Guerra na Síria

Turquia abate caça russo perto de fronteira com a Síria


A Força Aérea da Turquia abateu um caça russo Su-24 perto da fronteira com a Síria nesta terça-feira (24/11), a primeira vez que um aliado da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) ataca uma aeronave militar da Rússia desde os anos 1950. A Turquia alega que o avião russo violou seu espaço aéreo e que fora advertido mais de dez vezes antes de ser abatido. Ancara também convocou uma reunião extraordinária da OTAN. Os pilotos russos conseguiram ejetar-se do caça e foram capturados por rebeldes sírios no norte do país perto da fronteira coma Turquia. Estes ainda teriam atirado em um helicóptero russo em missão de resgate aos pilotos, o qual teve de fazer um pouso de emergência em área controlada pelo governo sírio. O presidente da Rússia, Vladimir Putin, falou que haverá consequências e que o ato foi “uma punhalada nas costas realizada por cúmplices de terroristas”.

Caça Su-24 russo em chamas. Foto: The Aviationist.

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Conselho de Segurança da ONU aprova resolução para combater “Estado Islâmico”


Nesta sexta-feira (20/11), o Conselho de Segurança da ONU aprovou unanimemente uma resolução pedindo que todos os países façam o possível para combater o grupo terrorista “Estado Islâmico” (EI). O texto pede que sejam erradicados os locais de abrigo do EI na Síria e no Iraque e que os Estados-membros da ONU façam o possível para impedir que seus cidadãos se juntem às fileiras do EI. A proposta de resolução foi apresentada pela França segundo os moldes da resolução aprovada pelo organismo em 2001 pouco depois dos atentados de 11 de setembro. Ainda será votada a proposta russa.

Foto: ONU / Amanda Voisard.

Rússia propõe resolução de combate ao EI no Conselho de Segurança da ONU


Nesta quarta-feira (18/11), a Rússia apresentou ao Conselho de Segurança das Nações Unidas um projeto de resolução sobre o combate ao grupo terrorista “Estado Islâmico” (EI) na Síria e no Iraque. O texto visa a coordernar os esforços internacionais contra o EI e contém uma disposição que exige o consentimento dos governos da região (Síria e Iraque) para a luta contra o grupo extremista em seu território. Há dois meses EUA, Reino Unido e França foram contra um projeto semelhante de resolução exatamente por causa desta disposição. Embaixador russo na ONU, Vitaly Churkin, avisou que o novo projeto foca mais no EI do que o anterior.

Churkin. Foto: Reuters.

Rússia e França cooperarão contra o EI na Síria


Poucas horas após ataques quase que simultâneos contra o “Estado Islâmico” na Síria, Rússia e França anunciaram que coordenarão suas operações contra o grupo extremista.  Ambos os países intensificaram os bombardeios após atentados terroristas praticados pelo EI, como a derrubada de um avião russo e os ataques em Paris. A cooperação deve ser estendida para outros países da coalizão liderada pelos Estados Unidos.

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Foto: picture-alliance / epa / C. Karaba.

Rússia confirma que bomba foi causa de queda de avião no Egito


Nessa terça-feira (17/11), o governo da Rússia afirmou pela primeira vez que a queda do avião russo sobre a península do Sinai, no Egito, foi causada por uma bomba que explodiu a bordo. Agências de inteligência do país encontraram vestígios de explosivos nos destroços, afirmando que se trata de um atentado terrorista. O grupo “Estado Islâmico” já assumiu a responsabilidade pela queda. Em resposta, Moscou prometeu intensificar os ataques contra alvos do EI na Síria.

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Foto: picture-alliance / dpa.

Do terrorismo à revisão constitucional: as oscilações de foco da mídia francesa após os ataques em Paris


por Camila Moreira Cesar, Diretora de Comunicação do ISAPE e doutoranda em Ciências da Informação e da Comunicação na Université Sorbonne Nouvelle Paris III

Imagem: RFI / Marco Martins.

O mundo inteiro se comoveu com a tragédia que abalou a capital francesa na última sexta-feira, 13 de novembro de 2015. Alguns minutos após o ataque, pessoas inundaram as redes sociais digitais em diversas línguas para expressar seus sentimentos de indignação, tristeza e luto pelos ataques que fizeram tantas vítimas em locais, a princípio, aleatórios. Logo após a difusão das primeiras informações sobre o ocorrido, a mídia francesa realiza uma cobertura ostensiva que permite acompanhar em tempo real o desenrolar dos acontecimentos nos locais afetados. A valorização dos barulhos de tiros e bombas ritma as imagens de terror, veiculadas infinitamente, assim como os depoimentos dos sortudos que conseguiram escapar do massacre dentro da sala de shows Bataclan. Além de visitar os locais que foram alvos dos ataques no mesmo dia em que ocorreram, François Hollande, normalmente recatado, faz três pronunciamentos em menos de duas horas no sábado pela manhã, reforçando sua responsabilidade para com a nação francesa, mas sem muita clareza sobre as medidas que serão tomadas. Apostando em uma imagem de “veterano” do jogo político, Nicolas Sarkozy também se pronuncia em rede nacional, reforçando sua solidariedade às vítimas e suas famílias, bem como seu compromisso com a República francesa. Foi essa atmosfera de dor e de incompreensão face à atrocidade terrorista que marcou os primeiros momentos do cenário de crise que se instaura no país.

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Firmado acordo para resolução da guerra na Síria


Rússia, Estados Unidos e mais 15 países, entre eles Irã, Arábia Saudita e Turquia, chegaram a um acordo neste sábado (14/11) sobre a resolução do conflito sírio. Plano envolve passos como negociações entre governo e oposição mediadas pela ONU; um cessar-fogo entre os beligerantes (grupos terroristas Al-Nusra e “Estado Islâmico” não estão incluídos); elaboração de uma nova constituição em até seis meses; e eleições livres sob a nova constituição fiscalizadas pela ONU até março de 2018 (18 meses).

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Foto: Thomas Trutschel /Photothek.

Exército sírio retoma importante rota de suprimentos em Aleppo


O Exército da Síria retomou o controle da única estrada que permite a entrada de surpimentos na parte de Aleppo controlada pelo governo, anunciou uma agência estatal na quarta-feira (04/11). A estrada havia sido tomada em outubro pelo grupo “Estado Islâmico” (EI) em resposta às ofensivas combinadas entre aviões russos e forças governistas. Região continua com intensos combates entre o EI, rebeldes e o exército sírio.

Foto: AFP.

Rússia coopera com oposição síria contra terroristas


As Forças Armadas da Rússia afirmaram, na última terça-feira (03/11), que realizaram bombardeios contra alvos terroristas baseados em informações cedidas pela oposição síria. A Rússia não identificou o grupo que forneceu a inteligência, apenas afirmou que é um grupo que luta há quatro anos contra o governo de Assad, mas deseja manter o Estado sírio unido e soberano. Esta é a primeira vez que Moscou diz estar trabalhando com grupos da oposição síria desde que iniciou sua intervenção no país.

Foto: AP.

Concluídas as convesas sobre conflito sírio em Viena


Uma reunião multinacional para tratar da questão da Guerra Civil da Síria semana passada (30/10) foi concluída com o pedido para a Organização das Nações Unidas (ONU) mediar e supervisionar eleições no país árabe. Participantes do encontro, entre eles o Irã, ainda pediram para a ONU reunir a oposição síria para o processo político. Além disso, também foi firmado um acordo para combater grupos terroristas na região, notadamente o “Estado Islâmico”.

Foto: AFP 2015 / Joe Klamar.

EUA envia forças especiais para assessorar rebeldes sírios


Os Estados Unidos anunciaram nesta sexta-feira (29/10) que enviaram forças especiais para assessorar rebeldes que estejam lutando contra o grupo “Estado Islâmico” na Síria. Apesar de serem apenas 50 soldados, isso representa uma mudança nas estratégia de Washington, que até agora não possuía tropas no país. Já no Iraque, os EUA contam com 3.300 militares que assessoram o Exército iraquiano.

Foto: Reuters.

EUA anuncia operações terrestres “pontuais” contra o EI


Ashton Carter, secretário de Defesa dos EUA, anunciou nesta terça-feira (27/10) que os Estados Unidos reforçarão as ações militares contra o “Estado Islâmico” (EI) no Iraque e na Síria através de bombardeios intensificados ou mesmo de operações terrestres “pontuais”. As cidades de Raqqa e Ramadi, na Síria e no Iraque respectivamente, serão os principais alvos dessa nova fase do engajamento estadunidense. Na semana passada, forças especiais dos EUA entraram em ação no Iraque para libertar 70 reféns das mãos do EI — a primeira operação militar estadunidense em solo iraquiano desde 2011.

Ashton Carter. Foto: Chip Somodevilla / AFP.

EUA considera implementar zona de exclusão aérea na Síria


Segundo reportagem do The New York Times publicada na última semana (22/10), os Estados Unidos estão discutindo a criação de uma zona de exclusão aérea sobre o território da Síria. Medida seria supostamente para proteger os civis da guerra civil. Entre as opções avaliadas estariam as fronteiras da Síria com a Turquia e com a Jordânia. Porém, a Casa Branca ainda mostra ceticismo quanto à ideia.

Foto: Getty Images / AP Photo / D. Vranic.

EUA anuncia que Irã pode ser convidado para negociações de paz do conflito sírio


O porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, John Kirby, afirmou nesta terça-feira (27/10) que o Irã provavelmente será convidado para participar das negociações de paz do conflito sírio em Viena, capital da Áustria. Conversas devem iniciar na próxima quinta-feira (29/10) e, portanto, não está claro se o Irã enviará representantes. Rússia, EUA, países europeus e árabes devem participar das negociações. Até o momento os EUA vinham vetando a inclusão do Irã nas conversas. Samuel Corum/Anadolu Agency/Getty Images

WASHINGTON, DC - JUNE 16: U.S. State Department Spokesperson during the daily press briefing at the State Department in Washington, USA on June 16, 2015. (Photo by Samuel Corum/Anadolu Agency/Getty Images)

Foto: Samuel Corum / Anadolu Agency / Getty Images.

Turquia confirma ataque a posições curdas na Síria


O primeiro-ministro da Turquia, Ahmet Davutoglu, confirmou nesta terça-feira (27/10) que as Forças Armadas de seu país atacaram combatentes curdos no norte da Síria. No domingo passado, as Unidades de Proteção Popular Curdas (YPG) já informavam a ocorrência de ataques turcos na cidade síria de Tal Abyad. As YPG são uma importante força no combate ao “Estado Islâmico”, porém, a Turquia teme que sua proximidade à fronteira possa dar vazão a sentimentos separatistas dentre os curdos turcos.

Foto: Reuters.

Rússia pode apoiar rebeldes sírios contra EI


O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou que recebeu a permissão do presidente sírio, Bashar al-Assad, para apoiar rebeldes da Síria que “realmente estejam dispostos a lutar contra o ‘Estado Islâmico'”. Não se anunciaram nomes dos grupos a serem apoiados, mas suspeita-se que sejam os curdos sírios. A Rússia vem realizando bombardeios sobre o país em apoio ao governo de Assad.

Foto: EPA.

Turquia aceita plano de transição com Assad no poder


Oficiais turcos afirmaram nesta terça-feira (20/10) que a Turquia está disposta a aceitar um plano de transição para a Síria em que o Presidente da Síria, Bashar al-Assad, se mantenha no poder, desde que com garantias e apenas por seis meses após um prazo a ser delimitado. Plano ainda é discutido com aliados do país.

Foto: Reuters / SANA / Handout via Reuters.

Foto: Reuters / SANA / Handout via Reuters.

Bombas de precisão russas na Síria?


Em artigo publicado na revista Foreign Policy (14/10),  Paul Macleary afirma que, ao contrário do que é divulgado por mídias russas, as bombas utilizadas nos bombardeios realizados pela Rússia na Síria não são em sua maioria armas de precisão, e, quando o são, não possuem a qualidade noticiada. Os principais motivos disto seriam os altos custos e a redução de críticas sobre mortes de civis no país. Também seria para dar a impressão de que o aparato militar russo é equiparável em poder e tecnologia ao dos Estados Unidos.

Foto: Vyacheslav Oseledko / AFP / Getty Images.

Assad vai a Moscou encontrar-se com Putin


O presidente da Síria Bashar al-Assad foi a Moscou nesta terça-feira (20/10) em visita surpresa ao presidente russo Vladimir Putin para discutir uma estratégia conjunta quanto ao conflito no país. Essa foi a primeira viagem internacional de Assad desde o início da guerra na Síria em 2011. Ambos os presidentes reforçaram a importância do combate ao terrorismo na Síria e na região. Putin também teria destacado que a situação militar e a política estão conectadas e que uma solução pacífica só será possível quando os grupos terroristas forem contidos. Logo após a reunião, o presidente russo entrou em contato com o da Turquia para esclarecer o que fora discutido com Assad.

Russian President Vladimir Putin (R) shakes hands with his Syrian counterpart Bashar al-Assad (L) during their meeting at the Kremlin in Moscow on October 20, 2015. Syria's embattled President Bashar al-Assad made a surprise visit to Moscow on October 20 for talks with Russian President Vladimir Putin, his first foreign trip since the conflict erupted in 2011.  AFP PHOTO / RIA NOVOSTI / KREMLIN POOL / ALEXEY DRUZHININ        (Photo credit should read ALEXEY DRUZHININ/AFP/Getty Images)

Assad e Putin. Foto: Alexey Druzhinin / AFP / Getty Images.

Impacto da presença russa na oposição síria


No início do mês de outubro, a revista The Economist avaliou o impacto da presença da Rússia na Síria, apoiando o governo de Bashar al-Assad, para a oposição do regime, notadamente os rebeldes apoiados pelos Estados Unidos, Arábia Saudita, Qatar e Turquia. Segundo a publicação, os rebeldes agora encontram-se em posição difícil a despeito do apoio estrangeiro.

Imagem: The Economist.

Exército sírio lança nova ofensiva com apoio da Rússia


O Exército da Síria e seus aliados lançaram, apoiados por bombardeios russos, uma ofensiva na última quinta-feira (15/10) na província de Homs, considerado um enclave rebelde na região controlada pelo governo. Tanto o governo russo quanto o sírio afirmam que operação é voltada para combater grupos terroristas. Há relatos de baixas civis.

Mapa: BBC.

Turquia adverte EUA e Rússia contra ajuda aos curdos


A Turquia convocou, na última terça-feira (13/10), os embaixadores dos Estados Unidos e da Rússia para alertar contra qualquer ajuda aos combatentes curdos da Síria no âmbito de suas operações militares. O governo de Ancara considera o Partido da União Democrática (PYD), principal representante dos curdos sírios, irmão do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), que desde 1984 se encontra em luta armada contra o governo turco. O PYD se encontra em guerra contra o grupo “Estado Islâmico”.

Mapa: n.i.

Armas antitanque reforçam posições de rebeldes sírios


Comandantes rebeldes na Síria afirmaram na última terça-feira (13/10) que fortificaram a linha de frente contra o governo com armas antitanque, que foram fornecidas por apoiadores estrangeiros, notadamente os EUA. O suprimento de armas aumentou depois da coordenação de bombardeios russos com avanços do Exécito Sírio em terra contra posições dos insurgentes. Ainda, alguns analistas afirmam que mísses BGM-71 TOW  fornecidos pelos Estados Unidos foram uma das principais causas que levaram a Rússia a participar do conflito, ensejando preocupação de que esteja acontecendo no momento uma guerra indireta entre Moscou e Washington.

Imagem: RT / Hazzm Movement / YouTube.

“Estado Islâmico” declara guerra santa contra Rússia e EUA


O autodenominado “Estado Islâmico” (EI) declarou uma guerra santa (jihad) contra a Rússia e os Estados Unidos, que vêm realizando bombardeios em posições do grupo. Segundo o EI, ambos os países estão realizando uma “cruzada” contra o mundo muçulmano, e conclama todos os jovens seguidores do Islã a lutar contra as duas nações.

Foto: AP via Militant Website.

EUA e Rússia retomam diálogo sobre segurança aérea na Síria


Os Estados Unidos e a Rússia anunciaram no último sábado (10/10) a retomada de conversas sobre a segurança aérea na Síria, a fim de evitar encontros e conflitos dos caças de ambos países que bombardeiam o território. O diálogo deve tratar principalmente da distância mínima entre os aviões e estabelecer uma linguagem e frequência para comunicações.

Imagem: BBC

Rússia lança grande ataque coordenado com governo sírio contra forças terroristas


Na última quarta-feira (07/10), a Rússia aumentou sua participação no conflito sírio com o disparo de 26 mísseis a partir de navios no Mar Báltico, que sobrevoaram Irã e Iraque antes de acertarem seus alvos na Síria. Além disso, pela primeira vez realizou-se a coordenação entre ataques aéreos russos e forças sírias em terra. Também percebe-se o aumento da cooperação entre aliados na região, com homens do Hezbollah lutando pelo governo de Assad e o Irã permitindo a passagem de mísseis por seu território.

Imagem: RT.

O intervencionismo da França na Síria


Em artigo, M. K. Bhadrakumar critica a intervenção francesa na Síria, a qual viola a soberania do país e agrava ainda mais a crise na região. O autor ainda discute a política dos Estados Unidos de aprovação dos ataques franceses em solo sírio mas denunciar os bombardeios que a Rússia vem realizando, esses com aprovação do governo do país.

François Hollande. Foto: Reuters.

Turquia intercepta caça russo sobre seu território


A Turquia anunciou nesta segunda-feira (05/10) que interceptou uma aeronave militar russa que violou seu espaço aéreo no fim de semana. Evento ocorreu próximo à fronteira com a Síria. Instambul, que integra a OTAN, alertou a Rússia sobre as consequências de uma nova invasão, mas afirma que canais com Moscou continuam abertos.

Foto: picture-alliance / dpa / L. Marina.

Rússia bombardeia cidade reduto do “Estado Islâmico”


A Rússia anunciou na sexta-feira (02/10) que seus caças bombardearam a cidade síria de Raqqa, reduto do grupo extremista “Estado Islâmico” (EI) no nordeste do país. Alvos foram centro de treinamento e um posto de comando camuflado. Segundo o Observatório Sírio dos Direitos Humanos pelo menos 12 combatentes do EI morreram nos ataques.

Mapa: MailOnline

Ocidente deveria ouvir Putin sobre a guerra na Síria


Em artigo publicado (29/09) no The Guardian, o jornalista Simon Jenkins defende que o Ocidente deve, em relação à Síria, ouvir e concordar com o presidente russo Vladimir Putin. Segundo o autor, a cooperação com o presidente sírio Bashar al-Assad e seus aliados iranianos e libaneses (Hezbollah) para combater o fundamentalismo no país é vital para encerrar a guerra civil e derrotar o “Estado Islâmico”. A principal razão para o não alinhamento do Ocidente com essa ideia seria por questões internas e puramente ideológicas não comprometidas com o fim do conflito.

Foto: Xinhua / Landov / Barcroft Media.