genocídio

Parlamento alemão reconhece massacre armênio como genocídio


Na última quinta-feira (02/06), o parlamento alemão — também conhecido como Bundestag — reconheceu o massacre turco às populações armênias ocorrido durante a Primeira Guerra Mundial como um ato de genocídio. A resolução gerou um deterioramento das relações diplomáticas bilaterais entre Alemanha e Turquia, já abaladas pela atual crise de refugiados. Por um lado, o governo turco respondeu fortemente alegando que a atitude do Bundestag estaria manchando a imagem do país através de decisões irresponsáveis e solicitou o retorno de seu embaixador para a realização de consultas. Por outro, o governo alemão buscou amenizar a situação, declarando que as relações bilaterais de amizade são extremamente importantes para o país.

Foto: n.i.

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Karadžić é condenado por genocídio e crimes de guerra na Bósnia


O Tribunal Penal Internacional para a antiga Iugoslávia, sediado na Haia (Holanda), condenou nesta quinta-feira (24/03) o ex-presidente da República Srpska (região bósnia de maioria sérvia), Radovan Karadžić, a 40 anos de prisão pelos crimes de guerra, contra a humanidade e genocídio cometidos na Guerra da Bósnia entre 1992 e 1995.

Karadžić. Foto: EPA / Robin Van Lonkhuijsen / Agência Lusa.

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73 países apoiam limitação do poder de veto no CSNU em casos de crimes contra a humanidade


Na quarta-feira (30/09), a França e o México anunciaram uma proposta, já apoiada por 73 países, solicitando aos quatro outros membros permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU), China, EUA, Rússia e Reino Unido que não utilizem o poder de veto em questões que tratem de crimes contra a humanidade.

Foto: Reuters.

Senado Federal reconhece genocídio armênio


O Senado Federal brasileiro aprovou um documento que reconhece a ocorrência de um genocídio que teria sido perpetrado pela Turquia contra populações armenas durante a Primeira Guerra Mundial. Medida, apresentada pelos senadores Aloysio Nunes e José Serra, pressiona o governo federal brasileiro a fazer o mesmo. Este ano marcou o centenário do massacre dos armenos, o qual a Turquia nega que tenha sido uma política de extermínio. Na América do Sul, Venezuela, Bolívia, Chile, Argentina e Uruguai já reconhecem-no como um genocídio.

Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil

Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil

CIJ determina que Sérvia não cometeu genocídio contra croatas


A Corte Internacional de Justiça (CIJ) determinou que a Sérvia não cometeu genocídio contra croatas nas guerras balcânicas no início dos anos 90. A Croácia alegava no processo ante a Corte que as forças sérvias teriam cometido genocídio na cidade de Vukovar e em outras localidades durante três meses de ocupação; porém, a CIJ disse que não há provas suficientes para caracterizar o crime. O presidente da CIJ, Juiz Peter Tomka disse que a Sérvia não cometeu genocídio em momento algum da guerra, fechando o caso croata. A Corte também rejeitou a alegação sérvia de que a Croácia teria cometido genocídio em Krajina, região da qual mais de 200 mil sérvios foram removidos por forças croatas em 1995.

Juízes da CIJ durante a leitura da decisão. Foto: EPA.

Juízes da CIJ durante a leitura da decisão. Foto: EPA.

ONU aprova envio de quase 12.000 soldados à República Centro-Africana


O Conselho de Segurança da ONU autorizou nesta quinta-feira (10/04) o envio de uma missão de paz composta por 11.800 soldados e policiais para a RCA (República Centro-Africana). Proposta pela França, a operação das Nações Unidas terá período de atuação de um ano. Tropas vão tentar frear escalada de violência no conflito com “raízes de genocídio” que assola o país há mais de um ano.

Foto: H. Reichenberger / ACNUR.

Foto: H. Reichenberger / ACNUR.

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França apoia evacuação de muçulmanos da RCA como último recurso


Nesta terça-feira (08/04), a França disse que apoia a evacuação de muçulmanos sob ameaça na República Centro-Africana (RCA) como último recurso para evitar limpeza étnica e genocídio, a prioridade seria salvar vidas apesar da possível divisão do país. A ONU já informou que está tentando evacuar muçulmanos da capital da RCA, Bangui, que estão cercados por milícias cristãs.

Fonte: AFP.

Foto: AFP.

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ONU propõe força de manutenção da paz para a República Centro-Africana


A Organização das Nações Unidas (ONU) propôs nesta segunda-feira (03/03) ao Conselho de Segurança o estabelecimento de uma força de manutenção da paz de 12 mil soldados para a República Centro-Africana. O mandato da missão seria “robusto”, com foco inicial em proteção aos civis. Teme-se que ocorra limpeza étnica no país.

Soldado marroquino em Bangui. Foto: Reuters / Luc Gnago.

Soldado marroquino em Bangui. Foto: Reuters / Luc Gnago.

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Ban Ki-moon pede mais 3 mil soldados para a República Centro-Africana


O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu na quinta-feira (20/02) para que seja reforçada urgentemente a presença internacional na República Centro-Africana (RCA) com, pelo menos, mais três mil soldados e policiais para frear a catástrofe humanitária instalada no país. Proposta é 1º ponto de seis ações apresentadas ao Conselho de Segurança da ONU para conter a crise.

Foto: AP.

Foto: AP.

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França conduz primeiro julgamento de genocídio em Ruanda


Após 20 anos do genocídio de Ruanda que custou a vida de cerca de 800 mil pessoas entre abril e julho de 1994, um dos envolvidos começará a ser julgado hoje (04/02) na França – país que é acusado de ter apoiado o regime considerado responsável pelas atrocidades. Pascal Simbikangwa, 54 anos, é julgado sob o princípio da jurisdição universal da Justiça francesa, que lhe permite sentenciar pessoas procuradas por crimes contra a humanidade cometidos no exterior.

Fonte: n.d.

Fonte: n.d.

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Presidente interina da República Centro-Africana diz que escutará milícias armadas


Nova presidente interina da República Centro-Africana, Catherine Samba-Panza, disse que conversaria com os grupos armados para tentar restaurar a ordem no país. Líder de uma das milícias armadas declarou apoio à presidência de Samba-Panza.

Presidente Catherine Samba-Panza. Fonte: Siegfried Modola / Reuters.

Presidente Catherine Samba-Panza. Fonte: Siegfried Modola / Reuters.

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República Centro-Africana tem primeira mulher eleita como presidente interina


Prefeita da capital Bangui desde 2011, Catherine Samba-Panza toma posse no governo provisório da República Centro-Africana (RCA) em meio a conflito conflito civil de caráter étnico-relioso e passando por intervenção militar francesa.

Deslocados internos na RCA. Fonte: Efe.

Deslocados internos na RCA. Fonte: Efe.

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ONU diz que República Centro-Africana tem “todos os elementos” para genocídio


A Organização das Nações Unidas (ONU) pediu nesta quinta-feira (16/01) uma mobilização internacional para a estabilização da República Centro-Africana, onde existem todos os elementos para que um genocídio venha a ocorrer. Chefe de operações do Escritório de Ajuda Humanitária da ONU afirmou que “Atrocidades são cometidas em todas as partes”.

Fonte: UOL.

Fonte: UOL.

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Ex-ministro é condenado a 35 anos por crimes durante genocídio de Ruanda


Augustin Ngirabatware

Foto: EFE.

Ex-ministro é condenado a 35 anos por crimes durante genocídio de Ruanda

Opera Mundi – 20/12/2012

Dezoito anos após sua criação, o tribunal internacional encarregado de analisar os casos dos suspeitos pelo genocídio de 1994 em Ruanda realizou seu último julgamento em primeira instância, condenando a 35 anos de prisão o ex-ministro de Planejamento Augustin Ngirabatware.

Ngirabatware foi culpado de genocídio e incitação direta e pública para genocídio e estupro. O dirigente, de etnia hutu, se declarou culpado por ter incentivado e ajudado milicianos de sua comunidade natal, Nyamyumba, na região de Gisenyi, norte do país, a assassinar seus vizinhos de etnia tutsi. (mais…)

Corte Constitucional da França rejeita lei que proíbe negação do chamado ‘Genocídio Armênio’


Foto: AFP Photo / Karen Minasyan.

French court repeals ‘Armenian genocide’ law

RT – 28/02/2012

The Constitutional Court of France has repealed a law criminalizing denial of the so-called “Armenian genocide”, which was adopted by the country’s Senate.

­However the Constitutional Council of France has not yet taken a final decision.

On January 23 the French Senate passed a bill making it a crime to publicly deny that the Ottoman Empire’s 1915 killings of Armenians was a genocide.

Denying the Holocaust in France is already a crime punishable by a year in prison and a fine of 45,000 euros.  Legislators suggested the same punishment for denying the Armenian genocide.

The upper house of parliament voted 127-86 in favor of the legislation.

The vote in favor of the bill was greeted with indignation by the Turkish government, which denies the massacre that claimed an estimated 1.5 million lives during World War I. (mais…)

França aprova lei que proíbe negação de genocídio armeno, e sofre represália turca


Foto por: REUTERS/Pascal Rossignol

France passes genocide law, faces Turkish reprisals

Reuters / John Irish, Emile Picy – 23/01/2012

France approved on Monday a bill making it illegal to deny the mass killing of Armenians by Ottoman Turks nearly a century ago was genocide, sparking angry retaliation from Turkey which threatened a “total rupture” of diplomatic ties.

Lawmakers in the upper house (Senate) voted 127 to 86 in favor of the draft law outlawing genocide denial after almost six hours of debate. The lower house had backed it in December, prompting Ankara to cancel all economic, political and military meetings with Paris and recall its ambassador for consultations.

The bill had been made more general so that it outlawed the denial of any genocide, partly in the hope of appeasing the Turks. But Ankara condemned the bill’s approval and said it would take permanent steps against France, a NATO ally.

The bill now goes to President Nicolas Sarkozy to be ratified. Turkey says the bill is a bid by Sarkozy to win the votes of 500,000 ethnic Armenians in France in the two-round presidential vote on April 22 and May 6.

“Turkey is committed to taking all the necessary steps against this unjust disposition which reduces basic human values and public conscience to nothing,” Turkey’s Foreign Ministry said in a statement.

The Turkish ambassador in Paris, Tahsin Burcuoglu, said the vote would lead to a “total rupture” of relations between the two countries. Ankara could seek to downgrade its diplomatic presence in Paris. (mais…)

Turquia chama de volta seu embaixador na França devido à aprovação da lei sobre genocídio


Turkey recalls French ambassador over Armenian genocide denial law

Russia Today – 22/12/2011

Turkey is recalling its ambassador from France, according to the Turkish state broadcaster TRT. Ankara is making the move in protest after the French parliament passed a law making the denial of the Armenian holocaust a crime.

­­The French lawmakers put the 1915 atrocity on a par with Holocaust denial by simple raising their hands on Thursday. The majority in favor was so clear that no count was needed. The measure now goes to the Senate, which killed an earlier attempt at passing the criminal law earlier this year.

In 2001 France, which is home to the largest ethnic Armenian community in Europe, officially recognized the mass killing of Armenians by Ottoman Turks, but did not make denial of the genocide a crime or institute a penalty for those who deny it or “outrageously minimize” the killings. Now, the proposed law carries a penalty of up to one year in jail and a fine of 45,000 euro.

France does not view the bill as targeting Turkey, as it applies to all genocides and is not specifically about the Armenian killings.  (mais…)

Turquia ameaça França com sanções devido à lei sobre genocídio armênio


Turkey threatens France with sanctions over Armenian genocide bill

National Post / Philippe Rater – 20/12/2011

Turkey piled pressure on France Tuesday to drop a proposed law making it illegal to deny the Armenian genocide, warning its adoption will spark a diplomatic crisis and have economic consequences.

The French parliament is to debate the bill, which would see anyone in France who publicly denies the genocide facing a year in jail and a fine of US$58,000 (45,000 euros), on Thursday and is expected to approve it.

Armenia says up to 1.5 million of its people were killed during World War I by the forces of Turkey’s former Ottoman Empire, a figure Ankara disputes.

As a delegation of Turkish lawmakers and businessmen met with officials in Paris, Turkish President Abdullah Gul urged France to drop the bill. (mais…)