França

França aprova reforma de direitos trabalhistas


Esta semana a França aprovou uma reforma nos seus direitos trabalhistas através da chamada Lei Khomri. Ela elimina inúmeros direitos trabalhistas já estabelecidos no país e permite estender a jornada de trabalho a 46 horas semanais. Desde que foi apresentada no início do ano, a lei foi alvo constante de protestos no país e cerca de 70% da população é desfavorável à sua adoção. A aprovação da mesma se deu sem maioria parlamentar e por iniciativa do Partido Socialista, de François Hollande.

Foto: Patrick Kovarik / AFP.

Paris construirá primeiro campo de refugiados


Nesta terça-feira (31/05), a prefeita de Paris, Anne Hidalgo, anunciou o plano para a criação do primeiro campo de refugiados. Muitos migrantes na cidade vivem em locais inapropriados, que serão fechados por questões sanitárias. A prefeita afirma que medida é necessária, principalmente devido ao grande número de refugiados que a capital recebeu- estimados em 8 mil refugiados-, com pouca ajuda do governo federal.

Foto: Bernd Riegert / DW

Assembleia Nacional da França apoia o fim de sanções contra a Rússia


Nesta quinta-feira (28/04), a Assembleia Nacional da França aprovou uma resolução da oposição com o apelo para abolir as sanções europeias contra a Rússia. Dos 101 deputados, 55 votaram a favor da medida. A União Europeia introduziu as suas sanções econômicas em relação à Rússia em 2014.

Foto: Charles Platiau / Reuters

França vence disputa para construir 12 submarinos para a Austrália


O primeiro-ministro da Austrália anunciou nesta terça-feira (26/04) que a empresa francesa DCNS venceu a disputa para a construção de 12 submarinos. O Japão e a alemã Thyssen-Krupp também estavam disputando o negócio. Todos os submarinos Shortfin Barracuda serão construídos na Austrália. Este é o maior contrato de Defesa da história da Austrália, com um custo de aproximadamente US$ 38,5 bilhões.

Imagem: DCNS

Brasileiros buscam alternativas à grande mídia no exterior


Em artigo publicado no Observatório da Comunicação Pública, a Diretora de Comunicação do Isape, Camila Moreira Cesar, critica a atuação da mídia brasileira na cobertura da situação política do Brasil e seus impactos para a imprensa internacional. Grandes jornais internacionais acabam reproduzindo essas informações, dando uma visão distorcida da realidade não só para estrangeiros, mas também para brasileiros que moram em outros países. Esse fato levou brasileiros no exterior a montar movimentos em defesa da democracia e para divulgar versões alternativas sobre os fatos. Um exemplo nesse sentido foi a mesa-redonda realizada no dia 24 de março em Paris na École d’Hautes Etudes em Sciences Sociales (EHESS) e que contou com a presença do deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ).

Foto: Facebook Jean Wyllys

França desiste de lei que retira dupla nacionalidade de terroristas


Nesta quarta-feira (30/03), o presidente da França, François Hollande, anunciou que vai retirar o projeto de lei que previa a retirada da nacionalidade de pessoas condenadas por terrorismo e que tivessem dupla nacionalidade. O principal motivo seria a falta de apoio parlamentar. O governo apresentou a proposta de revisão constitucional dias depois dos atentados de novembro de 2015 em Paris. O projeto também previa a inscrição na Constituição da lei do estado de emergência.

Foto: C. Petit Tesson / DPA/ picture-alliance

Qatar compra 24 caças da França por US$ 7,5 bilhões


Nesta terça-feira (29/03), o Qatar oficializou a compra de 24 caças Dassault Rafale da França. O acordo de US$ 7,5 bilhões prevê além dos aviões, mísseis Meteor, mísseis de longo alcance e o treinamento de mecânicos e pilotos do Qatar.

Foto: Pascal Pochard-Casabianca / AFP / Getty Images

França enviará força antiterrorista para Burkina Faso


O ministro do Interior da França, Bernard Cazeneuve, anunciou semana passada (24/03), que uma força paramilitar francesa será enviada para Burkina Faso a fim de responder possíveis ameaças terroristas na região. Segundo Cazeneuve, a força permitirá uma resposta rápida e eficaz contra qualquer ataque terrorista na África Ocidental. Paris porém não anunciou nem um prazo nem o número de soldados que serão enviados.

Foto: Issouf Sanogo /AFP / Getty Images

Reino Unido e França anunciam desenvolvimento conjunto de drone


Na última quinta-feira (03/03), o primeiro-ministro britânico, David Cameron, e o presidente francês, François Hollande, anunciaram um investimento de 1,5 bilhão de euros (US$ 2,1 bilhões) para desenvolver em conjunto um drone de combate de última geração. Protótipos operacionais do novo sistema estão previstos para 2025. Além disso, os dois países concordaram em integrar suas indústrias de defesa e Londres anunciou que irá auxiliar com a logística das tropas francesas na África.

Photo: Stephane de Sakutin / AFP/ Getty Images

França e Irã assinam acordos estimados em bilhões de dólares


Na quinta-feira (28/01), em visita do presidente do Irã, Hassan Rouhani, à França, diversos acordos, valendo bilhões de dólares, foram assinados entre os dois países, aproveitando o fim das sanções internacionais impostas a Teerã. Destacam-se a compra de 118 aviões da Airbus (estimados em US$ 25 bilhões) pelo Irã, uma joint venture entre a francesa Peugeot Citroën e a iraniana Khodro para a produção de carros e um acordo para a compra de petróleo iraniano pela empresa Total, o primeiro desse tipo desde o fim das sanções.

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François Hollande e Hassan Rouhani (D). Foto: IRNA.

França e Índia assinam acordo para venda de caças


Nesta segunda-feira (25/01), a Índia e a França assinaram um acordo intergovernamental para a venda de 36 caças franceses Rafale. Acordo final porém não foi finalizado devido a questões financeiras, que devem ser resolvidas em breve. Os dois países também firmaram diversos tratados em áreas como antiterrorismo, securitária, espacial e cultural.

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Foto: Asia Times.

Na França, Hollande anuncia novas medidas antiterrorismo


Nesta quinta-feira (07/01), o presidente francês François Hollande anunciou que seu governo planeja aprovar novas leis antiterrorismo. Uma dessas novas leis deve permitir o porte de armas para policiais fora de serviço. Além disso, a polícia pode ganhar mais poderes para abordar e revistar suspeitos, e a comunicação entre forças policiais deve ser aumentada. Hollande também ressaltou que continuam altos os riscos representados pela ameaça terrorista e reiterou que quer aumentar em 5 mil o contingente de policiais armados na França.

Foto: M. Bureau / Reuters.

Mídia e política: quem é o responsável pela imagem deplorável dos dirigentes políticos?


Como a cobertura midiática pode acentuar a percepção negativa das performances governamentais, assim como da imagem de atores e ações políticas? Este é o tema abordado nesta breve análise do Le Nouvel Obs e Rue89 sobre as relações entre mídia e política na França, mas que permite perfeitamente deslocar a reflexão sobre o tema para o contexto brasileiro.

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Imagem: huffpost.fr

Foco demasiado nos aspectos negativos da ação política, comentaristas e “jornalistas” políticos que creem que seu papel enquanto tal se resume a emitir, sistematicamente, juízos de valor negativos sobre representantes políticos, bem como das medidas por eles implementadas, entrevistas que objetivam, sobretudo, fazer com que os representantes políticos reproduzam um discurso basicamente “político” — no sentido pejorativo do termo —, destacando apenas as futilidades e desafetos da vida pública, e a transformação do telejornal em um reality-show, favorizando o conflito e a agressão verbal por meio da valorização de frases de impacto são algumas atitudes que contribuem para a desafeição à política, prestando um desserviço à cidadania e corroborando para a atmosfera de caos e de descontentamento com a coisa pública

França libera documentos do regime de Vichy


O governo da França anunciou no final de dezembro (27/12) que arquivos do período do regime de Vichy — governo francês aliado aos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial — terão acesso liberado ao público a partir desta semana. Além de documentos de diversos ministérios do período, também estão incluídos os julgamentos de crimes de guerra que ocorreram após a queda de Vichy.

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Foto: Time & Life Pictures / Getty Image.

Argélia e França assinam acordo de combate ao terrorismo


A Argélia e a França assinaram nesta segunda-feira (21/12) um acordo de cooperação no combate ao terrorismo. O tratado deve aprofundar a cooperação bilateral melhorando as trocas de experiências e conhecimento na luta antiterrorista.

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Foto: Xinhua /AFP.

França ataca EI com mísseis de cruzeiro pela primeira vez


A França usou pela primeira vez nesta terça-feira (15/12) mísseis de cruzeiro ar-terra contra posições do grupo “Estado Islâmico” (EI) no Iraque, informou o Ministério da Defesa. Bombardeio foi inédito na ofensiva francesa contra o EI e foi realizado por caças Rafale e Mirage 2000.

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Foto: Terra / EFE.

Extrema direita não consegue nenhum governo regional na França


A extrema direita francesa não conseguiu nenhum governo regional no segundo turno das eleições, realizadas neste domingo (13/12). O partido Frente Nacional (FN) foi o mais votado nacionalmente no primeiro turno, mas não conseguiu se eleger devido à mobilização política e popular contra suas visões extremistas.

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Marine Le Pen, líder da FN. Foto: Getty Images / AFP / P. Guyot.

França aprova modernização de caças Mirage 2000D


A França aprovou a modernização de seus caças multifunção Mirage 2000D. Reformas são propostas desde 2008, mas foram adiadas devido aos corte de gastos na esteira de crise econômica do mesmo ano. Serão modernizadas 55 aeronaves, que devem se manter na ativa pelo menos até 2030 com novos radares, sistemas e mísseis. O primeiro avião reformado deve ser entregue em 2019.

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Foto: Frederic Lert.

Acordo climático global é assinado na COP21 em Paris


Na tarde deste sábado (12/12), os 195 países presentes da Conferência das Nações Unidas sobre o Clima (COP21) em Paris assinaram um acordo global de combate a mudanças climáticas. O Acordo de Paris, como vem sendo chamado, é celebrado como um “marco de uma nova era” em vias de reverter a crise climática no mundo. Apesar disso, alguns países, como a Nicarágua, manifestaram preocupação com pontos não atendidos no acordo. A ministra brasileira do Meio Ambiente Izabella Teixeira disse que “O Brasil está muito satisfeito com o acordo. Reflete todas as posições que o governo brasileiro defendeu”. A atuação de Teixeira foi decisiva para destravar as negociações na área de “diferenciação”, ou seja, qual o peso e a responsabilidade de países ricos e pobres no esforço mundial para conter as mudanças climáticas. O acordo estabelece como objetivo limitar, até 2100, a elevação da temperatura a “bem abaixo” de 2ºC em relação ao nível pré-industrial e visa à “descarbonização” da economia global até o mesmo ano.

Foto: DW / N. Pontes.

França apresenta proposta final para acordo climático global


Neste sábado (12/12), o ministro das Relações Exteriores da França, Laurent Fabius, apresentou aos representantes de 195 países reunidos na Conferência das Nações Unidas sobre o Clima (COP21) o rascunho do acordo final sobre alterações climáticas, que visa a conter o aquecimento global abaixo dos 2ºC e limitá-lo a 1,5ºC. A proposta prevê uma verba de ao menos US$ 100 bilhões por ano, a partir de 2020, para ajudar os países em desenvolvimento e, ainda, um ciclo de cinco anos para analisar ações nacionais de combate às emissões de gases do efeito estufa. O documento precisa agora da aprovação dos delegados de 195 países, que devem se reunir nesta tarde para deliberar e votar.

François Hollande, Laurent Fabius (C) e Ban Ki-moon (D). Foto: Reuters / S. Mahe.

Extrema direita vitoriosa em eleições regionais na França


Nas eleições regionais realizadas na França no último domingo (06/12), o partido de extrema direita Frente Nacional (FN) venceu o primeiro turno em seis das 13 unidades administrativas em jogo, com 30,2% dos votos nacionais. O partido do ex-presidente Nicolas Sarkozy, Os Republicanos, alcançaram 27,4% dos votos e lideraram em quatro regiões, enquanto os Socialistas, conseguiram 22.7% e três regiões. Segundo turno das eleições está previsto para 13 de dezembro.

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Foto: Reuters / P. Rossignol.

Como medir o sucesso da conferência climática de Paris?


Will Steffen discute em artigo publicado no The Strategist (10/11) como medir o sucesso da 21ª Conferência do Clima da ONU (COP21), que tem início em Paris no dia 30 de novembro. O principal foco deve ser o combate de longo prazo à mudança climática. O sucesso se daria pela criação de parâmetros dinâmicos que pudessem atender às demandas do problema que mudam rapidamente. Outra passo importante a ser tomad na COP21 é o progresso da criação do Fundo Verde Climático (Green Climate Fund).

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Foto: Flickr user -Merce-.

Discussões sobre acordo climático têm início


Ainda no domingo (29/11), negociadores já começaram a trabalhar no texto de um possível acordo sobre questões ambientais no âmbito da 21ª Conferência das Nações Unidas sobre mudanças climáticas (COP21), realizada em Paris até o dia 11 de dezembro.

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Imagem: UNFCCC.

França deve triplicar ataques aéreos contra o EI


O presidente da França, François Hollande, declarou na segunda-feira (23/11) que o objetivo militar francês na Síria e no Iraque é ampliar seus ataques contra o grupo extremista “Estado Islâmico”.  O primeiro-ministro britânico, David Cameron, expressou o apoio aos ataques franceses ao EI e disse que o Reino  Unido deve fazer o mesmo. A França deve enviar o seu único porta-aviões, com 26 caças, para o Golfo Pérsico, assim triplicando sua capacidade de ataque na região.

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Foto: Agência Lusa.

Conselho de Segurança da ONU aprova resolução para combater “Estado Islâmico”


Nesta sexta-feira (20/11), o Conselho de Segurança da ONU aprovou unanimemente uma resolução pedindo que todos os países façam o possível para combater o grupo terrorista “Estado Islâmico” (EI). O texto pede que sejam erradicados os locais de abrigo do EI na Síria e no Iraque e que os Estados-membros da ONU façam o possível para impedir que seus cidadãos se juntem às fileiras do EI. A proposta de resolução foi apresentada pela França segundo os moldes da resolução aprovada pelo organismo em 2001 pouco depois dos atentados de 11 de setembro. Ainda será votada a proposta russa.

Foto: ONU / Amanda Voisard.

Rússia propõe resolução de combate ao EI no Conselho de Segurança da ONU


Nesta quarta-feira (18/11), a Rússia apresentou ao Conselho de Segurança das Nações Unidas um projeto de resolução sobre o combate ao grupo terrorista “Estado Islâmico” (EI) na Síria e no Iraque. O texto visa a coordernar os esforços internacionais contra o EI e contém uma disposição que exige o consentimento dos governos da região (Síria e Iraque) para a luta contra o grupo extremista em seu território. Há dois meses EUA, Reino Unido e França foram contra um projeto semelhante de resolução exatamente por causa desta disposição. Embaixador russo na ONU, Vitaly Churkin, avisou que o novo projeto foca mais no EI do que o anterior.

Churkin. Foto: Reuters.

Capacidades terroristas subestimadas e fracassos de inteligência


O Ocidente subestimou as capacidades de realizar atentados terroristas do grupo “Estado Islâmico” (EI). Países como a França e a Rússia não levaram em conta os enormes recursos humanos e econômicos disponíveis para o EI e outros grupos terroristas. Especificamente, a inteligência iraquiana havia alertado diversos países, principalmente a França, da possibilidade de um ataque terrorista um dia antes dos atentados de Paris. Também, a complexidade das operações de sexta-feira (13/11) demonstraria um grande fracasso dos serviços europeus de inteligência.

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Foto: AFP / Pierre Constant.

Os ataques em Paris e as repercussões políticas


Os ataques terroristas em Paris na última sexta-feira (13/11) já repercurtem na política interna não só da França mas também de outros países, como os Estados Unidos. Há uma tendência geral de fortalecimento da extrema direita, de centralização política, restrição de liberades e maior vigilância sobre cidadãos, além da maior assertividade na política externa. O presidente francês, François Hollande, já declarou estado de emergência e pediu mudanças na constituição do país para combater o terrorismo tanto dentro do país quanto fora.

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Foto: Andrew Renneisen / Getty Images.

Rússia e França cooperarão contra o EI na Síria


Poucas horas após ataques quase que simultâneos contra o “Estado Islâmico” na Síria, Rússia e França anunciaram que coordenarão suas operações contra o grupo extremista.  Ambos os países intensificaram os bombardeios após atentados terroristas praticados pelo EI, como a derrubada de um avião russo e os ataques em Paris. A cooperação deve ser estendida para outros países da coalizão liderada pelos Estados Unidos.

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Foto: picture-alliance / epa / C. Karaba.

Do terrorismo à revisão constitucional: as oscilações de foco da mídia francesa após os ataques em Paris


por Camila Moreira Cesar, Diretora de Comunicação do ISAPE e doutoranda em Ciências da Informação e da Comunicação na Université Sorbonne Nouvelle Paris III

Imagem: RFI / Marco Martins.

O mundo inteiro se comoveu com a tragédia que abalou a capital francesa na última sexta-feira, 13 de novembro de 2015. Alguns minutos após o ataque, pessoas inundaram as redes sociais digitais em diversas línguas para expressar seus sentimentos de indignação, tristeza e luto pelos ataques que fizeram tantas vítimas em locais, a princípio, aleatórios. Logo após a difusão das primeiras informações sobre o ocorrido, a mídia francesa realiza uma cobertura ostensiva que permite acompanhar em tempo real o desenrolar dos acontecimentos nos locais afetados. A valorização dos barulhos de tiros e bombas ritma as imagens de terror, veiculadas infinitamente, assim como os depoimentos dos sortudos que conseguiram escapar do massacre dentro da sala de shows Bataclan. Além de visitar os locais que foram alvos dos ataques no mesmo dia em que ocorreram, François Hollande, normalmente recatado, faz três pronunciamentos em menos de duas horas no sábado pela manhã, reforçando sua responsabilidade para com a nação francesa, mas sem muita clareza sobre as medidas que serão tomadas. Apostando em uma imagem de “veterano” do jogo político, Nicolas Sarkozy também se pronuncia em rede nacional, reforçando sua solidariedade às vítimas e suas famílias, bem como seu compromisso com a República francesa. Foi essa atmosfera de dor e de incompreensão face à atrocidade terrorista que marcou os primeiros momentos do cenário de crise que se instaura no país.

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