ISAPE

Lançamento do livro “Estudos de caso em política externa brasileira (1930–1985)”


O ISAPE convida todos e todas para o evento de lançamento de seu novo livro, Estudos de caso em política externa brasileira (1930–1985), que ocorrerá nesta quinta-feira, 8 de setembro, às 17h no auditório da Faculdade de Ciências Econômicas da UFRGS (Av. João Pessoa, 52 – Porto Alegre, RS). Integrante da série Cadernos ISAPE, o livro é organizado pelos professores André Reis da Silva e José Miguel Martins, com artigos escritos por alunas e alunos na disciplina de Política Externa Brasileira II no curso de Relações Internacionais da UFRGS. A elaboração do livro foi feita por meio de debates de revisão entre os professores, autores e autoras e o público participante da atividade de extensão Oficina de Política Externa Brasileira. No lançamento, o livro será vendido pelo valor de custo (R$ 15,00). Não perca!

livro PEB ISAPE

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Seminários de Estudos Estratégicos


O Instituto Sul-Americano de Política e Estratégia (ISAPE) tem o prazer de convidar todos e todas a participarem dos Seminários de Estudos Estratégicos entre os dias 18 e 21 de outubro de 2016. Uma realização do ISAPE com diversos parceiros, o evento incluirá, simultaneamente, o I Seminário de Estudos Estratégicos do Comando Militar do Sul, o III Seminário Brasileiro de Estudos Estratégicos Internacionais e o IV Seminário Casas de União. O eixo temático dos seminários é “Defesa como eixo da Estratégia Nacional de Desenvolvimento e da Inserção Internacional do Brasil”. As inscrições já estão abertas em: http://ufrgs.br/eventos-estudosestrategicos

seminários ee

Primeiro Boletim de Conjuntura do NERINT


Confira aqui o primeiro Boletim de Conjuntura do Núcleo Brasileiro de Estratégia e Relações Internacionais (NERINT), no qual constam quatro artigos escritos por pesquisadores e pesquisadoras do ISAPE. Entre os assuntos discutidos estão a transição política em Mianmar, as reformas internas na Coreia do Norte, a economia iraniana após o acordo nuclear e as negociações de paz da Síria.

capa boletim nerint

Coreia do Norte: ideologia, guerra e violência


Confira aqui o artigo do pesquisador do ISAPE Bruno Gomes Guimarães sobre o papel da guerra e da violência nas ideologias da Coreia do Norte publicado na revista Conjuntura Austral. Usando marcos teóricos de Malešević e Schmitt sobre a ideologização da violência, o trabalho analisa as ideologias norte-coreanas Songun e Ch’ongdae. Conclui-se que ambas lidam com inimizades nos extremos e estão conscientes de uma possibilidade de guerra envolvendo o país. No entanto, nota-se que elas são articuladas somente para fins defensivos e que servem para a mobilização de guerra constante na Coreia do Norte.

Imagem: Chosun.

A política externa do México de 1970 a 1994: entre o estado desenvolvimentista e o estado neoliberal


Confira aqui a monografia do pesquisador do ISAPE, Diogo Ives de Quadros, sobre a política externa mexicana entre 1970 e 1994. O trabalho usa os conceitos de paradigmas de Estado formulados por Amado Cervo para analisar a trajetória do México no período e explicar por que houve uma significativa alteração em sua política externa dos anos 70 para os 90. O Estado mexicano teria passado de desenvolvimentista para neoliberal, em grande medida, por constrangimentos econômicos criados pela reprodução do capitalismo na América Latina em combinação com decisões da elite política local. Porém, o quadro de análise proposto se mostra insuficiente para explicar as ações externas mexicanas no âmbito securitário.

Imagem: MexicoXport.

Política de defesa no Brasil: superando as lacunas entre fins e meios


Confira aqui o artigo do pesquisador associado do ISAPE, Marco Cepik, em coautoria com Frederico Bertol a respeito da política de defesa do Brasil publicado na revista Defence Studies. O trabalho mostra que ela foi fortalecida pela Estratégia Nacional de Defesa (END) de 2008 devido à clareza dos objetivos estratégicos delineados. Superar as lacunas entre esses fins e os meios adequados de atingi-los seria um esforço contínuo em qualquer país, mas o Brasil teria intensificado suas medidas com esse intuito desde 2008, mesmo em um contexto de crises econômicas e políticas.

Foto: n.i.

África Ocidental: oportunidades e desafios da integração regional frente às relações interafricanas (desde os anos 1960)


Confira aqui a tese do pesquisador do ISAPE, Mamadou Alpha Diallo, sobre as relações interafricanas a partir dos processos de integração regional em curso na parte ocidental do continente. O trabalho trata das incoerências entre o objetivo da integração regional, que é comum a todos, e a criação fragmentada de instituições econômicas e monetárias, baseadas em laços coloniais e em rivalidades internas. Mostra-se que, apesar de da serem apresentadas como complementares, as organizações de integração econômica e monetárias da África Ocidental, nomeadamente a CEDEAO (Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental), UEMOA (União Econômica e Monetária do Oeste Africano) e ZMOA (Zona Monetária do Oeste Africano), representam interesses particulares tanto interna quanto externamente e, consequentemente, a real integração política e econômica demora a se concretizar.

Membros da CEDEAO. Em verde: membros da CEDEAO e da UEMOA. Em vermelho: CEDEAO e ZMOA. Em azul: somente CEDEAO. Mapa: Wikimedia Commons.

A ascensão da China e os seus impactos para o leste asiático


Confira aqui a dissertação do pesquisador do ISAPE, Athos Munhoz Moreira da Silva, sobre a ascensão da China e os seus impactos para o leste asiático. Com base em uma análise histórica da ascensão chinesa, o trabalho trata da alteração fundamental na polaridade e na polarização regionais, com implicações em âmbito global. Constata-se que, diante da rivalidade estratégica entre Estados Unidos e China, os demais atores regionais buscam manter sua autonomia e margem de manobra entre as duas potências. Consideram-se três possíveis perspectivas para o leste asiático: uma hegemonia chinesa sem ocorrência de guerra central; o acirramento das tensões entre Pequim e Washington, com possibilidade de guerra central; e a concertação e criação de mecanismos de governança entre os atores regionais, podendo ser anárquica — sem líderes aparentes — ou hierárquica — condomínio de potências —.

Imagem: East by Southeast.

Quem governa a governança da internet? Uma análise do papel da internet sobre os rumos do sistema-mundo


Confira aqui a dissertação do pesquisador do ISAPE, Alexandre Arns Gonzales, sobre como a expansão da Internet afeta as estruturas de poder nas relações internacionais. Utilizando a Teoria de Redes e uma análise de Sistema-Mundo, o trabalho mostra quais são os grupos de interesses que disputam e moldam as diferentes áreas de governanças da Internet e sua arquitetura e também como que as práticas reais da governança da Internet impactam as relações entre o centro e periferia das relações internacionais.

Imagem: DigitalMed. 

Política externa e integração na África Oriental: um estudo sobre Uganda, Tanzânia e Quênia


Confira aqui a dissertação do pesquisador e atual diretor-geral do ISAPE, Marcelo de Mello Kanter, sobre o processo de integração da África Oriental e as políticas externas de Quênia, Uganda e Tanzânia. O trabalho procura responder por que as políticas externas desses três países convergiram ao final da década de 1990 culminando na refundação da Comunidade da África Oriental (CAO). Levando em consideração tanto a política interna e o sistema internacional, a pesquisa realizada mostra que na Tanzânia a transição presidencial foi determinante para a mudança na política externa; já em Uganda, a superação da instabilidade interna (principalmente insurgências) permitiu o maior engajamento regional. Em contraste, a política externa queniana mostrou-se mais reativa ao contexto externo: a perda de valor estratégico do país para os Estados Unidos com o fim da Guerra Fria obrigou-o a buscar aliados regionais para evitar isolamento. Conclui-se que, mesmo havendo essa convergência e paulatinos avanços na CAO, ainda restam muitos desafios, pois os três países disputam entre si para tornar-se polos de poder.

Imagem: 24Tanzania.com

A integração produtiva intra-Mercosul: diagnóstico, possibilidades e desafios


Confira aqui o artigo do pesquisador do ISAPE, Henrique Gomes Acosta, sobre o processo de integração produtiva entre as economias que compõem o Mercosul. O trabalho nota que esse é um fenômeno incipiente na região e que, embora tenha avançado nos últimos 20 anos, apresenta uma série de desequilíbrios geográficos e setoriais. Três dificuldades para um aprofundamento da integração das estruturas produtivas da região são apontadas: (i) os entraves relacionados à livre circulação de bens e à coordenação de políticas industriais entre os países do bloco; (ii) as deficiências da infraestrutura regional; e (iii) a insuficiência dos mecanismos regionais de financiamento de longo prazo.

Imagem: MRE.

A integração de infraestrutura na América do Sul: uma análise da logística e dos desafios à defesa regional


Confira aqui o artigo da pesquisadora do ISAPE, Bruna Jaeger, em coautoria com as pesquisadoras Isadora Coutinho, Naiane Cossul e Namisi de Oliveira, publicado na Revista de Estudos Internacionais sobre a integração de infraestrutura na América do Sul e seus impactos para a defesa e logística regionais. O trabalho nota que historicamente a integração infraestrutural sul-americana preocupa-se somente com efeitos comerciais e pouco com defesa e questões geopolíticas. As autoras mostram que a construção de grandes obras de energia, transportes e comunicações constitui-se em um fator significativo para aumentar as capacidades logísticas da região, formar cadeias produtivas e reduzir as assimetrias existentes, especialmente no interior da América do Sul.

Mapa: Guia Geográfico – Globo Terrestre. 

A China em transição: desdobramentos da crise financeira global e o rebalanceamento do modelo de crescimento


Confira aqui a monografia da pesquisadora do ISAPE, Júlia Simões Tocchetto, sobre os principais impactos da crise financeira global sobre a economia chinesa, i.e. a queda nas exportações e o aumento do investimento para compensá-la. Analisando o modelo de desenvolvimento chinês a partir das reformas de Deng Xiaoping em 1978, o trabalho mostra que a crise o colocou em cheque ao atingir as exportações do país e gerar uma necessidade de reconfiguração do mesmo. Portanto, a desaceleração da economia da China parece ter caráter estrutural e não apenas conjuntural. No entanto, assevera-se que é prematuro dizer com certeza que o modelo está esgotado ou que a China está a caminho de um novo estilo de desenvolvimento, pois há evidências em ambas as direções.

Foto: AFP.

Foto: AFP.

Infraestrutura e desenvolvimento: estudo de caso sobre IIRSA e COSIPLAN


Confira aqui a tese do pesquisador do ISAPE, Fernando Dall’Onder Sebben, sobre a conexão entre infraestrutura e desenvolvimento na América do Sul. O trabalho analisa as políticas públicas de infraestrutura de energia, transporte e comunicações em ambientes institucionais marcados por diferentes níveis de cooperação entre os setores público e privado a partir de um estudo de caso dos projetos da Iniciativa para a Integração da Infraestrutura Regional Sul-Americana (IIRSA) e do Conselho Sul-Americano de Infraestrutura e Planejamento (COSIPLAN) de 2000 a 2015. Verifica-se, na análise, que há quatro tipos ideais de vínculo entre infraestrutura e desenvolvimento: Estado Neo-utilitário, Estado Autônomo, Estado Facilitador e Estado Desenvolvimentista. Concluiu-se também que há um predomínio do modelo do Estado Facilitador na América do Sul e que isso significa que as políticas de infraestrutura predominantemente favorecem e ampliam as vantagens comparativas produtivas existentes, sobretudo na comercialização de produtos primários. Consequentemente, reforça-se o padrão de especialização regressiva e condicionam-se as opções e a trajetória de desenvolvimento do Brasil e da América do Sul.

Foto: Datacenter Dynamics.

Segurança ambiental dos recursos hídricos internacionais: conflito e cooperação na bacia do Zambeze


Confira aqui a monografia da pesquisadora do ISAPE, Luciana Costa Brandão, sobre a situação dos recursos hídricos transfronteiriços na Bacia do Zambeze a partir da ótica da segurança ambiental. O trabalho identifica quais são os principais fatores de risco e ameaças aos sistemas hídricos compartilhados por dois ou mais países em geral e no caso específico do Zambeze na África Austral. Nota-se que a integração regional como um todo e a construção conjunta de projetos entre os Estados ribeirinhos são fatores que podem contribuir para o fortalecimento da segurança. Observa-se também que a incorporação dos múltiplos agentes de segurança aos mecanismos de cooperação institucionalizados é um passo importante para que se alcance uma segurança ambiental mais abrangente nas bacias hidrográficas internacionais.

Bacia hidrográfica do rio Zambeze. Mapa: Worldtraveller / Wikimedia Commons / University of Texas.

Desenvolvimento e construção regional no Golfo da Guiné: os casos de Angola e Nigéria no pós-Guerra Fria


Confira aqui a monografia da pesquisadora do ISAPE, Marília Bernardes Closs, sobre os modelos de desenvolvimento e da construção de um espaço regional por parte de Angola e Nigéria no Golfo da Guiné. O trabalho procura averiguar se os dois países podem ser considerados potências regionais africanas no Golfo, no período que vai de 2000 a 2015. Mostra-se que, embora Angola e Nigéria sejam potências regionais africanas, elas ainda não o são com relação ao Golfo da Guiné. Luanda e Abuja não conseguiram construir um espaço regional efetivo e politicamente coordenado no Golfo, que adquiriu uma geopolítica própria, o que seria essencial para a superação de diversos gargalos estruturais herdados do processo da formação dos Estados africanos.

Golfo da Guiné. Mapa: GlobalResearch.

Oficina de estudos sobre China e leste asiático


Retomaremos as atividades no segundo semestre de 2016, a partir de 30 de agosto. As inscrições seguem abertas!

O ISAPE convida todos e todas a participarem da Oficina de Estudos sobre China e leste asiático. Trata-se de um espaço de discussão, debates, troca de experiências e produção intelectual coletiva sobre temas relacionados a relações internacionais, economia e cultura da China e leste asiático. A oficina ocorrerá quinzenalmente, sempre nas terças-feras das 18h às 21h, no Clube de Cultura (Rua Ramiro Barcelos, 1853 — Porto Alegre, RS). O primeiro encontro ocorrerá 31 de maio. Entrada franca. Inscrições em https://goo.gl/e9sVLC.

Oficina China Leste Asiático

A experiência militar israelense e a doutrina da Batalha Aeroterrestre


Confira aqui a monografia da pesquisadora do ISAPE, Laís Helena Andreis Trizotto, sobre as semelhanças entre a experiência militar israelense e o proposto na doutrina da Batalha Aeroterrestre (ALB, de Air-Land Battle). O trabalho é um estudo prospectivo de averiguação da experiência dos Estados Unidos com a ALB, no caso a Guerra do Golfo (1991), em comparação com experiências de Israel na Guerra do Yom Kippur, de 1973, e na Guerra do Líbano, de 1982. Mostra-se que a experiência militar de Israel em 1973 se aproximou dos marcos gerais do debate doutrinário acerca da ALB nos EUA.

Foto: picture-alliance / CPA Media via DW.

A polaridade sob a perspectiva dos conceitos operacionais: o caso do A2/AD e da Air-Sea Battle


Confira aqui a monografia do pesquisador do ISAPE, Guilherme Henrique Simionato dos Santos, sobre a relação entre os conceitos operacionais de Antiacesso e Negação de Área (A2/AD) e de Air-Sea Battle (ASB ou Batalha Aeronaval) e a polaridade no Sistema Internacional. Um dos fatores-chave para esta é a inexpugnabilidade, i.e. a capacidade de um país manter a sua soberania frente a qualquer agressão externa. O trabalho mostra que a inexpugnabilidade da China se dá através de seu processo de modernização militar focado no A2/AD, mas que, em contrapartida, os Estados Unidos desenvolveram a ASB, cujo objetivo é garantir o acesso estadunidense à região do Leste e Sudeste Asiático a despeito do A2/AD chinês. Dessa forma, a ASB seria uma estratégia não declarada de primazia, pois prega a destruição da rede de informações e de mísseis da China, negando a Pequim uma capacidade de retaliação.

Foto: Marinha dos EUA.

Segunda Guerra Sino-Japonesa: gênese de um modo asiático de fazer a guerra?


Confira aqui a monografia do pesquisador do ISAPE, Bruno Magno, sobre a 2ª Guerra Sino-Japonesa e sua relação com a Política Externa e de Segurança de Japão e China nos dias de hoje. O trabalho mostra que nem Pequim nem Tóquio conseguiram atingir seus objetivos estratégicos na guerra, que fez parte do teatro do Pacífico na Segunda Guerra Mundial, e que isso faz com que a mesma seja inconclusa. Esse fato traz implicações pros dias de hoje para o planejamento para a guerra e processos de modernização dos dois países, baseados em um “modo asiático de se fazer a guerra”.

Foto: Ullstein Bild via Getty Images.

Da intimidação nuclear ao escudo antimíssil: condicionantes do programa estratégico-nuclear chinês


Confira aqui a monografia do pesquisador do ISAPE, Osvaldo Alves Pereira Filho, sobre a conexão entre a intimidação nuclear e os processos de proliferação nuclear no Sistema Internacional, estudando o caso específico da China. Entre outros, o trabalho mostra que a intimidação nuclear foi o principal imperativo para Pequim iniciar o seu programa nuclear, e que o atual Escudo Antimíssil dos EUA no leste asiático tem levado a China a acelerar e aprofundar a sua modernização estratégica-nuclear. Portanto, o uso da intimidação nuclear aumentaria a percepção de ameaça nos atores do Sistema Internacional, gerando maior estímulo à proliferação.

Foto: Air Power Australia.

Transição hegemônica e poder naval: o declínio inglês e a ascensão dos EUA na primeira metade do Século XX


Confira aqui a monografia da pesquisadora do ISAPE, Giovana Esther Zucatto, sobre a relação entre o poder naval e as transições hegemônicas no sistema internacional, especificamente no processo de decadência da hegemonia da Inglaterra e de ascensão dos EUA na primeira metade do século XX. O trabalho trata das teorias do ciclo de acumulação sistêmica, poder naval e ciclos de supremacia naval, bem como da decadência da indústria naval britânica no período de declínio de Londres e do papel fundamental que teve o setor naval para a construção da hegemonia estadunidense.

Imagem: EUA / Wikimedia Commons.

Relações em eixo e integração produtiva na América do Sul: Argentina, Brasil e Venezuela


Confira aqui a monografia do pesquisador do ISAPE, Leonardo Albarello Weber, sobre relações em eixo e integração produtiva na América do Sul, entre Argentina, Brasil e Venezuela. O trabalho procura analisar o papel estratégico de tais relações para a integração sul-americana, notando que foram construídos vínculos que hoje são um fator-chave para a política e integração regionais e que a integração produtiva é central ao desenvolvimento econômico e à integração regional como um todo apesar dos desafios.

Imagem: Jornal GGN.

Base Industrial de Defesa: experiência estadunidense e desenvolvimento socioeconômico (1930–1990)


Confira aqui a monografia da pesquisadora do ISAPE, Helena Marcon Terres, sobre a origem e o desenvolvimento da Base Industrial de Defesa (BID) estadunidense e os efeitos dos gastos militares no desenvolvimento socioeconômico do país entre 1930 e 1990. Procurando entender a funcionalidade dos gastos em defesa para o desenvolvimento dos EUA, o trabalho nota que, entre 1930 e até a Guerra do Vietnã, o nascimento e o estabelecimento da BID como um setor diferenciado na economia estadunidense possibilitaram notável desenvolvimento socioeconômico no país. Só que, a partir do conflito no Vietnã, os gastos militares e a evolução da BID assumiram um caráter crescentemente disfuncional, segundo o qual as capacidades produtivas e tecnológicas da economia foram elevadas sem haver, no entanto, geração de emprego e distribuição de renda.

Imagem: Estado de Oklahoma.

O sistema de inteligência da China (1927–2015)


Confira aqui a monografia da pesquisadora do ISAPE, Júlia Rosa, sobre o sistema de inteligência da China de 1927 a 2015. O trabalho trata do papel do Sistema Nacional de Inteligência chinês nas disputas de poder e na consolidação de novas lideranças dentro do Partido Comunista Chinês. Com base na conexão entre as mudanças institucionais do aparato de inteligência da China e a história do país e de suas lideranças, nota-se que as disputas de poder internas são mais claras antes da década de 1980 e visíveis nas alterações do aparato de inteligência, enquanto tornam-se mais difusas após o fim da Guerra Fria — ainda que o governo de Xi Jinping (eleito em 2012) possa indicar uma retomada do uso do Sistema Nacional de Inteligência para centralizar o poder.

Ministério de Segurança do Estado da China. Foto: Huffington Post.

Para Samuel Pinheiro Guimarães, governo interino de Temer não deve interferir na participação do Brasil no Mercosul e nos BRICS


Confira aqui a entrevista da pesquisadora do ISAPE, jornalista e doutoranda em Informação e Comunicação Sorbonne Nouvelle-UFRGS, Camila Moreira Cesar, com o embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, o qual é atualmente professor do Instituto Rio Branco (IBR/MRE), ex-secretário-geral de Relações Exteriores do Itamaraty, ex-ministro-chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos do governo brasileiro e ex-Alto-Representante-Geral do Mercosul. De passagem por Paris, Pinheiro Guimarães ministrou no dia 11 de maio de 2016 o seminário “O Brasil no cenário internacional atual”, no Grupo de Reflexão sobre o Brasil Contemporâneo, após o qual foi concedida esta entrevista sobre as perspectivas em torno dos novos agenciamentos no plano politico, econômico e internacional com a posse do governo interino de Michel Temer (PMDB) a partir desta quinta-feira (12/05).

Samuel Pinheiro Guimarães. Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil / Arquivo.

(mais…)

ISAPE seleciona dois bolsistas para extensão sobre China e Leste Asiático


O Instituto Sul-Americano de Política e Estratégia (ISAPE), em parceria com o Instituto de Letras da UFRGS, seleciona dois bolsistas remunerados (R$ 400,00/mês) para a Oficina de Estudos sobre China e Leste Asiático, contabilizando 20 horas semanais. Para a candidatura é necessário ser aluno de graduação da UFRGS matriculado em pelo menos 12 créditos e não possuir outra bolsa ou vínculo empregatício. Também é preciso que tenha disponibilidade às terças-feiras à noite. Os interessados e interessadas devem enviar uma carta de motivação e currículo vitae ou lattes para athos.munhoz[at]ufrgs.br até o dia 13 de maio.

seleção bolsistas ISAPE

CANCELADA: palestra sobre Democracia e Direito com o ex-ministro Luis Inácio Adams


Prezados e prezadas,

Infelizmente a palestra com o ex-ministro da AGU, Luis Inácio Adams, precisará ser cancelada, por motivos de saúde do ministro. Ele se dispôs a proferir a palestra em outra data, assim que puder se deslocar para Porto Alegre. Quando tivermos ciência da data realizaremos nova divulgação.
Pedimos desculpa pelo aviso em cima da data.


O ISAPE convida todos e todas para a palestra Democracia e Direito, com o ex-ministro da Advocacia Geral da União, Luís Inácio Adams, n
o dia 28 de abril (quinta-feira), às 18 horas, no Auditório da Faculdade de Ciências Econômicas da UFRGS, em Porto Alegre. O evento é realizado pelo Centro Estudantil de Relações Internacionais (CERI) e conta com o apoio do ISAPE, do CEGOV, do NERINT, e do CEE.
Cartaz Palestra Magna v01 (LQ)

Palestra: “Os desafios da missão de paz na RDC” com o Gen. Div. Santos Cruz


O ISAPE convida todos e todas para a palestra “Os desafios da missão de paz na República Democrática do Congo”, com o General de Divisão Carlos Alberto dos Santos Cruz, no dia 10 de dezembro, às 18h, no Auditório da Faculdade de Ciências Econômicas da UFRGS (Av. João Pessoa, 52 – Porto Alegre). O evento é promovido pelo Centro de Estudos Internacionais sobre Governo (CEGOV), juntamente com o Núcleo de Estudos Estratégicos do Comando Militar do Sul (NEE/CMS), contando com o apoio do ISAPE, do Centro Brasileiro de Estudos Africanos (CEBRAFRICA), do Núcleo Brasileiro de Estratégia e Relações Internacionais (NERINT) e do Programa de Pós-Graduação em Estudos Estratégicos Internacionais (PPGEEI/UFRGS).

ISAPE - 2015 - Palestra Gen Div Santos Cruz

O Gen. Div. Santos Cruz é comandante militar da Missão das Nações Unidas na República Democrática do Congo (MONUSCO) desde maio de 2013, deixando o comando no início do mês de dezembro. A MONUSCO é a maior missão de paz da ONU em andamento, contando com cerca de 20 mil militares de diferentes nações. Sob o comando do General, a MONUSCO, juntamente com o exército congolês, derrotou o grupo armado M23 em novembro de 2013. A missão continua a conduzir operações para proteger os civis e neutralizar os diversos grupos armados existentes no país. Entre 2007 e 2009, o General de Divisão comandou também a Missão da ONU no Haiti (MINUSTAH).

O evento é gratuito e não demanda inscrição prévia.

Debate “Novo papel da Alemanha: derrotada em 1945, dona da Europa em 2015”


O ISAPE convida a todos e todas para participarem do debate sobre o novo papel da Alemanha na Europa atual com os professores Paulo Visentini e José Miguel Martins. O evento ocorrerá nesta segunda-feira (22/11) a partir das 18h e 30min no Clube de Cultura de Porto Alegre (Ramiro Barcelos, 1853). O debate terá como base uma entrevista com o demógrafo francês Emanuel Todd, cuja tradução pode ser encontrada aqui. A atividade é uma promoção do ISAPE em parceria com o Núcleo de Estratégia e Relações Internacionais (NERINT). Entrada franca.

Palestra Alemanha v20112015