Integração Regional

Costa Rica retira-se de bloco regional da América Central


Na última quarta-feira (29/06), em Honduras, teve início a 47ª Cúpula do Sistema de Integração Centro-Americano (SICA), reunindo representantes dos seus oito países membros. Como ponto central da reunião, houve a discussão sobre a retirada da Costa Rica da organização. O país optou por abandonar a sua filiação após a recusa dos demais países membros em apoiarem as suas propostas de reforma e reestruturação da instituição, tendo o presidente Luis Guillermo Solís optado por comparecer à reunião da Aliança do Pacífico, de ocorrência simultânea. Além dessa questão, foram debatidos pontos relativos a possibilidade de formação de uma união aduaneira na América Central.

Foto: Ansur.

Secretário-Geral da UNASUL comenta projeto de cidadania sul-americana


Na última quarta-feira (29/07), o secretário-geral da União das Nações Sul-Americanas (UNASUL), Ernesto Samper, afirmou que está em construção o projeto de “cidadania sul-americana” idealizado pelo bloco. A iniciativa visa a estabelecer uma  identificação de cidadania sul-americana para os mais de 400 milhões de habitantes do continente, permitindo-lhes a livre circulação e trabalho na região. Além disso, o secretário apontou para o potencial da iniciativa em servir como proteção dos mais de 25 milhões de sul-americanos que vivem no exterior — especialmente para aqueles que passam por julgamentos em tribunais estrangeiros.

Foto: Ansur.

11ª Cúpula da Aliança do Pacífico ocorre no Chile


Na última terça-feira (29/06), teve início a 11ª Cúpula da Aliança do Pacífico, reunindo os Chefes de Estado dos quatro países membros (Chile, Peru, Colômbia e México) e de dois países observadores (Argentina e Costa Rica). Na ocasião, o chanceler chileno Heraldo Muñoz celebrou a visita dos recém-eleitos Maurício Macri, da Argentina, e Pedro Pablo Kuczynski, do Peru como atores importantes para promoção dessa iniciativa regional. Já o presidente argentino pretende criar mais vínculos do Mercosul com a Aliança, a qual também deve se tornar uma área de livre comércio na América Latina.

Presidentes da Aliança do Pacífico. Foto: Nodal.

O Reino Unido pode voltar atrás e não sair da UE?


Na semana passada, o Reino Unido, em referendo, escolheu sair da União Europeia (UE). Algumas pessoas começaram a se arrepender diante das consequências, inclusive de possibilidade de dissolução do país. Segundo Carla Bleiker, ainda há possibilidades de reversão: o parlamento britânico pode votar contra a saída da UE, um novo referendo pode ser chamado para confirmar a intenção de saída e o modo que ela se dará, a UE pode fazer concessões suficientes para aplacar as demandas dos britânicos que querem o “Brexit” e, por fim, a Escócia pode vir a vetar a saída do país do bloco europeu.

Foto: E. S. Lesser / dpa / picture-alliance.

Temer boicotará cerimônia de posse de presidência do Mercosul pela Venezuela


O presidente interino do Brasil, Michel Temer, e seu chanceler, José Serra, avisaram que não comparecerão à reunião de cúpula do Mercosul que deve empossar a Venezuela como presidente do bloco. A presidência do Mercosul é exercida de forma rotativa em mandatos de seis meses. A reunião deve ocorrer em julho no Uruguai. Argentina e Paraguai também demonstraram reticências quanto a presidência venezuelana sobre o Mercosul devido à situação política no país. Recentemente o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos, o uruguaio Luis Almagro, invocou a cláusula democrática da organização para tratar da situação na Venezuela, o que foi duramente criticado pelo presidente do Uruguai, Tabaré Vasquez.

José Serra e Michel Temer (D). Foto: BOL Notícias.

UE pede saída rápida do Reino Unido


Nesta sexta-feira (24/06), as principais autoridades da União Europeia (UE) pediram por rapidez no processo de saída do Reino Unido do bloco, conforme decidido em referendo. Os presidentes do Conselho, da Comissão e do Parlamento da UE advertiram que atrasos elevariam a incerteza. Países da UE já manifestaram que não desejam esperar até a renúncia de Cameron em outubro para começar as tratativas de desvinculação de Londres à organização. Enquanto isso, líderes de partidos nacionalistas de extrema-direita já estão pedindo a realização de referendos iguais aos do Reino Unido, na França, Holanda, Dinamarca, Alemanha, Itália e outros.

Imagem: n.i.

Em referendo, Reino Unido decide sair da União Europeia


Em referendo realizado na quinta-feira (23/06), a maioria dos cidadãos do Reino Unido decidiu-se pela saída da União Europeia (UE). O “Brexit” recebeu aproximadamente 52% dos votos, enquanto a permanência ficou com 48%. Escócia, Irlanda do Norte e a cidade de Londres votaram para permanecer na UE, enquanto o restante da Inglaterra e o País de Gales optaram pela saída do bloco. Eleitores mais jovens apoiaram a UE ao passo que os mais idosos foram contrários. Resultado afetou diversas bolsas de valores ao redor do mundo e a moeda do país teve queda histórica. A favor da continuação na UE, o primeiro-ministro David Cameron já anunciou sua renúncia, a qual deve ocorrer em outubro.

Mapa: El País.

África Ocidental: oportunidades e desafios da integração regional frente às relações interafricanas (desde os anos 1960)


Confira aqui a tese do pesquisador do ISAPE, Mamadou Alpha Diallo, sobre as relações interafricanas a partir dos processos de integração regional em curso na parte ocidental do continente. O trabalho trata das incoerências entre o objetivo da integração regional, que é comum a todos, e a criação fragmentada de instituições econômicas e monetárias, baseadas em laços coloniais e em rivalidades internas. Mostra-se que, apesar de da serem apresentadas como complementares, as organizações de integração econômica e monetárias da África Ocidental, nomeadamente a CEDEAO (Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental), UEMOA (União Econômica e Monetária do Oeste Africano) e ZMOA (Zona Monetária do Oeste Africano), representam interesses particulares tanto interna quanto externamente e, consequentemente, a real integração política e econômica demora a se concretizar.

Membros da CEDEAO. Em verde: membros da CEDEAO e da UEMOA. Em vermelho: CEDEAO e ZMOA. Em azul: somente CEDEAO. Mapa: Wikimedia Commons.

Política externa e integração na África Oriental: um estudo sobre Uganda, Tanzânia e Quênia


Confira aqui a dissertação do pesquisador e atual diretor-geral do ISAPE, Marcelo de Mello Kanter, sobre o processo de integração da África Oriental e as políticas externas de Quênia, Uganda e Tanzânia. O trabalho procura responder por que as políticas externas desses três países convergiram ao final da década de 1990 culminando na refundação da Comunidade da África Oriental (CAO). Levando em consideração tanto a política interna e o sistema internacional, a pesquisa realizada mostra que na Tanzânia a transição presidencial foi determinante para a mudança na política externa; já em Uganda, a superação da instabilidade interna (principalmente insurgências) permitiu o maior engajamento regional. Em contraste, a política externa queniana mostrou-se mais reativa ao contexto externo: a perda de valor estratégico do país para os Estados Unidos com o fim da Guerra Fria obrigou-o a buscar aliados regionais para evitar isolamento. Conclui-se que, mesmo havendo essa convergência e paulatinos avanços na CAO, ainda restam muitos desafios, pois os três países disputam entre si para tornar-se polos de poder.

Imagem: 24Tanzania.com

Segurança ambiental dos recursos hídricos internacionais: conflito e cooperação na bacia do Zambeze


Confira aqui a monografia da pesquisadora do ISAPE, Luciana Costa Brandão, sobre a situação dos recursos hídricos transfronteiriços na Bacia do Zambeze a partir da ótica da segurança ambiental. O trabalho identifica quais são os principais fatores de risco e ameaças aos sistemas hídricos compartilhados por dois ou mais países em geral e no caso específico do Zambeze na África Austral. Nota-se que a integração regional como um todo e a construção conjunta de projetos entre os Estados ribeirinhos são fatores que podem contribuir para o fortalecimento da segurança. Observa-se também que a incorporação dos múltiplos agentes de segurança aos mecanismos de cooperação institucionalizados é um passo importante para que se alcance uma segurança ambiental mais abrangente nas bacias hidrográficas internacionais.

Bacia hidrográfica do rio Zambeze. Mapa: Worldtraveller / Wikimedia Commons / University of Texas.

Relações em eixo e integração produtiva na América do Sul: Argentina, Brasil e Venezuela


Confira aqui a monografia do pesquisador do ISAPE, Leonardo Albarello Weber, sobre relações em eixo e integração produtiva na América do Sul, entre Argentina, Brasil e Venezuela. O trabalho procura analisar o papel estratégico de tais relações para a integração sul-americana, notando que foram construídos vínculos que hoje são um fator-chave para a política e integração regionais e que a integração produtiva é central ao desenvolvimento econômico e à integração regional como um todo apesar dos desafios.

Imagem: Jornal GGN.

Sudão do Sul é admitido na Comunidade da África Oriental


Na última quarta-feira (02/03), o Sudão do Sul foi admitido na Comunidade da África Oriental (EAC, em inglês). A organização, composta por Uganda, Quênia, Tanzânia, Ruanda e Burundi, busca a integração e o desenvolvimento regional.

Imagem: Daily Nation

Presidente de Uganda defende federação na África Oriental


O presidente de Uganda, Yoweri Museveni, defendeu sua permanência no cargo por mais cinco anos a fim de impulsionar a integração entre países da África Oriental. Museveni está no poder há 30 anos. Ele crê que uma federação entre os países da região seja a única forma de se defender de potências estrangeiras e garantir a soberania. O plano prevê um único Estado formado pelo Burundi, pelo Quênia, pela Ruanda, pela Uganda e pela Tanzânia.

Yoweri Museveni. Foto: Daily Monitor

Bolívia e Peru discutem construção de ferrovia transoceânica


Os presidentes de Bolívia e Peru, Evo Morales e Ollanta Humala, respectivamente, concordaram, nesta quinta-feira (28/01), em impulsionar o projeto da ferrovia transoceânica, que deve integrar os oceanos Atlântico e Pacífico. Plano inicial da ferrovia, financiado pela China, para integrar o porto de Santos, no Brasil, com o porto de Ilo, no Peru, não integrava a Bolívia, que vem pressionando para a alteração do mesmo.

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Foto: Nodal.

Brasil e Equador aprofundam relações bilaterais


A presidente do Brasil, Dilma Rousseff, e o presidente do Equador, Rafael Correa, acordaram nesta terça-feira (26/01) em aprofundar as relações bilaterais. Além de questões comerciais e sistemas de crédito, os dois líderes também discutiram a conexão de Manaus com a cidade costeira equatoriana Manta, que permitiria o acesso brasileiro ao Pacífico.

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Foto: ANSUR.

Brasil e Uruguai firmam acordo de livre comércio para setor automotivo


Nesta quarta-feira (09/12), Brasil e Uruguai firmaram um acordo de livre comércio no setor automotivo. É o primeiro acordo desse tipo entre países do Mercosul, o qual não contempla o setor automotivo por se tratar de um mercado sensível. Espera-se que a medida abra as portas para acordos semelhantes com os demais países do bloco, notadamente com a Argentina.

Foto: Juan Barbosa / Folhapress.

Dinamarca rejeita maior integração com a UE


Na quinta-feira (03/12), os dinamarqueses rejeitaram em um referendo propostas para adotar leis vigentes na União Europeia (UE). A medida visava a uma maior integração do país com o bloco e incluia a permanência na agência policial europeia, a Europol. O “não” recebeu 53,1% dos votos contra 46,9% do “sim”.

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Foto: DW / M. Brabant.

Comunidade da ASEAN é oficialmente aprovada


Os países do sudeste asiático aprofundaram a integração regional com a aprovação da Comunidade ASEAN (Associação de Nações do Sudeste Asiático) neste domingo (22/11). Comunidade deve ter início efetivo em 31 de dezembro deste ano. Ela realiza a ideia de 2003 de uma Comunidade com três pilares:  Político e Securitário; Econômico; e Sociocultural.  Outras medidas como uma diretriz para os próximos dez anos (ASEAN 2025) foram aprovadas.

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Foto: Shutterstock.com

Cameron apresenta condições para permanência do Reino Unido na UE


Nesta terça-feira (10/11), o primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, apresentou quatro metas de reforma na União Europeia (UE) como condições para que o país permaneça no bloco. As quatro áreas incluem o fim da suposta discriminação dos países que não pertencem à zona do euro, mais poder para os legislativos nacionais, menos restrições burocráticas para aumentar a competitividade e, mais controversamente, maior controle sobre a política de migração. Esta serviria para impedir imigrantes de países membros da UE de pedirem benefícios sociais em outros países do bloco. Até o fim de 2017, um referendo deve ocorrer no Reino Unido acerca da sua permanência no bloco regional.

Foto: A. Dennis / Getty Images / AFP.

A herança dos 12 anos de “kirchnerismo” para a Argentina


Em artigo publicado no Opera Mundi, Juan Santiago Fraschina analisa a herança dos 12 anos de “kirchnerismo” na política econômica da Argetina. Segundo o autor, o país conseguiu, após a derrocada do neoliberalismo, reduzir as desigualdades enquanto mantinha altos níveis de crescimento econômico. Fraschina ainda conclui que a integração regional é necessária para a industrialização das economias locais e para a proteção contra a crise financeira internacional.

Foto: Flickr / CC / José María Pérez Nuñez.

Candidato à presidência da Argentina visita Brasil e Uruguai


O candidato à presidente da Argentina, Daniel Scioli, intensificou sua agenda internacional visitando o presidente uruguaio, Tabaré Vázquez, em Montevidéu e a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, em Brasília. O candidato prometeu que, caso vencedor nas eleições de 25 de outubro, manterá uma agenda para fortalecer a integração regional.

Fotos: Nodal.am

China, América do Sul e a integração regional


Confira aqui o artigo dos pesquisadores do ISAPE Bruno Gomes Guimarães e Diogo Ives publicado na revista The Diplomat nessa segunda-feira (21/09). Os recentes investimentos chineses em infraestrutura na América do Sul, com o objetivo de facilitar a exportação de matéria-prima para a China e o acesso de manufaturas asiáticas, apresenta tanto um desafio quanto uma oportunidades para os países sul-americanos. O Brasil e seus vizinhos têm uma oportunidade de evitar uma possível desindustrialização e integrar a região.

Foto: Reuters / Ivan Alvarado.

América do Sul, China e os novos meios da integração (inter-)regional


Confira aqui o artigo escrito pelo pesquisador do ISAPE, Bruno Gomes Guimarães, e Diogo Ives, mestrando em ciência política na UFRGS, a respeito dos investimentos chineses em infraestrutura na América do Sul e os desafios para a integração regional do continente e do mesmo com a China.

Foto: Divulgação / Planalto.

Foto: Divulgação / Planalto.

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Planos de reforma da zona do euro começam a tomar forma


Depois das negociações de regaste para a Grécia, França, Alemanha e União Europeia passaram a cogitar seriamente reformas da Zona do Euro, com a criação de um governo econômico e impostos específicos para o bloco. O presidente francês, François Hollande, aventou a ideia do governo econômico com orçamento específico. Já na Alemanha e em Bruxelas, fala-se da criação do imposto específico para os países do euro. Em Berlim, no entanto, a chanceler Angela Merkel permanece cética quanto a essas reformas e ao invés disso favorece uma união política continental ainda mais forte, enquanto que o ministro das Finanças, Wolfgang Schäuble, é bem mais favorável às reformas, sendo muitas vezes mais ousado do que Hollande.

Foto: Thierry Chesnot, Getty Images.

Foto: Thierry Chesnot / Getty Images.

Mercosul assina a entrada da Bolívia no bloco como membro e Suriname e Guiana como associados


Em reunião de cúpula sob a presidência do Brasil, na última sexta-feira (17/07), os membros do Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Venezuela) assinaram a declaração que admite a Bolívia como novo membro efetivo do bloco, além da entrada de Guiana e Suriname como membros associados ao grupo. A decisão ainda depende da aprovação dos parlamentos do Brasil e do Paraguai, que presidirá o bloco pelos próximos 6 meses. Outro documento que previa a entrada da Bolívia para o grupo havia sido assinado em 2012, porém sem a assinatura do Paraguai, suspenso em virtude do golpe contra Fernando Lugo.

Foto: Divulgação.

Foto: Divulgação.

O mito do fracasso do Mercosul


O Grupo de Reflexão sobre Relações Internacionais (GR-RI), em artigo, desconstrói o mito de que o Mercosul teria fracassado e alerta para os perigos de sua flexibilização. O GR-RI informa que o comércio intrabloco cresceu bem acima do crescimento do comércio mundial nos últimos 15 anos e que, mais importante ainda, o comércio extra-bloco do Mercosul também aumentou acima do crescimento do comércio global, no mesmo período considerado. Dessa forma, a hipótese de que o Mercosul seria um fracasso e estaria impedindo maior participação dos Estados Partes nas cadeias produtivas globais — tese dos detratores do bloco — simplesmente não teria base empírica. Nesse contexto, o abandono da união aduaneira e a celebração célere e isolada de acordos de livre comércio com grandes potências econômicas seria um grande erro ao comprometer espaços de manobra de políticas industriais e tecnológicas.

Foto: PR / Ricardo Stuckert.

França adverte Reino Unido contra referendo sobre UE


A França advertiu o Reino Unido contra a realização do referendo sobre manutenção do país na União Europeia (UE). Para Paris, essa medida é “arriscada” e “perigosa”; porém, a Alemanha já sinalizou estar aberta para diálogo sobre reformas na organização. O governo francês, no entanto, já indicou que rejeitará quaisquer tentativas de Londres de alterar seu status na UE.

Foto: Etienne Laurent / Reuters.

Referendo sobre manutenção do Reino Unido na UE é anunciado pelo governo


O governo britânico anunciou hoje (27/05) uma proposta de lei para a organização de um referendo sobre “a manutenção ou não” do Reino Unido na União Europeia (UE) até o final de 2017 . O anúncio foi feito durante tradicional discurso da rainha ao Parlamento, em que ela lê o programa legislativo redigido pelo governo recém-eleito para os próximos cinco anos e marca a abertura da sessão parlamentar. Os pormenores da lei serão oficialmente apresentados aos deputados amanhã (28/05), à exceção da data exata do referendo. O primeiro-ministro David Cameron, que venceu as eleições de 7 de maio com maioria absoluta, prometeu, ainda antes da campanha eleitoral, a realização do mesmo. Outra medida constante do programa apresentado pela rainha Elizabeth é a devolução de “uma ampla gama de poderes” à Escócia, prometida por Cameron após a vitória do ‘não’ no referendo escocês sobre a independência do Reino Unido realizado em setembro.

Foto: Getty Images.

Concurso para professor de Relações Internacionais na UNILA


Estão abertas as inscrições para participar do concurso público para seleção de professor de Ensino Superior na UNILA, Universidade Federal da Integração Latino Americana, para a área de Relações Internacionais e Integração, subárea de Economia Política Internacional e Integração Regional. Podem se candidatar acadêmicos a partir do nível de Mestrado. Inscrições podem ser feitas do dia 13 de maio a 7 de junho de 2015.
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Unasul é única organização reconhecida por governo e oposição na solução da crise política venezuelana


A atuação da Unasul na solução negociada da crise política venezuelana contrasta com a recente atitude estadunidense em sancionar autoridades do país. Na última semana, chanceleres da Unsaul foram ao país e ouviram governo e oposição para garantir que não haja uma ruptura democrática. Em nota, o Itamaraty afirmou que “a Unasul é hoje o único organismo internacional que conta com a aprovação tanto do governo como da oposição para levar adiante a promoção do diálogo entre os venezuelanos”.

Foto: Agência Efe

Foto: Agência Efe