gás de xisto

EUA começam a exportar gás natural para o Oriente Médio


Em artigo publicado no Financial Times (18/07), Ed Crooks analisa as recentes exportações de gás natural liquefeito (LNG , em inglês) dos Estados Unidos para o Oriente Médio -notadamente para o Kuwait e para Dubai-, uma região rica em recursos energéticos. As principais causas seriam o rápido aumento da demanda nos países da região, a falta de investimentos para explorar esses recursos, a grande produção dos EUA (principalmente pela exploração de reservas de xisto) e os baixos preços internacionais. Os EUA atualmente já exportam LNG para diversos países, entre eles Brasil e Índia. As previsões apontam que os EUA e a Austrália estarão entre os maiores exportadores de gás natural do mundo nos próximos anos.

Foto: ft.com

EUA revolucionou o mercado mundial de petróleo, afirma Agência Internacional de Energia


Um relatório anual recentemente publicado pela Agência Internacional de Energia, vinculada à Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), afirma que os Estados Unidos revolucionaram o mercado mundial de petróleo com a exploração do xisto. Nesse novo mercado da commodity, também delineado pela recusa da OPEP em controlar os preços e por uma baixa demanda mundial, os grandes perdedores foram tradicionais Estados exportadores, como a Rússia. O relatório prevê que a produção do país euroasiático deverá ser encolhida pela metade, ao passo que os Estados Unidos só ampliarão sua produção nos próximos cinco anos.

Foto: Flickr / Trevor Bair

Foto: Flickr / Trevor Bair

Argentina e EUA selam parceria estratégica em energia


A Argentina fechou uma parceria estratégica com os Estados Unidos em matéria de energia. Acordo prevê a captação de recursos por parte da Argentina para investir na produção de energia, especialmente no campo de Vaca Morta.

Fonte: Milenio / Comunicacion Popular.

Fonte: Milenio / Comunicacion Popular.

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Nova ‘fartura energética’ é arma da diplomacia dos EUA


Devido ao gás e petróleo de xisto, os Estados Unidos estão gradualmente se tornando independentes em matéria de energia. Essa mudança vem trazendo consigo uma forma diferente de Washington lidar com conflitos internacionais que possuem claros componentes energéticos, tais como na Ucrânia e na Venezuela.

Foto: Getty Images.

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PetroChina aumenta investimentos em gás de xisto


A empresa estatal chinesa PetroChina anunciou que planeja investir mais de 1,6 bilhão de dólares na produção de gás de xisto (fracking) no país este ano. Competição com  a rival Sinopec aumentou após esta ter anunciado descoberta de novos poços comerciais. China quer iniciar uma revolução energética a exemplo do boom de gás de xisto nos Estados Unidos.

Foto: China Photos / Getty Images.

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Gás de xisto e a integração energética sul-americana


Integração energética sul-americana ainda está muito aquém do ideal. Contudo, a exploração de gás de xisto no campo de Vaca Muerta na Argentina pode vir a ser um importante passo para a sua concretização.

Fonte: Milenio / Comunicacion Popular.

Fonte: Milenio / Comunicacion Popular.

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Ucrânia fecha negócio de US$ 10 bi com Chevron para exploração de gás de xisto


Para reduzir dependência do gás natural russo e diversificar sua oferta de energia, Ucrânia assina um acordo de 10 bilhões de dólares com empresa estadunidense Chevron para exploração de seu gás de xisto.

Fonte: AFP / Sergei Supinsky

Fonte: AFP / Sergei Supinsky

Ukraine, Chevron Seal $10Bln Shale Gas Deal

Ria Novosti – 05/11/2013

Ukraine signed a $10 billion shale gas deal Tuesday with US energy giant Chevron on Tuesday as part of Kiev’s ongoing efforts to diversify its energy supplies and reduce dependence on Russia.

Chevron signed the contract for exploration and production at the Olesska field in western Ukraine after a government meeting, Ukrainian Energy Minister Eduard Stavytsky told reporters.

Production at Olesska could yield up to 10 billion cubic meters of natural gas every year and generate about $10 billion in investment, Ukrainian officials have estimated.

The Chevron tie-up is the latest in a series of mega-deals with international energy giants as Ukraine looks to tap its unconventional gas deposits and offshore fields, reducing the amount of gas it buys from Russia.

President Viktor Yanukovych said Tuesday that agreements like the Chevron deal will allow Ukraine to become fully energy independent by 2020.

In January, Anglo-Dutch oil major Shell signed a shale gas production sharing agreement for the Yuzivska field with Kiev, which officials also said would generate up to $10 billion of investment.

Last year, a consortium led by Shell and ExxonMobil beat off competition from Russian companies to win a tender to develop Ukraine’s Skifska gas and oil field in the Black Sea.

Reliant on energy imports, Kiev says it has paid Russia $20 billion over the last three years for natural gas, and claims Moscow exploits its dominant position as a supplier to impose exorbitant prices.

Russia warned Ukraine of a crisis last week over an unpaid $882 million gas bill, sparking fears of a recurrence of pricing disputes in 2006 and 2009 when Moscow temporarily shut off gas deliveries not just to Ukraine, but also to some European countries.

Tensions between Moscow and Kiev are escalating ahead of Ukraine’s plans to sign free trade and association agreements with the European Union later this month, spurning Russia’s nascent Customs Union with Kazakhstan and Belarus.

Fonte: http://en.ria.ru/russia/20131105/184529027/Ukraine-Chevron-Sign-10-Bln-Shale-Gas-Deal-.html