Houthi

Negociações de paz sobre o Iêmen têm início no Kuwait


As negociações de paz sobre o Iêmen apoiadas pela ONU tiveram início na última quinta-feira (21/04). As delegações dos Houthis e do grupo do ex-presidente Ali Abdullah Saleh, que se opõe ao governo, chegaram ao Kuwait após receberem garantias de que o cessar-fogo será respeitado pela coalizão liderada pela Arábia Saudita. As conversas estavam previstas para iniciar na segunda-feira, porém os representantes da oposição não compareceram.

Foto: M. al-Sayaghi / Reuters

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Negociações de paz sobre Iêmen são adiadas


A rodada de negociações de paz sobre o Iêmen, com início previsto para esta segunda-feira (18/04), foram adiadas após algumas delegações não comparecerem. Os representantes dos Houthis e do grupo do ex-presidente Ali Abdullah Saleh, aliados na luta contra o governo e a coalizão liderada pela Arábia Saudita, não chegaram ao Kuwait em tempo para as conversas. Segundo diversas fontes, o cessar-fogo que teve início no dia 10 de abril não é respeitado por nenhuma das partes.

Foto: M. Huwais / AFP/ Getty Images

Governo do Iêmen aceita negociar com rebeldes Houthis


O governo do Iêmen aceitou, nesta segunda-feira (19/10), conversar com os rebeldes xiitas Houthis a fim de encerrar o conflito que assola o país e a possível implementação de resolução da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a situação. Diálogo ocorrerá em Genebra no fim do mês de outubro. Entre as medidas previstas pela ONU estão a deposição de armas pelos rebeldes. Governo é mantido por uma coalizão liderada pela Arábia Saudita, que realiza bombardeios contra os xiitas desde março.

Foto: Reuters

Anistia Internacional condena bombardeio de civis no Iêmen


Na semana passada, a Anistia Internacional lançou um relatório condenando fortemente os bombardeios realizados pela coalizão árabe no Iêmen, que estariam tornando necessária a evacuação de cidades e até mesmo de regiões inteiras no país. De acordo com a organização não governamental, esse tipo de situação demonstra uma total ausência de distinção entre alvos civis e militares por parte dos agressores, o que traz à tona uma importante discussão sobre direitos humanos no conflito. O relatório é o resultado de treze investigações de campo de bombardeios realizadas na cidade de Sa’da desde março deste ano.

Foto: Times of Israel / YouTube.

Houthis comprometem-se com plano de paz para o Iêmen


Nesta quarta-feira (07), as Nações Unidas informaram que os rebeldes Houthis teriam concordado em acatar à resolução do Conselho de Segurança elaborada em abril, que pede pelo fim da violência e pela retirada das principais áreas ocupadas. A informação teria sido confirmada por um representante do partido do ex-presidente Ali Abdullah Saleh, supostamente aliado dos Houthis. A ONU anunciou que enviará um representante para avaliar a reação dos demais grupos envolvidos no conflito do país.

Foto: EPA.

Iêmen: Houthis divididos


O artigo de Michelle Ghabrial publicado na Foreign Affairs analisa os efeitos dos bombardeios sauditas no Iêmen, que acentuaram as divisões do país e dentre os rebeldes Houthis. Estes, desde que tomaram o poder, vêm perdendo apoio popular devido à corrupção, erros econômicos, falhas burocráticas e perseguições políticas.

Foto: AP / Hani Mohammed.

Foto: AP / Hani Mohammed.

 

Coalizão liderada pela Arábia Saudita planeja ofensivas terrestres no Iêmen


Depois de quatro meses de conflitos, soldados apoiados pela Arábia Saudita realizaram uma ofensiva terrestre no Iêmen, adquirindo controle de uma das principais cidades do país e inaugurando uma estrutura de guerrilha por terra contra as forças rebeldes Houthi. As tropas, secretamente treinadas pela Arábia Saudita, podem alterar o equilíbrio do conflito entre os Houthis e forças sunitas alinhadas ao presidente exilado Abed Rabbo Mansour Hadi.

Foto: Khaled Abdullah, Reuters.

Foto: Khaled Abdullah / Reuters.

Houthi perdem território no Iêmen


Forças leais ao presidente do Iêmen exilado na Arábia Saudita, Abd-Rabbu Mansour Hadi, conseguiram retomar a região do aeroporto de Aden que até o momento estava sob domínio de forças dos rebeldes Houthi. Esta operação militar, denominada “Operação da Flecha de Ouro”, foi o maior avanço da base governista desde que os Houthis entraram na cidade, em março deste ano.

Foto: STR, EPA.

Foto: STR / EPA.

 

A estratégia dos Houthi contra a Arábia Saudita é a mesma do Hezbollah contra Israel?


Analistas apontam que, de acordo com os últimos acontecimentos, a estratégia dos Houthi no Iêmen é muito semelhante à utilizada pelo Hezbollah contra Israel quando este invadiu o Líbano em 2006. Ambos os grupos têm apoio do Irã e há indícios de que houve treinamento conjunto entre eles. Supõe-se que os Houthi comecem a atacar mais frequentemente o território da Arábia Saudita com mísseis para que Riade ponha fim aos bombardeios ou para forçar uma invasão terrestre, o que aumentaria significativamente os custos dos sauditas. Dessa forma, o “modelo de resistência” do Hezbollah, combinando técnicas de guerrilha a ataques com mísseis, poderia vir a sacramentar a vitória dos rebeldes iemenitas ao criar um atoleiro para a Arábia Saudita.

Foto: Mohammed Huwais, AFP, Getty Images.

Foto: Mohammed Huwais, AFP, Getty Images.

Al Qaeda alia-se a tribos armadas anti-houthis no Iêmen


Nas últimas semanas, a Al Qaeda aliou-se a tribos armadas anti-Houthis no Iêmen, posicionando-se junto a países como os Estados Unidos e Arábia Saudita em sua luta contra os rebeldes. Da mesma forma, a organização terrorista tem enviado à Síria um número significativo de soldados que lutam na coalizão contra o presidente Bashar al-Assad, movimento que também evidencia o alinhamento da Al Qaeda com os EUA.

Foto: Ammar Abdullah, Reuters.

Foto: Ammar Abdullah, Reuters.

Arábia Saudita abate míssil Scud lançado do Iêmen


Segundo as Forças Armadas da Arábia Saudita, um míssil Scud foi abatido lançado do Iêmen foi abatido em espaço aéreo saudita pelo sistema antimísseis Patriot de Riade no último fim de semana. Governo saudita afirma que todos os mísseis do tipo que o Iêmen possui, cerca de 300, foram redirecionados para atingir território saudita pelas milícias Houthi. Ação, primeiro uso do míssil Scud, marca uma escalada do conflito na região. As milícias iemenitas também teriam atacado posições sauditas na fronteira, deixando quatro pessoas mortas.

Foto: The Cubic Lane.

EUA encontrou-se secretamente com rebeldes iemenitas


Conforme oficiais sauditas e estadunidenses, representantes dos Estados Unidos encontraram-se secretamente com os rebeldes iemenitas Houthi pela primeira vez para negociar cessar-fogo. O Omã teria facilitado a realização do encontro e Mascate, capital omanense, teria servido de local para a reunião. Sauditas temem que isso legitime os rebeldes Houthi no poder. Enquanto isso, a coalizão árabe vem intensificando bombardeios no Iêmen.

Rebelde Houthi em Sana. Foto: Mohammed Huwais / AFP.

Intervenção saudita no Iêmen apresenta pouco progresso


A intervenção da coalizão árabe liderada pela Arábia Saudita no Iêmen, cujo foco era a contenção das ações das milícias Houthi, já completa seu terceiro mês embora tenha alcançado muito pouco progresso. Desde seu início, no dia 26 de março, os rebeldes houthis já expandiram seu território enquanto mantêm o controle da capital Sana, apesar dos bombardeios sauditas. Estes já mataram cerca de 1.800 pessoas, davastaram parte da infraestrutura já precarizada da região, fortaleceram a Al Qaeda na Península Arábica (AQAP) e também agudizaram a situação humanitária iemenita, fatos que demonstram o relativo o insucesso das operações da coalizão. Segundo analistas, um dos erros de Riade seria a falta de uma visão de como terminar o conflito.

Foto: Reuters / Khaled Abdullah

Região atingida por bombardeio da coalizão árabe. Foto: Reuters / Khaled Abdullah.

Arábia Saudita retoma bombardeios no Iêmen


Nesta segunda-feira (18/05), a coalizão árabe liderada pela Arábia Saudita retomou os ataques aéreos a rebeldes houthis no Iêmen após cinco dias de cessar-fogo humanitário. Sauditas disseram que não pretendem retomar a trégua, porque rebeldes não a teriam respeitado. Porém, a Arábia Saudita ressaltou que, para que a ajuda humanitária continue chegando ao país, o aeroporto de Sanaa e aos portos de Aden e Al Hudaydah não serão atacados.

Foto: picture alliance / AP / A. Alseddik.

Arábia Saudita prossegue bombardeando o Iêmen


Após a coalizão árabe liderada pela Arábia Saudita ter anunciado ontem (21/04) que a campanha de bombardeios contra os rebeldes houthis terminara, Riade prossegue realizado ataques aéreos no Iêmen. Conforme o governo saudita, bombardeios continuarão sendo feitos, se rebeldes não frearem sua ofensiva militar. Haverá, então, apenas uma diminuição no número de ataques no Iêmen.

Bombardeios da coalizão árabe no Iêmen. Mapa: Bloomberg.

Coalizão árabe declara fim da campanha no Iêmen


Após quatro semanas, a coalizão árabe liderada pela Arábia Saudita anunciou nesta terça-feira (21/04) o fim da campanha de bombardeios contra os rebeldes houthis no Iêmen. Segundo o Ministério da Defesa saudita, as ameaças ao reino e a países vizinhos foram minimizadas, e a operação entrará agora numa nova fase. Esta, chamada “Recuperação da esperança”, terá o objetivo de impedir os avanços dos houthis, proteger civis e apoiar os esforços de evacuação e ajuda humanitária.

Foto: K. Abdullah / Reuters.

Parceria dos EUA com o Irã estende-se ao Iêmen


Limitada ao combate contra o “Estado Islâmico” inicialmente, a parceria dos Estados Unidos com o Irã agora parece ter se estendido ao Iêmen. O alinhamento de interesses ocorreu após o fortalecimento e expansão da Al-Qaeda da Península Arábica (AQAP, sigla em inglês) em território iemenita como consequência dos bombardeios aéreos realizados pela coalizão árabe liderada pela Arábia Saudita contra os rebeldes Houthis. Para os EUA, a AQAP é a facção mais perigosa e ameaçadora do grupo terrorista, e os Houthis também a combatem. Sendo assim, há uma aliança de facto com forças aliadas ao Irã.

Imagem: Penn Live.

Imagem: Penn Live.

EUA envia porta-aviões para o Golfo de Aden


Oficiais da Marinha dos Estados Unidos disseram que o porta-aviões USS Theodore Roosevelt foi enviado para o Golfo de Aden para interceptar eventuais carregamentos de armas do Irã para os rebeldes Houthis no Iêmen. Já há outras nove belonaves estadunidenses nos mares ao redor do país prontos para implementar o embargo de armas aprovado pelo Conselho de Segurança da ONU na semana passada. Contudo, a Marinha dos EUA não participa do bloqueio naval completo imposto pela Arábia Saudita e sua coalizão árabe.

Foto: Marine Corps.

Conselho de Segurança da ONU aprova embargo a milícias no Iêmen


O Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou nesta terça-feira (14/04) um embargo de armas a milícias Houthi e leais ao ex-presidente Ali Saleh no Iêmen. Na votação foram 14 votos a favor e somente a Rússia se absteve. A Arábia Saudita declarou que a resolução é um endosso aos ataques aéreos realizados pela coalizão árabe, mesmo que não haja menção a estes no texto. Rebeldes Houthis condenaram a medida. O Conselho de Segurança também demandou que as milícias liberem o terrítorio conquistado por elas, incluindo a capital Sanaa, e que voltem a negociar pacificiamente uma solução política para o impasse.

Bombardeio em Sanaa. Foto: Khaled Abdullah / Reuters.

EUA expande cooperação com sauditas em intervenção no Iêmen


No contexto da intervenção no Iêmen, os Estados Unidos estão expandindo a cooperação com a Arábia Saudita na área de compartilhamento de inteligência com o intuito de prover mais informações a respeito de possíveis alvos de bombardeios. A campanha aérea saudita já dura duas semanas, mas, mesmo com a intensificação dos bombardeios nos últimos dias, não conseguiu frear os avanços das milícias Houthis.

Bombardeio em Sanaa. Foto: Khaled Abdullah / Reuters.

Houthi lutam nas ruas pelo controle de Aden, no sul do Iêmen


As milícias Houthi estão lutando nas ruas da cidade portuária de Aden contra milícias, disputando o controle da cidade do sul do país. Centenas de feridos e dezenas de mortos levaram a Cruz Vermelha a decretar crise humanitária na cidade, com os conflitos se focando no centro antigo da cidade na quarta-feira (08/04). O cerco dos Houthi a Aden já dura três semanas, num conflito que muitos analistas creem ser um incidente da rivalidade entre Arábia Saudita e Irã. Enquanto os sauditas bombardeiam o Iêmen, o Irã negou estar apoiando as milícias Houthi, mas enviou duas embarcações militares para o golfo de Aden nesta semana.

Foto: Saleh al-Obeidi / AFP / Getty Images

Foto: Saleh al-Obeidi / AFP / Getty Images

Houthi estão abertos ao diálogo desde que bombardeios sauditas cessem


Um oficial das milícias xiitas Houthi afirmou que o grupo está pronto para dialogar uma vez que os bombardeios aéreos sauditas cessem. O oficial afirmou ainda que a mediação de uma terceira parte não envolvida na disputa geopolítica no país é um elemento necessário para o diálogo. A Rússia entrou com um pedido no Conselho de Segurança da ONU por um cessar-fogo no país que permita a retirada de estrangeiros do país e a entrada de ajuda humanitária.

Foto: EPA

Foto: EPA

Houthi avançam sobre Aden com apoio de ex-ditador iemenita


As milícias Houthi avançaram com armamento pesado sobre a segunda maior cidade do Iêmen, Aden, no sul do país. A cidade portuária é uma importante base política do presidente deposto, Abed Rabbo Mansour Hadi. A tomada da cidade pelos rebeldes xiitas seria uma grande derrota para a coalizão árabe liderada pela Arábia Saudita que desde a última semana faz bombardeio aéreos no país. Ali Abdullah Saleh, ex-ditador do país, está apoiando os Houthi em sua resistência ao ataque saudita. Saleh, que comandou o país durante 33 anos até a Primavera Árabe, reconquistou recentemente o apoio de setores da elite militar do país.

Foto: Naiyf Rahma / Reuters

Foto: Naiyf Rahma / Reuters

Arábia Saudita impõe bloqueio naval ao Iêmen


A marinha da Arábia Saudita deu início à imposição de um bloqueio naval ao Iêmen para impedir que os rebeldes Houthis rearmem-se. Bloqueio complementou bombardeios na cidade portuária de Aden para evitar avanço dos rebeldes. Por enquanto nenhum navio foi detido, mas Riade teme que o Irã tente enviar armas para auxiliar os Houthis. Além disso, se os rebeldes assumissem o controle dos portos iemenitas, na visão saudita e do Ocidente, o Irã teria controle de dois pontos de estrangulamento estratégicos para o comércio mundial de petróleo (Estreito de Ormuz e Golfo de Aden).

Mapa: InfoEscola.

Coalizão liderada pela Arábia Saudita bombardeia o Iêmen


A Arábia Saudita, conjutamente com Egito, Marrocos, Emirados Árabes, Qatar, Bahrein, Jordânia, Kuwait, Paquistão e Sudão, começou a bombardear os rebeldes xiitas Houthis no Iêmen e teria neutralizado a força aérea iemenita. A milícia já havia tomado a capital e importantes cidades do país, incluindo Aden, a cidade portuária onde o presidente Hadi, que agora encontra-se em Riade, refugiava-se. As operações militares não devem se limitar a ataques aéreos: Arábia Saudita anunciou que até 150 mil soldados estão envolvidos na intervenção, e o Egito já anunciou que também está preparado para enviar tropas. Os Estados Unidos estão apoiando a intervenção e provêm apoio logístico e de inteligência. Já o Irã denunciou os ataques como uma tentativa de fomentar a guerra civil no país. A escalada do conflito e o temor de que este seja duradouro fizeram o preço do petróleo subir e o dólar desvalorizar. Ataques iniciaram no mesmo dia em que se retomaram as negociações acerca do programa nuclear iraniano.

Casa bombardeada em Sanaa. Foto: Reuters.

Casa bombardeada em Sanaa. Foto: Reuters.

Arábia Saudita mobiliza armamento pesado na fronteira com o Iêmen


A Arábia Saudita moveu armamento pesado na direção da fronteira com o Iêmen, onde a milícia xiita Houthi controla o governo. Agora, a milícia estaria avanaçando em direção do porto de Aden, cidade do presidente deposto Abd-Rabbu Mansour Hadi, que pede às Nações Unidas uma intervenção internacional no país. Nem mesmo para os Estados Unidos, grande aliado saudita, está claro o motivo da mobilização na fronteira.

Foto: Wikimedia Commons

Foto: Wikimedia Commons

Milícia xiita Houthi toma duas bases militares no Iêmen


A milícia xiita Houthi tomou o controle de bases militares de forças especiais na quarta-feira (25/02). As tropas que ocupavam a base foram treinadas para operações antiterrorismo pelos Estados Unidos durante o governo de Ali Abullah Saleh, que caiu com manifestações da Primavera Árabe em 2011. Um posto da guarda costeira iemenita no Mar Vermelho também foi tomado pela milícia na cidade de Hodeidah.

Foto: Reuters / Khaled Abdullah

Foto: Reuters / Khaled Abdullah

A cooperação indesejada do EUA com o Irã pode extender-se ao Iêmen


Com um inimigo comum como o “Estado Islâmico”, Estados Unidos e Irã tiveram de cooperar militarmente. No Iêmen, agora que a milícia xiita Houthi parece ter tomado definitivamente o poder, os EUA terão outra vez de promover uma cooperação indesejada. O inimigo comum da vez é a Al-Qaeda da Península Arábica, que é alvo de ataques com drones estadunidenses. Um forte indicador é que, apesar de os EUA terem removido seus oficiais e fechado a embaixada na capital iemenita, Sana, uma força de operações especiais para combater o grupo terrorista permanece no país agora controlado pelos Houthi.

Foto: n.i

Foto: n.i

EUA, França e Reino Unido fecham suas embaixadas no Iêmen


As embaixadas dos Estados Unidos, da França e do Reino Unido em Sana, capital do Iêmen, foram fechadas com a justificativa e que a segurança no país se degradou nos últimos dias. A atitude pode ser seguida por outras representações europeias. Os cidadãos dos países também foram sugeridos de deixarem o país. As preocupações securitárias não foram vinculadas à tomada de poder da milícia xiita Houthi, e sim com ameaças do grupo terrorista sunita Al-Qaeda na Península Arábica. O país encontra-se num delicado momento de vazio de poder que pode transformar-se num conflito armado.

Foto: Yahya Arhab / EFE

Foto: Yahya Arhab / EFE

Milícia Houthi, que dissolveu parlamento do Iêmen, retoma negociações com oposição


Os rebeldes xiitas Houthi realizaram hoje (09/02) o primeiro encontro com seus rivais políticos desde que dissolveram o parlamento do Iêmen na semana passada. As Nações Unidas mediaram o encontro entre o partido do presidente deposto, Abed Rabbo Mansour Hadi, e o grupo Houthi.

Soldados xiitas do grupo Houthi Foto: Khaled Abdullah / Reuters

Soldados xiitas do grupo Houthi.
Foto: Khaled Abdullah / Reuters