livre comércio

Brasil propõe à Argentina livre comércio de automóveis


O governo brasileiro vai propor à Argentina uma liberalização completa do comércio bilateral de automóveis. Proposta deve ser apresentada após o Carnaval e espera-se que entre em vigor até julho. A indústria automotiva nunca foi incorporada plenamente às regras gerais do Mercosul. Atualmente o Brasil pode exportar, sem a incidência de tarifas, até US$ 150 para cada US$ 100 comprados de veículos e autopeças produzidos na Argentina, valendo o mesmo para o sentido contrário.

Imagem: Volkswagen.

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Cúpula do Mercosul marcada por conflito entre Venezuela e Argentina, agenda de livre comércio e apoio a Dilma Rousseff


Durante a 49º Cúpula do Mercosul, nesta segunda-feira (21/12), ocorreu o primeiro confronto direto entre o novo presidente da Argentina, Mauricio Macri, e o governo da Venezuela. Macri acusou esta de atitudes antidemocráticas e pediu a libertação de presos políticos. Caracas respondeu afirmando que Buenos Aires tem “padrões duplos”, já que recentemente liberou os torturadores da ditadura argentina. O encontro também foi marcado por queixas e pedidos do Paraguai, do Uruguai e da Argentina para avançar a agenda de livre comércio do bloco. Além disso, a presidente Dilma Rousseff recebeu a solidariedade dos líderes dos países do Mercosul contra o impeachment.

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Foto: Reuters / M. Valdez.

Texto da TPP é liberado


O texto da Parceria Trans-Pacífico (TPP, em inglês) foi liberado para acesso público na última quinta-feira (05/11). O documento de 1.500 páginas permite que os países membros renegociem alguns dos termos após certo período de tempo, facilita a liberação de vistos para trabalhadores dos signatários e remove as tarifas de importação de diversos produtos. Os países signatários ainda se encontrarão durante o fórum da APEC para tratar de temas pontuais.

Imagem: TMCAP.

A TPP divide a Ásia?


Em artigo publicado na revista The Diplomat (22/10), Shihoko Goto analisa a Parceria Trans-Pacífico (TPP, na sigla em inglês) e suas implicações para a estabilidade da região Ásia-Pacífico. O autor discute os problemas que o acordo enfrenta para ser ratificado, os problemas da possível adesão da Coreia do Sul e de Taiwan, além da “concorrência” do acordo em negociação Parceria Econômica Regional Abrangente (RCEP, na sigla em inglês) — patrocinado pela China.

Foto: Reyters / Kevin Lamarque.

Negociações do TPP no Havaí fracassam


Fracassaram as mais recentes negociações acerca da Parceria Trans-Pacífico (TPP, sigla em inglês) — um acordo de livre comércio que envolve Ásia e Américas — que ocorreram em Honolulu, Estados Unidos, na semana passada. A rodada de negociação foi interrompida após quatro dias de conversas sem que houvesse um acordo final e tampouco marcou-se a data da próxima. O governo estadunidense esperava concluir o acordo o quanto antes para usufruir da Fast Track Authority que lhe foi conferida pelo Congresso. Porém, questiona-se a viabilidade de aprovação da TPP ainda durante o mandato de Barack Obama, que se encerra no início de 2017.

Protesto antitpp no Havaí. Foto: Marco Garcia / Reuters.

A Alemanha e a crise grega


O analista George Friedman trata neste texto do ressurgimento da primazia da Alemanha na Europa e de seu papel na União Europeia e sua política para a crise na Grécia. Para o autor, Berlim depende da manutenção da área de livre comércio da UE para manter seu desenvolvimento e, por isso, não poderia tolerar o retorno de anseios de soberania da Grécia (o que implicaria que a UE e, por consequência, a Alemanha seriam responsáveis pela dívida do país) e tampouco a saída de Atenas da zona do euro. O fortalecimento alemão e a saída encontrada para a crise grega, no entanto, carregam grande potencial de grandes tensões geopolíticas no continente.

Imagem: Forbes.

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O referendo grego e os erros de cálculo da UE


Segundo o analista George Friedman, a União Europeia (UE) vem errando seus cálculos ao lidar com a Grécia. Para ele, Bruxelas — que está representando somente os interesses dos credores e não da totalidade da organização — encontrou-se num beco sem saída após a realização do referendo grego que resultou na reprovação das medidas de austeridade: se o bloco ceder a Atenas, um preocupante precedente pode ser estabelecido (na visão da UE); caso não ceda, a Grécia pode deixar a união e ser um símbolo de que é possível prosperar sem aderir ao bloco. Friedman afirma que agora o futuro da UE está nas mãos da Alemanha e de seu interesse nacional em manter a área de livre comércio europeia.

Fonte: Conselho Europeu.

Foto: Conselho Europeu.

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Índia e UEE iniciam tratativas para acordo de livre-comércio


Nesta quinta-feira (18/06), a Índia e a União Econômica Eurasiana (UEE), bloco liderado pela Rússia, assinaram um acordo que marca o início das negociações para o livre comércio entre si. Representante da UEE afirmou que também há conversas com o Irã para que se firme o mesmo acordo. Por enquanto, apenas o Vietnã tem um tratado de livre comércio com a UEE.

Foto: RIA Novosti / Iliya Pitalev.

26 líderes africanos firmam acordo de criação da maior área de livre comércio do continente


Líderes de 26 países africanos assinaram nesta quarta-feira (10/06) um histórico acordo de livre comércio que se estende do Egito à África do Sul, tornando-se o maior do continente. A Área de Livre Comércio Tripartite (ALCT), como é chamada, foi negociada ao longo de cinco anos e vincula três blocos comerciais já existentes: a Comunidade da África Oriental (CAO), a Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC, sigla em inglês) e o Mercado Comum da África Oriental e Austral (COMESA, sigla em inglês). Somadas, as economias desses três blocos atingem 1 trilhão de dólares, aproximadamente, para uma população de 625 milhões. O texto da ALCT será oficialmente apresentado na reunião de cúpula da União Africana nos dias 14 e 15 de junho e deverá ainda ser ratificado pelos Estados membros.

Estados membros da ALCT. Mapa: BBC.

China e Coreia do Sul assinam acordo de livre comércio


Nesta segunda-feira (01/06), China e Coreia do Sul assinaram um acordo de livre comércio, em Seul, o qual vinha sendo negociado há três anos. Pelo acordo, os coreanos eliminarão tarifas de 92% dos produtos chineses e os chineses 91% dos coreanos dentro de 20 anos. Esse é o maior acordo de livre comércio já assinado por Pequim em termos de volume comercial; por sua vez, Seul tem na China seu maior parceiro em comércio. Os parlamentos dos respectivos países ainda precisam ratificar o tratado.

Foto: CFP

Foto: CFP

A questão da Grécia e o problema do livre comércio


A crise da Grécia está chegando ao seu clímax: Atenas pagará ou não sua dívida com o Fundo Monetário Internacional (FMI)? Sairá da zona do euro? De acordo com o analista George Friedman, essas perguntas passam ao lado do que está verdadeiramente em questão. Para ele, o que está em cheque é o futuro do livre comércio na Europa. Friedman demonstra que as consequências do livre-cambismo não são sempre positivas e que as teorias econômicas mais usadas não levam em conta vários fatores essenciais para a decisão que a Grécia e a Alemanha terão de fazer, tais como geopolítica e desigualdade social. Para o autor, Atenas não tem como recuperar-se da crise sem medidas protecionistas — as mesmas que Berlim implementou no pós-guerra para estimular seu crescimento — , e o aumento de tarifas e subsídios internos à União Europeia é exatamente o maior temor da Alemanha, que depende de exportações para manter sua economia crescendo.

Fonte: Conselho Europeu.

Foto: Conselho Europeu.

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China se torna líder global após APEC, G20 e Cúpula do Leste Asiático


Dingding Chen analisa as últimas reuniões multilaterais das quais a China participou em novembro e chega à conclusão de que o país saiu delas tendo se tornado um verdadeiro líder global. Nos encontros de alto nível da APEC (fórum Cooperação Econômica Ásia-Pacífico), do G20 financeiro e da Cúpula do Leste Asiático, Pequim logrou seus objetivos econômicos, diplomáticos e estratégicos. Além disso, inúmeros mecanismos foram criados para cooperação com países em desenvolvimento que alavancam a projeção internacional chinesa.

Foto: n.i.

Foto: n.i.

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Novo caça chinês J-31 decola pela primeira vez enquanto Obama está em Pequim


O novo caça chinês J-31 realizou seu primeiro voo público em Zhuhai, nesta semana. O J-31 possui ubiquidade, isto é, pode enganar os radares do inimigo. A intenção chinesa é a de entrar de maneira competitiva no mercado mundial de caças da quinta geração, rompendo com o oligopólio de alguns países no setor.

Foto: Johannes Eisele / AFP / Getty Images

Foto: Johannes Eisele / AFP / Getty Images

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China consegue apoio para área de livre-comércio na Ásia-Pacífico


A reunião de cúpula da APEC (fórum Cooperação Econômica Ásia-Pacífico) foi marcada por avanços em um acordo que reduziria barreiras para o comércio entre 21 países, responsáveis por quase 60% do PIB global, proposto pela China. No encerramento da reunião, em Pequim, chefes de Estado e de governo concordaram com o estabelecimento de um cronograma para a futura Área de Livre-Comércio da Ásia-Pacífico (ALCAP). Nos bastidores, o encontro serviu também para aproximar Washington e Moscou.

Imagem: divulgação.

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A União Europeia e o fim do Mercosul


Samuel Pinheiro Guimarães argumenta que um eventual acordo União Européia/Mercosul seria o início do fim do Mercosul e o fim da possibilidade de desenvolvimento autônomo e soberano brasileiro e do objetivo estratégico brasileiro de construir um bloco econômico e político na América do Sul, próspero, democrático e soberano.

Foto: Carta Maior.

Foto: Carta Maior.

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Impasse sobre TPP persiste entre Japão e EUA


Negociações do acordo de livre comércio da Parceria Trans-Pacífico (TPP) entre representantes do Japão e dos Estados Unidos permanecem em impasse. Principais pontos de controvérsia são a liberalização de indústria automobilística, carnes e arroz. Ainda assim, as diferenças parecem estar diminuindo gradualmente.

Imagem: Reuters.

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Entrevista com Ha-Joon Chang: “economia é um argumento político”


Entrevista com o economista e professor da Universidade de Cambridge, Ha-Joon Chang, sobre a ciência econômica, teorias econômicas, o papel do Estado na economia, desenvolvimento e inovações tecnológicas.

Ha-joon Chang. Foto: David Levenson / Getty Images.

Ha-joon Chang. Foto: David Levenson / Getty Images.

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Conversas sobre o TPP terminam em impasse no Japão


Negociações do acordo de livre comércio da Parceria Trans-Pacífico (TPP) entre representantes do Japão e dos Estados Unidos terminaram em impasse na última quinta-feira (10/04) em Tóquio. Principais pontos de controvérsia são a liberalização de indústria automobilística, carnes e arroz.

Imagem: Reuters.

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Japão tenta se aproximar da Turquia


Com diversas tensões nas relações com seus vizinhos, o Japão investe em tentativas de maior aproximação com a Turquia. As áreas mais bem sucedidas são a de infraestrutura de transportes e energia nuclear. Já há iniciativas para o estabelecimento de livre comércio entre os dois países.

Recep Erdogan e Shinzo Abe. Foto: Reuters / Toshifumi Kitamura / Pool.

Recep Erdogan e Shinzo Abe. Foto: Reuters / Toshifumi Kitamura / Pool.

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Sem acordo à vista em conversas sobre o TPP


Ministros dos 12 países que negociam o acordo de livre comércio da Parceria Trans-Pacífico (TPP) disseram que ainda há muitas divergências quanto a tarifas e matérias de acesso a mercados. Acordo parece ficar cada vez mais distante.

Imagem: Reuters.

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Dilma diz que UE e Mercosul nunca estiveram tão perto de livre-comércio


Em Bruxelas para a 6ª Cúpula Brasil-União Europeia, a presidente Dilma Rousseff falou que há um momento oportuno para acordo entre os blocos europeu e sul-americano e rebateu a contestação da UE sobre Zona Franca de Manaus. Reunião em março deve acelerar negociações para acordo Mercosul-UE.

Foto: DW / L. Frey.

Foto: DW / Luisa Frey.

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Aumentam as chances de uma área de livre comércio da África


26 países do sul e do leste da África estão progredindo para alcançar um acordo a respeito do estabelecimento de uma área de livre comércio que abarcaria cerca 600 milhões de pessoas.

Foto: Madele Cronje / M&G.

Foto: Madele Cronje / M&G.

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A TTIP e a estratégia de marginalização das potências emergentes


Tentativa de se criar uma área de livre comércio transatlântica entre EUA e União Europeia, iniciativa mais conhecida como Parceria Transatlântica de Investimento e Comércio (TTIP, sigla em inglês), pode ser vista como uma reação à ascensão de novas potências, especialmente dos BRICS, após a crise econômica de 2008. Iniciativa pode levar a uma rivalidade ainda mais acentuada entre as potências tradicionais e as emergentes.

Fonte: Business Today.

Fonte: Business Today.

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Cuba estabelecerá a primeira zona industrial de livre comércio no país


Cuba

Foto: n.i.

Cuba establecerá primera región industrial de libre comercio en el país

Telesur – 04/04/2013

El Gobierno de Cuba confirmó este jueves su decisión de establecer la primera región industrial de libre comercio del país en el Puerto de Mariel, en la provincia de Artemisa (noroeste), obra que constituiría una plataforma industrial para la importación, producción y venta al mercado interno e internacional.

La futura Zona Especial de Desarrollo del Mariel, primera de su tipo en la isla, albergaría un moderno “megapuerto” que asumirá el comercio marítimo nacional que, hasta ahora, se desarrolla en La Habana.

La iniciativa del ministerio de Finanzas tiene un costo de 900 millones de dólares, de los cuales 640 millones son aportados por Brasil y el resto por Cuba. El proyecto incluye varias plantas industriales que han sido construidas por inversionistas brasileños de la empresa Odebrecht. (mais…)

Mercosul é base para frente de livre comércio na região, diz Patriota


Mercosul é base para frente de livre comércio na região, diz Patriota

28 de novembro de 2012 – Opera Mundi/Luciana Taddeo

O ministro de Relações Exteriores, Antonio Patriota, afirmou nesta terça-feira (27/11), durante a 18º. Conferência da União Industrial Argentina, que a América do Sul terá uma frente de livre comércio até 2019, já que a integração da região avança “de forma muito acelerada”.

Para o chanceler brasileiro, o Mercosul atua como uma “câmara de ensaio” do projeto de integração. “Até 2019, iremos ter aqui uma região que constituirá uma frente de livre comércio, com tudo o que isso representa, também pelo fato de constituirmos democracias, países que cooperam e conseguem equacionar as diferenças por meio da democracia e do diálogo”, explicou. (mais…)

Livre comércio com a China, perigo para o Mercosul


Mercosur senses dangers of free trade with China

Asia Times -Inter Press /By Marcela Valente -10/08/2012

BUENOS AIRES – There is little likelihood that South America’s Mercosur trade bloc will take up China’s proposal to establish a free trade agreement, at least in the short term. Experts and industrialists fear an invasion of cheap Chinese goods, and unequal competition.

Although the sources consulted by IPS agreed that trade and investment between Mercosur (Southern Common Market) and China will continue to expand, they said a free trade deal was unrealistic under the present circumstances.  (mais…)

Irã assina acordo de livre comércio com a Síria


Ministro da Economia da Síria, Mohammed Nidhal al-Shaar (E) e Ministro da Habitação do Irã, Ali Nik-Zad (D). Foto por: AFP, Louai Beshara.

Iran lawmakers pass Syria free trade bill

AFP – 13/12/2011

Iran’s parliament on Tuesday passed a bill for a free trade agreement with Syria in a show of support for President Bashar al-Assad’s regime beset by protests and international pressure.

The bill provides for free trade between Iran and Syria within the next five years, according to Iranian state television.

Both countries are subject to international sanctions on their economies. The bill was introduced into parliament as an emergency procedure by Iran’s government.

Allaedin Boroujerdi said the proposed pact was “a firm response” to the United States and its allies “investing billions of dollars to change the political structure of the Syrian government.” (mais…)