François Hollande

França aprova reforma de direitos trabalhistas


Esta semana a França aprovou uma reforma nos seus direitos trabalhistas através da chamada Lei Khomri. Ela elimina inúmeros direitos trabalhistas já estabelecidos no país e permite estender a jornada de trabalho a 46 horas semanais. Desde que foi apresentada no início do ano, a lei foi alvo constante de protestos no país e cerca de 70% da população é desfavorável à sua adoção. A aprovação da mesma se deu sem maioria parlamentar e por iniciativa do Partido Socialista, de François Hollande.

Foto: Patrick Kovarik / AFP.

França desiste de lei que retira dupla nacionalidade de terroristas


Nesta quarta-feira (30/03), o presidente da França, François Hollande, anunciou que vai retirar o projeto de lei que previa a retirada da nacionalidade de pessoas condenadas por terrorismo e que tivessem dupla nacionalidade. O principal motivo seria a falta de apoio parlamentar. O governo apresentou a proposta de revisão constitucional dias depois dos atentados de novembro de 2015 em Paris. O projeto também previa a inscrição na Constituição da lei do estado de emergência.

Foto: C. Petit Tesson / DPA/ picture-alliance

França e Irã assinam acordos estimados em bilhões de dólares


Na quinta-feira (28/01), em visita do presidente do Irã, Hassan Rouhani, à França, diversos acordos, valendo bilhões de dólares, foram assinados entre os dois países, aproveitando o fim das sanções internacionais impostas a Teerã. Destacam-se a compra de 118 aviões da Airbus (estimados em US$ 25 bilhões) pelo Irã, uma joint venture entre a francesa Peugeot Citroën e a iraniana Khodro para a produção de carros e um acordo para a compra de petróleo iraniano pela empresa Total, o primeiro desse tipo desde o fim das sanções.

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François Hollande e Hassan Rouhani (D). Foto: IRNA.

França declara emergência econômica e anuncia pacote contra desemprego


Nesta segunda-feira (18/01), o presidente da França, François Hollande, anunciou que o país está em “estado de emergência econômica” e um pacote de 2 bilhões de euros para impulsionar a economia. Para combater a taxa de desemprego de 10%, cerca de 1 bilhão de euros serão investidos em programas de formação para desempregados. O programa, que tem duração de dois anos, também prevê corte nos impostos em folha de pagamento. O plano deve ser financiado com economias feitas no orçamento público francês.

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Foto: Reuters / Y. Valat.

Na França, Hollande anuncia novas medidas antiterrorismo


Nesta quinta-feira (07/01), o presidente francês François Hollande anunciou que seu governo planeja aprovar novas leis antiterrorismo. Uma dessas novas leis deve permitir o porte de armas para policiais fora de serviço. Além disso, a polícia pode ganhar mais poderes para abordar e revistar suspeitos, e a comunicação entre forças policiais deve ser aumentada. Hollande também ressaltou que continuam altos os riscos representados pela ameaça terrorista e reiterou que quer aumentar em 5 mil o contingente de policiais armados na França.

Foto: M. Bureau / Reuters.

Rússia e França cooperarão contra o EI na Síria


Poucas horas após ataques quase que simultâneos contra o “Estado Islâmico” na Síria, Rússia e França anunciaram que coordenarão suas operações contra o grupo extremista.  Ambos os países intensificaram os bombardeios após atentados terroristas praticados pelo EI, como a derrubada de um avião russo e os ataques em Paris. A cooperação deve ser estendida para outros países da coalizão liderada pelos Estados Unidos.

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Foto: picture-alliance / epa / C. Karaba.

Do terrorismo à revisão constitucional: as oscilações de foco da mídia francesa após os ataques em Paris


por Camila Moreira Cesar, Diretora de Comunicação do ISAPE e doutoranda em Ciências da Informação e da Comunicação na Université Sorbonne Nouvelle Paris III

Imagem: RFI / Marco Martins.

O mundo inteiro se comoveu com a tragédia que abalou a capital francesa na última sexta-feira, 13 de novembro de 2015. Alguns minutos após o ataque, pessoas inundaram as redes sociais digitais em diversas línguas para expressar seus sentimentos de indignação, tristeza e luto pelos ataques que fizeram tantas vítimas em locais, a princípio, aleatórios. Logo após a difusão das primeiras informações sobre o ocorrido, a mídia francesa realiza uma cobertura ostensiva que permite acompanhar em tempo real o desenrolar dos acontecimentos nos locais afetados. A valorização dos barulhos de tiros e bombas ritma as imagens de terror, veiculadas infinitamente, assim como os depoimentos dos sortudos que conseguiram escapar do massacre dentro da sala de shows Bataclan. Além de visitar os locais que foram alvos dos ataques no mesmo dia em que ocorreram, François Hollande, normalmente recatado, faz três pronunciamentos em menos de duas horas no sábado pela manhã, reforçando sua responsabilidade para com a nação francesa, mas sem muita clareza sobre as medidas que serão tomadas. Apostando em uma imagem de “veterano” do jogo político, Nicolas Sarkozy também se pronuncia em rede nacional, reforçando sua solidariedade às vítimas e suas famílias, bem como seu compromisso com a República francesa. Foi essa atmosfera de dor e de incompreensão face à atrocidade terrorista que marcou os primeiros momentos do cenário de crise que se instaura no país.

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O atentado terrorista na França e suas repercussões


Na noite de sexta-feira (13/11), atentados terroristas ocorreram em sete diferentes pontos de Paris, capital da França, deixando cerca de 130 pessoas mortas e muitos feridos. O “Estado Islâmico” (EI) reivindicou autoria pelos ataques e lançou comunicados afirmando que coordenarão mais atentados no Ocidente no futuro próximo. O presidente François Hollande, que se encontrava no Stade de France para a partida de futebol entre França e Alemanha, foi evacuado imediatamente após a explosão que se deu nos arredores do estádio, e reuniu-se na unidade de crise do Ministério do Interior para discutir a situação. Em discurso, o presidente declarou estado de emergência em todo o território francês e o fechamento das fronteiras, além de luto por três dias. No domingo (15/11), a França realizou, com apoio dos EUA, novos ataques aéreos contra o EI, na Síria, em represália. Hoje, segunda-feira (16/11), Hollande propôs extensão por três meses do estado de emergência e também afirmou que deseja que o Congresso realize mudanças na Constituição Francesa para aumentar a segurança do país e a prevenção contra o terrorismo. Tais mudanças incluiriam a perda de cidadania francesa a pessoas com dupla cidadania acusadas de envolvimento com terrorismo e a proibição de entrada no país de pessoas com dupla cidadania suspeitas de apresentarem “risco terrorista”.

Foto: AP / Peter Dejong.

Planos de reforma da zona do euro começam a tomar forma


Depois das negociações de regaste para a Grécia, França, Alemanha e União Europeia passaram a cogitar seriamente reformas da Zona do Euro, com a criação de um governo econômico e impostos específicos para o bloco. O presidente francês, François Hollande, aventou a ideia do governo econômico com orçamento específico. Já na Alemanha e em Bruxelas, fala-se da criação do imposto específico para os países do euro. Em Berlim, no entanto, a chanceler Angela Merkel permanece cética quanto a essas reformas e ao invés disso favorece uma união política continental ainda mais forte, enquanto que o ministro das Finanças, Wolfgang Schäuble, é bem mais favorável às reformas, sendo muitas vezes mais ousado do que Hollande.

Foto: Thierry Chesnot, Getty Images.

Foto: Thierry Chesnot / Getty Images.

Hollande propõe reformas e formação de governo único da zona do euro


O presidente da França, François Hollande, anunciou na última terça-feira (14/07) um plano de iniciativas para criação de um “governo econômico” para a zona do euro. Declaração veio em resposta à crise da dívida grega, que tem afetado a estabilidade do bloco. Em entrevista a canais de televisão, o presidente francês também ressaltou a necessidade de um orçamento comum aos 19 membros da união monetária, além da importância de uma harmonização de políticas sociais e fiscais. No domingo (19/07), Hollande novamente defendeu a criação de um orçamento específico para os países da zona do euro, assim como um parlamento para garantir o controle democrático sobre o bloco.

Foto: Xinhua, Zhou Lei.

Foto: Xinhua / Zhou Lei.

França e Arábia Saudita fortalecem laços bilaterais


Encontro entre o autoridades francesas e sauditas, entre elas o presidente francês François Hollande e o Rei Salman e seu ministro da defesa, o príncipe Mohamed bin Salman, ocorreu nesta quarta-feira (24/06) em Paris. A reunião inaugural do comitê franco-saudita discutiu propostas nas áreas de aeronáutica, armamento nuclear, saúde e setores de investimento. Depois do encontro, os ministros das relações exteriores da Arábia Saudita e da França reuniram-se para discutir 20 projetos que podem chegar 10 bilhões de euros.

Foto: Christophe Ena/AFP

Foto: Christophe Ena/AFP

Geopolítica e o mercado global de caças


No mercado global de caças, fatores geopolíticos têm tido um peso cada vez maior para a decisão de compra. O caso francês é o mais claro: após o Brasil ter se decidido pelo Gripen NG, Paris procurou fortalecer laços geopolíticos para encontrar mercado, como, por exemplo, com o Qatar e com os Emirados Árabes Unidos. Essa iniciativa, porém, não foi replicada pelo Reino Unido para a venda do caça Eurofighter Typhoon, o qual está tendo dificuldades de ser vendido. Já a Suécia passou a ter maior demanda em países emergentes para o caça Gripen NG, após o Brasil ter viabilizado seu desenvolvimento.

Foto: divulgação.

Dassault Rafale. Foto: Divulgação.

François Hollande realiza visita histórica a Cuba


François Hollande realizou nesta segunda-feira (11/05) a primeira visita de um chefe de Estado francês à Cuba desde a independência da ilha, em 1898. O encontro histórico foi dividido entre debates sobre novas possibilidades de comércio entre os dois países e apelos pelo fim do embargo econômico. Uma rápida visita ao ex-presidente Fidel Castro também estava inclusa no cronograma do presidente francês. O encontro foi duramente criticado pela oposição francesa.

Foto: Ismael Francisco/ Cubadebate

Foto: Ismael Francisco/Cubadebate

França vende 24 caças Rafale para o Qatar


François Hollande, presidente da França, informou que no próximo dia 4 de maio será assinado um contrato de venda de 24 caças Dassault Rafale com o governo do Qatar. O acordo de venda, que inclui ainda mísseis da empresa MBDA, mecânicos e treinamento de pilotos, deve ser no valor de 6,3 bilhões de euros (aproximadamente 21 bilhões de reais). A assinatura do contrato será o terceiro este ano para a França, que fechou acordos semelhantes com Índia e Egito e negocia com os Emirados Árabes. Até agora Paris já vendeu 15 bilhões de euros em armamentos só em 2015.

Foto: Adek Berry / AFP / Getty Images.

França elevará orçamento de defesa a partir de 2016


Nesta quarta-feira (29/04), o presidente da França, François Hollande, anunciou que o país vai destinar mais 3,8 bilhões de euros para o seu orçamento de defesa ao longo dos próximos quatro anos. O aumento, que passa a valer em 2016, seria uma resposta a ameaças extremistas depois dos recentes ataques em Paris e também serviria para manter as missões francesas no exterior, notadamente na África. Além disso, 7 mil soldados estarão permanentemente alocados para a proteção de pontos considerados sensíveis, tais como a Torre Eiffel na capital Paris. As novas medidas contrariam uma decisão anterior, de corte de pessoal na área de defesa.

Foto: Getty Images / AFP / Bertrand Guay.

Cúpula de Minsk concorda com cessar-fogo na Ucrânia


Os chefes de estado de Alemanha, França, Rússia e Ucrânia, que se reuniram em Minsk, capital da Bielorrússia, concordaram com um cessar-fogo no conflito ucraniano. O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou que o novo acordo passa a valer a partir de domingo. Ainda há dúvidas se Kiev e os separatistas do leste concordaram sobre detalhes do status autônomo que a região leste terá. A concessão de autonomia ao leste é condição para que Kiev possa voltar a controlar as fronteiras com a Rússia.

Foto: Alexander Zemlianichenko / AP

Foto: Alexander Zemlianichenko / AP

No dia da cúpula de paz em Minsk, mais de vinte mortos na Ucrânia


Hoje (11/02) é o dia da reunião de cúpula de paz de Minsk, onde vão se reunir os chefes de estado de Alemanha, França, Rússia e Ucrânia. Enquanto isso, os combates no território ucraniano continuam intensos, com mais de vinte mortes, principalmente na região de Donetsk. O conflito no leste ucraniano já se estende por dez meses, tendo produzido mais de 5400 mortes segundo dados das Nações Unidas. O presidente ucraniano, Petro Poroshenko, afirmou que está pronto para instaurar a lei marcial no país caso as negociações em Minsk fracassem. O ministro das relações exteriores russo, Sergei Lavrov, afirmou que o grupo de contato entre Rússia, Donetsk, Lugansk, Ucrânia e a Organização para a Segurança e e Cooperação na Europa (OSCE) alcançou avanços notáveis nas negociações que precedem o encontro em Minsk.

Foto: Gleb Garanich / Reuters

Foto: Gleb Garanich / Reuters

Crise na Ucrânia divide ocidente sobre envio de armas


O ocidente está dividido sobre qual a melhor maneira de promover a paz na Ucrânia. Os Estados Unidos têm considerado o envio de armas a Kiev, ao passo que os principais líderes europeus negam veementemente essa possibilidade. Para Berlim e Paris, a única saída à crise é a negociação diplomática: enviar armas é contraproducente, afirmou o ministro do Exterior alemão, Frank-Walter Steinmeier. O secretário de Estado estadunidense, John Kerry, foi rápido ao negar que exista um racha no ocidente, mas afirmou que a administração de Barack Obama está considerando o envio de armas.

No domingo (08/02), uma ataque da artilharia ucraniana provocou uma grande explosão em uma indústria química na cidade de Donetsk, leste do país. A planta industrial produzia insumos para explosivos, munição e projéteis de artilharia.

Hoje (09/02), a chanceler alemã Angela Merkel viajará a Washington para defender a diplomacia na resolução do conflito. Ela levará a mensagem a Barack Obama de que o conflito não vai ser resolvido pela via militar. Uma nova reunião de cúpula será realizada na quarta-feira em Minsk, capital da Bielorrússia. Os Estados Unidos não participarão das negociações.

Foto: Reuters / M. Rehle

Foto: Reuters / M. Rehle

Ucrânia: Hollande e Merkel visitam Moscou e propõem outra cúpula de paz


O conflito na Ucrânia teve dias intensos na última semana, com os separatistas pró-Rússia fazendo avanços através de bombardeios intensos a cidades controladas por Kiev. Na última sexta-feira (06/02), um breve cessar-fogo foi estabelecido para a evacuação dos civis da cidade de Vuhlehirsk. Os rebeldes pretendem controlar Debaltseve, onde se localiza importante base ucraniana e por onde passa a linha de trem que liga as duas principais cidades dos rebeldes, Donetsk e Luhansk.

Forças de Kiev perto da base de Debaltseve, no leste do país. Foto: Volodymyr Shuvayev / AFP / Getty Images

Forças de Kiev perto da base de Debaltseve, no leste do país.
Foto: Volodymyr Shuvayev / AFP / Getty Images


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Atentados fazem aprovação de François Hollande disparar


Para quem já foi o presidente mais impopular da história francesa, François Hollande teve uma excelente recuperação após os atentados ao Charlie Hebdo. Sua aprovação saltou de 19% para 41% nas últimas semanas. A análise é de que Hollande teria reagido bem à crise, demonstrando liderança. Sua popularidade ainda não supera a de Manuel Valls, primeiro ministro e adversário interno de Hollande no Parti Socialiste. Valls viu sua aprovação passar a 61%, subindo 17 pontos percentuais.

Foto: Reuters / I. Langsdon

Foto: Reuters / I. Langsdon

François Hollande bate recorde de impopularidade


Índice de aprovação do presidente François Hollande está abaixo de 13% é a pior já obtida por um chefe de Estado francês. Ao cumprir primeira metade de seu período de governo, socialista enfrenta insatisfação do eleitorado e também adversários no próprio partido.

Foto: ap

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Maioria dos franceses quer que primeiro ministro “tome as rédeas” a despeito de Hollande


A moral do presidente francês François Hollande junto à opinião pública está em um de seus piores momentos. Pesquisas de opinião recentes apontam que a população francesa deseja que o primeiro ministro Manuel Valls “tome as rédeas” da política francesa. A opinião pública considera que o presidente fracassou em suas principais políticas.

O presidente François Hollande, à esquerda, e o primeiro-ministro Manuel Valls Foto: Reuters

O presidente François Hollande, à esquerda, e o primeiro ministro Manuel Valls
Foto: Reuters

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Partidos de direita retomam maioria no Senado francês


Resultados parciais das eleições ao Senado Francês revelam que os partidos de direita são agora maioria, com a notável vitória de dois assentos para o partido de extrema direita Frente National, na primeira vez em que chega ao Senado. Essa é mais uma derrota eleitoral para o presidente socialista François Hollande, que está batendo recordes de baixa aprovação nas pesquisas de opinião.

Foto: AP

Foto: AP

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França bombardeará alvos do Estado Islâmico no Iraque


O presidente da França, François Hollande, confirmou participação francesa na intervenção aérea dos Estados Unidos em território iraquiano contra o Estado Islâmico, mas descartou ações militares na Síria e envio de tropas à região.

Foto: Reuters.

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No Iraque, Hollande reitera compromisso da França contra os jihadistas


Presidente francês afirmou, durante visita ao Iraque, que seu país está pronto para colaborar nas investidas internacionais contra o “Estado Islâmico” e reforça o compromisso da França contra os jihadistas.

Foto: picture-alliance/dpa

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UE decide ampliar sanções contra a Rússia


Os ministros de Relações Exteriores da União Europeia concordaram na terça-feira (22/07) em ampliar as sanções contra a Rússia por conta da crise na Ucrânia. Bloco europeu, porém, não chega a consenso sobre medidas imediatas contra o governo Putin. Reunião fracassa também ao não conseguir convencer a França a cancelar um acordo militar com o Kremlin.

Imagem: New.pn.

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Putin diz a Merkel e Hollande que respeitará o voto dos ucranianos


A chanceler alemã, Angela Merkel, e o presidente francês, François Hollande, conversaram no último sábado (24/05) por telefone com o presidente russo, Vladimir Putin, que afirmou que respeitará o voto dos ucranianos e trabalhará com as autoridades que saiam do pleito presidencial deste domingo (25/05).

Foto: AFP.

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Italianos e franceses protestam contra políticas de austeridade


Premiê da Itália, Matteo Renzi, e presidente da França, François Hollande, enfrentam crítica popular, que nesse domingo (13/04) tomou forma de protestos contra as medidas de austeridade implementadas pelos respectivos governos. Ambas manifestações contra cortes orçamentários e reformas começaram pacíficas, mas a passeata de Roma acabou com dezenas de feridos.

Foto: Pierre Andrieu / AFP / Getty Images.

Foto: Pierre Andrieu / AFP / Getty Images.

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Segundo turno confirma avanço da extrema direita na França


Frente Nacional, partido francês de extrema direita, conquistou ao menos 11 prefeituras em eleições vistas como teste para o governo de François Hollande. O presidente socialista já anunciou a mudança de premiê como reação ao acontecido. Contudo, Partido Socialista conseguiu triunfar em Paris ao eleger a primeira mulher como prefeita da cidade.

Marine Le Pen, chefe da Frente Nacional. Foto: picture-alliance / dpa.

Marine Le Pen, chefe da Frente Nacional. Foto: picture-alliance / dpa.

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Hollande anuncia novo premiê após derrota histórica nas urnas


Pressionado pela perda de mais de 150 prefeituras pelos socialistas, presidente francês François Hollande aceita a renúncia do primeiro-ministro Jean-Marc Ayrault e põe em seu lugar Manuel Valls, um político popular e mais à direita. Medida pode abalar coalizão com os Verdes.

Foto: Reuters.

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