Hezbollah

Comandante do Hezbollah morre na Síria


O líder militar do Hezbollah, Mustafa Amine Badreddine, morreu em uma explosão em Damasco, na Síria. A informação foi confirmada pela organização nesta sexta-feira (13/05). Badreddine era o responsável por comandar as forças do Hezbollah na Síria, onde lutam em apoio ao governo de Bashar al-Assad. A causa da explosão não foi confirmada.

Foto: AP

Comandante do Hezbollah é morto na Síria


Um comandante do Hezbollah foi morto no sábado (19/12) na Síria após um ataque aéreo. Samir Kuntar — que foi prisioneiro em Israel por 30 anos e liberto em 2008 — estava em Damasco e participava da guerra civil do lado do governo sírio. O Hezbollah acusa Israel pelo ataque.

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Foto: Louai Beshara /AFP / Getty Images.

Atentados no Líbano deixam dezenas de mortos


Nesta quinta-feira (12/11), houve um duplo atentado de homens-bomba em Beirute, capital do Líbano, que deixou pelo menos 43 pessoas mortas e mais 240 feridas. O grupo extremista “Estado Islâmico” reivindicou a autoria do ataque, que ocorreu em reduto do grupo xiita libanês Hezbollah, cujos militantes estão combatendo na Síria ao lado das forças do presidente Bashar al-Assad.

Foto: Reuters / H. Shaaban.

Irã envia centenas de soldados para lutar na Síria


Segundo o canal de notícias Reuters, nos últimos 10 dias o Irã enviou centenas de soldados para lutar junto com o regime de Bashar al-Assad contra rebeldes na Síria. Terrã estaria coordenando com a milícia libanesa Hezbollah uma ofensiva terrestre contra inimigos do governo sírio. Ação contaria com suporte aéreo da Rússia, que recentemente começou a bombardear posições de grupos terroristas no país.

Imagem: Al Jazeera / ISW.

Rússia e Israel anunciam coordenação de ações na Síria


Em encontro em Moscou, nesta segunda-feira (21/09), o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, chegou a um acordo com o presidente russo, Vladimir Putin, para estabelecer um mecanismo para evitar desentendimentos entre as Forças de Defesa de Israel e tropas russas. Israel teme que armas enviadas pela Rússia para ajudar o regime de Bashar al-Assad caiam nas mãos do Hezbollah. Já Moscou, afirmou entender a preocupação, mas afirma que envios são necessários para combater o “Estado Islâmico” e que não há o que temer do Hezbollah.

Benjamin Netanyahu e Vladimir Putin. Foto: Reuters / RIA Novosti/ M. Klimentyev.

A estratégia dos Houthi contra a Arábia Saudita é a mesma do Hezbollah contra Israel?


Analistas apontam que, de acordo com os últimos acontecimentos, a estratégia dos Houthi no Iêmen é muito semelhante à utilizada pelo Hezbollah contra Israel quando este invadiu o Líbano em 2006. Ambos os grupos têm apoio do Irã e há indícios de que houve treinamento conjunto entre eles. Supõe-se que os Houthi comecem a atacar mais frequentemente o território da Arábia Saudita com mísseis para que Riade ponha fim aos bombardeios ou para forçar uma invasão terrestre, o que aumentaria significativamente os custos dos sauditas. Dessa forma, o “modelo de resistência” do Hezbollah, combinando técnicas de guerrilha a ataques com mísseis, poderia vir a sacramentar a vitória dos rebeldes iemenitas ao criar um atoleiro para a Arábia Saudita.

Foto: Mohammed Huwais, AFP, Getty Images.

Foto: Mohammed Huwais, AFP, Getty Images.

Forças armadas de Israel dizem que Irã não é a maior ameaça


De acordo com relatório das Forças de Defesa de Israel (IDF, sigla em inglês), o Irã não está no rol de maiores ameaças ao Estado israelense. No topo da lista encontram-se o Hezbollah, o Hamas, a Al Qaeda e o “Estado Islâmico”, os quais podem vir a atacar Israel em breve, segundo as IDF. Dessa forma, o relatório contradiz as lideranças civis do governo israelense, encabeçado por Benjamin Netanyahu, o qual afirma que o Irã com capacidades nucleares seria o maior perigo a Israel. Em contraste, as IDF creem que um acordo sobre o programa nuclear iraniano poderia aumentar o espaço de manobra israelense e, portanto, seria desejável.

Foto: YNews / Getty Images.

 

Assad prepara contra-ataque ao “Estado Islâmico” na Síria


Depois de ter perdido a cidade de Palmira para o “Estado Islâmico” (EI) e parte do noroeste do país para rebeldes “moderados” e a Al Qaeda, o governo sírio de Bashar al-Assad está se preparando para um contra-ataque ao EI. Assad conseguiu financiamento de 1 bilhão de dólares junto ao governo do Irã para continuar travando a guerra e também vem contando com ajuda intensificada de Teerã para recrutamento de soldados xiitas no Oriente Médio, na Ásia Central e Meridional, bem como do Hezbollah no Líbano, o qual está escrutando cristãos também. Portanto, rumores de que o regime sírio estaria prestes a cair estariam superdimensionados.

Foto: STR / AFP / Getty Images. 

As eleições em Israel e a colisão entre Obama e Netanyahu


Willian Moraes Roberto, pesquisador do NERINT e graduando em Relações Internacionais na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

Marcelo de Mello Kanter, Diretor-Geral do ISAPE, mestrando em Estudos Estratégicos Internacionais na UFRGS. Bacharel em Relações Internacionais pela UFRGS

Com a proximidade das eleições israelenses marcadas para 17 de março, o distanciamento entre os aliados tradicionais, Israel e Estados Unidos, tem se tornado mais evidente. Isso se reforça, sobretudo, após os sinais que apontam para um apoio de Obama ao bloco de oposição em Israel, o qual busca impedir a reeleição do Primeiro Ministro Netanyahu, líder do Likud. Numa eleição acirrada, esse respaldo pode ter efeito decisivo, alterando o contexto político de Israel e afetando o Oriente Médio como um todo. Este artigo busca apresentar as causas desta relação fria entre Netanyahu e Obama e o panorama da eleição israelense a fim de esclarecer as possíveis consequências dessa ligação. Argumenta-se que desde a chegada de Obama à Casa Branca, o presidente dos EUA divergiu com Israel em sua política externa para a Palestina e para o Irã, tendo de abrir mão de diversos objetivos por ele traçados em sua campanha. Desta forma, Obama demonstraria interesse que outro braço político governasse Israel na tentativa de alinhar as ambições entre os dois países aliados.

Barack Obama e Benjamin Netanyahu. Foto: AP / Pablo Martinez Monsivais.

Barack Obama e Benjamin Netanyahu. Foto: AP / Pablo Martinez Monsivais.

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Hezbollah e governo sírio atacam posições rebeldes próximas das Colinas de Golã


Tropas do governo de Bashar al-Assad, com o apoio de oficiais do grupo libanês Hezbollah e do Irã, atacaram posições de rebeldes ligados à Al-Qaeda ao sul de Damasco, perto das Colinas de Golã. As tropas chegaram próximas à fronteira deste território ocupado por Israel. As tensões na região aumentaram desde o dia 18 de janeiro, quando um ataque aéreo israelense matou seis soldados do Hezbollah e um general iraniano. As tropas de Assad e do Hezbollah conquistaram vários pontos estratégicos dos rebeldes, muitos deles ligados à Frente al-Nusra.

Foto: AFP / Getty

Foto: AFP / Getty

Hezbollah ataca comboio do exército israelense


Dois soldados israelenses morreram e sete ficaram feridos devido a um ataque do Hezbollah na fronteira com o Líbano. O ministro das relações exteriores israelense, Avigdor Lieberman, defendeu que o exército israelense deveria responder de “maneira vigorosa e desproporcional”. Israel já retaliou com tiros de artilharia no sul do Líbano, matando um soldado espanhol da missão de paz da ONU na região. Há duas semanas, Israel atacou e matou vários membros do Hezbollah em território sírio.

Foto: Reuters / Maruf Khatib

Foto: Reuters / Maruf Khatib

Hamas e Hezbollah condenam atentado terrorista em Paris


O grupo islamista palestino Hamas e o libanês Hezbollah condenaram o atentado terrorista à revista Charlie Hebdo em Paris ocorrido na semana passada. Segundo eles, essas atitudes são mais nocivas ao Islã do que as charges que fazem piada com Maomé. Tais declarações foram feitas após o primeiro ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, ter associado os dois grupos a movimentos jihadistas e terroristas, tais como o “Estado Islâmico”.

Foto: Regis Duvignau / Reuters.

Foto: Regis Duvignau / Reuters.

Hezbollah começa a recrutar não-xiitas para lutar contra “Estado Islâmico”


O grupo libanês Hezbollah começou a recrutar homens cristãos, drusos e sunitas no leste do Líbano para formar brigadas de resistência para combater o “Estado Islâmico” (EI). Armas e treinamento também estariam sendo oferecidas àqueles que se voluntariarem para lutar contra o EI e seus afiliados.

Foto: Mohammed Zaatari / The Daily Star.

Foto: Mohammed Zaatari / The Daily Star.

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EUA deve enviar mais 1.500 soldados ao Iraque


Os Estados Unidos devem enviar mais 1.500 soldados ao Iraque, praticamente dobrando a presença estadunidense naquele país, afirmou o Pentágono. Esses soldados serão enviados a pedido do governo iraquiano e deverão treinar brigadas iraquianas e curdas para a luta contra o “Estado Islâmico”.

Foto: AFP

Foto: AFP

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“Estado Islâmico” avança sobre território libanês


Região de maioria sunita teria sido conquistada pelo “Estado Islâmico” e Frente al-Nusra. A perspectiva é de que o conflito se intensifique, com o Hezbollah realizando a defesa dos territórios libaneses contra os grupos terroristas sírios, que mantêm reféns soldados do grupo xiita libanês.

Foto: Natalia Sancha

Foto: Natalia Sancha

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Israel bombardeia território no sul do Líbano


Após pelo menos dois soldados israelenses terem sido feridos por uma explosão na fronteira com o Líbano, o Exército de Israel retaliou com pelo menos quinze disparos de artilharia. O Hezbollah assumiu a autoria da explosão, o que ocorre pela primeira vez desde 2006. Há dois dias, um soldado libanês havia sido ferido por um disparo na mesma região.

Foto: Reuters / Amir Cohen

Foto: Reuters / Amir Cohen

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Hezbollah responde a ataques da al-Nusra no leste do Líbano


Soldados do grupo radical sunita Frente al-Nusra, afiliada à al-Qaeda, e do grupo xiita libanês Hezbollah têm se enfrentado na fronteira entre a Síria e Líbano. Esse é mais um passo na “exportação” da guerra civil síria ao Líbano, cujo território já é o terceiro a ser palco de conflitos oriundos da crise síria.

Foto: Getty Images

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Líbano: o front esquecido


Enquanto as atenções do mundo estão voltadas para a Síria e o Iraque, o enfrentamento ao “Estado Islâmico” possui sérias consequências em outro país da região, o Líbano. Apesar de ser o menor país que faz fronteira com a Síria, o Líbano está recebendo uma grande parte dos refugiados sírios, o que faz cair por terra a posição libanesa de não envolvimento no conflito,

Foto: Associated Press

Foto: Associated Press

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O pesadelo iraniano no Oriente Médio


Engana-se quem pensa que a atual onda de instabilidade e conflitos civis na Síria e no Iraque favorecem o Irã. Sectarismo vai contra os interesses de Teerã pois diminui sua influência no Oriente Médio.

Presidente Rouhani. Foto: Wikimedia Commons.

Presidente Rouhani. Foto: Wikimedia Commons.

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Parlamento libanês fracassa na quinta tentativa de escolher novo presidente


A três dias do fim do mandato do presidente do Líbano, Michel Suleiman, o parlamento fracassou por falta de quorum nesta quinta-feira (22/05) na quinta tentativa de escolher um sucessor, como já ocorreu nas votações anteriores, devido às diferenças políticas entre os principais blocos.

Foto: Efe.

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Fracassa terceira tentativa para escolher presidente do Líbano


Por falta de quórum, o parlamento do Líbano não conseguiu eleger nesta quarta-feira (07/05) o novo presidente do país na terceira sessão de votações por falta de quórum, como já ocorreu na última rodada, realizada há uma semana. O presidente da Câmara, Nabih Berri, suspendeu a sessão devido à ausência de 60 deputados, entre eles todos os membros do grupo parlamentar do grupo xiita Hezbollah.

Foto: Efe.

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Exército sírio toma principal bastião rebelde junto à fronteira com o Líbano


Ao entrar no quarto ano de guerra, forças do governo da Síria realizam importante avanço estratégico na fronteira com o Líbano. O exército sírio recuperou o controle total sobre a cidade de Yabrud, a qual era o principal bastião das forças rebeldes por servir de rota para provisões de recursos materiais e humanos.

Soldados sírios em Yabrud. Foto: Joseph Eid / AFP.

Soldados sírios em Yabrud. Foto: Joseph Eid / AFP.

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EUA, Irã e Síria: possibilidades de reconfiguração geopolítica no Oriente Médio


Willian Moraes Roberto, pesquisador do NERINT e graduando em Relações Internacionais na Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Bruno Gomes Guimarães, pesquisador associado do ISAPE, mestrando em Relações Internacionais de programa conjunto da Freie Universität Berlin, Universität Potsdam e Humboldt-Universität zu Berlin. Bacharel em Relações Internacionais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Historicamente, o Oriente Médio tem se mostrado uma importante região para o cenário geopolítico internacional, não só por sua localização-chave entre três continentes, mas também pela sua riqueza em recursos energéticos, o que trouxe um elevado nível de penetração de interesses externos à região. Atualmente, a importância do Oriente Médio segue em alta, sendo a relação dos EUA com a região uma das problemáticas mais importantes. Oficialmente, Washington tem prestado esforços para se desengajar das custosas guerras em que lá se envolveu, almejando focar suas capacidades agora para o Pacífico, segundo a ideia conhecida como “o pivô para a Ásia”. Entretanto, há obstáculos diversos a tal política. Destes problemas, destaca-se a posição contra-hegemônica centrada no Irã e nos seus aliados, como a Síria e o Hezbollah. Por isso, é necessário que se analisem os recentes acontecimentos envolvendo a Síria e o Irã na metade final de 2013, quais sejam, a crise das armas químicas sírias e o acordo nuclear iraniano junto do P5+1, visto que podem impactar não somente a região, mas também o próprio jogo geopolítico internacional.

Fonte: Penn Live.

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Israel ataca carga de mísseis russos na Síria


Segundo funcionários dos EUA, Israel atacou a cidade portuária de Latakia, na Síria, e o alvo seria uma carga de mísseis russos SA-125 que supostamente seriam fornecidos ao Hezbollah.

Poster of Bashar al-Assad

Israel strikes Russian weapons shipment in Syria

The Guardian – 01/11/2013

Israeli warplanes have attacked a shipment of Russian missiles inside a Syrian government stronghold, officials say, a development that threatened to add another volatile layer to regional tensions from the Syrian civil war.

The revelation came as the government of President Bashar al-Assad met a key deadline in an ambitious plan to eliminate Syria’s entire chemical weapons stockpile by mid-2014 and avoid international military action.

The announcement by a global chemical weapons watchdog that the country has completed the destruction of equipment used to produce the deadly agents highlights Assad’s willingness to cooperate, and puts more pressure on the divided and outgunned rebels to attend a planned peace conference.

An Obama administration official confirmed the Israeli airstrike overnight, but provided no details. Another security official said the attack occurred late on Wednesday in the Syrian port city of Latakia and that the target was Russian-made SA-125 missiles.

There was no immediate confirmation from Syria.

Since the civil war in Syria began in March 2011, Israel has carefully avoided taking sides, but has struck shipments of missiles inside Syria at least twice this year.

The Syrian military, overstretched by the civil war, has not retaliated, and it was not clear whether the embattled Syrian leader would choose to take action this time. Assad may decide to again let the Israeli attack slide, particularly when his army has the upper hand on the battlefield inside Syria.

Israel has repeatedly declared a series of red lines that could trigger military intervention, including the delivery of “game-changing” weapons to the Syrian-backed Lebanese Hezbollah group.

Israel has never officially confirmed taking action inside Syria to avoid embarrassing Assad and sparking a potential response. But foreign officials say it has done so several times when Israeli intelligence determined that sophisticated missiles were on the move.

In January, an Israeli airstrike in Syria destroyed a shipment of advanced anti-aircraft missiles bound for Hezbollah, according to US officials. And in May, it was said to have acted again, taking out a shipment of Iranian-made Fateh-110 missiles at a Damascus airport.

The Fateh-110s have advanced guidance systems that allow them to travel up to 200 miles per hour with great precision. Their solid-fuel propellant allows them to be launched at short notice, making them hard to detect and neutralise.

Israel has identified several other weapons systems as game changers, including chemical weapons, Russian-made Yakhont missiles that can be fired from land and destroy ships at sea, and Russian SA-17 anti-aircraft missiles. Israel’s January airstrike is believed to have destroyed a shipment of SA-17s.

Syrian activists and opposition groups reported strong explosions on Wednesday night that appeared to come from inside an air defence facility in Latakia. They said the cause of the blasts was not known.

Fonte: http://www.theguardian.com/world/2013/nov/01/israel-strikes-russian-weapons-syria

Russia realoca seus S-400 perto da Turquia e Hezbollah transfere unidades de combate para Sìria


Imagem: n.i.

 

Russian S-400s relocated near Turkey. Hizballah shifts units, rockets into Syria

DEBKAfile – 18/10/2012

Hizballah has begun depleting line of rockets and fighting units it has facing Israel from the Litani River of South Lebanon and moving them to the Syrian front line at Homs to strengthen Assad’s forces, DEBKAfile’s military sources reveal. Hizballah’s forward line against Israel is still in place among the southernmost Shiite villages, but a part of their artillery back-up is gone and, for the first time, Hizballah’s ground-to-ground rockets are moving in an eastward direction into Syria. This is a striking reversal of the usual direction taken by Hizballah hardware which, for years, headed from east to west to reach Lebanon from Iran and Syria.

This step attests to the scope, fury and determination of the Syrian army’s current land and air offensive against the rebels. (mais…)