Frente al-Nusra

EUA propõe maior cooperação com a Rússia na Síria


Obama propôs um novo acordo de cooperação militar entre Estados Unidos e Rússia para a situação na Síria. Segundo essa proposta, Washington e Moscou operariam em bombardeios aéreos conjuntos contra a Frente al-Nusrah (o braço da al-Qaeda na Síria) em troca de pressões russas pelo cessar dos bombardeios do governo sírio sobre alguns grupos rebeldes. Contudo, funcionários do corpo diplomático estadunidense e o próprio Ministro da Defesa se mostraram contrários à iniciativa, alegando que os bombardeios não enfraqueceriam a al-Nusrah e ainda beneficiariam as forças de Assad na guerra civil.

Imagem: Fotolia / viperagp.

Imagem: Fotolia / viperagp.

Governo e rebeldes respeitam cessar-fogo na Síria


O cessar-fogo na Síria, que teve início no sábado (27/02), foi respeitado na maior parte do país até esta segunda-feira (29/02), segundo relatórios de diversas agências. A medida foi apoiada pelos Estados Unidos e pela Rússia e permitiu que cidades isoladas pelo conflito recebessem ajuda humanitária. Grupos considerados terroristas pela ONU, como o “Estado Islâmico” e a “Frente Al-Nusra”, não foram incluídos no acordo. Segundo oficiais da ONU, apesar de violações localizadas e limitadas, o sucesso do cessar-fogo desenvolve confiança entre as partes, aumentando as chances de sucesso das negociações de paz.

Foto: Yang Zhen/ Xinhua

Rússia inicia bombardeios sobre território sírio


A Rússia iniciou nesta quarta-feira (30/09) bombardeios sobre a Síria, no mesmo dia em que o Parlamento russo permitiu a atuação de suas forças no combate ao terrorismo em território sírio. A ajuda militar foi requisitada pelo governo de Bashar al-Assad para combater grupos terroristas como o “Estado Islâmico” e a Al-Nusra. Moscou ainda garantiu que não colocará suas forças para lutar em terra.

Foto: picture-alliance / dpa / A. Desinov.

Síria acusa Turquia de fomentar terrorismo


O governo da Síria acusou na quarta-feira (29/07) a Turquia de dar suporte ao terrorismo que tem prejudicado sua estabilidade nacional. O Ministério dos Negócios Estrangeiros do país enviou cartas à Secretaria-Geral e ao Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), afirmando que a Turquia tem apoiado rebeldes na guerra civil no seu país nos últimos quatro anos através da proteção de terroristas filiados ao “Estado Islâmico” e à Frente Al Nusra, ramo da Al Qaeda na Síria.

Foto: AFP / Amr Radwan Al-Homsi.

Foto: AFP / Amr Radwan Al-Homsi.

Minoria drusa confronta grupo filiado a Al Qaeda na Síria


Membros da minoria drusa radicada na Síria confrontaram grupo jihadista que planejava atacar uma base militar em Sweida, no sul do país. Entre os jihadistas, apoiados pelo Ocidente, estava o grupo terrorista Al Nusra, filiado da Al Qaeda na Síria..

Membros da Frente Al-Nusra na Síria. Foto: Divulgação.

Membros da Frente Al-Nusra na Síria. Foto: Divulgação.

Comandante da Frente al-Nusra é morto na Síria


O comandante militar da Frente al-Nusra, grupo ligado à al-Qaeda na Síria, foi morto por um ataque aéreo das forças de Bashar Al-Assad, deixando dúvidas sobre o futuro do grupo. Abu Humam al-Shami foi morto juntamente com outros líderes do grupo que se opõe tanto a Assad quanto ao “Estado Islâmico”. Nas próximas semanas deverá ficar claro se o grupo perderá força no conflito sírio pela morte de Abu Humam.

Casa pertencente à Frente al-Nusra foi destruída por ataque aéreo sírio. Foto: Reuters / Mohamad Bayoush

Casa pertencente à Frente al-Nusra foi destruída por ataque aéreo sírio.
Foto: Reuters / Mohamad Bayoush

Hezbollah e governo sírio atacam posições rebeldes próximas das Colinas de Golã


Tropas do governo de Bashar al-Assad, com o apoio de oficiais do grupo libanês Hezbollah e do Irã, atacaram posições de rebeldes ligados à Al-Qaeda ao sul de Damasco, perto das Colinas de Golã. As tropas chegaram próximas à fronteira deste território ocupado por Israel. As tensões na região aumentaram desde o dia 18 de janeiro, quando um ataque aéreo israelense matou seis soldados do Hezbollah e um general iraniano. As tropas de Assad e do Hezbollah conquistaram vários pontos estratégicos dos rebeldes, muitos deles ligados à Frente al-Nusra.

Foto: AFP / Getty

Foto: AFP / Getty

Mais de 20 mil soldados foram à Síria e ao Iraque lutar pelo “EI”


Segundo oficiais da inteligência dos Estados Unidos, o fluxo de soldados vindos de todo o mundo para lutar pelo “Estado Islâmico” na Síria e no Iraque está em seu ápice. Um total de 20 mil homens, vindos de todo o mundo, estariam pegando em armas na região, sendo 3.400 de países ocidentais. As autoridades de segurança dos países ocidentais temem que alguns destes concidadãos retornem e planejem atos terroristas.

Foto: AP Photo

Foto: AP Photo

A evoução da estratégia turca para a Síria


A estratégia do presidente turco Recep Tayyip Erdogan na crise síria evoluiu em várias direções desde 2011. No princípio, Erdogan apoiou o regime de Assad, para depois combatê-lo ao cooperar com rebeldes como o Exército Livre da Síria. Aaron Stein analisa essa evolução, que configurou-se como uma sucessão de tentativas fracassadas de garantir os interesses turcos no território sírio, que geravam um reposicionamento de Ancara. Stein relata que, em dado momento, Erdogan chegou a apoiar a Frente Al-Nusra, grupo relacionado à Al-Qaeda e que hoje luta lado a lado com o “Estado Islâmico”.

Recep Tayyip Erdogan Foto: Umit Bektas / Courtesy Reuters

Recep Tayyip Erdogan
Foto: Umit Bektas / Courtesy Reuters

Carga de armas e munição dos EUA chega ao Líbano


Uma carga de armas e munição estadunidenses no valor de 25 milhões de dólares chegou ao Líbano no último domingo (08/02). Essa é a última etapa de uma série de ajudas militares que o exército libanês recebeu para combater radicais vinculados ao “Estado Islâmico” e à Frente al-Nusra na sua fronteira com a Síria. Estão incluídos na carga cerca de 70 obuseiros M198 howitzer e 26 milhões de unidades de munição de vários calibres, inclusive artilharia pesada.

Foto: Bilal Hussein / AP

Foto: Bilal Hussein / AP

“Estado Islâmico” executa líderes que planejavam golpe


Divisões internas no “Estado Islâmico” provocaram a execução de altos oficiais do grupo que, supostamente, planejavam um golpe. Um dos principais executados foi o chefe da polícia da capital de facto do “EI”, a cidade de Raqqa. Além dele, o governador da província de Raqqa, oriundo da Frente Al-Nusra, também foi assassinado, considerado o mentor do possível “golpe”. No total, l”inhas-duras do “EI” executaram cerca de 60 “desertores” na última semana.

Militantes do "EI" em treinamento. Foto: ARA News

Militantes do “EI” em treinamento.
Foto: ARA News

Bashar al-Assad reconquista territórios no norte de Aleppo


Enquanto a União Europeia afirma estar disposta a negociar um cessar fogo para a região de Aleppo, no norte da Síria, o exército de Bashar al-Assad reconquistou territórios ao norte da cidade. Mais de trinta soldados da Frente al-Nusra foram mortos nos combates. A União Europeia e um enviado a ONU pretendem construir uma paz negociada para o conflito em Aleppo, e está disposta a conversar com a Rússia e o Irã.

Ruínas em Aleppo Foto: Thom Walker / Channel 4 News / Observer

Ruínas em Aleppo
Foto: Thom Walker / Channel 4 News / Observer

EUA destroi infraestutura síria sob pretexto de combater “Estado Islâmico”


Os Estados Unidos estão cogitando destruir oleodutos sírios sob o pretexto de combater o “Estado Islâmico”, apesar de o comércio ilegal feito pelo grupo terrorista não passar por oleodutos. Maram Susli analiza outras situações em que os bombardeios em território sírio não parecem ter como alvo o “Estado Islâmico”.

Foto: n.i

Foto: n.i

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Vizinhos da Síria pressionam por mais ajuda para lidar com refugiados


Em conferência em Berlim que reuniu mais de 40 países sobre refugiados sírios, Jordânia e Líbano dizem não terem mais capacidade para receber tantos refugiados e pedem que União Europeia intensifique engajamento pela superação da crise. Turquia afirma que ofensiva contra EI é pouco.

Foto: picture-alliance / dpa / Thomas Imo

Foto: picture-alliance / dpa / Thomas Imo

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A batalha de Kobane e o que quer a Turquia


Patrick Cockburn analisa todo o desenrolar da batalha de Kobane e sua importância estratégica para o “Estado Islâmico”, para a coalizão ocidental, para os curdos que aí lutam e para a Turquia. Cockburn mostra que, desde o princípio da coalizão formada pelos Estados Unidos, se sabe que os países sunitas da região não estão tão preocupados assim com a derrota do “Estado Islâmico”. Por outro lado, estão excluídos da coalizão praticamente todos os que estão de fato lutando contra o grupo terrorista: o governo sírio, os xiitas iraquianos, o Irã e os curdos sírios. O autor dá atenção especial aos interesses da Turquia em jogo e como o país vem agindo neste atoleiro em que é inimigo dos curdos e aliado aos EUA, o que o torna, ao mesmo tempo, “aliado” e “inimigo“ do “Estado Islâmico”.

Foto: Bulent Kilic / Agence France-Presse / Getty Images

Foto: Bulent Kilic / Agence France-Presse / Getty Images

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Cristãos libaneses organizam defesa contra “Estado Islâmico”


O conflito na Síria já transbordou para o território libanês, com mortos e feridos em combates no norte do país na última semana. Assim, cristãos libaneses estão organizando milícias de defesa contra os radicais sunitas que estão cruzando a fronteira.

Foto: AFP Photo / Str

Foto: AFP Photo / Str

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