intervenção militar

Bélgica entra na coalizão para combater “Estado Islâmico” na Síria


Nesta sexta-feira (13/05), a Bélgica anunciou que vai participar da coalizão internacional para bombardear o grupo “Estado Islâmico” (EI) na Síria. O país enviará seis caças F-16 com previsão do início das operações em julho. Bruxelas se retirou das operações no Iraque de ataque ao EI na metade de 2015.

Foto: Getty Images.

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Turquia continuará a atacar curdos sírios e planeja intervenção com Arábia Saudita


O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, anunciou nesta quarta-feira (17/02) que os ataques de artilharia contra posições curdas na Síria não serão interrompidos. Os Estados Unidos e outros países já pediram pelo fim das operações, que já duram vários dias. Ainda, Ancara considera uma intervenção em conjunto com a Arábia Saudita na Síria. Riade já anunciou o envio de caças para bases aéreas turcas.

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Erdogan. Foto: Yasin Bulbul / Associated Press.

Sucesso da Rússia na Síria afeta negociações de paz


O ataques aéreos russos em apoio às forças do governo na Guerra Civil da Síria podem afetar as negociações de paz ao dificultar a posição de rebeldes e do Ocidente, segundo artigo de Liz Sly publicado no Washington Post (19/01). A intervenção da Rússia contra os rebeldes vem dando grandes vitórias para o regime de Bashar al-Assad, que agora possui vantagens nas negociações para finalizar o conflito. Esse fato muda a conjuntura em que os planos anteriores foram feitos, diminuindo a chance de concessões por parte do governo.

Foto: Khalil Ashawi / Reuters.

Turquia utiliza refugiados para forçar intervenção da OTAN?


O jornalista Arad Nir, em artigo publicado na semana passada, afirma que o Presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, está utilizando-se dos refugiados sírios para forçar uma intervenção ocidental na Síria. O governo turco, no início da crise, acolhia os refugiados e dificultava sua ida para a Europa. Mas, como a crise no vizinho prosseguia e causava instabilidade na região, Erdogan facilitou a fuga de refugiados para países da Europa Ocidental, o que forçaria uma intervenção “humanitária” da OTAN para derrubar o governo de Assad.

Foto: Reuters / Umit Bektas.

O problema da “responsabilidade de proteger”


Em artigo publicado na Carta Maior, os pesquisadores Joao Fernando Finazzi e Reginaldo Nasser, criticam o termo “Responsabilidade de proteger”, que foi utilizado como justificativa para diversas intervenções militares em assuntos internos de outros Estados, muitas vezes agravando os problemas já existentes. Os autores também analisam a intervenção dos Estados Unidos no conflito na Síria e a implicação disso para a presente crise de refugiados no Oriente Médio.

Foto: n.i.

Foto: n.i.

Coalizão árabe discute intervenção na Líbia


Os chefes militares de sete países árabes organizados em coalizão liderada pela Arábia Saudita se reunirão na próxima semana em Cairo, capital do Egito, para discutir uma possível intervenção na Líbia tal como já vêm fazendo no Iêmen. Sudão, Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Kuwait e Qatar, além de Egito e Arábia Saudita cogitam intervir para dar uma solução à instabilidade política líbia que já dura quatro anos. O país do norte africano encontra-se atualmente dividido entre dois governos controlados por milícias rivais. Ontem (11/05) a União Europeia também pressionava por ações militares em território líbio. Uma intervenção exclusivamente árabe reforçaria a posição de Riade no Oriente Médio.

Foto: SPA

Gen. Sisi (Egito) e Rei Salman (Arábia Saudita). Foto: SPA

Líbia rejeita planos militares da União Europeia para combater imigração ilegal


O embaixador da Líbia na Organização Nações Unidas (ONU) criticou as propostas da União Europeia (UE), que sugeriram a utilização de contingente militar contra os barcos que têm feito a travessia de imigrantes pelo Mar Mediterrâneo. A UE tem trabalhado em busca de apoio dentro da ONU para obter um mandato do Conselho de Segurança que autorize esta ação militar em solo estrangeiro — com base no capítulo VII da Carta da organização.  O representante líbio afirmou que a UE sequer entrou em contato com o governo do seu país para discutir a medida. A Líbia passa por profunda instabilidade política. A ONU estima que 60 mil pessoas já tentaram atravessar o Mediterrâneo somente este ano.

Foto: Reuters

Foto: Reuters

 

O “Estado Islâmico” vai impedir o pivô para a Ásia?


Robert E. Kelly argumenta que a incapacidade de os Estados Unidos pararem de se envolver em guerras no Oriente Médio — a luta contra o “Estado Islâmico” sendo o último exemplo — impede que o pivô para a Ásia seja realizado. Devido à política interna, Washington parece não conseguir se desvencilhar de atoleiros na região para poder se focar onde realmente importa para o país.

Foto: Reuters / Greg Baker.

Foto: Reuters / Greg Baker.

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EUA vai intensificar ataques aéreos contra o “Estado Islâmico”


O Secretário de Defesa dos Estados Unidos, Chuck Hagel, afirmou nesta quinta-feira (13/11) que os ataques aéreos sob comando estadunidense contra o “Estado Islâmico” no Iraque e na Síria serão intensificados. Hagel também disse que o povo dos EUA deve se preparar para um conflito longo e difícil.

Chuck Hagel, Secretário da Defesa dos EUA. Foto: Saul Loeb / AFP.

Chuck Hagel, Secretário da Defesa dos EUA. Foto: Saul Loeb / AFP.

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França bombardeará alvos do Estado Islâmico no Iraque


O presidente da França, François Hollande, confirmou participação francesa na intervenção aérea dos Estados Unidos em território iraquiano contra o Estado Islâmico, mas descartou ações militares na Síria e envio de tropas à região.

Foto: Reuters.

Foto: Reuters.

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Parlamento russo revoga autorização para intervenção militar na Ucrânia


O Senado russo anulou nesta quarta-feira (25/06), a pedido do presidente Vladimir Putin, a autorização para uma intervenção militar na Ucrânia, aprovada em março. Apenas um senador votou contra a decisão, enquanto 153 aprovaram o pedido de Putin. A decisão já entrou em vigor.

Foto: Wikimedia Commons.

Foto: Wikimedia Commons.

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Putin pede suspensão de licença parlamentar para intervenção militar na Ucrânia


O presidente russo Vladimir Putin pediu que o Parlamento suspenda a permissão para uma intervenção militar na Ucrânia. Medida foi aprovada pelo Parlamento da Rússia em março, e pedido pode aliviar a tensão na Ucrânia. Enquanto isso, a Alemanha pede maior participação russa em missão ucraniana da OSCE. Apesar de cessar-fogo, conflitos continuam no leste..

Foto: RIA Novosti / Mihail Metzel.

Foto: RIA Novosti / Mihail Metzel.

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Ásia em alerta com possível reinterpretação da constituição do Japão


O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, anunciou planos para acabar com a atual proibição ao Japão de combater em conflitos no exterior através de uma reinterpretação do Artigo 9 da constituição do país, que só permite a ação militar em legítima defesa do território japonês. Contudo, proposta põe a Ásia em alerta para com as reais intenções de Abe: seria um novo militarismo japonês ou um real apelo à segurança coletiva global?

Foto: Reuters.

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Shinzo Abe revela planos para que Japão possa combater no exterior


O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, anunciou planos para acabar com a atual proibição ao Japão de combater em conflitos no exterior. Abe quer que as forças armadas japonesas sejam capazes de intervir em conflitos além das fronteiras do país pela primeira vez desde o fim da Segunda Guerra Mundial. Medida deve aumentar tensões com a China.

Foto: Yuya Shino / Reuters.

Foto: Yuya Shino / Reuters.

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ONU aprova envio de quase 12.000 soldados à República Centro-Africana


O Conselho de Segurança da ONU autorizou nesta quinta-feira (10/04) o envio de uma missão de paz composta por 11.800 soldados e policiais para a RCA (República Centro-Africana). Proposta pela França, a operação das Nações Unidas terá período de atuação de um ano. Tropas vão tentar frear escalada de violência no conflito com “raízes de genocídio” que assola o país há mais de um ano.

Foto: H. Reichenberger / ACNUR.

Foto: H. Reichenberger / ACNUR.

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França apoia evacuação de muçulmanos da RCA como último recurso


Nesta terça-feira (08/04), a França disse que apoia a evacuação de muçulmanos sob ameaça na República Centro-Africana (RCA) como último recurso para evitar limpeza étnica e genocídio, a prioridade seria salvar vidas apesar da possível divisão do país. A ONU já informou que está tentando evacuar muçulmanos da capital da RCA, Bangui, que estão cercados por milícias cristãs.

Fonte: AFP.

Foto: AFP.

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Ucrânia pede ajuda à OTAN


Ucrânia apelou à OTAN por ajuda, pedindo que a aliança use todos as medidas necessárias para garantir sua integridade territorial e proteção de seu povo. O Conselho do Atlântico Norte, principal órgão da OTAN, vai se reunir extraordinariamente no domingo (02/03) pela 4ª vez na história.

Foto: Reuters / Gleb Garanich.

Manifestantes pedem ajuda do Ocidente. Foto: Reuters / Gleb Garanich.

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Parlamento russo autoriza o uso de força militar na Ucrânia


O Parlamento russo aprovou unanimemente o pedido do presidente Vladimir Putin para usar as Forças Armadas do país na Ucrânia “em defesa dos cidadãos russos e instalações militares” na Crimeia.

Foto: Maxim Blinov / RIA Novosti.

Foto: Maxim Blinov / RIA Novosti.

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França intermedia com sucesso uma trégua parcial na República Centro-Africana


Forças Armadas francesas conseguiram intermediar uma trégua parcial entre milícias rivais em Bangui, capital da República Centro-Africana. Negociações de paz mais abrangentes serão iniciadas na segunda-feira (13/01) ao se eleger um novo presidente interino.

Fonte: AFP.

Fonte: AFP.

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Líderes europeus negam apoio a missões militares francesas na África


UE rejeita pedido de ajuda da França para cofinanciar missões militares na África. Além disso, Alemanha e outros países-membros dizem esperar mudança de comportamento dos franceses, que recentemente intervieram no Mali e na República Centro-Africana.

Fonte:

Fonte: Lionel Bonaventure / AFP / Getty Images.

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Síria: investigações encerram no sábado, mas já há preparativos para intervenção


Syrian Ambassador to the United Nations Bashar Jaafari addresses the media at the United Nations Headquarters in New York August 28, 2013 (Reuters / Brendan McDermid)

Síria: investigações encerram no sábado, mas já há preparativos para intervenção

29 de agosto de 2013

Os inspetores da Organização das Nações Unidas (ONU) que estão na Síria para verificar se houve uso de armas químicas em quatro episódios distintos, ao longo dos dois anos de crise, deixarão o país no sábado (31). O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, apela para que a comunidade internacional aguarde a conclusão das avaliações dos especialistas. A situação se agrava com a ameaça de intervenção militar na Síria.

Inicialmente, os inspetores deveriam deixar a Síria apenas no domingo (01), e apresentar o seu relatório mais tarde. No entanto, uma conversa entre Ban Ki-moon e o presidente norte-americano, Barack Obama, mudou a decisão da ONU com o objetivo de “tornar o processo mais rápido em um momento que cresce a tensão na região”, revela entidade.

“Concluímos que os governo sírio fez de fato estes ataques”, afirmou Obama  em entrevista ao canal PBS. Mesmo sem os resultados dos estudos da ONU em mãos, Washington afirma ter provas que o governo de Assad usou gás sarin contra população. O presidente americano ainda não tomou sua decisão final a respeito da incursão militar no país árabe. “Se realmente decidirmos que o uso de armas químicas tem de ter repercussões, o regime de Assad receberá um sinal muito forte de que é melhor não o fazer outra vez”, declarou Obama

França, Reino Unido e Alemanha também dizem não haver dúvidas de a Síria usou armas químicas contra os seus cidadãos. Em Londres, cujo Parlamento vota nesta hoje (29) a autorização para uma intervenção militar com participação britânica, o Partido Trabalhista apresentou uma moção para exigir que seja identificado claramente qual o papel da ONU na operação

Ontem, no Reino Unido, os Trabalhistas tinham já obrigado o governo conservador de David Cameron a comprometer-se a não avançar com uma acão militar antes de os inspetores das Nações Unidas apresentarem o seu relatório, submetendo-se a um segundo debate e votação na Câmara dos Comuns.

Contudo, o governo britânico publicou hoje, segundo o RT, que qualquer incursão militar será legalmente empregada, mesmo que o Conselho de Segurança da ONU bloqueie a ação. Embora, a oposição dentro do Parlamento seja contrária a intervenção. A inteligência britânica compartilhou materiais contendo provando a ligação do governo sírio com as armas químicas em Damasco.

O ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo Machado, condenou ontem (28) o uso de armas químicas dizendo que a ação é “intolerável” e reiterou que o Brasil é contrário ao uso da força, no caso a intervenção militar. Ele lembrou que quaisquer ações armadas devem ser aprovadas pelo Conselho de Segurança da ONU.

Fidel Castro, em coluna publicada no site Opera Mundi, condenou qualquer intervenção militar contra a Síria. Dizendo que “Não se trata simplesmente de que os mísseis de cruzeiro apontem para alvos militares na Síria (…)”.

Para Ki-moon, é preciso dar espaço à diplomacia e à busca por uma solução negociada na Síria. Ele solicitou que seja respeitado o prazo de investigação acordado pelo membros da ONU. Mas os governos do Reino Unido, da França e dos Estados Unidos defendem uma intervenção armada imediata. A iniciativa deve ser submetida à votação no Conselho de Segurança das Nações Unidas. Ban Ki-moon pediu, também, hoje em Viena que seja compartilhada inteligência entre a ONU e os EUA para “agilizar o processo”.

O Embaixador da Síria, Bashar Jaafari, solicitou que a missão da ONU analisa mais três lugares, além do previsto. Alegando que houve utilização de armas químicas nas cercanias de Demascus contra os soldados sírios. Os ataques ocorreram nos dias 21, 24 e 25 em Jobar, Sahnaya e al-Bahariya.

Segundo o embaixador, o Reino Unido, França e EUA são “parte do problema” da crise na Síria, sendo os principais países que dão algum tipo de suporte para os insurgentes no país. Jaafari ainda acusou a ONU de negar o pedido do governo sírio em apoiar em investigações a respeito das 30 mortes ocorridas no dia 19 de março próximo à Allepo. “Eles negaram nossa solicitação para identificar o autor desde o rpimeiro dia, porque sabiam quem era Khan al-Assal [proximidade de Allepo]” disse o embaixador.

O Ministro das Relações Exteriores russo, Sergey Lavrov, reforçou o pedido para que sejam investigado, também, as novas áreas solicitadas pelo governo sírio. Sabendo que a missão irá utilizar os serviços do laboratório especializado no The Hague, o ministro pediu atentou para que não afete a investigações nas demais áreas.

Obama disse que não acredita que a oposição síria possa ter realizado os ataques do dia 21, nem que possua qualquer tipo de armamento químico. O presidente teria acusado o próprio governo sírio pelos ataques. Contudo, segundo o Departamento de Estado americano disse que não ter evidências de quem, dentro do governo sírio, teria executado os ataques químicos.

Com relação as inteligências dos demais países, Lavrov apelou que aguardem a conclusão das investigações das Nações Unidas antes de se encaminhar qualquer resolução para intervenção no regime de Assad. O chanceler russo disse que não está convencido com as declarações do governo americano a respeito do envolvimento do governo sírio nos ataques do dia 21 de agosto.

O presidente da França, François Hollande, disse que tudo deve ser feito para que seja possível encontrar uma solução política para a crise. Em meio as ansiedades e tensões da possível intervenção militar, o presidente sírio Bashar al-Assad disse que o país irá se defender de qualquer intervenção militar estrangeira.
Fontes:

Agência Brasil (http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-08-29/inspetores-da-onu-deixam-siria-no-sabado)

Opera Mundi (http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/30885/inspetores+da+onu+vao+apresentar+resultados+sobre+armas+quimicas+no+sabado.shtml)

Opera Mundi (http://operamundi.uol.com.br/conteudo/opiniao/30866/em+artigo+fidel+critica+intervencao+na+siria+e+ironiza+boato+sobre+snowden+em+cuba+.shtml)

RT (http://rt.com/news/syria-investigate-un-chemical-116/)

RT (http://rt.com/news/syria-crisis-live-updates-047/)

RT (http://rt.com/news/syria-military-action-delay-129/)

Al Jazeera (http://www.aljazeera.com/news/middleeast/2013/08/2013829114759697581.html)

EUA prepara apoio para intervenção militar francesa em Mali


Mali

U.S. Prepares Support for French Military Intervention in Mali

14 de janeiro de 2013 – All Africa

U.S. Secretary of Defence Leon Panetta has applauded France’s surprise airstrikes on Islamist rebels in northern Mali that began late last week and continued over the weekend.

Panetta added that the U.S. government is readying plans for assistance in the ongoing operations, which scholars and human rights workers worry could continue for an extended period.

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Secretário de Defesa estadunidense alerta que ação militar no Irã deve ser lidado como último recurso


Secretário de Defesa estadunidense, Leon Panetta (E) e Martin Dempsey, presidente do Estado Maior Conjunto dos Estados Unidos (D). Foto por: Paul J Richards/AFP/Getty Images

 Leon Panetta warns against Iran strike

The Guardian – 11/11/2011

Military action against Iran could have “unintended consequences” in the region, the US defence secretary, Leon Panetta, said on Thursday, hours after Tehran warned that an attack against its nuclear sites would be met with “iron fists”.

Panetta, who took over the Pentagon’s top job in July, said he agreed with the assessment of his predecessor, Robert Gates, that a strike on Iran would only delay its nuclear programme, which the west believes is aimed at making an atomic bomb.

“You’ve got to be careful of unintended consequences here,” Panetta told reporters at the Pentagon.

“It could have a serious impact in the region, and it could have a serious impact on US forces in the region,” he said. “And I think all of those things, you know, need to be carefully considered.” (mais…)