Federal Reserve (FED)

Nos EUA, FED anuncia aumento da taxa de juros


O Federal Reserve (FED), banco central dos Estados Unidos, anunciou nesta quarta-feira (16/12) o aumento da taxa de juros em 0,25%, atingindo 0,5%. Essa é a primeira alta desde a crise financeira de 2008. O Fed ainda revelou o plano de aumentar a taxa 1% ao ano até 2019, atingindo neste ano 3,3%. A medida deve ter impactos globais, especialmente sobre os países em desenvolvimento.

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Foto: Reuters / Lucas Jackson.

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FED prevê aumento da taxa de juros ainda este ano


Na semana passada, o vice-presidente do Federal Reserve (FED), Stanley Fischer, afirmou que o banco central estadunidense prevê um aumento na taxa de juros ainda este ano. As taxas se mantêm próximas de zero desde a crise de 2008 e sua mudança tem impacto na economia mundial.

Foto: Fernanda Carvalho/ Fotos Públicas

FED mantém juros baixos: alívio para economias emergentes


A decisão tomada na sexta-feira (18/09) pelo Federal Reserve System (FED), o banco central dos EUA, de manter a taxa de juros próxima de zero beneficiou as economias de países emergentes. Possível aumento da taxa, ainda previsto para este ano, dificultará acesso à crédito por parte de outras economias. Especuladores ainda apostam que haverá uma grande fuga de capitais de países emergentes.

FED. Foto: Bruno Gomes Guimarães.

FED. Foto: Bruno Gomes Guimarães.

Mundo precisa romper com austeridade e aumentar gasto público, afirma economista


O economista estadunidense Nouriel Roubini analisa as inovações em instrumentos de política monetária expansionista que foram introduzidas pelos principais bancos centrais do mundo após a crise de 2008. Essa iniciativa gerou uma forte crítica da parte de ultra-liberais, que veem esse intervencionismo como provocador de novas instabilidades no futuro, como o crescimento da inflação. Roubini ataca esses críticos com a situação macroeconômica dos países do centro, que é de risco de deflação. E, ainda, parte para uma discussão de teoria econômica, afirmando que a gravidade da recessão, causada por uma confluência de fatores, exigia estímulos à economia global. O autor aponta que, para ter sucesso, a política monetária expansionista deve ser acompanhada de estímulos fiscais, que não vêm ocorrendo já que a política fiscal dos países do centro tem sido de austeridade. O gasto público mais desejado, Roubini aponta, é o investimento em infraestrutura. Governos que insistam em fazer cortes de gastos correntes só adiarão os necessários gastos públicos em infraestrutura, atrasando a retomada do crescimento econômico.

Foto: Kenteegardin / Flickr

Foto: Kenteegardin / Flickr

“Losing Interest”: uma análise da depressão nas taxas de juros globais


O Fundo Monetário Internacional  e o ex-Secretário do Tesouro Americano Larry Summers recentemente alertaram que a economia global deve passar por um período prolongado de taxas de juros reduzidas. Em seu artigo, Barry Eichengreen, professor da University of California, Berkeley, analisa as possíveis causas, consequências e soluções para tal situação.

Foto: Wikipedia

Foto: Bolsa de Valores de São Paulo.

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Para analistas, turbulência em países emergentes não é motivo para pânico


Problemas na Turquia e na Argentina fazem muitos temerem uma repetição da crise asiática de 1997. Economistas ouvidos pela DW, porém, apostam que dificuldades nas economias em desenvolvimento não devem se espalhar. Além disso, há muito otimismo com a atual situação do Brasil para enfrentar possíveis dificuldades.

Fonte: Getty Images.

Fonte: Getty Images.

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Políticas do FED nos EUA causam fuga de dólares no Brasil


Brasil passa por maior fuga de dólares em 10 anos. Críticas rasas culpam o governo, mas relatório do Banco Central e analistas do Financial Times mostram que foram as mudanças de política econômica nos Estados Unidos, especialmente pelo FED (Federal Reserve) que causaram a valorização do dólar e consequente desvalorização do real. Investidores japoneses, contudo, retornam ao Brasil.

Fonte: USP Imagens.

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Senado dos EUA vota em Yellen para presidenta da Reserva Federal


Senado dos EUA aprovou Janet Yellen como presidenta do FED (Federal Reserve), o equivalente ao Banco Central dos EUA. Yellen é uma economista progressista e terá como prioridade o combate ao desemprego.

Janet Yellen. Fonte: EFE.

Janet Yellen. Fonte: EFE.

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O Japão não está quebrado


Imagem: n.i.

Japan is not broke

Asia Times – 11/09/2012 – por Ellen Brown

Japan’s massive government debt conceals massive benefits for the Japanese people, with lessons for the US debt “crisis”.

In an April 2012 article in Forbes titled “If Japan Is Broke, How Is It Bailing Out Europe?”, Eamonn Fingleton pointed out the Japanese government was by far the largest single non-eurozone contributor to the latest euro rescue effort. [1] This, he said, is “the same government that has been going round pretending to be bankrupt (or at least offering no serious rebuttal when benighted American and British commentators portray Japanese public finances as a trainwreck).” (mais…)