Libéria

Forças Armadas da Libéria retomam responsabilidade pela segurança nacional


A Organização das Nações Unidas anunciou que a segurança nacional da Libéria voltará a ser responsabilidade das Forças Armadas nacionais, após 13 anos do início da UNMIL, a missão de paz no país. Segundo o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki Moon, essa transição é resultado do sucesso da missão de paz, da promoção da estabilidade via organizações regionais e da reconstrução das instituições do país. Com isso, criou-se a possibilidade para que as autoridades liberianas organizem-se para a manutenção da segurança a partir de julho, permanecendo as forças da ONU somente como suporte emergencial.

Foto: n.i.

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OMS confirma erradicação da ebola na Libéria


Representante da Organização Mundial da Saúde (OMS), Alex Gasasira, anunciou no último sábado (09/05)  o fim da epidemia de ebola na Libéria depois de 42 dias sem registros de novos casos da doença. A declaração da Organização foi feita junto a presidenta do país, Ellen Johnson Sirleaf. Milhares de pessoas morreram por causa da doença no oeste africano desde meados de 2014.

Foto: AP/Abbas Dulleh

Foto: AP/Abbas Dulleh

Conselho de Segurança reduz efeitivo de missão na Libéria


O Conselho de Segurança das Nações Unidas decidiu reduzir o efetivo da missão de paz na Libéria que combate o vírus ebola, uma vez que a doença parece estar desaparecendo. A resolução do Conselho de Segurança prevê que o efetivo de militares seja reduzido para 3.500 e o de policiais para 1.500. As Nações Unidas preveem que o governo do país poderá tomar controle completo de sua segurança a partir de julho de 2016.

Foto: Baz Ratner / Reuters

Foto: Baz Ratner / Reuters

EUA deve chamar de volta soldados na região da epidemia do ebola na África


Praticamente todos os soldados estadunidenses que partiram em missão humanitária à Libéria, país afetado pela epidemia do vírus ebola, retornarão ao seu país. Dos três mil homens e mulheres que participaram da missão, apenas 100 permanecerão no país a partir do mês de abril. A epidemia teve sua taxa de contágio drasticamente reduzida, mas ainda não foi completamente vencida. O vírus matou cerca de 9 mil pessoas, muito menos que algumas estimativas apontavam o fim do ano passado.

Foto: Daniel Berehulak / The New York Times

Foto: Daniel Berehulak / The New York Times

Na África, cai o número de novos casos de ebola


A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou na quarta-feira (14/01) que o número de novos casos de ebola na África caiu para níveis que não eram vistos desde agosto de 2014. Libéria, Serra Leoa e Guiné, os países mais afetados pela epidemia, registraram poucos casos nas últimas semanas em comparação com os meses anteriores. Há dois dias que não há nenhum novo caso na Libéria. Embora a OMS não tenha definido nenhum prazo para o fim da epidemia, estima-se que entre maio e junho o surto esteja sob controle.

Foto: EPA

Foto: EPA

Brasil doa R$ 25 mi para combate ao ebola na África


Mais R$ 25 milhões foram enviados recentemente pelo governo brasileiro para ajudar no combate ao vírus ebola nos três países da África Ocidental mais afetados pela doença. A doação foi feita a diferentes agências da ONU e beneficiará os moradores de Guiné, Libéria e Serra Leoa.

Foto: EPA

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Ebola e desigualdade: a importância do setor público na promoção da saúde


O renomado economista estadounidense Joseph Stiglitz analiza a relação entre a epidemia do vírus ebola e a desigualdade. Ele afirma que o setor privado só se interessou pelo desenvolvimento de medicamentos para a doença quando esta deixou de ser uma ameaça apenas às populações mais pobres do planeta. Stiglitz afirma também que o setor privado de cuidados médicos dos Estados Unidos tem muita dificuldade em transformar investimento em melhoria na saúde dos estadounidenses.

Foto: EPA

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Ebola na África: epidemia incontrolável?


O antropólogo e médico estadunidense Paul Farmer descreve como está a situação do ebola no oeste da África, bem como um pouco da história da doença e o desafio para contê-la. Farmer conta como os profissionais da saúde que tratam dos pacientes infectados são suscetíveis ao contágio e que, portanto, há uma escassez muito grande de médicos e enfermeiras em países como a Libéria. Além de uma catástrofe de saúde, a epidemia está afetando toda a vida social dos países afetados, inclusive sua economia e estabilidade política. Farmer descreve um plano de ação para resolver o problema da doença que envolve mais profissionais, materiais e espaço.

Foto: EPA

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Cuba lidera luta contra ebola na África


Enquanto os países e a mídia ocidentais se preocupam com a própria segurança e com controle de fronteiras, Cuba lidera a luta contra o ebola no Leste da África. A ONU fez um apelo à ajuda internacional, afirmando que para o controle da doença no continente são necessários vinte vezes os recursos que já estão sendo utilizados. A ilha caribenha já enviou centenas de profissionais da saúde à região.

Foto: Florian Plaucheur / AFP / Getty Images

Foto: Florian Plaucheur / AFP / Getty Images

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EUA deve mandar 1400 soldados à Libéria para conter ebola


Depois do primeiro caso de Ebola diagnosticado em território estadunidense, o país vai enviar mais 1400 soldados para a Libéria para ajudar a conter o vírus. Não há ainda cura oficialmente aprovada à doença, ainda que vacinas estejam sendo desenvolvidas.

Foto: Flickr / Chuck Hagel

Foto: Flickr / Chuck Hagel

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EUA enviará 3 mil soldados para combater ebola na África


Afirmando que o surto de ebola atual é uma ameaça à segurança dos EUA, o presidente Barack Obama anunciou que cerca de 3 mil soldados serão enviados para a África Ocidental para ajudar a conter a doença. Principal destino deve ser a Libéria.

Foto: Larry Downing / Reuters.

Foto: Larry Downing / Reuters.

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Serra Leoa e Libéria mobilizam soldados para combater pior surto de ebola da história


Serra Leoa e Libéria mobilizaram centenas de soldados nesta segunda (4), em uma tentativa de combater o surto da doença, que já vitimou 887 pessoas.

Agentes da saúde, com vestimentas especiais de proteção, se preparam para trabalhar, no lado de fora de uma unidade de isolamento, em Lofa, na Libéria, em julho. (Foto: Reuters/Ahmed Jallanzo/UNICEF)

Agentes da saúde, com vestimentas especiais de proteção, se preparam para trabalhar, no lado de fora de uma unidade de isolamento, em Lofa, na Libéria, em julho. (Foto: Reuters/Ahmed Jallanzo/UNICEF)

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OMS se mobiliza para conter surto de ebola no oeste da África


Em busca de soluções para o surto de ebola que desde fevereiro já causou a morte de mais de 400 pessoas, a Organização Mundial da Saúde iniciou na quarta-feira (2) uma reunião de emergência para discutir medidas de contenção contra o avanço da doença.

Foto: BBC

Foto: BBC

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OMS quer medidas drásticas contra surto de ebola em países da África Ocidental


A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou para a necessidade de se tomarem “medidas drásticas”, em face do contínuo aumento do número de mortos e de casos do vírus ebola em países da África Ocidental, nomeadamente Guiné, Libéria e Serra Leoa. Até o momento, 399 pessoas morreram de 635 casos confirmados.

Foto: MSF.

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OMS diz que surto de ebola na África é um dos mais graves da história


Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a propagação do Ebola, iniciada no sul da Guiné, é uma das mais preocupantes desde o aparecimento do vírus, há quatro décadas. Total de mortos já passa dos 100.

Foto: MSF.

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Após matar 80 na Guiné, surto de ebola atinge países vizinhos


A Guiné, república do oeste africano, luta contra tipo mais perigoso do vírus Ebola, que tem taxa de mortalidade próxima a 90% entre infectados. Enquanto casos da doença aparecem também em Serra Leoa e Libéria, Senegal fecha fronteira para evitar alastramento.

Foto: picture alliance / AP.

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Costa do Marfim: Ouattara conseguirá cicatrizar as feridas da nação?


Can Ivory Coast’s New President Heal the Nation’s Wounds?

TIME Magazine, By MONICA MARK / ABIDJAN Tuesday, May 17, 2011

Residents of Youpougon affectionately refer to their sprawling district in Ivory Coast’s main city of Abidjan as “Yop City,” after New York City. Not long ago, people used to flock to its outdoor street scene to party all night, every night. The neighborhood, home to 2 million inhabitants, was known for its vibrant pulse.

These days, that pulse is barely there. While life has picked up slowly but determinedly since Abidjan was wracked by four months of ferocious post-electoral fighting, Youpougon still feels like a war zone. A month after former president Laurent Gbagbo was pulled from a bunker in the presidential palace, still refusing to accept his loss in a November poll, the neighborhood is one of Ivory Coast’s most visible open sores. It also typifies the hard road to reconciliation ahead for new president Alassane Ouattara. (mais…)