manifestações

Tunísia declara toque de recolher após protestos


O governo da Tunísia declarou, na última sexta-feira (22/01), toque de recolher em todo o país após quatro dia de protestos. Manifestações, que iniciaram-se na província de Kasserine e se espalharam pelo resto do país,  pedem mais emprego e melhores condições econômicas. O tumulto é considerado o maior desde a Primavera Árabe em 2011.

Foto: Reuters / Zoubeir Souissi.

 

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Na Polônia, milhares vão às ruas protestar contra governo conservador


Dezenas de milhares de pessoas protestaram em mais de 30 cidades na Polônia, neste sábado (23/01), para “defender a liberdade” e criticar o governo conservador do Partido Lei e Justiça (PiS). Os protestos deste sábado visaram principalmente à nova lei da polícia, que permite amplas possibilidades de monitoramento de dados. Manifestações deram continuidade a outras contra intervenções do governo no judiciário, na mídia e em outros setores.

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Foto: Reuters / K. Atys.

Após protestos, Etiópia cancela expansão da capital


O governo da Etiópia anunciou que abandonará os planos de expansão territorial da capital Adis Abeba. Diversos agricultores no entorno da cidade foram desalojados na sua execução, o que causou protestos, reprimidos duramente pelo governo. Plano seria para atender a demanda por espaço gerada pelo rápido desenvolvimento da capital.

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Foto: AFP.

Na Etiópia, mas de 140 pessoas mortas em protestos nos últimos 2 meses


A organização não governamental de defesa dos direitos humanos Human Rights Watch (HRW) denunciou, na sexta-feira (08/01), a morte de 140 de pessoas na repressão de protestos na Etiópia nos últimos dois meses. Revoltas contra a apropriação de terras pelo governo etíope — que planeja expandir a capital — foram duramente reprimidas pelas forças de segurança.

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Foto: AFP.

Milhares protestam contra o governo na Polônia


No último sábado (19/12), milhares de pessoas protestaram na Polônia contra o governo nacionalista-conservador da primeira-ministra Beata Szydlo. O Partido da Lei e da Justiça (PiS), que possui a maioria absoluta nas duas câmaras do Parlamento, é acusado de querer obter controle sobre os poderes Judiciário e Legislativo, ferindo a constituição polonesa.

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Foto: picture-alliance / dpa / M. Kulczynski.

Índia e Reino Unido aprofundam relações bilaterais


A Índia e o Reino Unido aprofundaram as relações bilaterais após visita do primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, a Londres. Além da formação de uma “parceria global” entre os dois países, uma série de acordos foi concluída, incluindo US$ 13,7 bilhões em investimentos. Ambos os países também aumentaram a cooperação bilateral nuclear. Modi também foi o primeiro líder indiano a discursar no parlamento britânico. O início da visita foi marcado por protestos contra as violações de direitos humanos do primeiro-ministro.

Foto: Flickr / MEAPhotogallery.

Milhares protestam contra governo na Coreia do Sul


Neste sábado (14/11), dezenas de milhares de pessoas foram às ruas de Seul, capital da Coreia do Sul, para protestar contra o governo do país na maior manifestação em sete anos. Estima-se que 70 mil manifestantes estiveram presentes no ato, o qual teve confrontos com forças policiais, incluindo o uso de canhões de água e gás lacrimogênio. Protesto era contra as recentes medidas de flexibilização da legislação trabalhista e a decisão de que escolas só poderão usar livros de história editados pelo governo.

Foto: AP / VOA.

Na Guatemala, presidente renuncia após escândalo de corrupção


O presidente da Guatemala, Otto Pérez Molina, renunciou nesta quinta-feira (03/09) após suposto envolvimento em um escândalo de corrupção que prejudicou seu governo e levou o país a uma crise poucos dias antes de eleições. Milhares de manifestantes tomaram as ruas da capital, Cidade da Guatemala, e de outras cidades nas últimas semanas pedindo a saída de Molina. Sua carta de renúncia foi assinada no final da quarta-feira e enviada ao Congresso, que deve realizar uma sessão emergencial para entregar o poder ao vice-presidente Alejandro Maldonado, seguindo a Constituição. Molina negou repetidamente quaisquer ações irregulares.

Otto Pérez Molina. Foto: Jorge Dan Lopez / Reuters.

Rússia tenta evitar “revolução colorida” na Armênia


Nos últimos meses, parte da população da Armênia tem organizado protestos contra o aumento do custo da energia elétrica, manifestações que têm tomado proporções mais amplas em Yerevan e em outras importantes cidades do país. Apesar de concessões russas que facilitaram algumas negociações na tentativa de desencorajar os manifestantes, os protestos têm ampliado sua pauta para assuntos substantivamente políticos, exigindo reformas sociais, institucionais e programas econômicos, além de condenar escândalos de corrupção do governo. Oficiais russos já apontam as manifestações como o primeiro estágio de uma “revolução colorida” na Armênia, similar às ocorridas na Ucrânia e na Geórgia.

Foto: Hrant Khachatryan, Reuters.

Foto: Hrant Khachatryan / Reuters.

Com boicote, Hong Kong rejeita reforma política


Nesta quinta-feira (18/06), o Conselho Legislativo de Hong Kong rejeitou um controverso plano de reforma política para a eleição do chefe do Executivo do território, o qual era apoiado pelo governo central chinês e criticado por ativistas locais que protestaram nas ruas contra ele no ano passado. Cerca de 30 deputados pró-Pequim boicotaram a votação ao abandonar o Parlamento cerca de um minuto antes de sua realização. O projeto necessitava de pelo menos dois terços dos votos para ser aprovado, o que equivale ao apoio de no mínimo 47 dos 70 legisladores. Oito deputados pró-Pequim votaram a favor da proposta e 28 legisladores votaram contra. Com isso, o chefe do executivo de Hong Kong continuará sendo indicado pelo colégio eleitoral, sem sufrágio universal.

Protesto no plenário do parlamento de Hong Kong. Foto: Reuters / B. Yip.

Manifestantes retornam às ruas de Hong Kong


Neste domingo (14/06), milhares de manifestantes reuniram-se próximo aos prédios do governo em Hong Kong, local também escolhido pelas manifestações de 2014. A pauta dos protestantes não foi significativamente alterada e continuam a exigir o fim da influência do governo central chinês no processo eleitoral de Hong Kong, ainda que reconheçam que isso é improvável neste momento.

Foto: Dale De La Rey, Agência France-Presse, Getty Images

Manifestantes nas ruas de Hong Kong. Foto: Dale De La Rey / AFP / Getty Images.

No México, partido do presidente vence eleições legislativas


No México, o Partido Revolucionário Institucional (PRI), legenda do presidente do país, Enrique Peña Nieto, conquistou maioria simples nas eleições legislativas e estaduais deste domingo (07/06), com cerca de 30% dos votos obtidos, segundo estimativa divulgada pela Justiça Eleitoral do país nesta segunda-feira (08/06). Vítoria do PRI é tida como uma supresa em um processo eleitoral marcado por protestos contra o governo, o qual foi alvo de críticas após o desaparecimento dos 43 estudantes em Iguala, estado de Guerrero, em setembro, além de denúncias de corrupção.

Foto: Getty Images / AFP / A. Estrella.

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Eleições parlamentares são adiadas no Burundi


Após semanas de protestos violentos e uma tentativa de golpe de estado, o presidente do Burundi, Pierre Nkurunziza, decidiu adiar em 10 dias as eleições parlamentares no país, as quais estavam marcadas para o dia 26 de maio deste ano, ou seja, serão realizadas dia 5 de junho. Medida foi tomada após a Comunidade da África Oriental ter solicitado ao governo burundiano que se adiassem as eleições parlamentares e presidencial devido à instabilidade no país.

Manifestante burundiano. Foto: EPA.

Grandes protestos na Guatemala pedem renúncia do presidente


Milhares de guatemaltecos foram às ruas exigindo a renúncia do presidente Otto Pérez Molina, que governa o país desde janeiro de 2012, em meio a um escândalo de corrupção que provocou a renúncia da vice-presidente Roxana Baldetti e do ministro de Minas e Energia, Erick Archila Dehesa. Manifestantes cantaram o hino do país e levantaram centenas de cartazes e faixas com mensagens contra corrupção, juízes, o Legislativo, partidos políticos e o governo de Molina. O ato foi organizado através das redes sociais, porém sem qualquer liderança declarada. Diversos setores da indústria demonstraram apoio ao movimento, incluindo líderes empresariais, grupos de estudantes, agricultores e organizações de direitos humanos.

Foto: Getty Images.

China rejeita entrada de Taiwan no Banco Asiático de Investimento em Infraestrutura


Nesta terça-feira (31/03), a China deu sinais de que não permitirá a adesão de Taiwan ao Banco Asiático de Investimento em Infraestrutura (AIIB, sigla em inglês), instituição capitaneada por Pequim. Segundo o ministério de relações exteriores chinês, o país quer evitar situações de “duas Chinas” ou “uma China e um Taiwan”. O governo taiwanês anunciou unilateralmente que participaria do AIIB nesta semana, causando protestos na capital Taipei.

Foto: Reuters / Jason Lee

Foto: Reuters / Jason Lee

Um ano após onda de protestos, Venezuela tem oposição dividida e governo em crise


O dia de hoje (12/02) marca um ano das manifestações da oposição venezuelana que deram origem a confrontos que resultaram em 43 mortos no país. A situação política atual do país é de um governo em crise de popularidade agravada pela situação econômica e de uma oposição dividida. A popularidade do presidente Nicolás Maduro vem caindo desde março de 2014, logo após o início das manifestações da oposição.

Foto: Agência Efe

Foto: Agência Efe

Manifestações voltam às ruas de Hong Kong


Manifestantes pró-democracia voltaram às ruas de Hong Kong no último domingo (01/02) pela primeira vez desde o fim do ano passado, quando movimentos travaram o centro financeiro da cidade por dois meses. Os manifestantes pedem por eleições diretas universais para o governo local, opondo-se a Pequim que quer elaborar uma lista de candidatos para as eleições de 2017. Treze mil pessoas estiveram presentes, na opinião dos organizadores, muito menos do que a expectativa de cinquenta mil – o que revela certa timidez do movimento nessa retomada.

Foto: AFP / Getty Images / P. Lopez

Foto: AFP / Getty Images / P. Lopez

Milhares protestam em Tóquio contra realocação de base militar dos EUA


No domingo (25/01), milhares de manifestantes se reuniram na frente da Dieta, o parlamento japonês, em Tóquio para protestar contra a realocação de uma base aérea estadunidense em Okinawa. Inúmeros oradores também criticaram o uso de força excessiva para conter manifestantes, a ausência de respostas do governo e os danos ambientais que seriam causados pela construção de novas instalações.

Foto: Finbar O'Mallon.

Foto: Finbar O’Mallon.

Congoleses vão às ruas contra presidente Joseph Kabila


Após o presidente da República Democrática do Congo, Joseph Kabila, enviar uma reforma eleitoral ao parlamento que poderia estender sua permanência no poder, congoleses saíram às ruas da capital Kinshasa. As manifestações começaram na segunda-feira (19/01) e já estão no seu terceiro dia consecutivo. Pelo menos 11 pessoas já morreram pelo uso de munição real das forças de repressão do governo; grupos de direitos humanos estimam que mais de 40 cidadãos congoleses já perderam a vida. As manifestações, organizadas por estudantes universitários, estão sendo identificadas pelo grito de guerra “Telema!”, que na língua lingala significa “Levante-se!”. Assim como os protestos em Burkina Faso em novembro, as mobilizações em Kinshasa estão marcadas por um grande uso de mídias sociais, como Facebook e Twitter. Joseph Kabila está há 14 anos no poder.

Foto: Papy Mulongo / AFP / Getty Images

Foto: Papy Mulongo / AFP / Getty Images

Ameaça a líder do Pegida faz Alemanha proibir manifestações


Na sequência dos ataques em Paris ao Charlie Hebdo, manifestações anti-islâmicas em Dresden, que vinham ocorrendo desde outubro, ganharam força. Os protestos na cidade, próxima à fronteira com a República Tcheca, foram proibidos pela polícia uma vez que o líder do grupo que as convocava, o Pegida, foi ameaçado pelo “Estado Islâmico”. O Pegida, em alemão “Europeus patriotas contra a islamização do Ocidente”, é um movimento anti-islâmico cujos líderes são agora possíveis alvos de ataques de terroristas islamistas.

Foto: Reuters / F. Bensch

Foto: Reuters / F. Bensch

Violência em segundo dia de protestos no Haiti


Milhares de manifestantes contra o governo haitiano foram as ruas da capital haitiana, Port-au-Prince, no último sábado (06/12). Houve violência entre a polícia e manifestantes, que demandam a saída do governo do presidente Michel Martelly e do primeiro ministro Laurent Lamothe.

Foto: BBC

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Organizadores de manifestações em Hong Kong prestam depoimento à polícia


Três dos principais organizadores do movimento “Occupy Central” que tomou as ruas de Hong Kong nos últimos meses prestaram depoimentos à polícia. Nenhum deles foi indiciado ou preso. Eles haviam se entregado à polícia para prestar esclarecimentos.

Foto: Reuters

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Governo e oposição revivem reforma para limitar protestos no México


As bancadas do PRI, partido do presidente Peña Nieto, e o PAN, oposição, reviveram uma reforma da constituição para incluir o “direito à mobilidade”. Em abril, quando foi proposta pela primeira vez, essa era considerada uma pauta progressista. Frente aos protestos que estão ocorrendo no país, essa emenda poderia ser interpretada como uma razão para limitar as manifestações que estão tomando as ruas mexicanas. Isso porque o “direito à mobilidade” não poderia ser ultrapassado por outros direitos, como o direito à livre manifestação.

Deputados debatem reforma constitucional no México Foto: Cuartoscuro

Deputados debatem reforma constitucional no México
Foto: Cuartoscuro

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O outono de Budapeste: esvaziando a democracia no leste da Europa


Ian Traynor analisa a ação do governo conservador de Viktor Orbán na Hungria e como ele estaria utilizando sua maioria de dois terços no congresso húngaro para redesenhar o país. Além do congresso, as próximas eleições presidenciais serão em 2018 e ele ganhou a grande maioria das prefeituras em eleições locais.

Foto: Attila Kisbenedek / AFP /  Getty

Foto: Attila Kisbenedek / AFP / Getty

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Cem mil húngaros vão às ruas por democracia na internet


Aproximadamente cem mil húngaros foram às ruas de Budapeste para pedir democracia na internet, num momento que o governo de centro-direita de Viktor Orban decidiu aplicar um imposto sobre o tráfego na rede. A Comissão Europeia criticou o imposto.

Foto: Reuters / Laszlo Balogh

Foto: Reuters / Laszlo Balogh

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Milhares voltam às ruas em Hong Kong; protestos completam um mês


No aniversário de um mês de início dos protestos, milhares tomaram as ruas de Hong Kong com seus guarda-chuvas para pedir eleições livres na região. De maneira inusitada, presidente chinês Xi Jinping se transformou em símbolo dos protestos. As negociações entre Pequim e manifestantes não avançou.

Foto: Agência Efe

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Hong Kong: estudantes e governo se reuniram ontem pela primeira vez


Depois de três semanas de protestos, autoridades de Hong Kong e representantes de manifestantes se reuniram ontem para dialogar pela primeira vez. Há poucas chances de avanço nas negociações, uma vez que as autoridades tratam como impossíveis eleições totalmente livres em 2017.

Foto: AFP / Getty Images / Alex Ogle

Foto: AFP / Getty Images / Alex Ogle

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Confrontos persistem em Hong Kong apesar de anúncio de diálogo


Após autoridades anunciarem que vão prosseguir com as negociações com estudantes, Hong Kong vivencia mais uma noite de confrontos violentos entre manifestantes pró-democracia e a polícia. Manifestantes ainda ocupam algumas das vias mais importantes da cidade.

Foto: AFP / Getty Images / Alex Ogle

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Separatistas iemenitas vão às ruas pedindo sul independente


Centenas de milhares de pessoas ocuparam as ruas do Iêmen pedindo a independência da porção sul do país. A última contestação separatista do sul levou o país a uma guerra civil que durou quatro anos, terminada com o norte dominando o sul após vencer a guerra. Os sulistas reclamam estar sendo marginalizados pelo governo central.

Foto: Reuters

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