el incumplimiento de Chile de atender sus demandas para dar una salida al mar a ese país. Allamand pidio a la población que mantenga “total tranquilidad” ante las demandas bolivianas porque “Chile tiene una muy sólida fortaleza. En primer lugar, es un país que en esta materia actúa unido, es un país que tiene en su posición todo el amparo del derecho internacional”.

Añadió que tambien tiene “fuerzas armadas prestigiadas, profesionales y preparadas, que están en condiciones de hacer respetar los tratados internacionales y de cautelar adecuadamente la soberanía y la integridad territorial de Chile”. (mais…)

Venezuela lançará satélite de observação em 2012


SATELITE DE OBSERVACION SERA LANZADO EN 2012

CARACAS, 26/05/2011 (ANSA)- Los gobiernos de Venezuela y China firmaron hoy un acuerdo para el lanzamiento de un satélite de observación terrestre que será construido en este país. Ricardo Menéndez, ministro de Ciencia, Tecnología e Industrias Intermedias, durante el acto de la firma con la delegación China de Great Wall Industry Corporation, dijo que el satélite geoestacionario, VRSS-1, será puesto en órbita en octubre de 2012.

Menéndez afirmó que “este lanzamiento se da en momentos en que el imperio agrede expresamente a PDVSA y con eso a nuestro petróleo y a nuestro pueblo”. (mais…)

Índia avança com ‘Tríade Nuclear’


India pushes for nuclear triad – paper

Ria Novosti / Nova Dehli – 17/05/2011

India’s Nuclear Command Authority (NCA) has discussed the country’s progress toward creating a fully-fledged nuclear triad, the Times of India said on Tuesday.

An NCA meeting on Monday, presided by Prime Minister Manmohan Singh, focused on the testing of the first domestically-built nuclear submarine and the development of a long-range ballistic missile, the paper said.

India is very close to completing a nuclear triad with the induction of the first Arihant class nuclear-powered submarine by 2012. The submarine was floated out on July 26, 2009 and is slated to go for sea trials once its 83-MW light-water reactor gains full capacity. (mais…)