manifestação

Centenas de milhares protestam contra o governo na Polônia


Neste sábado (07/05), cerca de 250 mil pessoas protestaram em Varsóvia contra o governo do partido Lei e Justiça. Manifestantes criticaram as atitudes antidemocráticas do governo -como a intervenção no judiciário e na mídia-, e o afastamento da União Europeia (UE). Esta iniciou um processo, o primeiro na história, para averiguar se as medidas do governo não feririam as regras democráticas do bloco, o que levaria à suspensão dos direitos de voto do país na UE.

Foto: K. Pempel / Reuters

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Novo pacote de austeridade causa protestos na Grécia


Na noite de domingo (08/05) para segunda-feira (09/05), o parlamento da Grécia aprovou um controverso pacote de austeridade, incluindo reforma fiscal e pensões num total de 5,4 bilhões de euros. Enquanto a discussão ocorria, cerca de 20 mil pessoas reuniram-se em frente ao prédio do parlamento para protestar contra as medidas de austeridade, exigidas pelo FMI e pela União Europeia. Houve sérios confrontos com a polícia e confusão dentro da sessão parlamentar.

Foto: A. Konstantinidis / Reuters.

Manifestantes invadem parlamento da Moldávia após eleição de governo pró-UE


Nesta quarta-feira (20/01), o Parlamento da Moldávia foi invadido por manifestantes após a eleição de Pavel Filip, pró-União Europeia, para primeiro-ministro. O país está sem governo desde o final de outubro, quando o Parlamento dissolveu o governo de Valeri Strelets após um escândalo de corrupção. Diversos protestos agora pedem por eleições antecipadas.

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Foto: AP.

Milhares protestam contra governo na Coreia do Sul


Neste sábado (14/11), dezenas de milhares de pessoas foram às ruas de Seul, capital da Coreia do Sul, para protestar contra o governo do país na maior manifestação em sete anos. Estima-se que 70 mil manifestantes estiveram presentes no ato, o qual teve confrontos com forças policiais, incluindo o uso de canhões de água e gás lacrimogênio. Protesto era contra as recentes medidas de flexibilização da legislação trabalhista e a decisão de que escolas só poderão usar livros de história editados pelo governo.

Foto: AP / VOA.

Na Moldávia, milhares protestam contra corrupção


No último domingo (13/09), milhares de pessoas protestaram contra a corrupção e pediram a renúncia do governo na Moldávia na capital Chisinau. O principal alvo foi o escândalo de corrupção em que 655 milhões de euros supostamente desapareceram dos bancos do país. Os protestos foram pacíficos, porém ocorreram conflitos entre os manifestantes e grupos que defendem a união do país com a Romênia. Teme-se que esse seja um novo caso de “revolução colorida” no leste europeu.

Mapa: n.i.

No Japão, novos protestos contra reformas securitárias de Shinzo Abe


Nesta segunda feira (14/09), dezenas de milhares de japoneses protestaram em frente ao Parlamento japonês em Tóquio contra as reformas securitárias defendidas pelo primeiro-ministro Shinzo Abe. As medidas já foram alvo de protesto no fim de agosto. Caso as leis sejam aprovadas, as Forças de Autodefesa do Japão poderiam atuar fora de seu território e em defesa de outros países.

Foto: Thomas Peter/Reuters

Foto: Thomas Peter/Reuters

Rússia tenta evitar “revolução colorida” na Armênia


Nos últimos meses, parte da população da Armênia tem organizado protestos contra o aumento do custo da energia elétrica, manifestações que têm tomado proporções mais amplas em Yerevan e em outras importantes cidades do país. Apesar de concessões russas que facilitaram algumas negociações na tentativa de desencorajar os manifestantes, os protestos têm ampliado sua pauta para assuntos substantivamente políticos, exigindo reformas sociais, institucionais e programas econômicos, além de condenar escândalos de corrupção do governo. Oficiais russos já apontam as manifestações como o primeiro estágio de uma “revolução colorida” na Armênia, similar às ocorridas na Ucrânia e na Geórgia.

Foto: Hrant Khachatryan, Reuters.

Foto: Hrant Khachatryan / Reuters.

Com boicote, Hong Kong rejeita reforma política


Nesta quinta-feira (18/06), o Conselho Legislativo de Hong Kong rejeitou um controverso plano de reforma política para a eleição do chefe do Executivo do território, o qual era apoiado pelo governo central chinês e criticado por ativistas locais que protestaram nas ruas contra ele no ano passado. Cerca de 30 deputados pró-Pequim boicotaram a votação ao abandonar o Parlamento cerca de um minuto antes de sua realização. O projeto necessitava de pelo menos dois terços dos votos para ser aprovado, o que equivale ao apoio de no mínimo 47 dos 70 legisladores. Oito deputados pró-Pequim votaram a favor da proposta e 28 legisladores votaram contra. Com isso, o chefe do executivo de Hong Kong continuará sendo indicado pelo colégio eleitoral, sem sufrágio universal.

Protesto no plenário do parlamento de Hong Kong. Foto: Reuters / B. Yip.

Protesto contra construção de canal na Nicarágua


Milhares de manifestantes reuniram-se neste domingo (14/06) na cidade de Juigalpa, na região central da Nicarágua, para protestar contra o projeto do Canal da Nicarágua, realizado com apoio da China. Conforme a organização, cerca de 15 mil opositores à construção da obra, na maioria agricultores, compareceram na manifestação. A empresa chinesa Hong Kong Nicaragua Canal Development (HKND) planeja investir 40 bilhões de dólares na obra de infraestrutura e empregar dezenas de milhares de pessoas. Obras devem iniciar em 2016.

Foto: Getty Images, AFP, STR

Foto: Getty Images / AFP / STR.

Manifestantes retornam às ruas de Hong Kong


Neste domingo (14/06), milhares de manifestantes reuniram-se próximo aos prédios do governo em Hong Kong, local também escolhido pelas manifestações de 2014. A pauta dos protestantes não foi significativamente alterada e continuam a exigir o fim da influência do governo central chinês no processo eleitoral de Hong Kong, ainda que reconheçam que isso é improvável neste momento.

Foto: Dale De La Rey, Agência France-Presse, Getty Images

Manifestantes nas ruas de Hong Kong. Foto: Dale De La Rey / AFP / Getty Images.

Milhares protestam em Tóquio contra realocação de base militar dos EUA


No domingo (25/01), milhares de manifestantes se reuniram na frente da Dieta, o parlamento japonês, em Tóquio para protestar contra a realocação de uma base aérea estadunidense em Okinawa. Inúmeros oradores também criticaram o uso de força excessiva para conter manifestantes, a ausência de respostas do governo e os danos ambientais que seriam causados pela construção de novas instalações.

Foto: Finbar O'Mallon.

Foto: Finbar O’Mallon.

Na França, Justiça proíbe protesto tido como islamofóbico


Neste sábado (17/01), a Justiça da França proibiu a realização de uma manifestação em Paris para pedir a expulsão de todos os islamitas do país que ocorreria no domingo (18/01). A polícia local já havia considerado o protesto como tendo uma “lógica islamofóbia”, decisão que foi mantida pela deliberação judicial. Os organizadores da manifestação não devem recorrer da decisão.

Foto: Regis Duvignau / Reuters.

Foto: Regis Duvignau / Reuters.

Israelenses protestam contra fracasso em conter disparos de Gaza


Aproximadamente 10 mil israelenses realizaram uma manifestação na noite desta quinta (14) em uma praça de Tel Aviv contra o que consideram como um fracasso da guerra de cinco semanas na Faixa de Gaza. Muitos manifestantes foram de ônibus até o local para participar do protesto, que ganhou apoiadores.

Foto: Reuters/Baz Ratner

Foto: Reuters/Baz Ratner

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Italianos e franceses protestam contra políticas de austeridade


Premiê da Itália, Matteo Renzi, e presidente da França, François Hollande, enfrentam crítica popular, que nesse domingo (13/04) tomou forma de protestos contra as medidas de austeridade implementadas pelos respectivos governos. Ambas manifestações contra cortes orçamentários e reformas começaram pacíficas, mas a passeata de Roma acabou com dezenas de feridos.

Foto: Pierre Andrieu / AFP / Getty Images.

Foto: Pierre Andrieu / AFP / Getty Images.

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Milhares de manifestantes se reúnem na Espanha contra austeridade


Milhares de manifestantes de toda a Espanha fizeram caminhada até a capital Madri em protesto contra as medidas de austeridade adotadas pelo governo do país. A manifestação foi chamada de “Marcha pela Dignidade” e terminou em violência na noite de sábado (22/03).

Foto: Reuters / Paul Hanna.

Foto: Reuters / Paul Hanna.

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Manifestação sobre crimes de guerra em Bangladesh termina em morte


Bangladesh

Foto: n.i.

Bangladesh war crimes protest turn deadly

Al Jazeera – 15/02/2013

Four people have died in clashes between Bangladeshi police and protesters during a new round of protests over war crimes trials as the unrest spread to the country’s main tourist resort.

Police said violence on Friday erupted at Tarabunia in the southeastern Cox’s Bazaar region as 5,000 supporters of the opposition Jamaat-e-Islami party took to the streets to protest at the trials of their leaders by a government-appointed court.

Jamaat supporters armed with homemade firearms and bombs and stones attacked the security forces who retaliated with gunfire, said police officers.

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Manifestantes preparam protesto e dia de paralisações na Argentina


Manifestantes preparam protesto e dia de paralisações na Argentina

20 de novembro de 2012 – Agência Brasil/Renata Giraldi

Manifestantes na Argentina preparam para hoje (20), em Buenos Aires, capital do país, um protesto, reunindo sindicatos, entidades civis e representantes da sociedade. Os manifestantes vão protestar contra as medidas econômicas definidas pelo governo, que resultaram em perdas salariais e alta dos impostos. Paralelamente, foi deflagrada paralisação de vários setores. Há, ainda, planos para bloquear as pistas que dão acesso a Buenos Aires.

O protesto ocorre duas semanas depois de os argentinos terem saído às ruas também para criticar as medidas adotadas pelo governo. Na ocasião, houve choques entre manifestantes e forças de segurança. Um dos defensores dos protestos é o sindicato que representa os caminhoneiros na Argentina, apontado como um dos setores mais fortes da economia. (mais…)

Milhares participam de manifestação pró-Assad em Damasco no aniversário de 1 ano do começo da insurgência


Pro-Assad rally in Damascus decries ‘one-year conspiracy’

Russia Today – 15/03/2012

Thousands have taken to the streets of the Syrian capital Damascus to support the country’s embattled leader Bashar al-Assad. The demonstration comes on the year anniversary of the anti-Assad uprising that has left scores dead and injured.

The pro-Assad rally is taking place under the slogan of protesting a ‘one-year conspiracy’ to overthrow the regime. The opposition said that Assad has forced people to attend the Damascus demonstration in order to overshadow the opposition rallies marking the beginning of the popular uprising in Syria a year ago, AP reports.

Video footage, however, shows people of different ages, including children, dancing and waving Syrian flags. Others had the national flag painted on their faces.

With opposition rallies planned all over Syria and abroad, local activists report the increased presence of the Syrian army in opposition strongholds. (mais…)

Manifestação argentina sobre as Malvinas une governo e oposição


Malvinas: la oposición se suma a un gesto político en Ushuaia

La Nacion / Gabriel Sued – 23/02/2012

Pocas cosas logran despejar las diferencias entre el oficialismo y la oposición en el Congreso. Malvinas es, al parecer, una de ellas. Representantes de los bloques opositores y del kirchnerismo de ambas cámaras avanzaron ayer en un acuerdo para realizar en Ushuaia una reunión conjunta de las comisiones de Relaciones Exteriores de Diputados y del Senado.

El encuentro estaba previsto para mañana. Pero quedó en suspenso por la conmoción causada por el trágico accidente de trenes en la estación Once. Los jefes de bloque evaluaban anoche -y podría resolver hoy- la postergación de la reunión, en línea con la suspensión de los actos públicos decidida por Cristina Kirchner.

Si bien el encuentro en Tierra del Fuego había sido anunciado hacía varias semanas, parte de la oposición había puesto en duda su participación en el cónclave, para reclamar que el oficialismo tuviera en cuenta sus aportes en la elaboración de la declaración final.

En la reunión de ayer, los reparos opositores se hicieron sentir desde el comienzo. Los legisladores no kirchneristas dejaron en claro que no querían repetir la experiencia del 7 de este mes, cuando la Presidenta los convocó a un acto en la Casa Rosada para que presenciaran un anuncio sobre Malvinas, del que no habían sido informados previamente. “Queremos que esto sea el comienzo de la elaboración de una política de Estado”, explicó el diputado Eduardo Amadeo (Frente Peronista). (mais…)