governo da Coreia do Sul

Coreia do Sul encobriu trabalho escravo e assassinatos nas décadas de 70 e 80


A Coreia do Sul encobriu diversos casos de abuso e assassinatos durante as décadas de 70 e 80, segundo a agência de notícias AP.  Documentos do governo mostram que a instituição Brothers Home, que recebia os considerados “vagabundos” pelas autoridades, foi palco de trabalho escravo, tortura e de diversas mortes (pelo menos 513). Os prisioneiros, normalmente crianças, mendigos, comerciantes de rua, deficientes e dissidentes capturados pela polícia, trabalhavam em diversas fábricas em regime de semiescravidão. O governo encerrou as investigações em 1987 e afirmou que agora as evidências são muito antigas para uma nova.

Foto: Reuters

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Partido do governo da Coreia do Sul perde a maioria do Parlamento


Em eleições legislativas realizadas na Coreia do Sul nesta quarta-feira (14/04), o partido da presidente Park Geun-hye, o Saenuri, perdeu a maioria do Parlamento. Ele conseguiu 122 dos 300 assentos, muito menos do que era previsto. O partido de oposição Minjoo teve 123 parlamentares eleitos, enquanto o Partido do Povo obteve 38. É a primeira vez em 16 anos que a oposição controla a maioria do Parlamento.

Foto: Ed Jones / AFP / Getty Images

Milhares protestam contra governo na Coreia do Sul


Neste sábado (14/11), dezenas de milhares de pessoas foram às ruas de Seul, capital da Coreia do Sul, para protestar contra o governo do país na maior manifestação em sete anos. Estima-se que 70 mil manifestantes estiveram presentes no ato, o qual teve confrontos com forças policiais, incluindo o uso de canhões de água e gás lacrimogênio. Protesto era contra as recentes medidas de flexibilização da legislação trabalhista e a decisão de que escolas só poderão usar livros de história editados pelo governo.

Foto: AP / VOA.