Jordânia

Armamentos que CIA e Arábia Saudita enviam para rebeldes sírios acabam no mercado negro


Armamentos enviados pela Agência Central de Inteligência (CIA) e pela Arábia Saudita para rebeldes sírios tem sido desviados e vendidos no mercado negro, afirmaram oficiais dos Estados Unidos e da Jordânia. As armas seriam enviadas para a Jordânia, que abriga campos de treinamento de rebeldes sírios que combatem o governo de Bashar al-Assad. Porém, os equipamentos, desviados por oficiais jordanianos, acabariam no mercado negro e vendidas para criminosos e contrabandistas (que revenderiam as armas em outros países).

Foto: Lucas Jackson / Reuters

China e Jordânia firmam parceria estratégica


A China e a Jordânia firmaram um acordo de estabelecimento de uma parceria estratégica entre os dois países. Ato foi selado nesta quarta-feira (09/09) em reunião do presidente chinês Xi Jinping com o rei jordaniano Abdullah II em Pequim. Sob a égide da parceria estratégica, serão realizadas reuniões periódicas para debater temas internacionais e regionais. Além disso, a intensificação das relações bilaterais deve levar a um aumento em investimentos e em inúmeros outros setores no marco da iniciativa chinesa “One Belt, One Road”.

Rei Abdullah II e Xi Jinping. Foto: Xinhua / Zhang Duo.

Conselho de Segurança da ONU será presidido por mulher árabe pela primeira vez


Em abril, o Conselho de Segurança das Nações Unidas será presidido por uma mulher árabe pela primeira vez após quase 70 anos de história. A embaixadora jordaniana Dina Kawar assumiu nesta semana o posto que corresponde a seu país no Conselho. Kawar dirigirá os trabalhos do organismo e será a encarregada de transmitir ao mundo as mensagens acordadas entre seus 15 membros. A presidência do principal órgão de decisão da ONU é determinada por uma rotação mensal dos mesmos.

Dina Kawar. Foto: Reproduão / Loey Felipe / ONU.

Jordânia e Israel fecham acordo para levar água do Mar Vermelho para o Mar Morto


Acordo histórico assinado entre Israel e Jordânia deverá transferir água do Mar Vermelho ao Mar Morto, combatendo a escassez de água que ameaça este último. Um sistema de bombeamento será construído para transportar cerca de 300 milhões de metros cúbicos de água por ano para assegurar que o Mar Morto não desapareça. Com um gasto total de 900 milhões de dólares, o sistema de bombeamento deverá também fornecer água em Israel e na Palestina.

Mar Morto. Foto: Reuters / Ali Jarekji

O Mar Morto está secando, podendo desaparecer até 2050.
Foto: Reuters / Ali Jarekji

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Emirados Árabes Unidos voltam à coalizão árabe, que intensifica ataques aéreos ao “EI”


Após a morte do piloto jordaniano que provocou uma intensificação dos ataques aéreos do país ao “EI”, os Emirados Árabes Unidos voltaram a participar da coalizão liderada pelos Estados Unidos. A monarquia do golfo vai enviar um esquadrão de caças F-16 à Jordânia para conduzir mais ataques ao grupo terrorista sírio. A porção árabe da coalizão intensificou suas atividades como um todo, cogitando inclusive atacar o “EI” com tropas no solo.

Foto: AP Photo / Nasser Nasser

Foto: AP Photo / Nasser Nasser

Ataques aéreos da Jordânia destroem esconderijos do “EI”


Em três dias, a Jordânia conduziu 56 ataques aéreos a estruturas logísticas e esconderijos do “Estado Islâmico”. Os ataques do país se intensificaram após o assassinato de um de seus pilotos. Aparentemente, a Jordânia está focando os ataques à capital de facto do “EI”, Raqqa.

Foto: AP

Foto: AP

Conselho de Segurança da ONU rejeita resolução de reconhecimento da Palestina


O Conselho de Segurança das Nações Unidas não aprovou a proposta de resolução apresentada por países árabes e encabeçada pela Jordânia para que houvesse o reconhecimento do Estado Palestino e a imposição de um prazo para o fim da ocupação israelense de seus territórios. Não houve suficientes votos a favor (apenas oito dos nove necessários para a aprovação), e os Estados Unidos vetaram. Cinco países se abstiveram.

Foto: UN Photo / Evan Schneider.

Foto: UN Photo / Evan Schneider.

Palestina apresenta proposta para desocupação da Cisjordânia


A pedido da Palestina, a Jordânia submeteu formalmente ao Conselho de Segurança das Nações Unidas, ontem (17/12) à noite, uma proposta de resolução que prevê o fim da ocupação de Israel no território da Cisjordânia até o fim de 2017. Numa estratégia para evitar o confronto direto com os EUA, principal aliado de Israel, líderes palestinos enfatizaram o desejo de avançar nas negociações sobre o conteúdo do texto.

Foto: n.i.

Foto: n.i.

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Jordânia pressiona Conselho de Segurança por resolução sobre Palestina


A Jordânia anunciou que vai realizar um encontro para discutir um acordo final entre israelenses e palestinos a ser apresentado no Conselho de Segurança da ONU nas próximas semanas. A proposta de que Israel se retire dos territórios ocupados será dificilmente aceita pelo país.

A embaixadora da Jordânia na ONU, Dina Kawar Foto: n.i

A embaixadora da Jordânia na ONU, Dina Kawar
Foto: n.i

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China e Jordânia a caminho de aprofundar cooperação pragmática


Durante a visita de um alto conselheiro chinês ao Reino da Jordânia, os dois países concordaram em aprofundar a cooperação e a promoção da paz no Oriente Médio. A China considera estratégicas as relações com a Jordânia e tem promovido a cooperação pragmática entre os países.

Yu Zhengsheng (esquerda), representante chinês, e o Rei Abdullah II da Jordânia Foto: Xinhua / Liu Weibing

Yu Zhengsheng (esquerda), representante chinês, e o Rei Abdullah II da Jordânia
Foto: Xinhua / Liu Weibing

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Vizinhos da Síria pressionam por mais ajuda para lidar com refugiados


Em conferência em Berlim que reuniu mais de 40 países sobre refugiados sírios, Jordânia e Líbano dizem não terem mais capacidade para receber tantos refugiados e pedem que União Europeia intensifique engajamento pela superação da crise. Turquia afirma que ofensiva contra EI é pouco.

Foto: picture-alliance / dpa / Thomas Imo

Foto: picture-alliance / dpa / Thomas Imo

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Jordânia está na mira do EIIL


O grupo terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL ou ISIL) e milícias aliadas ampliam esfera de influência no Iraque e já controlam único posto de fronteira para a Jordânia, país onde há um crescente temor de desestabilização.

Foto: abaca / picture-alliance.

Foto: abaca / picture-alliance.

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Jordânia é eleita para assento no Conselho de Segurança da ONU recusado pela Arábia Saudita


Assembleia Geral da ONU elegeu a Jordânia para um assento não permanente no Conselho de Segurança da organização em substituição à Arábia Saudita, que o recusara em protesto às supostas falhas do conselho em lidar com a guerra civil síria e conflito israel-palestino.

Fonte: EPA / Al Jazeera.

Fonte: EPA / Al Jazeera.

Jordan takes UN seat rejected by Saudi Arabia

Al Jazeera – 06/12/2013

The UN General Assembly has elected Jordan to the Security Council to replace Saudi Arabia, which had rejected the seat in an unprecedented act to protest the council’s failure to end the Syrian and Israeli-Palestinian conflicts.

Arab countries chose Jordan on Friday as a replacement, and Asian nations endorsed it to take the traditional Arab seat on the UN’s most powerful body.

The Security Council consists of 15 members, five of which – US, Russia, China, Britain and France – are permanent members while the rest are elected to serve for two-year terms.

Jordan received received 17 “yes” votes in Friday’s election.

Saudi Arabia got one vote, and four countries in the 193-member world body abstained. The 10 other countries were either absent or unable to vote because of unpaid dues.

Jordan’s Foreign Minister, Nasser Judeh, said the country was “extremely honoured” and “humbled” by the near consensus support from the international community.

He said the support recognised “Jordan’s relentless efforts in the pursuit of peace and security, the very principles that the Security Council is mandated to preserve”.

Shock rejection

Saudi Arabia stunned the diplomatic world by rejecting the Security Council seat less than 24 hours after it was elected on October 17.

The Saudi Foreign Ministry denounced the Security Council’s inability to resolve the Syrian civil war and Israeli-Palestinian conflict and to convene a conference on creating a Mideast zone free of weapons of mass destruction.

Saudi Arabia also was upset about the warming US-Iran relationship, seeing Tehran as its main rival in the region.

Asked whether Jordan agreed that the Security Council was dysfunctional, Judeh said: “Saudi Arabia declined to take the seat for its sovereign reasons.”

He added: “These are reasons that we respect. This is their independent decision.”

Since joining the world body in 1955, Jordan has held the council seat twice before. It will join four other newcomers to the council on January 1. They include Chad, Nigeria, Lithuania and Chile.

Fonte: http://www.aljazeera.com/news/middleeast/2013/12/jordan-takes-un-seat-rejected-saudi-arabia-201312619 4939875956.html

Jordânia deve substituir Arábia Saudita do Conselho de Segurança da ONU


Depois da inédita rejeição do assento não-permanente no Conselho de Segurança da ONU pela Arábia Saudita, Jordânia deve substituir o país após troca de favores para eleições ao Conselho de Direitos Humanos da ONU.

Fonte: Encarta.

Fonte: Encarta.


Diplomat: Jordan to Replace Saudis on UN Council

ABC News – 08/11/2013 – por Edith M. Lederer, Associated Press

Jordan will replace Saudi Arabia on the Security Council for a two-year term starting in January after the Saudis’ unprecedented rejection of the seat hours after they were elected, a U.N. diplomat said Thursday.

The diplomat, speaking on condition of anonymity because the deal was made privately, said Jordan’s U.N. Ambassador Prince Zeid al Hussein was flying to Amman on Thursday night to discuss Jordan’s new role on the U.N.’s most powerful body.

Earlier this week, Jordan dropped its bid for a seat on the U.N. Human Rights Council, leaving Saudi Arabia a clear path in the now uncontested election next Tuesday.

Hillel Neuer, executive director of UN Watch, a Geneva-based human rights organization, said: “It is appalling that seats on the world’s top human rights body are being traded like merchandise, treated as trinkets by non-democracies.”

The U.N. General Assembly, which voted on Oct. 17 to give Saudi Arabia the seat traditionally reserved for an Arab nation on the council, will have to formally approve Jordan as a replacement. Since Jordan is almost certain to be the only candidate, its election is virtually assured.

Saudi Arabia’s Foreign Ministry stunned the diplomatic world with the announcement that it was rejecting the seat, less than 24 hours after it was elected. The Saudis issued a scathing attack on the Security Council’s failures to end the Israeli-Palestinian conflict and the war in Syria, and to convene a conference on creating a zone in the Middle East free of weapons of mass destruction.

The rejection appeared largely directed at the country’s longtime ally, the United States.

The oil giant and the world’s superpower are at odds over a number of Mideast issues, including how Washington has handled some of the region’s crises, particularly in Egypt and Syria. It also comes as ties between the U.S. and Iran, the Saudis’ regional foe, appear to be improving somewhat.

Jordan, which shares a border with Israel, has been a key behind-the-scenes player in efforts to end the Israeli-Palestinian conflict. U.S. Secretary of State was in Amman on Thursday trying to rally support for his peace efforts from King Abdullah II and warning of a return to violence if peace efforts fail.

Jordan also shares a border with Syria and has become a major destination for refugees fleeing the 2 1/2-year civil war.

According to the U.N. refugee agency, UNHCR, Jordan had 250,000 Syrian refugees in January and is expected to have 432,500 in December, second only to Turkey.

In April, Prince Zeid sent a letter to the Security Council saying the refugee crisis had sparked “a grave humanitarian situation” that threatens the country’s security and stability.

In August, King Abdullah warned that ethnic and sectarian violence sweeping across several Arab countries could lead to the “destruction” of the Muslim world.

The civil war in Syria has taken on an increasingly sectarian tone, pitting predominantly Sunni rebels against a regime dominated by an offshoot of Shiism, which is allied with Shiite-majority Iran. Jordan is worried that the violence could spill across the border.

Diplomats from a number of countries had tried to persuade Saudi Arabia to change its mind and take the seat, arguing that it could achieve more inside the council than outside. But the Saudis never backed down.

On Oct. 21, Foreign Minister Saud Al Faisal sent letters to a number of “friendly countries” seeking support for its decision to turn down the seat. One letter, obtained by AP, said support for the Saudi decision would be deeply appreciated and demonstrate “the depth of bilateral relations between our two countries.”

Fonte: http://abcnews.go.com/US/wireStory/diplomat-jordan-replace-saudis-council-20823433?utm_source=Sailthru&utm_medium=email&utm_term=%2AMorning%20Brief&utm_campaign=MB%2011.8.13

Na Jordânia Obama se reúne com Rei Abdullah II


Obama

Obama in Jordan to meet King Abdullah II

22 de março de 2013 – Al Jazeera

Barack Obama, the US president, has arrived in Jordan on the last leg of his three-day Middle East trip after making symbolic visits to Israeli Holocaust memorial and Church of Nativity on the last day of his trip in Israel and West Bank.

Syria conflict will figure prominently during his meeting with King Abdullah II of Jordan, which has been sheltering nearly 436,000 Syrian refugees, as people fleeing vicious sectarian fighting between President Bashar al-Assad’s forces and rebel groups spill over its borders.

The Israeli President Shimon Peres and Prime Minister Benyamin Netanyahu were present at Tel Aviv’s Ben Gurion airport on Friday to see off the US president.

During the trip to Israel the US president reaffirmed US commitment to Israel.

He also expressed support for a two state solution where Israel and Palestine can co-exist as sovereign states.

At the Church of the Nativity, Obama ducked to enter through its small Door of Humility. Manger Square, the plaza in front of the church, was almost deserted except for security personnel.

“Gringo, return to your country,” read a sign held by a small group of Palestinian protesters who watched the presidential motorcade roll into Bethlehem from Jerusalem after it passed through Israel’s controversial barrier in the occupied West Bank.

Earlier, Obama visited Israel’s most powerful national symbols, paying homage at the Holocaust memorial and the graves of Theodor Herzl, the founder of modern Zionism.

He also visited the grave of Yitzhak Rabin, the Israeli prime minister, assassinated in 1995 by an extremist Jew over peace moves with the Palestinians.

Fonte:http://www.aljazeera.com/news/middleeast/2013/03/2013322145755378654.html

Jordânia quer atrair investidores brasileiros nas áreas de energia, agricultura e formação profissional


Mapa: n.i.

Jordânia quer atrair investidores brasileiros nas áreas de energia, agricultura e formação profissional

Agência Brasil – 16/10/2012 – por Renata Giraldi

O rei da Jordânia Abdullah II e o ministro das Relações Exteriores, Nasser Judeh, demonstraram hoje (16) interesse em desenvolver parcerias com o Brasil para projetos no Mar Morto e Mar Vermelho, assim como acordos nas áreas de energia elétrica, agricultura e saúde. A indicação foi dada durante reuniões com o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, que está na Jordânia.

Nas reuniões hoje, o rei e o chanceler disseram que querem ampliar o número de investidores brasileiros na Jordânia. Ambos acrescentaram que as prioridades são as empresas de joint ventures da Petrobras e na área agroalimentar de trading companies. (mais…)

Rei da Jordânia dissolve Parlamento antes de eleições


Rei da Jordânia dissolve o Parlamento antes de eleições

Estadão – 04/10/2012 – por Suleiman Al-Khalidi

O rei Abdullah, da Jordânia, dissolveu na quinta-feira o protocolar Parlamento nacional, abrindo caminho para a convocação de eleições para no começo do ano que vem.   (mais…)

Jordânia inaugura campo de refugiados para 120 mil na fronteira com a Síria


Novo campo de refugiados de Zaatri, na cidade Mafraq. Foto: ACNUR.

Jordânia abre campo de refugiados para 120 mil na fronteira com a Síria

RFI – 29/07/2012

A Jordânia abre o seu primeiro campo de refugiados, neste domingo, para acolher os civis que fogem da vizinha Síria, imersa em mais de 16 meses de violentos confrontos entre as forças do presidente sírio, Bashar al -Assad, e o Exército Livre.

O ministro das Relações Exteriores jordaniano, Nasser Jawdeh, e o ministro do Interior, Ghaleb Zoubi, inauguraram o campo de Zaatari, que pode acolher até 120 mil pessoas, em Mafraq, perto da fronteira entre os dois países. Enquanto era oficializada a abertura, ao menos dois homens foram mortos pelas forças do regime ao tentarem atravessar a fronteira da Jordânia com a Síria, de acordo com Zayed Hammad, presidente da associação Kitab wal Sunna, em entrevista a agência de notícias France Presse. (mais…)

Rei da Jordânia destitui o Gabinete


JORDAN’S KING SACKS CABINET

01 Feb 2011, Al Jazeera

King Abdullah II of Jordan has sacked his government in the wake of street protests and has asked an ex-army general to form a new cabinet, Jordan’s Royal Palace has announced.

King Abdullah’s move on Tuesday comes after thousands of Jordanians took to the streets, inspired by anti-government protests in Tunisia and Egypt. Jordanians had been calling for the resignation of prime minister Samir Rifai who is blamed for a rise in fuel and food prices and slowed political reforms.

A Jordanian official said the monarch officially accepted the resignation of Rifai, a wealthy politician and former court adviser, and asked Marouf Bakhit to form a new cabinet. (mais…)